História Bad Vibe/Imagine EXO - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Boate, Briga, Drogas, Exo, Hunhan, Imagine, Kaisoo, Máfia, Mafioso, Perigo, Sexo
Visualizações 27
Palavras 2.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Harem, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Bad Vibe³


Fanfic / Fanfiction Bad Vibe/Imagine EXO - Capítulo 3 - Bad Vibe³

Sehun sumiu por quase um mês, não atendia o telefone e não ía me ver. eram sete horas da tarde/noite, decidi que iria atrás dele. Saí do banho e vesti uma lingerie branca, revirei o closet e vesti um vestido branco bastante colado. Na altura da cintura, o vestido tinha uma faixa de brilhos dourado. Coloquei um colar e brincos que ganhei de Kai, claro que não esqueci de passar o perfume preferido de Sehun. Arrumei meu cabelo e fiz cachos nas pontas, me maquiei e coloquei um salto alto. Pronto, preparada para seduzir meu barman. Ao chegar na boate, me sentei numa cadeira em frente ao balcão e pisquei para Sehun.

— Seu turno acabou à muito tempo. 

— Eu sei.

— Você não ganha hora extra, pare e trabalhar.

— Oque você quer afinal, S/N?

— A bebida mais forte que você pode fazer. 

— Meu turno já acabou.

O mais velho sorriu e saiu andando, logo depois voltou arrumado. A música ficava cada vez mais alta, Sehun e eu estávamos cada vez mais agarrados e nos esfregando. Em um deslize de ambos, estávamos nos beijando e sussurrando besteiras. Sehun estava sério mas não negava seu entusiasmo por algo, me puxava para mais perto e me beijava como se eu fosse toda dele. Aquilo não acabaria em beijos, disse que voltaria logo e fui ao banheiro, arrumei meu decote e na volta um homem alto segurou minha mão.

— Me desculpe, não quis ser rude... Estou te observando à algum tempo, podemos conversar?

No momento esqueci de Sehun e fui com aquele cara. Ele era tímido e não falava muito. Descobri sua idade e seu nome, KyungSoo tinha vinte e dois anos e era solteiro.

— Você não parece um cara que curte boates.

— Você parece uma das funcionárias daqui.

— Eu não sou!

— Aparências enganam. Era brincadeira, princesa.

— Quer dizer que não é esse homem tímido?

— Talvez... 

— Você é bem misterioso... Gostei. 

— Que bom que gostou. Também gostei de você, S/N. Mas e o garoto que estava com você?

Agora me lembrei de Sehun! Droga, esqueci dele. Me despedi do rapaz e fui procurar meu melhor amigo, foi difícil encontrar ele mas finalmente consegui. Ele estava sentado em uma poltrona. Me sentei no colo do mesmo e beijei seu rosto.

— Onde estava?

— Conheci uma pessoa 

— Entendo... 

— Oque foi? Porque está com essa carinha triste?

— Lembra das alianças que comprei? Me lembrei que foi inútil...

— Não vai ser inútil se me preparar um jantar e me dar comida na cama amanhã. 

— Como assim?

— Seja romântico amanhã, verá o resultado.

Aquela noite se passou, o dia seguinte também. Agora, depois de um banho quentinho, Sehun entrou no quarto com uma bandeja cheia. Senti o cheiro gostoso de comida quentinha, ele se sentou ao meu lado e serviu vinho em duas taças. Jantamos juntos conversando sobre coisas aleatórias, após o jantar, nos levantamos e fomos até o banheiro. Ele não teve coragem de me pedir em namoro... Escovamos nossos dentes e eu prendi meu cabelo para ir dormir, ao chegar ao quarto, me sentei na cama e tirei meu roupão ficando apenas de camisola e ligerie. Sehun enfiou a mão no bolso e tirou a caixinha das alianças de lá.

— Sabe... É difícil para mim, todo esse tempo como melhores amigos, cuidei de você... Nos conhecemos de um jeito... Eu... Queria te pedir em namoro... Você aceita?

Aos poucos seus joelhos foram se dobrando até estarem no chão, a caixa foi aberta lentamente me dando visão das alianças douradas. Coloquei minhas mãos sobre o rosto e lentamente estendi a mão direita em direção à Sehun. Senti um dos meus dedos sendo envolvidos pela aliança e um leve beijo molhado em minha mão. O mais velho me entregou a outra aliança, quase do dobro da minha e eu coloquei em seu dedo. Automaticamente ele me beijou, me fazendo levantar da cama e abraçar ele, fomos nos curvando até sentir o tecido dos lençóis. Seus beijos molhados se tornaram leves selares, senti sua respiração quente se chocando com minha pele me fazendo sussurrar baixo o nome de Sehun. Sua mão esquerda estava em minha cintura, já a outra se concentrava entre meus cabelos e meu rosto, ambas me acariciando. Seus lábios quentes me causavam sensações diferentes, fazendo minhas mãos deslizarem por seu peitoral e ir à encontro aos seus fios castanhos o fazendo se concentrar ainda mais em meu pescoço. Aqueles beijos me fizeram sussurrar e chamar baixo por Sehun, como se pedisse por mais. Em resposta senti nossos corpos ainda mais colados, sua mão esquerda se direcionou à meus seios, passando a acariciar ali. Seus lábios estavam concentrados em minha boca e eu retribuía, logo Sehun foi se distanciando, se arrastando para baixo bem devagar enquanto beijava partes do meu corpo ainda coberto pelo tecido fino que usava. Minha roupa foi sendo retirada lentamente, peça por peça, Sehun me observou e respirou fundo, pedindo permissão para tocar em partes sensíveis do meu corpo. Com um sorriso fraco dei autorização, senti suas mãos deslizando até meus quadris, uma de suas mãos desceu mais um pouco, chegando até minha intimidade onde senti seus dedos se esfregando. Ele notou meu desconforto e se deitou sobre mim começando a me beijar. Sua mão continuava ali, seus dedos ágeis se concentraram em meu clitóris me fazendo gemer. Envergonhada tentei me controlar, a camisa de Sehun foi retirada e tive visão daquela pele com algumas cicatrizes que eu preferia não ter conhecimento. Sua calça também estava sendo aberta, com minha ajuda ela foi ao chão, podia sentir o membro de Sehun em contato com minha pele, mesmo ainda estando dentro do tecido de sua cueca. Seus beijos formaram uma trilha até minha intimidade onde senti sua língua se movendo agilmente. Mesmo tentando, era impossível gemer baixo com aquele trabalho que o mais velho fazia, estava entregue à ele, depois de tudo oque ele fez por mim... Eu confiava nele. Senti dois dedos invadindo minha intimidade me fazendo gritar, abafei meu grito beijando o mais velho, o modo em que ele se movimentava lentamente me fazia arfar e gemer baixo, aos poucos a velocidade aumentou, coloquei minha mão no membro dele e comecei a masturbar ele lentamente, seus gemidos baixos e roucos em meu ouvido me faziam estremecer. Ele tirou seus dedos de dentro de mim e abaixou sua cueca, devagar posicionou seu membro em minha entrada e começou a forçar. A dor foi chegando junto ao nervosismo, em um impacto só, senti ele entrar dentro de mim por completo. A dor foi insuportável, gritei alto e pedi para que ele parasse, não queria continuar, doía muito. Ele sussurrava baixo a frase seguinte: Eu te amo.

— Para, Sehun... Por favor... Está doendo!

— Você vai aguentar...

Ele apenas me beijou e ficou um bom tempo parado dentro de mim, começou à se movimentar lentamente enquanto eu chorava e gemia baixo de dor. Foi como se alguém tivesse me aberto com uma faca afiada, ele ía e vinha devagar, entrava e saía com calma. Arranhei suas costas por impulso, tentava cessar a dor, mas parecia ser impossível. Oh Sehun sussurrava coisas lindas, mesmo assim não pude dizer que senti prazer, quem dizer que sentiu prazer em sua primeira vez está mentindo ou algo não está certo. Aquilo não durou tanto, menos de quinze minutos torturantes de pura dor. Senti seu líquido quente me preencher e ele saiu devagar de dentro de mim, a luz estava apagada, mas eu tinha certeza que a cama estava manchada com sangue. O mais velho me deitou em seu peito e acariciou lentamente meus cabelos.

— Eu disse que tinha medo que sentisse a mesma dor que senti. Espero que não esteja arrependida.

— Doeu... Muito... Mas só tenho que agradecer. Você foi carinhoso e calmo... 

— Eu te amo...

— Eu também...

No outro dia, quando acordei a cama estava limpa e arrumada, eu estava enrolada nos lençóis feito um bebê, do jeito que Sehun sempre me cobria. Levantei lentamente e ouvi barulhos baixos vindo da cozinha, pelo jeito o café da manhã seria gostoso. Caminhei devagar em direção do banheiro e entrei debaixo do chuveiro quente, tomei um banho demorado enquanto olhava para algumas partes do meu corpo marcadas por Sehun. Ao terminar o banho, saí andando devagar e me sequei, vesti uma lingerie qualquer e coloquei um vestido leve. Passei um perfume bem doce e me olhei no espelho, estava acabada, horrível... Mas estava realizada. Fui para a cozinha e Sehun me esperava, o mais velho me sentou em seu colo e me deu um selinho, começou a dar comida em minha boca enquanto eu ria baixinho. Quando estávamos nos beijando a porta da sala foi aberta com violência, a voz grossa e rouca ecoou pela sala me fazendo arregalar os olhos.

— Finalmente na casa da minha filha.

Uma voz doce se misturou, ouvi malas sendo arrastadas e Sehun me olhava confuso.

— Tudo muito bem arrumado, ensinamos ela muito bem.

Meus pais estavam ali. Me levantei do colo de Sehun e olhei para a sala, eles estavam com um monte de malas, o pior era Chanyeol e Xiumin segurando uma delas. Fiz sinal para Sehun ir atender eles e ele foi com receio.

— B-Bom dia... E-Eu sou...

— Sei quem você é.

— Ah... O senhor deve ser o pai da S/N, não é?

— Senhor não, me chame de Choi.

— Desculpe...

— Cadê minha filha, garoto?

— Ela... Ela deve estar vindo...

— Traga algo para nós beber, rápido porque estou estressado.

Sehun voltou correndo e me empurrou em direção a sala.

— Oque fazem aqui sem me avisar? E porque trouxeram os dois trastes?

— Minha filha cresceu tanto! — Disse minha mãe me abraçando, olhei séria para o meu pai e ele me mostrou o talão de cheque.

— Não disse que ela estava linda. — Kai deu risada se jogando no sofá.

— Estou linda. Quando vão embora? 

— Mês que vem. — Disse Xiumin.

— Esses trastes vão ficar aqui?

— Vão. — Respondeu meu pai.

Quando eu ía discutir, Sehun chegou com algumas bebidas e começou a servir todos eles. Meu pai não havia gostado dele, agora ele tinha quatro homens o infernizando.

— Já tem fama, PornôStar?

— Sim, o vídeo mais visto foi comendo sua namorada.

Aquilo fez a sala ficar em silêncio, Sehun encarou Chanyeol e os outros começaram a rir.

— Boa garoto! —Kai gritou.

— Aprendeu com o papai. — Disse meu pai enquanto ria.

— Que falta de educação, os dois são muito mal educados! — Minha mãe entrou no meio dos dois e deu um tapa em cada um.

— Ta cheio de marra porque? A mesma boca que você beija já chupou meu pau.

Meu pai e Kai se levantaram furiosos. Kai deu um soco em Chanyeol e meu pai o chutou. Minha mãe e eu tivemos que separar.

— Abre essa boca para falar da minha irmã e pode ter certeza que nunca mais vai abrir ela de novo! — Kai gritou tentando se soltar.

— Da próxima vez eu vou quebrar sua cara toda, me entendeu, Chanyeol? — Meu pai o encarou.

Xiumin apenas ria, um tempo depois a sala estava calma novamente, Sehun estava se apresentando para meus pais enquanto Xiumin mexia nas coisas, Kai o encarava e Chanyeol fazia piadas.

— Não gostei de você, mas fazer oque, né. Ela merecia coisa melhor. 

Sehun abaixou a cabeça e ficou calado, os quatro babacas começaram a rir enquanto minha mãe suspirava baixo.

— Eu gostei de você, Sehun. Minha filha tem bom gosto, não seguiu o exemplo do pai, e melhor ainda, não se envolveu com os dois idiotas aqui. — Ela apontou para Xiumin e Chanyeol. — Você parece ser um bom menino.

— Olha a mamãe iludida. Esse daí transa com homens para ganhar dinheiro e comprar drogas. — Chanyeol começou a rir e Xiumin teve ataque de risos.

— Calados. — Kai encarou os dois.

— Olha, seus babacas, os três. Se vieram aqui encher o saco já podem ir embora!

— Quem chamou de babaca? — Meu pai perguntou irritado.

— Você e seus "filhos adotados".

O silêncio tomou conta da sala, Kai olhava sério para meu pai, o velho se levantou, pegou suas malas e chamou Xiumin e Chanyeol. As pragas saíram do apartamento e Kai suspirou.

— Aqueles são dois idiotas que seu pai mandou "cuidar" de você, ele devia ter deixado apenas seu irmão com essa missão.

— Devia mesmo. — Kai respondeu.

— Deixa eu apresentar melhor o Sehun. Ele era meu melhor amigo, sempre cuidou de mim e é um garoto educado, ontem me pediu em namoro e eu aceitei. — Mostrei nossas alianças para minha mãe e ela sorriu.

— Que ele seja um bom homem e você tenha a sorte que não tive com seu pai.

— Eu serei.

O resto do dia passou voando, meus pais estavam no apartamento do lado, meu irmão e os dois babacas estacam em um dos apertamentos do andar de cima. Sehun estava calado, talvez pensava no inferno que passaria por um mês ou mais. 


Notas Finais


Qualquer pedido ou reclamação em relação à fic, me chame bo whats Telefone Removido


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