História Barriga de aluguel - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Adam Lambert
Exibições 3
Palavras 1.095
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 Adam e Hanna estavam casados á um bom tempo mas nunca conseguiam ter filhos. Ela até procurou um médico que a aconselhou a pensar no caso de adotarem uma criança mas o sonho dela era dar um filho seu para Adam.
 - Meu amor, não se desespere. Poderiamos procurar uma criança como o médico surgeriu. Eu vou amar do mesmo modo como se fosso 
nosso filho de sangue.
 - Não. Eu não desistirei. Voltarei lá e perguntarei se não tem um jeito possível. Só depois eu poderei pensar em adoção.
 - Você é mesmo teimosa e não desiste fácil.
 - Sou mesmo. Você sabe que sou.
 - Doutor, não existe uma outra possibilidade?
 - Até tem mas é meio difícil e demorado.
 - Eu estou disposta a tudo!
 - Você já ouviu falar em barriga de aluguel?
 - Sim. Algumas vezes.
 - Então, teriamos que fazer uma série de testes com as pessoas próximas em sua família para saber qual poderia ser essa pessoa.
 - Ok. Já é uma esperança.
 Hanna contou á Adam e ele ficou feliz mas mesmo assim ainda dizia que mesmo com uma adoção ficaria super feliz. 
 - Será que Júlia toparia fazer os exames por mim? Eu sei que ela está noiva de Tommy mas acho que ela não negaria um pedido desse tipo.
 - Não sei. Não custa nada tentar já que você quer tanto.
 - Júlia, eu tenho algo muito importante para te falar e acho que talvez você possa me ajudar.
 - Nossa! Fala. É dinheiro que você precisa?
 - Não. Não sei nem como te falar isso.
 - É saúde? Está com alguma séria doença?
 - Mais ou menos mas não é bem isso. Eu queria que você me ajudasse em uma coisa mas se não quiser eu entenderei.
 - O que é? Estou preocupada.
 - Você sabe o quanto eu tentei engravidar do Adam mas nunca consegui. Até já pensamos em adoção e descobrí que existe uma 
possibilidade.
 - Qual?
 - Você poderia ser mãe de aluguel e me emprestar seu corpo para gerar meu filho com o Adam. É só fazer uns exames e se der positivo o
médico irá introduzir a célula pronta para se desenvolver no seu útero.
 - Mas e se não der positivo. O que fará?
 - Aí eu aceitarei a idéia do Adam de adotar uma criança. Você é minha unica esperança.
 - Vou conversar com Tommy. Aposto que ele não se oporá.
 - Muito obrigada maninha. Não sabe como já estou feliz em ouvir isso.
 - Tommy. Vou fazer uns exames para ver se posso ser barriga de aluguel.
 - Como assim? De quem será esse bebê?
 - Será de minha irmã. Ela não pode gerar uma criança e como ela está louca para ter um, então me procurou. Eu faço tudo por ela da mesma forma que ela faria o mesmo por mim se fosse o contrário.
 - Se for mesmo pela sua irmã, ok.
 - Sabia que entenderia. Disse feliz dando um beijo em Tommy. 
 Júlia fez os exames e deu tudo certo. Marcaram as datas para fazerem a inseminação e esperaram que desse positivo.
 Os meses foram passando e Hanna, Adam e Tommy seguiam de perto todos os passos até o dia do parto, pois não queriam que nada desse errado nem com o bebê e nem com Júlia.
 Tommy estava tão orgulhoso de Júlia que ficava pensando em quando seria a vez deles quando se casarem.
 - Ai, Tommy. Acho que você daria um bom pai porque vejo sua cara de preocupado e os cuidados que você tem comigo mesmo sendo filho
de minha irmã.
 - O filho pode até ser dela mas quem carrega é você e é claro que tenho que me preocupar e cuidar de você. Um dia será a minha vez de
ser pai e não quero que nada de mal aconteça agora. E Tommy deu um beijo em Júlia.
 Finalmente chegou o dia de o bebê nascer e todos correram para a maternidade preocupados para que desse tudo certo.
 - Ai meu Deus! Estou tão ansiosa... Não vejo a hora de ver a carinha do nosso filho. Disse Hanna segurando a mão de Adam.
 - Vai dar tudo certo. Disse Adam
 Tommy também estava nervoso e andava sem parar pela sala de espera do hospital.
 Mais tarde chegou o médico avisando que o bebê nasceu e que estava tudo bem com Júlia e o bebê e todos se abraçaram felizes.
 Na hora da visita, os 3 subiram ao quarto para ver Júlia e parabenizá - la por tudo.
 - Ai que felicidade, Júlia. Ainda bem que correu tudo bem. Disse Hanna.
 - Eu também estou muito feliz. Disse Adam.
 Depois eis que aparece Tommy no quarto com flores.
 - Flores para você.
 - Que lindo. Não precisava mas adorei. E se beijaram.
 De repente aparece a enfermeira trazendo o bebê para mamar e todos se derreteram com a beleza dele.
 Dias depois Júlia e o bebê voltam para casa e enquanto o bebê ainda tem que mamar ele fica sob os cuidados de Júlia mas com Hanna 
sempre por perto ajudando em tudo.
 - Júlia, muito obrigado por tudo que você fez por mim e pelo Adam. Não sei o que seria de nós sem você.
 - Imagina. Eu sei que se eu precisasse você também me ajudaria. 
 O tempo passou e a hora de dar o bebê a Hanna estava cada vez mais perto e Júlia já estava sentindo um aperto do peito, pois já o amava
como se fosse dela. 
 - Júlia. Viemos buscar ele. Já está na hora de voltar para minha casa e como ele não está mais amamentando, tenho que levá - lo comigo.
 - Não. Eu sei que ele é seu filho com o Adam mas já o amo tanto. 
 - Mas eu sempre estarei por perto e trarei ele aqui ou poderá ir em casa quando quiser. E você vai se casar com Tommy e terão seus filhos
um dia.
 Com muita tristeza e já com saudades, Júlia acabou entregando - o para Hanna que entrou no carro de Adam e foram embora para casa onde morarão com ele. Júlia, muito triste abraçou Tommy e entraram em casa.
 - Tommy. Só você para amparar. Eu estava tão acostumada a cuidar dele e agora terei que me acostumar a esse silêncio de novo. Eu sabia 
que mais cedo ou mais tarde essa hora chegaria.
 - Vem cá. Vou ficar aqui com você essa noite. Você precisa de mim. Não vou te deixar sozinha.



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