História Badlands - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Badlanders, Eaters, Guerra, Harry Styles, Ravena Rowen
Visualizações 974
Palavras 1.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, olá, há quanto tempo que eu postei alguma coisa nesse site, nossa! Vim trazer a coisa que estava presa no computador faz semanas, espero que gostem!
✝ Como já sabem, plágio é crime, então não copiem ou se inspirem em Badlands;
✝ Gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre a fanfic, por favor, comentem;
✝ O cenário da fanfic é pós-apocalíptico, após uma guerra que ocorreu entre Eaters e Badlanders;
✝ Os Eaters são criaturas fictícias criadas por mim, baseadas em Ghouls;
✝ Terras Vermelhas é o atual Estados Unidos da América;
✝ Irei tentar atualizar em duas e duas semanas;
✝ O comandante Grail é representado pelo Manu Bennett (de um jeito mais velhinho e com pouco cabelo);
✝ Não mostrarei o lado dos personagens principais nesse capítulo, somente a partir do primeiro.
Boa leitura e espero que se agradem :)

Capítulo 1 - 00; Prologue


Fanfic / Fanfiction Badlands - Capítulo 1 - 00; Prologue

 

25 DE JUNHO, 1944


Está gravando? — Questionou o homem de cabelos grisalhos, colocando a palma da mão sobre a lente da pequena câmera. — Espero que esteja — ajeitou os óculos em seu rosto redondo e pegou os pedaços de papel jogados sobre a mesa de madeira a qual ele estava próxima. — Como todos já sabemos, a Alemanha está perdendo a guerra, fora me instruído criar algo para acabar com os soldados do outro estado e aqui estão. 
 

Ele baixou seu corpo para debaixo da mesa. Vendo a pequena caixa de isopor cheia de gelo por dentro, pôs sua mão dentro dela, retirando o pequeno tubo de ensaio com um líquido com coloração vermelha. A câmera captava bem as imagens do homem, já velho, com as marcas da idade presentes em sua pele branca e ressecada. 
 

A alegria o percorria em ver que finalmente havia conseguido criar o que ele tanto queria. Passou a língua pelos lábios antes de mostrar o recipiente para a câmera. 
 

— A partir daqui são formados os Eaters — ele disse baixo, com os olhos claros encarando o líquido vermelho. — Morrem somente com o lítio e sobrevivem à base de carne humana — um grande sorriso nasceu nos lábios secos do homem. — Minha belíssima obra. 

 

25 DE JUNHO, 2944


A noite era fria para aqueles que não possuíam nenhum tipo de proteção. O céu estava num tom laranja, um tom diferente após milhares de noites com ele preto, o que fez todos acreditarem que um milagre finalmente aconteceria naquele lugar. As poucas estrelas iluminavam o campo de concentração, junto com a grande lua cheia em direção a direita.
 

As Terras Vermelhas, no passado consideradas Estados Unidos da América, estavam molhadas devido à chuva que havia caído do céu minutos antes do ataque a pequena civilização de homens do outro lado da costa do país. O comandante olhou para todos os homens no chão. Fracos e feridos, esse era o estado deles.

 

Os soldados agarravam suas pernas e os puxavam para o meio da sala, prendendo todos em uma grande corda cheia de fibras de arame. O choro dos poucos sobreviventes soava alto do outro lado da sala, as crianças juntas apertaram os pequenos crucifixos de madeira com a imagem do Cristo que levavam em suas mãos, lembrando-se das últimas palavras que suas mães haviam dito antes de serem mortas e agora tendo que ver a morte dos pais por não ter dado a sua devoção a um homem. 
 

As máscaras cobriam metade do rosto dos soldados, impedindo a visão da face dos homens. Os olhos vermelhos encaravam as crianças escolhidas no chão, levavam armas nas mãos e nos bolsos, prontos para matar qualquer homem vivo na terra. 
 

— Deus, tenha piedade de nós — a criança sussurrou baixinho, com os olhos assustados e úmidos de lágrimas. 

Era um menino. Ele mantinha os olhos fechados enquanto apertava o crucifixo com seus pequenos dedos. O primeiro a rir foi o comandante Grail. O homem alto, moreno, com poucos cabelos grisalhos na cabeça e uma máscara preta com detalhes vermelhos em seu rosto, tinha prazer em passar a imagem de alguém mau para os humanos. Foi até o garoto, segurando ele pela camisa branca suja da terra vermelha. Jogou-o na frente dos homens. O pequeno gemeu baixo com o impacto do corpo batendo no chão frio, ficou de joelhos ainda segurando seu crucifixo. 

— Eu deixarei você viver se me responder somente três coisas — o comandante soou baixinho próximo ao garoto. 

Ficou de joelhos a frente de seu corpo. Encarou os olhos verdes do pequeno garoto, segurou o crucifixo com a imagem do Jesus na cruz e o quebrou ali mesmo, somente com seus grandes dedos grandes e grossos. O garoto sentiu a tristeza tomar conta dele, era a única que lhe restava da sua mãe e ela acabara de ser destruída pelo mesmo monstro que a matou. 

— Você acredita em Deus? — Grail questionou num sussurro, tendo como resposta um sim. — Qual seu nome, garoto? — O olhar baixo do garoto fora em direção aos do Eater. 

Ele permaneceu calado.

— Quem daqueles homens é seu pai? — Grail apontou o dedo em direção ao conjunto de homens no centro da sala. 

O garoto olhou para os homens, sentiu os dedos pararem de tremer sem ver a imagem de seu pai ali. 

— Nenhum deles — o Eater sorriu com a resposta do garoto. Levantou-se do chão passando a língua pelos lábios. 

— Só não digo que é seu dia de sorte, porque estará sendo servido no meu café amanhã — afastou-se do garoto. 

Os passos dele eram silenciosos em direção aos homens assustados, observava as expressões sérias no rosto de cada um, sem ver ao mínimo um borrando as calças de medo. 

— Um século depois de tudo e os humanos ainda acham que irão ganhar de nós, qual a porra do problema de vocês? — Ele segurou a cabeça do moreno assustado que vira na sua frente com as fortes mãos, puxou-o para longe dos outros. 

O medo percorreu as veias do pobre homem. A íris de Grail ficaram mais vermelhas do que já eram, as poucas rachaduras no rosto do homem foram abrindo-se aos poucos enquanto ele apertava a cabeça do homem em suas mãos. Harry viu a cabeça do homem ser esmagada aos poucos, ouvia os gemidos de dor sentindo medo do que poderiam fazer com ele após aquilo. 

O moreno gemia de dor durante sua execução. Tocava as mãos do Eater, porém a força que usava contra ele era inútil comparada a da criatura que o matava aos poucos. Segundos depois, o sangue escorria entre os dedos de Grail. Ele sorria feliz por mais uma morte de um humano. 

— Isso é o que acontece com vocês — ele disse alto, mostrando o corpo do homem morto para todas as crianças. — Vocês foram criados para nós alimentar e somente isso. 

Ao dar a primeira mordida no braço do homem com seus dentes afiados e delicados, ouviu um forte estouro vindo do lado de fora do campo. O soldado próximo a porta apertou a arma em suas mãos. Grail olhou ao seu redor, vendo as crianças se aproximando aos poucos das paredes. 

O corpo do Eater afastou-se rapidamente de perto do homem, estava assustado pela primeira vez na vida. Com as mãos sujas de sangue, segurou um dos soldados próximos a ele pela camisa e o arrastou para fora do campo pela pequena saído no fim da sala. Viu os carros chegando ao redor do campo, com homens acompanhados por grandes armas em suas mãos. Raiva. Grail sentia a raiva dominando-o aos poucos. 

O fogo era uma das coisas que ele conseguia ver em meio ao alvoroço, o som dos gritos juntos aos tiros dos seus soldados vinha de dentro do campo. Ouvira enquanto corria entre as terras vermelhas, com o único soldado armado que havia sobrado para lhe proteger naquele local. Os olhos vermelhos encaravam o fogo lutando contra a escuridão do lugar, sentia o ódio tomar conta de si por ter perdido tantos soldados e humanos entre seus dedos. 

— Filhos da puta, todos ali irão morrer — a voz grossa do Eater soava baixa. — Badlanders — o nojo qual ele dizia aquela palavra dava-lhe fortes náuseas. 

Badlands era o único grupo de humanos que restara em toda aquela desgraça, lutavam em busca de conseguir seu mundo de volta. Eram humanas que se rebelaram contra os Eaters que tentaram dominá-los. Tinham uma guerra declarada contra os Eaters desde a dominação mundial das criaturas no ano de 2940, exatos quatro anos sem nenhuma vitória. Porém eles não desistiam de maneira alguma, junto as ameaças e as faltas de recursos, os rebeldes consideravam-se os novos americanos em meio as Terras Vermelhas.


Notas Finais


Jesus, eu estou tão nervosa com essa fanfic!! Então, o que acharam dela? Espero que tenham gostado dela!
Teaser maravilhoso para vocês: https://youtu.be/wb3tRViBc0g
Total créditos para Ariele rainha (@teller) e Joana (Hazel Grace) pela sinopse e a capa maravilhosa <3 adoro vocês!!!!
Se quiserem falar comigo, aqui está o link da ask: http://ask.fm/Havins_ também podemos nós falar pela tl :)
Até o próximo, pessoas!
xx


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