História Barriga De Aluguel - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Amor, Barriga De Aluguel, Contrato, Directioner, Fanfic, Gravidez, Louis Tomlinson, Love Story, One Direction
Exibições 183
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Caos


— Elliot! — digo rindo quando ele me abraça com as mãos cheias de farinha — Você está me sujando.

— Oh, ela quer aprender a fazer pizza, mas não quer se sujar. Ouviram isso meninas? — ele ri da minha cara e lhe dou um tapa no ombro.

        As garotas estavam separando os ingredientes para cada pizza e ela também riem, enquanto deixamos a massa crescer eu vou até a sala e vejo o que Isaac está fazendo. Ele se levanta e me dá um abraço e consequentemente fica com farinha nas roupas, quando volto pra cozinha as meninas e Elliot estão decidindo quais serão as primeiras pizzas a sair.

— Como Serena é quem está grávida, justo seria ela escolher — diz Alysson.

— Também concordo, e vocês? — Elliot pergunta para as gêmeas e as duas concordam também.

         Nós arrumamos a mesa do jantar até a massa da pizza ficar pronta, em seguida digo para as meninas irem tomar banho e se limparem até colocarmos o recheio nelas e colocar para assar. Eu abro o refrigerante e coloco um pouco em dois copos e dou um deles a Elliot, ele se aproxima de mim e coloca as mãos em minha barriga.

— E aí bebê, hoje você vai provar a melhor pizza caseira — diz ele rindo e bebendo seu refrigerante.

— Nada convencido — eu dou risada.

        As semanas tem passado extremamente rápidas o fim do ano já está aí e logo começam as organizações para ação de graças, natal e ano novo. As meninas tem se adaptado bem ao apartamento e feito novos amigos por aqui, também já foram conhecer a nova escola e eu e Alysson fomos ver alguns programas de intercâmbio. Elliot está cada vez mais presente na nossa rotina, ele leva as meninas pra tomar sorvete em alguns dias e me deixa com Isaac.

        Também fomos ver a questão da cafeteria com Brooke e opções de negócios, estávamos realmente empolgadas com o novo empreendimento. Fiquei sabendo que Louis tinha feito duas viagens nas últimas semanas e também sai com duas irmãs dele, tudo por que Simon havia dito que Briana precisava aparecer mais nos lugares para ser aceita e confesso que isso tem me irritado bastante. Eu e Louis não chegamos a nos falar desde o último acontecimento, eu ainda fico me sentindo envergonhada por aquilo. Porém tivemos dois encontrãos e não falamos nada um com o outro visto que foi muito rápido.

        Assim que a pizza ficou pronta ouvi Elliot chamando as garotas, eu levei os refrigerantes para a mesa e me sentei em uma das cadeiras ao lado de Elliot e Isaac. Nosso jantar tinha sido muito bom e divertido, com certeza Elliot sabia fazer uma boa pizza caseira.
        Logo depois que as meninas foram dormir eu e Elliot limpamos todo o resto da bagunça e ele foi embora.

•••

— Como assim? — pergunto entrando em desespero — Como assim alguém pegou o Isaac?

— Era a mãe dele srta. Reid — diz a secretaria — Logicamente elas tem o direito de pegar o filho quando quiserem.

— Não! Eu já tinha conversado com vocês, minha mãe não podia nem chegar perto do Isaac! Agora não sei para onde ela foi — eu passo as mãos pelos cabelos e começo a chorar.

— Desculpe srta, sou nova aqui e...

— E deveria ter olhado na fixa de autorizações, não existe nenhuma Audrey Reid nessa lista! — eu grito.

— Sinto muito... — a garota fala com a voz trêmula.

        Eu saio da escola e vou diretamente para o Táxi, as meninas estão me esperando e parecem até mais preocupadas do que eu. Eu digo que tudo vai ficar bem e as levo para o apartamento e também para pensar no que fazer agora.

"Minha mãe levou o Isaac"

"Mensagem de Elliot: Como? Ela não pode fazer isso"

"A secretária nova deixou. Não sei o que fazer"

"Mensagem de Elliot: Calma Serena, vamos encontrar-lá. Vou passar aí mais tarde e vamos dar uma volta pelo seu antigo bairro"

"Mensagem de Elliot: ela vai aparecer"

"Minha mãe não pode ficar com ele, não sei o que ela pode fazer... Deveria ter mudado ele de escolinha quando tive tempo"

"Mensagem de Elliot:Nós iremos atrás dele, vamos encontra-lo e você o terá novamente. Se acalme que isso não fará bem ao bebê"

"Não me importa, não me peça para ficar calma! Esse filho nem é meu mesmo... só quero meu irmão longe do que aquela mulher pode fazer"

"Mensagem de Elliot: Estou indo aí, chego em 20 mints"

        Eu não posso chorar, não na frente das minhas irmãs, contudo não consigo me manter calma e preciso ir para o quarto e lá eu choro baixinho pedindo a Deus que minha mãe não faça nada com o pequeno. Ouço uma batida na porta e quando ela se abre vejo Elliot, eu não preciso dizer nada por que ele vem até mim e me envolve em um abraço.

— Minha mãe faz de tudo por dinheiro — digo entre soluços — Ela nunca o quis de fato...

— Nós vamos encontra-los e vai ficar tudo bem. Se ela não estiver no seu antigo bairro nós entramos em contato com até polícia.

— Obrigada, obrigada por estar aqui— eu o abraço e ele afaga minhas costas e me deixa chorar em seu ombro.

        Mais tarde Elliot vai até o restaurante mais próximo e compra algo para as meninas comerem e com muito esforço eu como alguma coisa, querendo ou não eu precisava zelar pelo bebê que estava carregando em meu ventre. Eu ajudei as meninas a tomarem banjo e contei uma história para que elas dormissem, depois eu e Elliot nos agasalhamos e fomo até meu antigo bairro para tentar achar Audrey. Elliot estacionou o carro em frente a um comércio que ficava aberto até tarde e saímos andando, ali era um ponto da cidade que ninguém gostava de passar, mas eu tinha a esperança de encontrar minha mãe ali.

        Eu perguntei sobre minha mãe a cada pessoa, a cada viciado e a cada mulher, mas parecia que ninguém sabia onde Audrey estava e isso me deixava frustrada e angustiada. Elliot me abraçava e dizia que iria ficar tudo bem, porém eu não sabia mais o que fazer. Nós demos a volta pelo quarteirão, olhamos cada lugar e ruas, mas nada adiantou... Não tinha nenhum sinal de Audrey com Isaac.



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