História Badlands - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jennie, J-hope, Jihyo, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Jungyeon, Lisa, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Sana, Suga, Tzuyu, V
Tags Apocalipse, Badlands, Blackpink, Bts, Drama, Hentai, Jikook, Jimin, Jungkook, K-pop, Long-fic, Namjin, Romance, Sexo, Survivance, Treta, Twice, Vhope, Yaoi, Yoonmin Mentions, Yuri, Zombies
Visualizações 37
Palavras 2.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello
Mais um
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Boa leitura!

Capítulo 18 - Old Scars


Fanfic / Fanfiction Badlands - Capítulo 18 - Old Scars

Pov Yoongi

 

20:07h – 21/09/2016

 

Assim que ele diz aquelas palavras eu fico a olhá-lo com cara de parvo. Aquele beijo trouxe-me à memória tantas coisas boas. Para começar, lembrei-me logo do dia em que pedi este ser humano maravilhoso em namoro. O medo que eu tinha dele não aceitar pela nossa diferença de idades … Nesse dia demos o primeiro beijo de muitos, mas nenhum desses linguados e bate-chapas se pode alguma vez comparar a este beijo. Este foi um beijo cheio de saudade, saudade de tocar alguém que já não tocava há anos.

O Jimin inclina-se para me voltar a beijar, mas eu empurro-o para trás.

- Não, Jimin! – digo firme. Não posso deixar que isto avance mais. Não posso deixar a bebedeira vencer. Não posso!

- O que se passa, amor? – pergunta ele manhoso. Nota-se que ele já está a léguas. Deve pensar que somos mesmo namorados outra vez. A consciência e a noção nos atos que ele possa vir a ter devem ser muito pequenos.

- Isto não está certo! – afirmo. – Eu estou com a Jennie agora … e, por mais que nós estejamos afastados … agora, eu amo-a e não … não quero desistir dela assim. – digo, meio desorientado. O álcool já começa a interferir com a minha linha de pensamento.

O Jimin não me responde nada. Apenas fica a fitar os meus lábios intensamente. Que tipo de pensamentos estarão a pensar naquela cabecinha linda e travessa? Está a olhar de uma tal maneira fixa que até parece que as linhas para onde os seus olhos miravam acabaram por se cruzar num certo ponto. Em qualquer outra situação e com qualquer outra pessoa eu teria medo, mas como é o Jimin e estamos nesta situação eu só consigo ficar com tesão. Ele fica tão sexy com aquele olhar! A fitar-me assim, suado e com a respiração ofegante por conta do álcool, só se estivesse nu é que estaria mais fodível.

Ele move a boca com uma certa dificuldade por causa da bebida e profere a seguinte frase:

- É uma pena! Eu queria tanto dar-te uns valentes amassos. – Assim que ele diz isto, deita a cabeça no meu colo, olha nos meus olhos e faz um beicinho tão fofo que só dá vontade de beijar aquela boquinha linda.

- Queres? – pergunto, olhando para os seus globos castanhos encantadores. Ele apenas assente, abanando a cabeça no meu colo. Ele havia deitado a cabeça mesmo por cima do meu pénis e os seus movimentos começaram a fazê-lo estremecer.

É incrível o poder que este rapaz consegue ter sobre mim. Por mais que eu me queira controlar, eu não consigo. Se eu estivesse sóbrio já seria mais fácil, porém complicado. Mas bêbado, esquece! Eu não me vou conseguir controlar, ainda mais na situação em que eu estou.

À medida que eu me curvo na direção do Jimin, ele eleva-se na minha. A meio caminhos os nossos lábios encontram-se. Ambos ficamos fixos a este beijo. Se o outro beijo me fez lembrar de todas aquelas experiências, este então fez-me vivê-las. Neste momento, sinto que eu estou outra vez naquela festa do final de julho, na praia, com o Jimin ao meu lado. Depois de nos teremos ficado a comer atrás de um rochedo enorme que cobria as nossas silhuetas, o Taehyung fez-nos dar conta, quando nos encontrou, que tínhamos perdido o Jungkook e a Chaeyoung. Passámos o resto dessa noite à procura dos dois e, no final, descobrimos que estavam numa tenda de praia, ambos a perder a virgindade. Dava tudo para ver a cara de envergonhados que aquelas duas crianças de treze anos fizeram.

Assim que nos separamos deste beijo nostálgico, encaramo-nos ambos da mesma maneira que o Jimin me fitava há pouco.

- Minnie, estamos sozinhos certo? – questiono num tom provocante e falsamente inocente, mordiscando a sua orelha. Não há como negar, eu queria carinho e o Jimin estava lá para mo dar, coisa que a Jennie não me daria se cá estivesse.

- Ah-ahm, sim, Suga, não está cá mais ninguém. – afirma o mais baixo, rindo, gemendo e arfando de deleito. – Nesta casa estamos só tu e eu.

- Perfeito! – digo, saindo. Paro de morder o seu lóbulo e encaro-o. – Jimin, gostavas de ir ver o meu quarto? – pergunto, com toda a excitação a consumir-me por dentro.

- Adorava! – responde ele com voz fininha. Ah, não, Jimin! Se me vais provocar já e assim é aqui, e agora, no chão.

Sem me conseguir controlar, agarro-o e ergo-o, levantando-me também. Devido ao nosso estado de embriaguez, achamos uma dificuldade em manter o equilíbrio, mas conseguimos superá-la. Assim que eu e o Jimin encontramos o equilíbrio, agarramo-nos, começamos aos beijos e tentamos encontrar o caminho para o meu quarto. Quando vamos a descer as escadas paramos o beijo e eu prendo bem o Jimin contra a parede, iniciando um beijo bem mais caliente. Paramos o mesmo por conta da falta de oxigénio e eu digo-lhe ao ouvido com muita travessura na voz:

- Estou com tanta vontade de te foder!

- Força aí, javali! – diz o Jimin, abrindo os braços e entregando-se completamente a mim.

Eu volto a beijá-lo, pondo as mãos à volta da sua cintura. Ele corresponde, pondo os braços à volta do meu pescoço e entrelaçando as pernas no meu quadril. Sem meias demasias, ergo-o o mais que posso e que a buba deixa e levo-o pelo corredor ao colo até chegar à porta do meu quarto. Uma vez lá, abro-a e, quando entro, atiro o Jimin para cima da cama. O mesmo ajeita-se nela, sorrindo para mim. Ele é tão lindo!

- Já te disse que ficas extremamente lindo nessa posição? – pergunto carinhoso. Não sei se é do álcool ou se são mesmo as saudades a falar, mas o Jimin é mesmo a melhor pessoa com quem se pode ter uma relação.

- E eu já te disse que fico ainda mais em muitas outras? Basta quereres fazê-las! – diz ele numa falsa inocência muito marota. Mas que audácia é essa, Park Jimin? Seu depravado! Adoro tanto quando és assim …

Mordo o meu lábio inferior e começo a tirar o cinto das suas calças. Porque é que eu começo a despir o Jimin pelas calças? Para poder apreciar calmamente a parte mais atraente do seu corpo aos meus olhos: as suas coxas. Desço as suas calças e deixo as suas pernas completamente ao léu. Quando admiro a parte descoberta do seu corpo, reparo numa coisa que me deixa profundamente angustiado e digo estaticamente:

- 27 de junho de 2012!

- Quê? Pergunta ele atarantado.

- Foi o dia em que fizeste essa cicatriz! – digo, olhando para o seu joelho esquerdo. – Por minha causa …

Assim que proferi aquelas palavras, desvio o olhar. É-me demasiado doloroso pensar na dor que causei ao Jimin no passado. O que era para ser uma quarta-feira vulgar no campo, acabou numa ida ao hospital. Eu tinha levado o Jimin a conhecer a quinta da minha avó e ficámos lá uma semana. Houve um dia em que eu e ele estávamos a passear por um campo de ervas altas amareladas e eu tive a brilhante ideia de jogar à apanhada. Eu apanhei-o primeiro e, assim que ele me conseguiu apanhar, começou a correr. Eu também comecei a correr, mas o miúdo era ágil e eu não consegui ou não quis apanhá-lo. Nem sei! Ele tentou saltar uma cerca, mas como na altura ele era ainda mais pequeno do que é agora, caiu desamparado e esbarrou numa pedra. Assim que o ouvi gritar, comecei a correr, mas mesmo a sério. Quando cheguei ao pé dele, ele tinha o joelhinho todo esfolado e a sangrar. Ele estava agarrado à sua perna a chorar e, quando ele olhou para mim com uma cara de sofrimento, acabou completamente comigo. Eu só conseguia pensar em levá-lo ao hospital e assim o fiz. Durante todo o tempo que estive à espera, eu só consegui pensar que se ele nunca mais pudesse dançar a culpa seria minha. Eu sentir-me-ia um autentico cabrão para o resto da minha vida se eu tivesse arruinado o sonho do meu ChimChim. Quando o médico veio e me disse que ele só tinha sofrido uma lesão ligeira na derme e que só precisou de levar alguns pontos, eu respirei de alivio. Porém, eu nunca me consegui perdoar por aquela cicatriz.

- Ai, Yoongi, esquece isso … - diz o Jimin, menosprezando completamente o que podia ter acontecido.

- Não esqueço nada! Tu podias ter ficado sem dançar! – martirizo.

- Mas não fiquei, pois não? Suga, esquece! Não te culpes por uma coisa que foi culpa de um adolescente sem noção da vida ou do perigo. Além disso, eu já me habituei a ela. São as minhas cicatrizes da adolescência e infância que fazem de mim o que eu sou hoje!

Assim que ele diz aquilo, eu acalmo-me por completo.

- Então eu nunca tive tanto orgulho em causar uma cicatriz a alguém! – afirmo. Aproximo-me dele e coloco-me no meio das suas pernas, beijando-o.

Ele leva as suas mãos à minha camisola e puxa-a para cima devagar. Eu ergo os braços e ele retira a peça de vestuário do meu corpo, deixando-me em tronco nu. Ele começa a admirar o meu abdómen e eu sorrio travesso.

- Gostas do que vês? – pergunto.

- Muito! – responde ele, vidrado no meu tronco.

Eu começo a beijar o seu pescoço e ele começa a gemer. Eu vou subido a sua T-Shirt e ele vai desapertando os botões das minhas calças. Assim que lhe tiro a T-Shirt, ajudo-o a tirar as minhas calças. Estamos ambos de boxers, mas dentro de momentos nem isso.

- Estás à espera de quê? – pergunta o Jimin, colado à minha cama.

- Da permissão. – afirmo malandro.

- Yoongi!

- Diz!

- Vai logo, porra!

Assim que ele diz aquelas palavras, eu arranco os seus boxers num ápice. Fico a apreciar aquele corpinho Danone. Ver Park Jimin nu é uma das melhores coisas deste mundo e do outro. Bem, vamos à ação.

Deito-me sobre o homem maravilhoso que, neste momento, está desprovido de qualquer vestimenta e o mesmo remove a única peça de tecido que cobria o meu corpo. Começamos aos beijos e eu ainda consigo sentir o sabor da Vodka e do Martini misturados nas nossas bocas. Os nossos movimentos fazem com que os nossos órgãos sexuais se esfreguem um num outro. A uma dada altura, quem está por cima é o Jimin. O mesmo senta-se em cima da minha zona pélvica e começa a masturbar-me atrás das suas costas.

- Ahm … uhm … Ji-min … - gemo no ritmo lento em que ele brinca com o meu pénis. Os meus olhos ficam completamente cerrados devido ao prazer que me é fornecido.

- Suga? – pergunta o Jimin alegre e provocante. Se eu já estava com tesão antes, agora estou com mais.

Eu abro os olhos e pergunto gentilmente:

- O que foi, Minnie?

- Eu sinto falta da tua pila na minha boca. – afirma ele sensualmente.

- Força, Jimin! Só vai! – afirmo sem medo.

Ele vai descendo pelas minhas pernas até a sua boca estar ao nível da minha picha. Ele percorre toda a extensão com a língua e enfia o meu pau na sua boca. O que não cabe ele acaba com punhetas. Esta sensação é tão boa! Já sentia falta de ter a boca quentinha do Jimin em volta da minha piça. É tão bom! Ele faz uns movimentos de sucção tão gentis que eu não sei como é que eu não me desfaço logo na boca dele de uma vez por todas. Para ajudar aqueles movimentos do paraíso, ele ainda faz um barulho de sucção fodidamente sexy de cada vez que afunda o “Suguinha” na sua boca. Sinto que estou no céu a ser brochado por um anjo de cabelos cor de laranja. Como se tudo o que ele já fez ainda não fosse suficiente, ele envolve na sua boca apenas a minha cabecinha e começa a chupá-la com necessidade, como se ele precisasse daquilo para viver. Ele tira a minha glande da sua boca com um estalido bem audível e começa a lamber o meu órgão de alto a baixo. Ele volta a abocanhá-lo passado algum tempo, mas desta vez os seus moves são mais frenéticos e selvagens. Quando sinto que o meu orgasmo está próximo, eu agarro nos cabelos do menor e retiro o meu pénis da sua boca.

- Hoje eu só me venho dentro de ti, baby boy! – pronuncio numa voz rouca extremamente sexy, enquanto o olho diretamente nos olhos.

Após intervir desta forma, troco as nossas posições e começo a distribuir diversos beijos pela sua face. Vou descendo e paro no seu pescoço, deixando-o bem marcado com meia dúzia de chupões. Acho que sóbrio não me soltava assim tanto. Vou descendo mais um pouco e chupo com delicadeza cada um dos seus mamilos. Passo a língua desde o seu peitoral até à sua virilha, deixando algumas dentadinhas no seu ventre. O Jimin já gemeu tanto que até parece que é a primeira vez que está a ser tocado assim. Da sua virilha, passo para o seu ânus, lambendo-o muito bem té ao ponto de este ficar muito bem lubrificado. Quando sinto que a sua entrada já está bem húmida, penetro-a, primeiro, com um dedo, depois com dois e, por fim, com três. Começo a brincar com os dedos no interior do rabo do Jimin e à medida que faço isso vou-lhe chupando os tomates.

- Yoongi, eu quero-te dentro de mim! – diz ele super híper mega excitado.

- Os seus desejos são ordens.

Após o pedido dele, retiro os dedos da sua entrada e ajoelho-me em frente à mesma. Agarro no meu membro bem duro e penetro a ponta dentro do ChimChim. Como o volume duma pila não se compara ao de um dedo, ou mesmo de três, ele grita. Para o acalmar, começo a anediar os seus cabelos e ele começa a sentir-se mais confortável. Enfio o resto da “minha terceira perna” dentro dele e, assim que ele se acostuma, começo a fodê-lo. Já me tinha esquecido de como ele é apertadinho. É tão aconchegante!

- Já tinha saudades deste rabinho! – digo, sem pudor algum.

- E eu já tinha saudades desse pauzinho! – diz ele, em tom de gozo. Ai é? A dizer que a minha pila é pequena? Então já vais ver o que é bom para a tosse!

Ele eleva o seu corpo de forma a ficarmos um de frente para o outro durante o ato. Vou penetrando nele com mais força e de cada vez que atinjo um ponto mais sensível ele estica as costas, abre a boca, fecha os olhos e arranha-me os ombros, o que me deixa ainda mais excitado. Começamos um beijo fogaz. Ele vai-me arranhando as costas e os ombros e eu vou-lhe esbofeteando as coxas e o rabo. Quando sinto que o meu orgasmo está próximo, aumento a velocidade e começo a gemer ainda mais, coisa que o ruivo também fez em quantidade. Quando me venho mordo o ombro do mais novo. Pela mesma altura ele esporra-se na minha barriga e eu limpo o esperma com um lenço de papel de um maço que estava em cima da minha mesa de cabeceira.

Deitamo-nos um ao lado do outro, nus e suados. O Jimin vira-me costas. É provável que já tenha adormecido. Com toda a excitação, havia-me esquecido por completo do álcool que circulava no meu organismo. Rapidamente sinto os efeitos do mesmo voltar a atuar em mim, juntamente com uma dor de cabeça tão forte que me fazem adormecer alí.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Isto acontece-me sempre! Não consegues controlar-te, pois não, Min Yoongi? Olho à volta e vejo que estou no meu quarto. Estranho! Não costuma fazer assim tanto frio no meu quarto. Olho para baixo e vejo que estou sem roupas. MAS QUE RAIO É QUE SE PASSOU? Porque é que eu estou nu no meu quarto com uma ressaca? Agarro no meu telemóvel e vejo que são cinco para a meia-noite. Como a Jennie só volta da casa da mãe amanhã às nove não posso ter feito amor com ela. Olho para o lado e fico em pedra com a imagem. Não, eu não me deitei com a Medusa, mas se o tivesse feito teria dado menos merda. O Jimin está NU ao meu lado. Assim que o vejo, um flashback apareceu na minha memória. O Jimin está sem calças e eu sem camisola. Eu estou no meio das pernas dele e ele está deitado na minha cama. Começamos aos beijos e despimo-nos. Merda! O que é que eu fiz? Eu não acredito que eu traí a Jennie! Por mais distantes que nós estejamos, eu não tina o direito de a trair. Eu sou a pior pessoa do mundo. Eu sei que, se eu pudesse, eu refazia com o Jimin tudo, mas tudo, o que nós fizemos há pouco, mas isso não está certo. Eu amo a Jennie e não a quero perder. É melhor acordar o Jimin antes que chegue alguém.

- Jimin, acorda! – sussurro, cutucando no seu ombro. Owin! Ele é tão fofo quando sorri a dormir. Yoongi, foca!

Ele abre os olhos e assusta-se, bombardeando-me com perguntas:

- O que aconteceu? Porque é que estás nu? Porque é que eu estou nu? Oh, meu Deus, o que é que nós fizemos?

Ele não se lembra. É normal, mas agora não lhe posso explicar.

- Jimin, nós estávamos bêbados! Se alguém perguntar, isto não aconteceu! Vai para o teu quarto! – digo nervoso.

Ele agarra nas suas roupas e sai a correr do quarto. Ele usa as roupas para tapar o seu corpo, pressionando-as contra o mesmo. Eu deito-me e puxo os cabelos, dando um berro de frustração. Ninguém pode saber disto. Se alguém descobrir, eu e o Jimin estamos fodidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


...
É tudo, por agora


Uri dasi manneunnan geunalkkaji annyeong!


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