História Barraca do Beijo - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Tags Aoiha, Reituki
Visualizações 75
Palavras 692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*entra de fininho*
*testa o microfone, ajeita os papéis na mesa*
er... oi

Capítulo 18 - Um consolo CONSOLO


Ja era tarde quando nos afastamos um do outro.

Keiji-sama começou a chamar por Kouyou, e ele parecia bem preocupado. Minha mãe também devia estar, então beijei o topo da cabeça do loiro, tentando chamar sua atenção.

- Ei… temos que ir.

Ele assentiu, mas não se mexeu. Acho até que seus braços me apertaram com mais força.

- Eu sei… Mas é que…

Sua voz falhou, e eu tive medo que ele estivesse chorando de novo.

- Eei… - balancei o corpo, ninando ele. - Vamos nos ver de novo amanhã, não vamos?

Ele assentiu.

- Então… está tudo bem.

Tudo bem…

Eu estava mais tentando convencer a mim mesmo disso.

—–

 

Cheguei em casa arrasado.

Minha cara devia estar uma bagunça porque minha mãe nem brigou comigo por ter ficado tanto tempo na rua sem nem avisar, e perguntou de cara o que havia acontecido.

Tentei explicar mais ou menos pra ela o que tinha acontecido, mas embolei as palavras e comecei a chorar. Agora, longe de Kouyou, eu não precisava nem conseguia mais me segurar.

Mamãe só me abraçou e me falou pra ir tomar um banho.

 

A água morna amoleceu meus músculos tensos, e, depois de me lavar, me larguei de toalha mesmo na cama, sem vontade de me mexer.

Não sei quanto tempo fiquei ali, com os cabelos molhados escorrendo para o meu lençol, até que mamãe bateu na porta.

- Filho? Vem jantar, querido.

Queria fazer drama e dizer que estava sem fome, mas meu estômago ja estava até doendo. Eu só não tinha percebido antes porque meu coração doía mais.

Me enxuguei e coloquei o pijama, me arrastando até a cozinha.

Mamãe olhou pra mim, preocupada, colocou um prato de comida na minha frente e passou a mão nos meus cabelos.

- Agora me conta… o que aconteceu? Onde Kouyou vai?

Expliquei pra ela tudo o que ele me contou, e ela ouviu sem dizer uma palavra até o fim. Quando parei de falar e comecei a me entupir de comida, ela suspirou.

- Acho que… conheci a mãe dele. Ela estudava na minha sala.

Ergui os olhos pra ela, surpreso, mas ela deu de ombros. 

- A cidade é pequena. Lembro que ela era muito bonita, mas nada simpática. E sempre dizia que ia arranjar um empresário rico para casar e nunca mais por os pés aqui.

Assenti. Mamãe balançou a cabeça.

- Não se desesperem ainda. Se Kouyou quer ficar aqui, tenho certeza que tem um jeito. E vocês ainda tem muito tempo pra ficarem juntos e pensarem em uma solução. - ela acariciou meus cabelos e me deu um sorriso gentil. - Nem sempre os pais sabem o que é melhor para os filhos. Embora me assuste dizer isso pra você.

Eu ri, apoiando a cabeça no ombro dela.

- Veja bem, seus avós não queriam que eu tivesse namorado o seu pai.

- Mas… nisso eles tinham razão, não? - resmunguei, amargo. Mamãe me criou sozinho. Depois que ela engravidou e eu nasci, o ser humano do sexo masculino que me emprestou seus genes (que eu não chamo de pai), começou a tratá-la cada vez pior, até que sumiu completamente. As poucas lembranças que tenho dele são ruins, e mamãe sempre diz que foi um alívio, e se sentia melhor sozinha do que com aquele traste… mas só eu sei como foi difícil pra ela. Até hoje… as pessoas tratam ela diferente por ser mãe solteira.

Cidade pequena é fogo.

- Mas se eu não tivesse namorado com ele não teria você. - ela me abraçou.

Abracei ela de volta, escondendo a cara no pescoço dela.

- Mãe… o que eu faço?

- Apenas fique do lado dele, meu querido. - ela beijou a minha testa e se levantou, começando a lavar a louça. - Se você gosta mesmo dele, dê seu apoio, não importa o que aconteça.

Fui dormir com esse pensamento na cabeça. Peguei meu celular e digitei um “Boa Noite” para Kouyou.

Inesperadamente, recebi outro de volta, com um emoji sorrindo, alguns segundos depois.

Meu coração desacelerou, e eu me acalmei um pouco.

Ia ficar tudo bem.

Não ia?


Notas Finais


Pois é, to viva ^^'

como ja prometi varias vezes, posso até demorar mas não abandono fics
agora q a minha vida entrei um pouco nos eixos to com um pouco mais de cabeça pra dar andamento nas coisas

então vamo q vamo

obrigada quem continuar lendo e desculpa o descaso mais uma vez <3

kiiiiisssuuuss <3


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