História Bad things - Camren - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Shawn Mendes
Tags Camren, Larry, Norminah, Trolly, Vercy
Exibições 247
Palavras 1.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei. Eu demorei. Mas voltei com um capítulo grande e bem amorzinho então mereço perdão... Sem enrolação e
Boa leitura!

Capítulo 11 - Fique comigo


Fanfic / Fanfiction Bad things - Camren - Capítulo 11 - Fique comigo

- Um pouco velha pra você? - perguntou-me com a sobrancelha levemente arqueada.

- Sabe, Jauregui... Eu adoro as garotas mais velhas. - disse vendo-a sorrir

- Sabe pode ser pedofilia.

- Você não é certinha

- Não Cabello. Eu não sou nem um pouco certinha.

Se existia mais um pingo de sanidade em mim. Esta mulher acabou de tirar. Ela consegue ser tão sexy.

- O que está pensando? - perguntou-me tirando-me dos meus devaneios

- Sabe para quem ler pensamentos, você lê muito mal.

- Já disse que os seus eu não consigo. E me pergunto o por que.

- Talvez eu seja especial. - comentei. Eu realmente esperava ser especial para ela.

- Eu não tenho dúvidas disso. - disse me fazendo sorrir.

- Me conta mais de você. - pedi.

- O que quer saber?

- Se é sobre você já me interessa.

- Bem me chamo Lauren Michelle Jauregui Morgado. Tenho 116 anos... - ela parou de falar após dizer sua verdadeira idade.

- Hey o que houve? - perguntei me aproximando.

- Isso é tão estranho. As vezes eu só queria ser uma pessoa normal, entende? - me perguntou com os olhos um pouco lacrimejados. Deus é tão ruim vê-la assim.

- Quer falar de outra coisa? - perguntei tentando a deixar confortável.

- Podemos só ir à um lugar mais reservado?

- Claro. Deixa só eu ir pagar. - disse me levantando mas ela segurou meu braço.

- Nada disso. Se eu te chamei eu vou pagar. Não vou te deixar pagar no primeiro encontro. - disse me fazendo sorrir.

- Isso é um encontro? - perguntei vendo-a corar.

- Bom... Se você quiser. - disse me olhando nos olhos.

- Teremos outros encontros? - perguntei vendo-a sorrir e me dar um selinho antes de se dirigir ao caixa.

Saímos daquele lugar que me fizeram ficar com ótimas memórias. Definitivamente ótimas e seguimos caminhando em direção ao carro. Ela abriu a porta pra mim e eu agradeci com um sorriso. Estávamos indo para algum lugar que não faço a mínima ideia. Então resolvi perguntar:

- Aonde estamos indo? - perguntei fazendo-a me olhar e depois voltar a olhar para a rua.

- Chegamos. - disse ao sair do carro e em menos de 1 segundo - literalmente - ela estava abrindo a porta para mim. 

Desci e olhei em volta do lugar. Era a mesma praia a qual Shawn me contou a lenda. A praia estava extremamente vazia iluminada apenas pelas estrelas e a lua, a água transparente. A natureza realmente é algo admirável. Eu estava encantada com a paisagem quando senti braços rodeando minha cintura e sua cabeça encostando-se no meu ombro.

- É uma bela paisagem - comentei admirando as estrelas.

- Você consegue ser ainda mais bonita. Como consegue? - perguntou me fazendo corar me virei pra ela vendo seus perfeitos olhos verdes com o reflexo da lua neles.

- Você está me deixando com vergonha. - disse enterrando meu rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro de bebê.

- Deus, você é assim sempre tão perfeita? - senti como se a cor do tomate não fosse mais possível para descrever minhas bochechas.

- Quer parar? - perguntei levantando meu rosto a encarando.

- Quer que eu cale a boca? - perguntou e eu assenti.

- Por que não me cala? - perguntou-me abrindo um sorriso malicioso.

LAUREN POV

Camila me puxou pela nuca e tomou meus lábios nos seus. Céus! Nunca irei me acostumar com a sensação de beijar essa latina. Agarrei sua cintura a puxando para mais perto de mim. Pedi passagem com a língua e ela logo cedeu. Poderia passar horas a beijando mas ela não pois precisa de ar. Com um chupão no meu lábio inferior ela encerrou o beijo. Colei nossas testas e dei mais um selinho nela. Deus, estou ficando tão trouxa por essa latina.

- Calei - disse me dando mais um selinho.

- Vamos entrar? - perguntei vendo-a franzir o ceio. - no mar. - completei vendo arregalar os olhos.

- Está louca? Está de noite e ainda por cima não temos biquínis. - soltei sua cintura e comecei a tirar minha roupa. - Lauren, o que pensa que está fazendo? Põe essa roupa já, Jauregui. - disse autoritária mas nem lhe dei atenção. - Lauren pode aparecer alguém.

- Princesa olhe ao seu redor - disse vendo ela fazer exatamente o que pedi - está vendo alguém? - perguntei fazendo-a negar com a cabeça. - Então, não vai aparecer ninguém. Relaxa. Só aproveite. Não são todas que tem a chance de entrar numa praia com Lauren Jauregui apenas de roupas íntimas - brinquei fazendo ela bufar e começar a se despir.

Eu queria agarrá-la ali mesmo. Como pode ser tão gostosa? A bunda dessa latina com certeza não é desse mundo. Após estar assim como eu: apenas de roupas íntimas. A peguei no colo e corri com ela para dentro do mar. Apesar de estar de noite a água estava quente fazendo o clima ficar ainda mais agradável.

- Vai me contar agora? - perguntou alisando meu braço.

Estávamos parecendo um casal. Minhas mãos estavam pousadas em sua cintura fina enquanto as dela percorriam meu corpo.

- O que? - perguntei confusa. Do que ela estava falando, afinal?

- Sobre sua vida. Estamos em lugar só nós duas. Já pode me contar? Se não quiser eu entendo.

- Não. Eu irei contar. É que é um assunto delicado entende? - perguntei fazendo ela assentir.

- Bom como já disse sou Lauren Michelle Jauregui Morgado, tenho 116 anos. Sou lésbica, nasci em Miami, mas meus pais eram do México então aprendi a falar espanhol antes mesmo do inglês. Cinco anos depois que virei vampira, me mudei para Itália. E desde que este terrível dia o qual me transformei tenho que me mudar das cidades alguns anos depois para as pessoas não desconfiarem... - irei continuar quando ela me interrompeu.

- Você disse terrível dia. Por que não gosta de ser uma vampira?

- Estou condenada ao inferno. Não envelheço. Não poderei ter uma família. Tenho que estar no colegial eternamente. Quando " termino " pouco depois tenho que me mudar e começa tudo de novo. Eu não fui feito minha mãe, Camila. Eu não escolhi isso. Estou condenada a isso até o final da minha vida. Se é que tenho uma vida. Nem alma tenho. Ela se foi assim como as batidas do meu coração. - mal percebi que estava chorando até ela limpar algumas lágrimas que escorriam livremente pelo meu rosto. - As vezes eu só queria ser normal, entende? Terminar o colegial, fazer uma faculdade, conhecer alguém, fazer planos com esta pessoa, me casar e formar uma família. Mas isso não é possível. Porque tô condenada a algo que nunca escolhi, entende? - perguntei vendo ela assentir antes de me puxar para um abraço. Enterrei meu rosto em seu pescoço. - Isso é tão difícil. E ainda tem você. Eu não deveria está me envolvendo com você. - disse fazendo ela me soltar rapidamente e sussurrar contra meus lábios:

- Apenas curta o momento. Não se feche tanto. - disse antes de me beijar.

[...]

Estávamos deitadas na areia. Era exatamente 23:00 horas. Camila estava com a cabeça no meu peito enquanto eu fazia cafuné em seus cabelos. Estava admirando a lua quando ela corta o silêncio.

- Qual seu maior medo? - perguntou tirando a cabeça do meu peito para me encarar.

- Eu não sei. Acho que o arrependimento. Acho que nada é pior do que querer voltar atrás para resolver um erro que foi sua culpa e não poder.

- É por isso que não quer ficar comigo? Por medo de se arrepender?

- Honestamente? Também. Mas é muito mais complicado. - um silêncio se instalou. - Eu gosto de você de verdade.

- Então fique comigo. - disse colando nossos lábios.

Ela pediu passagem e eu cedi. Logo, sentindo sua língua tão macia adentrando minha boca e explorando como se fosse a primeira vez que fazia aquilo. Virei nossos corpos ficando por cima mas não depositando. Puxei uma perna a colocando na altura de minha cintura enquanto alisava a mesma. Estava ficando excitada. Então parei assim que vi onde isso iria parar.

- Tenho que te deixar em casa. Já está ficando bem tarde. Assim seu pai não deixará mais você sair comigo.

- Tenho mesmo que ir? Não podemos ficar mais? Que tal morarmos aqui? - perguntou-me empolgada fazendo-me rir.

- Olha eu adoraria, mas não é possível.

- Tudo bem. - disse com um bico se levantando.

Nos vestimos e percebi que ela ainda estava com o bico. E então eu o mordi.

- Ai Lolo! - disse dando uma risadinha. Mas só consegui manter meu foco no que ela havia me chamado.

- Do que me chamou? - perguntei com um sorriso crescendo em meus lábios.

- Lolo. É um apelido. Você gosta? - perguntou passando os braços em torno do meu pescoço.

- É um pouco gay. - respondi passando meus braços em torno de sua cintura.

- Você é gay. - respondeu um pouco irritada. - E não fala mal do meu apelido ele é fofo, ok?

- Eu estou brincando, pequena. Eu gostei. - disse dando um selinho nela. - Agora é sério, precisamos ir.

- Você percebeu que é você que está enrolando pra não ir? - acusou-me.

- Eu? - perguntei fazendo ela assentir. - Que mentira. - disse fazendo um bico.

- Ai meu Deus! Parece que tem cinco anos. - disse me dando um selinho.

- Olha quem fala. - Peguei-a no colo fazendo ela soltar um gritinho assustado e depois entrelaçar as pernas na minha cintura e envolver meu pescoço com seus braços.

Coloquei ela sentada no banco do passageiro e fui para o banco do motorista. Voltamos para sua casa em um silêncio confortável ouvindo The 1975. Uma coisa que descobrimos ter em comum. Chegamos e então disse:

- Está entregue. - disse mais ela não se moveu. - Camila. - a chamei de novo e nada. Desci do carro e abri a porta vendo que a mesma estava dormindo.

E agora? Eu não podia simplesmente chegar bater na porta e dizer " Oi, você não me conhece mas eu estou saindo com sua filha e ela pegou no sono no meu carro, e por isso está no meu colo." Talvez, eu pudesse. Claro que eu não posso. Então só tem um jeito. A peguei no colo e fechei a porta. Procurei uma janela depois de perceber que seu pai estava na sala. Achei uma janela aberta que acho que é de seu quarto e dei um pulo entrando no quarto e constatando que era realmente o de Camila. A pus deitada em sua cama e dei um selinho nela antes de saí dali.

Entrei no meu carro e segui para minha casa. Chegando na mesma vejo Vero e Lucy quase se comendo no sofá,

- Vão pra um motel. - digo subindo as escadas.

Entrei no meu quarto. Tomei um banho e me deitei olhando meu teto comecei a pensar. Talvez Camila realmente esteja certa. Tenho que aproveitar e ficar com ela. Faz apenas dois meses que nos conhecemos mas parece que nos conhecemos há milênios. Camila é perfeita e me faz sentir tão bem. Não vai haver nada de errado em estar com ela. Afinal, nada vai nos acontecer. Preciso deixar de ser tão careta e me entregar como ela está se entregando. Como uma latina pode mexer tanto com meus pensamentos. Este seria um bom momento para pegar no sono mas como não sinto, peguei um livro qualquer para ler.

 

 


Notas Finais


Quarto da Lauren:

https://br.pinterest.com/pin/519532506988729852/

Casa da Lauren:
https://goo.gl/images/jWkHgf

Casa da Camila:
http://pin.it/8Ff57Xi

Comentem,favoritem,qualquer erro conserto depois. Um beijo um queijo e até próximo cap


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