História Badass - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 222
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY EY EY EY HAHA
Eu disse que vocês iam ter que me aguentar por muito tempo, então, lhes apresento Badass, minha mais nova bebezinha!
Vamos aos avisinhos antes de vocês prosseguirem a leitura:
⇢ A fanfic será narrada principalmente pelo ponto de vista do Shawn. É a minha primeira fanfic narrada quase que inteira de um ponto de vista masculino, então, perdoem qualquer erro;
⇢ Digo o mesmo quanto a qualquer erro de gramática que possa vir a surgir no meio dela;
⇢ Os outros garotos da Old Magcon aparecerão no decorrer da fanfic, alguns podendo vir a se tornarem personagem secundários ou não;
⇢ Como em todas as fanfics que postei recentemente, vou avisar aqui em BA também: não estarei atualizando regularmente. Ela disputa atenção com mais algumas fanfics e uma agenda já não tão apertada, mas mesmo assim, ainda não vou me arriscar a fazer um calendário de postagem;
⇢ Eu, Larissa/Atria, não apoio qualquer prática descrita na fanfic, seja violência, uso de drogas ou qualquer outra coisa descrita aqui. Tudo o que tá aqui é pura ficção e não deve passar disso;
⇢ Não vou falar sobre plágio. Tudo o que digo é que já vi acontecer, e acredite, eu não iria querer estar na sua pele caso resolva me plagiar.
Bom, vocês já sabem o esquema: se faltar alguma coisa, eu aviso no decorrer dos próximos capítulos.
Boa leitura o/

Capítulo 1 - Be Careful


Fanfic / Fanfiction Badass - Capítulo 1 - Be Careful

"Mudar não é uma coisa ruim, nunca foi. Mas no fim do dia, sabe, você é a mesma pessoa." — Shawn Mendes.

 

 — Querido, você tem certeza?

Olho para a minha mãe pela décima vez naquele dia, me perguntando o que diabos se passava na cabeça dela. Entendo em partes sua preocupação, mas não é como se eu não tivesse passado os ultimos três anos viajando pelo mundo sem tê-la por perto. Porra, eu não tenho mais oito anos.

Ela se desencosta do batente, caminhando para dentro do quarto e tomando a camiseta das minhas mãos. Bufo enquanto ela dobra a peça perfeitamente, colocando-a dentro da mala com cuidado até demais.

— Não que eu não esteja orgulhosa por você estar indo para a faculdade mas… — minha mãe se senta na cama por fim, me encarando com aquela expressão capaz de fazer qualquer um se sentir culpado. — São três anos, Shawn.

Reviro os olhos.

— Eu sei, mãe. — olho para a mulher ao meu lado, mas sua cara de choro acaba me fazendo desviar o olhar. — Mas é a Juilliard, não um esconderijo de terroristas, tá?

— Você ainda tem que fazer o check-in, não? — meu pai surge na porta, e seus olhos se estreitam assim que ele encara minha mãe. — Mas você já tá chorando em cima dele de novo?

— Ele vai passar três anos fora! — puta que pariu, mais uma briga!

— Nada muito diferente do que ele têm feito nos ultimos anos, não? — ele cruza os braços. — Ou do que faria se não fosse para a faculdade…

— É diferente!

— Vou colocar as malas no carro.

Me adianto na direção da porta, arrastando algumas das malas comigo. Meus pais não são do tipo que brigam muito, mas desde que recebi o comunicado sobre a bolsa na Juilliard, eles não conseguem conviver por mais de cinco minutos sem se estranhar. No começo era engraçado, com as brigas sem sentido, mas digamos que depois de dois dias, a situação se tornara tão tensa que agora é difícil ficar por muito tempo no mesmo lugar que eles.

— Será que você vai ser recebido com um balde de tinta? — indaga Aaliyah assim que piso no corredor.

Baixo o olhar para a minha irmã caçula, arqueando uma sobrancelha.

— É a Juilliard, não tem essas coisas. — volto a caminhar, com a pirralha no meu encalço.

— “É a Juilliard”. — diz ela, fazendo uma careta enquanto tenta me imitar. — Toda faculdade tem trote!

— É você que vai estudar lá? — paro para encará-la, com Aaliyah parando logo a minha frente e cruzando os braços. Não demora até ela negar. — Então para de se meter.

Grosso!

Não fico muito tempo para encará-la, apenas sigo para o lado externo da casa. É como se todos nesse lugar tivessem acordado com o pé esquerdo, e olha que sou eu quem está indo para a faculdade! Me pergunto mentalmente se toda a tensão que deveria estar sobre mim havia ido, por engano, pra cima deles, e não demora até que um grito da minha mãe ecoe do lado de dentro e confirme minhas suspeitas. Faço uma careta enquanto dou uma rápida olhada em volta, mas nenhum vizinho está do lado de fora.

Abro o porta malas, jogando as malas lá dentro ao mesmo tempo em que meu celular apita. Tateio os bolsos até encontrar o aparelho, vendo uma mensagem de James no visor.

 

“Cara, joga o nome da faculdade no Google! Só tem gostosa lá!”

 

Na visão de James, eu estou indo me hospedar por três anos num puteiro, não estudar numa faculdade. Nego com a cabeça, contendo a risada enquanto digito a resposta.

 

“Isso significa que eu me dei melhor do que você, né? Ou a Sra. Roberts ficou gostosa de repente?”

 

Visualizo a velha que trabalha na biblioteca junto a ele e estremeço só de lembrar do planeta que ela tinha no nariz, cujo qual as pessoas apelidaram de “verruga”. Não me surpreenderia se ela desse um nome pra aquele troço, ou pior, se ele criasse vida própria e matasse a velha.

 

“Vai se foder, Mendes.”

 

Rio alto daquela vez, vendo meus pais e Aaliyah saírem de casa logo após. Me recomponho, não muito interessado no interrogatório que provavelmente se instalaria, e apenas sorrio para minha mãe antes de entrar no carro. Ela ainda não parece nada animada com a ideia, e me obrigo a parecer o mais confiante possível só para que a sua expressão se amenize um pouco.

Coloco meus fones, deixando qualquer música do Ed Sheeran invadir meus ouvidos e me levar para longe dali. O que deveria ser uma atmosfera feliz está quase beirando o clima de um funeral, e não sinto nenhum pingo de remorso ao ignorar as curtas conversas que rolam durante o caminho até o aeroporto. Não há um único pingo de empolgação nelas, e me pergunto se eles pensam que a minha cabeça será arrancada assim que eu pisar em Juilliard.

— Você! — ergo o olhar para o meu pai, que mantém uma mão no meu ombro e a sobrancelha arqueada. — Cuidado com o que for fazer lá.

Franzo o cenho pra ele.

— Ele tá te dizendo pra usar camisinha, mané! — Aaliyah revira os olhos. — Não quero ser tia tão cedo, já vou avisando.

Ambos voltamos nossos olhares para a pirralha a nossa frente, mas ela analisa o esmalte das unhas como se não tivesse falado nada demais. Estreito os olhos para a peste e olho rapidamente em volta, vendo as pessoas entrando e saindo dos portões de embarque.

Volto a encarar meu pai.

— Boa sorte. — resmungo, com ele resmungando de volta em aprovação.

Não demorou até seu olhar recair sobre mim novamente.

— Você também, cara. — ele me abraça desajeitadamente. — Ouvi dizer que as garotas lá são…

— São o que? — minha mãe para do nosso lado e alterno o olhar entre os dois enquanto ele limpa a garganta e abre um sorriso pra ela.

— São adoráveis, querida. — queria eu ter a capacidade de fugir da situação desse jeito.

Adoráveis, né? — ela lhe fuzila com o olhar, e então se volta pra mim.

Meu voo é chamado e prendo a respiração quando os olhos dela se enchem de lágrimas.

Ô droga, lá vamos nós de novo…

— Se cuida, ta bom? — ouço minha mãe choramingar enquanto me puxa para um abraço. Ergo o olhar a tempo de ver meu pai revirar os olhos e rir baixo. — Sei que você passou esses anos todos praticamente fora de casa, mas agora você vai se fixar lá, e Nova Iorque é um lugar perigoso… Só me prometa que vai tomar cuidado.

Reprimo o impulso de rolar os olhos. Qual é, eu já havia passado por coisa pior, agora é apenas uma faculdade!

Eu vou sobreviver!

— Prometo, mãe. — ri, beijando-lhe a bochecha enquanto ouço a última chamada para o meu voo.

— Eu te amo. — diz ela enquanto me afasto.

Faço uma careta para Aaliyah e sorrio para a minha mãe.

— Também te amo. — falo, me virando e acenando para eles.

Caminho de costas por uns instantes, observando suas expressões que iam de orgulho até desespero, e então me viro rumo ao portão de embarque.


 

O voo até Nova Iorque não dura mais que uma hora e meia, e aterrisso na cidade por volta das 16h. Saio a procura das minhas malas e puxo o capuz antes de sair do aeroporto, engolindo em seco assim que noto a fila do táxi. Porra, a primeira coisa que eu tenho que fazer é ir atrás de um carro nesse tempo aqui.

Claro, porque eu tinha que ter sido idiota a ponto de decidir que faria tudo por mim mesmo. Ficar no alojamento, dispensar aquele monte de segurança me seguindo… Sou o legítimo universitário babaca, e sei que qualquer um nessa faculdade vai me olhar como se eu fosse louco se contar que dispensei tudo isso. O que eu posso fazer? Na hora havia parecido uma boa ideia.

Me vi dentro de um carro uma hora depois, quando toda a minha paciência já se esgotou e deu lugar ao pânico. As luzes de Nova Iorque passam do outro lado da janela enquanto eu tento me acalmar, tendo em mente que pareço uma garotinha dramática que parece prestes a surtar conforme o táxi se aproxima da universidade. Qual é, isso é ridículo! Passei os ultimos anos da minha vida me apresentando para arenas lotadas e agora estou com graça por causa de uma faculdade? Porra, não dá.

Pego o papel gasto no bolso, verificando as letras impressas ali. Ignoro toda a ladainha de Juilliard, informando o quanto estão felizes em me receber e sobre como o novo ano será promissor, e então me foco em procurar o número do quarto.

 

502-B

 

— Chegamos. — o motorista anuncia com um sotaque latino carregado.

Engulo em seco ao olhar para o prédio que se estende a minha frente. É enorme, com todas aquelas frescuras arquitetônicas que, apesar de deixá-lo bonito, tornam-o incrivelmente intimidador. Tem inúmeros alunos rodeando a entrada, todos eles falando ao mesmo tempo enquanto uma recepcionista parece tentar conter a todos. A gritaria parece o menor dos meus problemas, já que lidei com fãs alucinadas por quase três anos, mas quando a maioria dos olhares se voltam para mim, sinto meu estômago revirar.

É, a recepção com tinta que Aaliyah previra parece o menor dos meus problemas agora.

 


Notas Finais


Bom, não tem muito o que falar, é apenas o primeiro cap haha
Mas algum palpite sobre o que pode acontecer em Juilliard? Até porque, acreditem, faculdades sempre reservam algumas surpresas haha

Grupo do face: https://www.facebook.com/groups/546395568895604/
E onde mais me achar haha: http://ask.fm/AtriaGrey ou https://twitter.com/sickeningmendes

E nos vemos em breve!
Xx


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