História Badlands - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jennie, J-hope, Jihyo, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Jungyeon, Lisa, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Sana, Suga, Tzuyu, V
Tags Apocalipse, Badlands, Blackpink, Bts, Drama, Hentai, Jikook, Jimin, Jungkook, Long-fic, Namjin, Romance, Sexo, Survivance, Treta, Twice, Vhope, Yaoi, Yoonmin Mentions, Yuri, Zombies
Visualizações 17
Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hola Hola
Primeiro, eu lamento imenso toda esta demora desnecessária, mas as ferias em família tiraram me um pouco de tempo.
Eu prometo q vou compensar vos esta semana.
Não se esqueçam de comentar e de favoritar q isso motiva me a continuar e mais depressa.
Não vos vou maçar mais
Boa Leitura!

Capítulo 15 - Everything is worse, but I can wait


Fanfic / Fanfiction Badlands - Capítulo 15 - Everything is worse, but I can wait

Pov Jimin


15:45h – 04/09/2016


As meninas ainda devem estar fora. Ainda bem! Quanto mais tempo a Lisa estiver fora desta casa melhor. Sou muito novo para cometer um homicídio (pelo menos a um ser humano). Hoje estive o dia inteiro a evitar o Jungkook. Eu quero tanto pedir-lhe desculpas, mas depois daquele beijo não o consigo encarar. Eu nem sei se ele aceita as minhas desculpas também. Decido ir ter com o Tae e com o Hope ao quarto deles. Hoje ainda não falei com ninguém mesmo. Entro no quarto do casal e só vejo o Taehyung a mexer no telemóvel.

- Oi, TaeTae! Onde está o Hobi-hyung? – pergunto, sem perceber porque razão é que ele não está ali.

- Aparentemente há uma festa no café onde ele e o Joon trabalham, então eles foram chamados de urgência por falta de pessoal. – explica o loiro. Ahh, pois é. O Namjoon disse-me à bocado quando saiu.

- Está bem então. – digo, atirando-me para a cama de casal.

- Ei! – Kim Taehyung chama a minha atenção e olha-me profundamente com os seus olhos castanhos. – Estás bem com aquilo de ontem?

Sem lhe conseguir mentir, começo a chorar. Porra! Eu tinha conseguido tão bem controlar-me o dia inteiro para não derramar uma lágrima por causa daquele idiota e depois vem o TaeTae com esta pergunta que me faz cair a realidade. Eu não estou bem. Eu estava tudo menos bem. Estava tudo muito longe de estar bem.

- Oh, ChimChim! Desculpa por te perguntar. Não chores, por favor! – pede o ailien, puxando a minha cabeça para entre as suas pernas e acariciando o meu cabelo para me acalmar.

- Não tens de pedir desculpas, TaeTae. – digo, ainda a fungar. – É só que … é tão difícil para mim vê-lo com outra pessoa. – digo esta ultima frase a chorar de novo. Foda-se! Porcaria de coração frágil!

- Pronto, Jimin-hyung! Eu estou aqui. Calma! – diz o loiro. Por mais estranho que pareça, ouvir estas palavras vindas dele fazem-me sentir melhor. É bom saber que vou ter sempre o Tae ao meu lado.

- Obrigado, TaeTae! – digo, sentando-me ao lado dele. – Contigo sei que posso contar. Agora aquele cafajeste …

- Ei, eu sei que tu não acreditas nisso que estás a dizer. Tu só ficaste magoado porque ele defendeu a Lisa e não te defendeu a ti, mas quando se está apaixonado fazem-se as coisas mais estupidas de sempre. – diz o Taehyung.
Como é que é possível que alguém saiba tão bem o que vai na minha cabeça?

- Eu que o diga …, mas tu achas que ele está apaixonado? – solto para o ar.

- Eu creio que sim. – afirma ele. – Chim, porque é que tu começaste à pancada com o Nochu? Eu não percebo.

- Eu sei lá. Eu estava tão enervado com as mentiras daquela cobra, e quando o Jungkook me deu o estalo, eu perdia a cabeça por completo. Achei que ao dar-lhe um enxerto ali lhe abria os olhos para ele ver quem é que estava certo. Arrependi-me tanto no final … - partilho com o Tae, abanando a cabeça para o lado na direção do chão, o que me incomoda.

- Ai, Jimin, tu não podes tomar as decisões com o coração! Pensei que já tinhas aprendido isso da ultima vez. – diz o mais novo.

É verdade! Da ultima vez que eu tinha tomado uma decisão tão apressada e desta forma, tinha perdido quem eu mais amava. Foi mais ou menos na mesma altura em que o Jungkook e a Chaeyoung acabaram. Eu podia estar mal no final desse agosto, mas no inicio de setembro o Jungkook estava bem pior. Nessa altura eu decidi por os meus sentimentos de lado e ajudar o meu amigo. Agora esse amigo está a deixar-me cem vezes pior do que aquilo que ele deveria estar. Quatro anos a criar sentimentos por alguém que vai agarrar neles e atear-lhes fogo. Eu sou tão idiota!

- Hyung, desculpa! Não chores! Ai, porque é que eu só faço merda? – diz o loiro, já mais para ele próprio no fim. Olha, sem eu mesmo me aperceber já estava a chorar.

- Não, Tae. A culpa não é tua, tu não tens que pedir desculpas. Sou só eu que não consigo apagar o fogo no cu e ajo sempre sem pensar. E para quê? Para me vir a arrepender de tudo depois. – digo, a rir estupida e falsamente por entre as lágrimas. – Eu não valho nada.

- Não digas isso, Jimin. – diz o Taehyung assertivo e revoltado, também já a queres chorar. Este rapaz também é cá um coração mole! – Tu és a pessoa mais forte que eu conheço e eu não estou a falar desses músculos que tens aí, que só de si te tornam valioso para a equipa. Para alguém passar por tudo aquilo que passaste desde que te conheço e encarar a vida com um sorriso é preciso ter uma força emocional e uma vontade de viver avassaladora. Houve dias em que olhei para ti e me perguntei “Como é que ele consegue sorrir depois de tudo isto?”. És incrível só por isso, Park Jimin! Eu admiro-te por isso, ChimChim, admiro-te e muito. Portanto não quero que me venhas mostrar que consegues ser assim tão fraco como qualquer um.

Vejo uma lágrima cair do olho direito dele, mas ele controla-se e limpa-a. Eu não estava nada à espera de ouvir estas palavras vindas do meu dongsaeng. Nunca imaginei que ele me admirasse desta maneira. É em momentos como este que eu sei onde vou buscar as minhas forças. É naqueles que gostam de mim em que eu sei que me posso apoiar. É com eles que eu posso rir e é com eles que eu posso chorar. Se o Tae vê em mim alguém em quem se apoiar então eu não tenho o direito de lhe mostrar a minha fraqueza e de o deixar cair. Eu vou ser forte e vou-me erguer, por ele.

- Obrigado, TaeTae. Tu não fazes ideia da importância que essas palavras tiveram para mim. – digo o mais alegre e sincero possível.

Num impulso, coloco as minhas pernas à volta da cintura dele e abraço-o. Apoio a cabeça no ombro dele e sussurro-lhe ao ouvido:

- Eu adoro-te, Kim Taehyung! Por favor, por favor, nunca me deixes. – estar abraçado ao meu melhor amigo, ao meu único melhor amigo aparente, é a melhor coisa da vida.

- O dia em que eu te deixar é o dia em que deixarei a Terra. – promete o loiro, abraçando-me com muita força. – Eu juro!

- Estarei, por acaso, a levar um par de cornos? – da ombreira da porta, ouvimos a voz de Hoseok. Virámo-nos na direção da porta e lá estava ele encostado. Vamos lá provocar o ruivo.

- Estás, sim senhor. Taehyung, vamo-nos continuar a comer. – digo para o loiro, piscando-lhe o olho oposto ao que era visível por Hoseok, já que eu estava de perfil para o mesmo.

- Sempre, Jimin-oppa! – responde o loiro. Não posso, ele chamou-me oppa! Não me posso rir agora porquê?

Eu e o Taehyung aproximamos os nossos rostos lentamente, simulando que nos vamos beijar porque, como é óbvio, não vamos realmente. No momento em que nos íamos separar e rir na cara de Hoseok, ele mete-se no meio de nós cheio de ciúmes e grita:

- EU ESTAVA A BRINCAR!

Já a rir que nem duas hienas, eu e o Kim dizemos:

- Nós também!

- Então, amor, como foi a festa? – pergunta o Tae.

- Uma seca autêntica! – responde o Hope.

- Porquê, hyung? – pergunto. A festa, pelo que o Namjoon me havia dito mais cedo, parecia ser bem divertida.

- Porque o V não estava lá! – responde o outro ruivo.

- Owin! – diz o Tae e logo eles começam aos beijos. Não, hoje não tenho cabeça para isto.

- Oh, por favor, arranjem um quarto! – digo.

- Nós estamos num quarto, Chim! – diz o V.

- Então vou eu para o meu! – afirmo. Ya, ouvir um pouco de musica na aparelhagem vai-me fazer bem. E principalmente, vou estar sozinho com os meus pensamentos.

- Jimin, espera … - o Hope manda-me parar, mas eu já estava fora do quarto por isso vou para o meu.

Abro a porta e, quando entro, percebo porque é que o hyung me quis parar. A primeira coisa que vejo no meu quarto assim que entro é a Lisa deitada em cima do Jungkook a comê-lo. Comer é pouco, devorá-lo! Ela estava com uma roupa tão transparente e apertada que se ela estivesse seminua seria a mesma coisa. Já ele, estava apenas com uns calções de futebol vermelhos. Que raiva ter de os ver agarrados neste quarto! E que raiva do dia de lavar roupa!

- Foda-se! Mas não há quarto nesta casa em que não haja alguém a comer-se? – digo revoltado, fazendo com que eles reparem que eu realmente estou ali, a vê-los.

- Filho, se estás mal, há uma porta atrás de ti! – diz a Lisa. Tá, vamos ignorar que ela me está a expulsar do meu próprio quarto e vamos embora.

- Não precisas de mo dizer duas vezes. – digo e agarro na maçaneta.

- Jimin, espera! – diz o Jungkook.

- Que foi? – pergunto seco.

- Temos de falar … - diz ele.

- Não, Jungkook, não temos! – digo, cheio de raiva. Só depois da conversa com o Tae e de o ver agarrado à Lisa neste quarto é que percebi o quão zangado eu estava. O melhor mesmo é eu seguir em frente e esquecer o que sinto por ele.

- Mas porquê, Jimin? – pergunta o mais alto. Já nem tenho problemas com o que possa sair da minha boca. Vai ser só a verdade.

- Tu ainda perguntas, Jeon Jungkook?! Parece impossível! Um gajo tenta falar com uma pessoa e é desmentido à força toda. Pior! É agredido por dizer a verdade. E tu ainda perguntas o que se passa …. Parece impossível, Jeon Jungkook!

- Jimin, não queiras começar … - avisa o moreno. Por favor, Deus, dá-me paciência.

- Começo e, se for preciso, acabo! – afirmo.

- Podias acabar já? – pergunta a loira. Pronto! Tinha de se vir meter, o apêndice.

- Tá mas é calada, vadia!

- Ela não é vadia! – repreende o Jungkook. Ele está a levantar-me a voz? À, não! Desta vez não!

- Mas tu queres morrer? – pergunto.

- Jimin, acho melhor saíres. – diz ele. Não, isto não está a acontecer.

- Jungkook, se eu sair por aquela porta, podes crer que eu não volto a entrar! – digo decidido, olhando-lhe no fundo da alma. Estou a ser o mais sincero possível.

- Por mim tudo bem! – afirma ele, mirando-me no fundo dos meus olhos.

Quando ele disse aquilo, o que restava do meu coração foi desfeito em mil pedaços. Como é que ele tem o desplante de me fazer isto?

- Fine! – digo, quebrando o contacto visual para que ele não me veja lacrimejar. – Vou buscar as minhas coisas.

Entro no closet que até à data eu e o Kook partilhávamos, agarro nas minhas duas únicas malas e coloco nelas toda a roupa que me pertence. Por sorte cabe lá toda. Não tenho de voltar a este quarto nunca mais.

- Ei, falhado, estás a pensar em ir para onde? – pergunta a Lisa, encostando-se a algumas prateleiras.

- Para o mais longe possível de ti, cabra. – digo sem olhar para ela. Desde que esta vaca entrou na minha vida que está tudo pior.

- Olha, eu estava a pensar … eu estou a dormir no mesmo quarto que a Sana, mas como tu e ela se estão a dar tão bem eu pensei em trocarmos. Assim eu podia passar a noite com o meu Jungkookie. Que me dizes? – diz a Lalisa, estendendo-me a mão.

Esta miúda é tão cabra! Como se não fosse suficiente eu ter de me afastar de quem eu mais amo por causa dela, ainda vou ter de saber que esta ordinária está a dormir no mesmo quarto e, de certeza que, na mesma cama que ele. Porém, eu não tenho mais lugar nenhum para onde ir já que todos os quartos estão ocupados e a Sana parece-me boa companhia. Além disso, um rapaz e uma rapariga já podem dividir um quarto, estamos no século XXI, por favor! E o Jungkook também ficaria feliz por poder dormir ao lado da namorada em paz … aish, lá estou eu a preocupar-me com a felicidade daquele cona. Eu sou tão idiota!

- Feito! – digo, vencido e de cabeça baixa. Depois, sem fazer contacto visual, aperto aquela mão suja pelos pecados do demónio.

Saio do armário e vejo o Jungkook à porta com algo cor-de-rosa na mão. Ele entrega-me o objeto e diz brutamente:

- Não te esqueças disto. Finalmente, paz para os meus ouvidos! – diz ele, pressionando aquele quadrado de plástico contra o meu peito.

Agarro na caixa com as minhas mãos pequeninas e, quando vejo do que se trata, as palavras do Jungkook fizeram finalmente efeito. Que situação angustiante! O Kook tinha acabado de me entregar o Cry Baby. Aquela caixa, todas as musicas que estavam no CD em seu interior (ou quase todas), representavam o meu estado de espirito. A exceção é Pacify Her que está dedicada à puta loira. Aquela caixa já estava bem danificada por causa do tempo, tinha umas fendas que iam de certas partes do canto ao centro e uma ou duas internas, mas pequenas. Ainda me lembro de como consegui aquele CD e o que me custou, mas isso também fica para outra altura. Este gesto do mais novo só me deu mais determinação em esquecê-lo.

- Tu vais-te arrepender de tudo isto. – digo. – E quando isso acontecer, desta vez, não vale a pena procurares-me.

- Deixa estar. Antes preferia procurar um Pokémon. Bem, o tamanho é o mesmo …

Não lhe respondo e dou-lhe as minhas costas para admirar. Já me rebaixei demasiado este fim-de-semana. Que fim-de-semana de merda!

Bato à porta do quarto da Sana. A mesma abre-a e eu pergunto:

- Há espaço para mais um?

- O que aconteceu? – pergunta ela. Pudera … para além das malas, os meus olhos devem estar vermelhos por conta de todo o choro.

- Longa história! Tudo o que precisas de saber para já é que eu e a Lisa trocámos de quarto. – digo, abrindo um sorriso honesto para a linda rapariga. É involutório, falo com ela e fico bem-disposto!

- Entra e conta-me tudo! – diz ela, e assim faço.












Pov Hoseok


Estou, neste momento, a vestir o meu pijama para me ir deitar com o meu namorado. Ah, como é bom poder chamá-lo de meu depois de tanto tempo que tive de esperar. Deito-me do meu lado da cama e olho para o V, o qual estava a ler O Beijo dos Elfos de Aprilynne Pike, mas vai deixar de ler porque eu quero atenção.

- Isso é interessante? – pergunto.

Ele acena com a cabeça e apenas se pronuncia com um “Uh-Uhm” muito abafado.

- Vais em que parte? – insisto.

- Ainda no inicio. A rapariga principal, Laurel, está a folhear o seu livro de ciências numa nova escola, mas só se interessa pela parte da botânica. A anatomia assusta-a. – diz o Tae. Quanta ironia!

- Faz-me lembrar alguém! – digo malicioso.

- O que queres dizer com isso? Achas que tenho medo da anatomia? – diz ele a provocar, fechando o livro azul escuro e rosa, pousando-o na mesa de cabeceira.

- Se serviu a carapuça. – digo, pondo-me por cima dele, dando inico a um beijo tão quente como o meu Tae.

O beijo que lhe dou está cheio de desejo: do desejo que tenho de o possuir de todas as formas e feitios. Peço passagem com a língua e ele cede-ma sem pensar. As nossas línguas fazem a dança perfeita dentro das nossas bocas. Ao passo que a minha língua procura cada canto da sua boca, a sua procura cada canto da minha. Separamo-nos por conta da falta de ar e eu aproveito essa circunstância para beijar o pescoço do meu homem de forma bem erótica. Ele só geme. Começo a subir a sua camisola, sua única peça de vestuário juntamente com os seus boxers, mas ele agarra-me nos pulsos, impedindo-me de continuar. Eu paro as minhas caricias no seu pescoço e olho-o confuso. Ele apenas diz:

- Agora não, Hobi. Eu não me sinto preparado.

- Não há problema, meu ninfofóbico. Por ti, eu sou capaz de esperar. – digo.

- Obrigado por me entenderes, amor! – diz o loiro.

Nós deitamo-nos em concha e ele adormece com o cafune que eu lhe faço na cabeça. Como estou agarrado a ele e os nossos corpos estão colados de forma tão aconchegante, também eu adormeço facilmente.

Notas Finais


E pronto
Foi isto
Pobre Jimin, espero que ele supere mas cá entre nós não vai ser fácil
POR FAVOR NÂO DESISTAM DE BADLANDS
espero que estejam a gostara
não se esqueça, de comentar e favoritar





Uri dasi manneunnan geunalkkaji annyeong!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...