História Barriga De Aluguel - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Amor, Barriga De Aluguel, Contrato, Directioner, Fanfic, Gravidez, Louis Tomlinson, Love Story, One Direction
Exibições 181
Palavras 1.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - Sem pistas


Fanfic / Fanfiction Barriga De Aluguel - Capítulo 35 - Sem pistas

      Quando chegamos em casa eu estou mais acabada que qualquer coisa, as meninas estão dormindo ainda é já passam das duas da manhã, Elliot me manda ir tomar um banho e quando volto minha cama está organizada e ele me espera com uma xícara de chá.

— Amanhã nós vamos a delegacia — ele me dá um beijo no rosto e afaga minhas mãos — Vamos acha-lo e a primeira coisa que faremos é abrir um processo de guarda. 

— Obrigada por me ajudar — eu dou um meio sorriso a ele e me forço a não parecer tão cansada.

— Vou sempre estar aqui Serena — ele segura minhas mãos e me  passa um pouco de segurança — Preciso ir pra casa agora.

— Temos um quarto de hóspedes, se qui... — ele nega com a cabeça e me interrompe.

— Prefiro ir pra casa e voltar amanhã de manhã com café e donuts pra vocês — ele ri e abro meus braços para que ele venha me abraçar.

        Elliot me abraça forte e sorri antes de me fazer deitar na cama e me cobrir como se eu fosse uma criança, por um momento lembrei do meu pai e senti uma imensa vontade de chorar. Se ele estivesse aqui nada disso aconteceria, nós ainda estaríamos todos juntos e Audrey não seria o que é hoje, mas ao ter esse pensamento eu não teria Isaac aqui comigo.

        Não consegui dormir pensando em como ele estava, eu levantei algumas vezes e passei pelo corredor antes de parar na porta do quarto dele e entrar lá dentro. Não consegui ficar muito tempo, eu sei que aos olhos de outras pessoas isso seria exagero, até por que não sou mãe dele só que a mãe dele o deixou em meus braços quando o pequeno tinha dois anos de vida e sumiu por aí. Minha mãe é viciada em todos os tipos de droga e se prostitue pra ganhar alguma coisa, também entrou em casa várias vezes e pegou coisas pra vender e tive que trabalhar pra repor, com o pouco que ganhava não poderia dar tudo o que as meninas queriam, só que agora ela pegou o Isaac e não faço idéia do que ela pode fazer.

        Na manhã seguinte Elliot cumpre sua palavra de vir logo pela manhã com café e donuts, as meninas se arrumam com muita insistência para ir ao colégio. Depois nos sentamos todos juntos a mesa e tomamos o café da manhã juntos e as levamos para o colégio. Elliot tentou me animar um pouco me levando ao cinema, contudo isso não me ajudou em nada já que eu não conseguia tirar Isaac e Audrey da cabeça.

— OK, vamos almoçar e depois vamos a delegacia — Elliot da partida no carro em seguida liga o rádio.

— Você acha que ela faria algo? Tipo, é o filho dela independentemente de qualquer coisa — eu pergunto e ele nega com a cabeça.

— Se ela quer dinheiro, provavelmente vai tentar tirar de você. Sua mãe sabe que você ama o Isaac e faria de tudo por ele... Assim como seus outros irmãos, mas era mais fácil pegar o pequeno.

        Nós vamos almoçar, mas não como muita coisa por que não estou com fome. Logo em seguida vamos para a delegacia e ao chegar lá me sinto um pouco mal, Elliot diz que preciso lembrar que estou grávida e acima de tudo que preciso zelar por essa criança. Quando o policial nos atende eu digo que quero fazer uma denúncia, que quero ajuda para achar o meu irmão mais novo.

— Mas quem o levou srta? — o homem pergunta calmo.

— Minha mãe — respondo e ele me olha antes de começar a rir e sinceramente não entendo o por que.

— Srta. isto é uma piada de mau gosto? — ele tenta parar de rir quando Elliot o encara feio, eu preciso respirar fundo e ele segura minha mão.

— Não, não é! Minha mãe não podia chegar perto dele e... — ele me interrompe.

— Você tinha uma ordem para isso? — nego com a cabeça — Ele é a mãe, pode fazer o que quiser Srta., espero que entenda.

— Não, eu quero que você entenda! — altero a minha voz — Minha mãe é uma viciada em drogas, ela vende tudo pra isso... É uma prostituta e você vem me dizer que ela pode pegar ele quando ela quiser? 

        Eu começo a chorar e Elliot tenta explicar a situação e pedir desculpas. No fim nós vamos pra casa por que segundo o policial eles não podem fazer nada se Audrey é a mãe do Isaac.


•••

        Eu acordei com batidas na porta e abri os olhos meio sonolenta ainda, eu estava deitada com a cabeça no colo de Elliot enquanto ele assistia televisão, ele sorriu pra mim e foi abrir a porta.

— É para você, um advogado — ele me olhou como se pedisse permissão para deixar o homem entrar e apenas dei de ombros.

— Srta. Reid? Boa tarde, Advogado Ruiz — ele se posiciona na minha frente e estende a mão, é um homem de 40 e poucos anos, vestindo um terno social.

— O que o Sr. quer comigo? — o cumprimento e olho para ele confuso.

— Vou representa-lá na ação contra sua mãe, para guarda dos seus irmãos — afirma ele — Inclusive, um dos meus homens está atrás de sua mãe.

— Espera, eu não o chamei... — olho para Elliot e ele parece tão surpreso quanto eu — Foi você? 

— Não, não fui eu Serena — ele responde e olho para o homem a minha frente.

— Srta. Reid, quem contratou meus serviços foi o Sr. Tomlinson — assim que ele me entrega um cartãozinho eu começo a rir — Estamos a par de tudo.

— Você está brincando, não está? — eu começo a rir, por que me sinto mal e a tenho uma vontade estúpida de chorar.

— Não Srta., vou cuidar para que sua mãe fique longe dos seus irmãos e você fique com a guarda — Ele sorri.

— Não quero seu serviço, sua ajuda ou a de Louis! — digo levantando — Não quero nada, vá embora, por favor, isso é uma brincadeira de mau gosto... 

— Isso não é nenhuma brincadeira... 

— Vá embora! — grito — Elliot... o mande ir embora.

        Eu estou tão nervosa e frustrada que começo a chorar, eu vou para o meu quarto e ainda consigo ouvir a voz do advogado oferecendo um cartão para Elliot, só para o caso de mudarmos de ideia, quando ele volta a entrar no quarto eu estou no chão, me sentindo um lixo.

        As meninas chegam e eu mando mensagens à Brooke, preciso dela aqui para me ajudar por que sinto que vou ter um ataque de nervoso. Quero ligar para Louis e xinga-lo até não me restar mais palavrões.

        Elliot leva as meninas para comer fora e se distrair, elas também mostram alguns cartazes que fizeram no colégio com alguns amigos para achar Isaac e digo que amanhã mesmo iríamos cola-los pelos bairros. Quando Brooke chega eu estou deitada no sofá com o celular nas mãos, eu digito mensagens a Louis e as apago.

— Mande logo ou ligue pra ele — diz ela encorajando-me.

— Não...

— Anda Serena, quem ele pensa que é? Só por que tem grana pode agir assim? Nah!


"Sua chamada está sendo encaminhada para caixa postal"


— Eu odeio ele Brooke!



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...