História Badboys Não Me Afetam - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias ASTRO
Personagens Jinjin, MJ, Moonbin, Rocky, Sanha
Tags Astro, Myungjin, O Mais Clichê Possível, Sanhyuk, Será Fluffy?, Shortfic, Socky
Visualizações 28
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olaaaa
Atualizações rápidas é nois
Obrigado pelos comentários no primeiro capítulo :'D
Boa Leitura~

Capítulo 2 - Yoon Coeficiente Estequiométrico Sanha


A vida é muito injusta, em proporções enormes. E parece que, quando nós mais precisamos que ela decida cooperar para o nosso lado, ela estraga tudo. Adivinhem só? Assim que eu cheguei a casa todo molhado, a minha mãe mandou me ir tomar um banho quente e colocou me de castigo - “Yoon Sanha, estás proibido de ficar até tarde fora de casa! Assim que terminar as aulas, tens de vir logo correndo para casa!”.


Eu chorei.


Chorei, mas foi escondidinho no meio das cobertas naquela noite. Porque é que tudo à minha volta conspirava contra a minha pequena pseudo-relação unilateral de amor e ódio com o Minhyuk? Porque é que o Jinwoo e o Myungjun-hyung podiam ser felizes, deitadinhos juntos aproveitando do calor humano dos seus corpos pequeninos, e eu não podia sequer aparecer nos corredores da escola na mesma hora que Rocky? Vistos que não me agradava nada faltar a mais alguma aula de matemática por estar trancado num banheiro fora de uso no segundo andar, ninguém passa por ali! Eu fiquei uma hora gritando por ajuda para depois chegar lá ele e os restantes demónios e verem me chorar como um bebezinho abandonado no chão imundo do banheiro.


Foi das piores coisas que me aconteceram.


Mas eu não consigo controlar, okay?! Se nós conseguíssemos controlar o que sentimos e por quem sentimos, podem ter a certeza que eu escolheria odiar de morte aquele badboy de meia tigela. E acham que não pode piorar? Pois então, a época de provas na escola começou e, eu sou inteligente e safo-me, mas a probabilidade de me forçarem a deixar alguém colar por mim é… 99,9 em 100. E acrescenta 9’s nisso.

Então durante uma semana a minha rotina resumiu-se em: acordar cedo, ir para a escola, ter de abaixar a cabeça cada vez que algum aluno mais velho do grupinho do Rocky passava para evitar ser morto, matar-me a estudar e não pude ver o meu oppa dançar. Tem algo pior que isso?


Ah, pois é, tem.


Eu estava com Moonbin, ansioso para ir para a biblioteca estudar para a última prova - que seria de físico-química. E chamem-me louco, mas é a minha matéria favorita, é aquela em que eu me dou melhor. Eu nem precisava da companhia do mais velho para nada, ele só insistiu e eu na minha maior inocência aceitei.

Nós conversávamos baixinho numa mesa nos fundos para evitar ser agredidos na cabeça por um livro voador como da última vez - a assistente tinha um péssimo humor e paciência 0. A chuva batia contra o vidro e eu resolvia equações químicas como se aquilo fosse a coisa mais simples do mundo e, adivinhem, é mesmo. Deveria mudar o meu nome para Yoon Coeficiente Estequiométrico Sanha. Mas então uns passos apressados e rápidos encheram o pseudo silêncio do local e uma mochila foi jogada do meu lado em cima da mesa.


Oh não.

Só uma pessoa que eu conheço tem uma mochila preta e surrada assim.

Put* que p*riu y*on s*nha


“Fico a dever-te uma, Moon.”

“Eu é que fico, já estava quase a adormecer aqui, bro. Então, até depois San.”


Até dEPOIS O CAR****


Bem, oficialmente já não há ninguém neste mundo em que se possa confiar. Eu continuei a olhar o livro com a maior cara de tacho panela frigideira oque quiserem, tentando ignorar a presença forte ao meu lado. E ele batia com o pé no chão. E mascava chiclete com a possa da boca aberta. E mexia-se de um lado para o outro na cadeira como se tivesse algum tipo de hemorróidas ou algo do tipo.

“Dá para parares um pouco? Estou a tentar estudar.” - engoli em seco, olhando para ele pelo canto do olho, e o mesmo esboçou um sorriso de lado. Estava a rir-se da minha cara e era tão lindo que se pedisse naquele momento eu mesmo riria de mim.

“O que disseste? Nada não é? Pois, bem me pareceu.” - suspirei, o maldito sabia que eu tinha medo dele. Mas oque ele fazia ali afinal? - “Sabes, Sanha, eu preciso de tirar uma boa nota nesta prova e és o único que me pode ajudar. Faltam só 3 dias e, eu não sei nada. Nada mesmo, com todas as 5 letras. Dormi em todas as aulas.”


Oh, então ele precisava de mim? Era isso mesmo meu povo?


“Não sei se te posso ajudar.” - por fora eu parecia sério o encarando, mas por dentro eu derretia com aquele olhar direto de Minhyuk sobre mim. Tipo, a troca de olhares mais intensa da minha vida, num misto de morrer dolorosamente e ser feliz em paz. Desculpem, estou confuso.

“Podes, e vais. Hoje até às 18h40 e amanhã na tua casa. Podes começar, sensei.”


Sorri todo bobo, e só então me apercebi do tom irónico e quis me enterrar. A criatura era tão burrinha ao ponto de não perceber nada de química e pelo que vi só um básico de física - coisas sobre a luz maioritariamente. Ele tinha quantos anos, 12? Mas vê-lo morder a ponta do lápis enquanto tentava fazer algum exercício era bonitinho até. E quando acertava, ficava tão feliz ao ponto de me dar um empurrãozinho amigável (que me fez quase cair no chão, sete vezes).

“Eu tenho de ir agora.” - murmurei, arrumando as minhas coisas. - “Não é tão difícil assim. Tu consegues.”

“Veremos, Yoon.” - sorriu e pegou as suas coisas, saindo sem se despedir. Iria sempre fazer aquilo? Sair e deixar-me a comer o seu pó ou a pairar atrás do seu rasto com olhos em forma de coração como num desenho animado?


Pois, isso era bem eu naquele momento.


Passei o caminho todo até casa a ouvir os álbuns antigos do BigBang nos fones de ouvidos e quase fui atropelado, mas quem se importa, se está tocando Somebody To Love no volume máximo? Chegando a casa escapei dos meus pais e subi para o quarto, abraçando o meu travesseiro-minhyuk (sim, eu vesti o moletom dele num travesseiro e nós dormimos juntos todas as noites).


Só não sei se esta situação trará mais prós ou contras, mas pelo menos a sensação foi boa enquanto durou.


Notas Finais


Não me perguntem no que isso vai dar aushauzha
Meninas que tiraram 98% no teste de físico-quimica me add (a + nerd, eu mesma)
Espero que tenham gostado ^^
Kissus~

[Pras manas markhyuck: https://spiritfanfics.com/historia/watermelon-bloom-9380950 ]


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