História Badlands (Imagine Chanyeol) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Kris Wu, Personagens Originais, Suho
Tags Bullying, Chanyeol, Clichê Dos Grandes, Drama, Exo, Imagine, Kris Wu, Park Chanyeol, Romance, Stephenk, Suho, Você, Wu Yifan
Exibições 708
Palavras 1.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


:)

Capítulo 2 - Jokes


Capítulo dois – Jokes  

 

Kris 

Fechei a porta do quarto calmamente e me virei para meu pai, que me aguardava no corredor, as mãos magras apoiadas na cintura e uma feição preocupada adornando seu rosto.  

-Como ela está? - angustiou, cravando seus olhos fundos de noites sem dormir em mim.  

-Acabou de pegar no sono – falei, seguindo ao seu lado para a sala de estar. - Estava bastante alegre antes de dormir – sorri fraco após a frase, era difícil encontrar palavras merecedoras para descrever a beleza da minha mãe quando ela ria.  

-Ela insistiu em te ver, sinto muito ter que tirar da escola – desculpou-se, se sentando no sofá de frente para mim, apoiou as mãos sobre os joelhos e suspirou. - Yifan, eu preciso que saiba o que está acontecendo aqui... 

-Pai – joguei a cabeça para trás em sinal de cansaço, meu olho inchado fazendo minha cabeça inteira se contrair e queimar. - Não precisa me lembrar a cada cinco minutos sobre a doença da mamãe, eu lembro disso toda vez que vejo ela sorrir cansada para mim, e me sinto um babaca por isso.  

-Justamente por isso, meu filho – retornou calmamente, me olhando. - Sua mãe não aguenta nem levantar da cama, tente imaginar como é para ela ver o único filho chegando da escola todo machucado e agora com o olho inchado.  

Permaneci calado, cerrando os dentes e batendo o pé impacientemente. Apenas esperando aquela ladainha terminar.  

-Você sabe que não precisa continuar nessa escola, podemos te colocar no colégio particular da cidade vizinha.  

Suspirei e esfreguei as mãos contra os olhos, pronto para explodir em mil pedacinhos murchos.  

-Pai, saiba que com os jovens de colégio particular o buraco é mais embaixo, aqueles playboys só querem os benefícios por fora sem saber das consequências - falei, o olhando através dos espaços entre meus dedos.  

-Eu também me preocupo com você, Yifan – ele disse.  

-Eu sei, e agradeço por não ser o filho negligenciado – rolei os olhos e me levantei, fingindo não ouvir sua lamúria em formato de bufo.  

 

Você  

Comecei a tossir violentamente, minha garganta queimando ardentemente ao passar o cigarro para Chanyeol, este que riu e puxou aquela coisinha da minha mão e levou aos seus lábios.  

-Como vocês conseguem se viciar nisso, é horrível - protestei, sentindo aquele gosto amargo dentro de toda minha boca, quente e fedorento. Tossi mais uma vez.  

Chanyeol parou de rir e olhou para frente, para a parede de madeira que formava o portão da sua garagem.  

Levei meus olhos para as tatuagens em sua mão, as letras em seus dedos formavam a palavra amor, um cigarro aceso entre o amor. Ri baixinho.  

-Do que você está rindo? - indagou sério, me olhando com o cigarro na boca novamente.  

-Nada.  

Dez minutos atrás ele estava me perseguindo e me chamando de cadelinha, e agora aqui estávamos nós, sentados na garagem (nada higiênica) da sua casa, cercados por bugigangas, uma moto e muitos pedaços de automóveis cheios de poeira. Nem em meus sonhos eu me encontrava nessa situação, aliás, acho que nunca me imaginei na casa de Park Chanyeol. Para mim, ele era, há quatro meses atrás - quando começou a perseguir Yifan – um garoto encrenqueiro como qualquer outro que temos por aí.  

Ele pelo menos nunca me importunou na escola ou fora dela, o que me fazia estranhar ao máximo essa súbita grudada em mim.  

Eu devia admitir que estava morrendo de medo de estar ali.  

Chanyeol me deixava desconfortável, havia acabado de descobrir isso.  

Eu sei que o estou julgando precipitadamente, e também sei que isso é errado com ele. Mas as provocações para cima de Yifan o precediam em minha lista negra mental.  

-O que você quer de mim? - perguntei de uma vez, mais baixo do que gostaria.  

-Eu não gosto daquele seu namorado – disse ele. - Quero aquele chinês fora da escola.  

Não consegui segurar o riso.  

Chanyeol revirou os olhos e apagou seu cigarro.  

-Você não pode passar o resto da sua vida no ensino médio, Chanyeol – tentei falar, me recuperando da crise alegre. - O que fará quando o ano letivo terminar e você tiver sido aprovado?  

O olhar que ele me lançou me causou arrepios. E quando percebi, no segundo seguinte Chanyeol estava encima de mim, prendendo meus pulsos acima da minha cabeça, respirando pela boca e me analisando de cima a baixo com aqueles olhos escuros.  

-Eu. Não. Gosto. Daquele. Cara. - sussurrou perto da minha boca, apertando meus pulsos. - Nem ouse pensar com essa cabecinha de vento que estou me sentindo intimidado por ele.  

Qual era o motivo de tanta negação para com o Yifan?  

Essa pergunta passou a me assombrar mais do que eu queria.  

Chanyeol sorriu de canto, de uma maneira desleixada que deixaria qualquer garota primeiranista derretida, ele deslizou a ponta do nariz sobre minha bochecha e passou a língua pelos lábios, os roçando superficialmente contra meu pescoço.  

-O que p-pensa que está fazendo? - suspirei enfraquecida, aquele era o mais próximo de contato íntimo que eu tivera com um garoto.  

-Merda, então quer dizer que o Kris não dá um trato em você? - ele soprou contra minha pele, levantando o rosto e ficando de frente para mim, aquele sorriso cafajeste contornando sua boca. - Você já beijou alguém? - sussurrou meu nome.  

Eu pisquei os olhos e uni as sobrancelhas, aquela intimidade e invasão do meu espaço me fazendo querer que ele saísse de cima de mim, não sem antes ousar me provocar com um beijo inocente.  

-Me deixe ter esse prazer – sussurrou rouco, aproximando seu rosto e fechando os olhos. Seus lábios pousaram superficialmente sobre os meus, Chanyeol roçou as superfícies com calma. - Achou mesmo que eu ia te beijar? - ele se afastou de mim, rindo de maneira escandalosa.  

Arregalei os olhos e me sentei, sentindo-me a palhaça retardada no ano.  

O que os hormônios não são capazes de fazer com você.  

-Você é uma graça - sibilei com a cara fechada, querendo que um raio caísse sobre minha cabeça.  

-Ah, dá logo o fora daqui, menina – ele indicou com a mão para o portão de madeira, ainda perdido em sua crise de risadas de hiena.  

Orgulho ferido por culpa de uma sensação gostosa entre as pernas, nunca me decepcionei tanto comigo mesma.  

Park Chanyeol era uma tremenda perca de tempo.  

 

Chanyeol  

Quem diria que chegaríamos a esse ponto?  

A garota mais irritante e desinteressante da escola, bem ali, louca por um beijo bem embaixo de mim.  

Destaque em pessoas que podem me irritar, ela ainda estaria em primeiro lugar se não fosse aquele chinês de merda.  

-Chanyeol – a voz da minha avô vinda do quintal me fez levantar a cabeça. - Vem cá menino.  

Saí da garagem e fui até ela, pegando as sacolas de compras de suas mãos e entrando dentro de casa. Coloquei as compras sobre mesa e comecei a guardar os produtos.  

-Quem era garota que saiu daqui chorando? - ela perguntou, amarrando o cabelo marrom grisalho e me ajudando com as compras.  

-Ela estava chorando? - parei o que estava fazendo, a encarando por um segundo.  

-Estava - balançou a cabeça positivamente ao pegar a lata de café solúvel. - O que você aprontou com aquela menina, Chanyeol?  

-Nada, vó - resmunguei, amassando a sacola e a jogando num canto.  

Aquela menina irritante tinha o poder de me deixar de mal humor, garota chata. Até quando não está presente consegue me deixar desconfortável.  

Balancei os ombros para repelir aquela sensação esquisita que me percorreu feito um monte de carrapatos.  

Estava incomodado em saber que minha brincadeira a deixou magoada. 

-Ridículo - bufei e bati o frasco de maionese com força sobre a mesa.  

Minha avô se assustou e revirou os olhos em seguida.  

-Desculpa – falei. 

-Esquece, vai trabalhar menino – ela disse sem me dar atenção, ocupada em guardar as verduras na geladeira. - Anda, você vai se atrasar.  

Soprei um 'tá' e beijei sua testa, pegando meu casaco e saindo de casa.  

Uma parte de mim feliz pois em pouco tempo minha cabeça estaria livre das palavras da minha vó sobre aquela menina chata, mas em contrapasso, aquela irritante estaria em minha mente quando eu menos notasse. 


Notas Finais


sei lá gente...
dá pra continuar com essa fanfic?
sério, comentem aqui, isso tá me matando
continuo ou não? :/


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