História Batatas e Pirulitos - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chansoo, Hunhan, Kaisoo, Sebaek, Sekai
Exibições 86
Palavras 2.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoinhas, aqui estou novamente.
Demorei um pouquinho, mas sabe como é.
Aqui é casas Bahia. Dedicação total a vocês.
Vamos o cap.

Capítulo 9 - Loiro é o novo preto


Fanfic / Fanfiction Batatas e Pirulitos - Capítulo 9 - Loiro é o novo preto

Batatas e Pirulitos

LIE LIE LIE LIE 

[KAI]

— A gente devia ir até um bar comemorar. 

Afastando uma mecha de cabelo que caíra sobre seu rosto, Minseok  me olhou com um sorriso. 

—  O que diabos devemos comemorar? —  Kyungsoo perguntou sem se preocupar em soar arrogante. 

—  O fato do Jongin está lindo é uma otima desculpa. Certo? 

—  Sim. Realmente fizemos um trabalho fabuloso!  — Kyungsoo pareceu concordar com a cabeça ao murmurrar tais palavras. 

—  Eu diria que Jongin está até gostoso agora. — Minseok disse entre uma risada baixa. 

— Ele sempre foi.

—  Ah, obrigado. — Murmurrei passando pelos dois  e tomando o caminho da rua pela porta giratória. Parei um pouco na calçada, inspirando profundamente o ar de Haeundae. 

A Kombi estava estacionada em frente ao predio, e eu observei o reflexo nas janelas escuras da mesma. Loiro, e as lentes azuis que o deixaram parecendo especialmente mais agradavel de se olhar. Aquele rosto era meu, mas eu quase não me reconhecia de tão bonito que estava, ainda mais usando aquelas roupas caras. Um casaco vermelho escrito Monster, combinando perfeitamente com a calça preta rasgada no estilo "Kyungsoo aprova". Kyungsoo vai queimar no inferno. Eu sei disso. Até porque aquela era uma das calças apertadas que dava para ver minha mente atraves do meu saco.  

Admito que estava relutante desde o inico, eu me sentia uma cobaia nas mãos dos dois, mas por algum motivo eu queria aquilo para causar um efeito no babaca do Sehun. Havia algo naquilo que me fazia sentir um tanto idiota. Fazer tal ato vingativo contra Sehun me fazia sentir me culpado e tenho certeza que acabaria na igreja confessando meus pecados para algum padre.  Porque eu podia muito bem saber o quanto vingança não é bom. Mas, se o plano consiste em melhorar minha aparencia, com dinheiro  que não é do meu bolso, eu estou inteiramente de acordo. 

— Posso te fazer uma pergunta, Kyungsoo? — Minseok perguntou ao tomar o assento do motorista. 

Kyungsoo deu de ombros sentando se ao meu lado, me deixando entre os dois. 

— Você coloca algo grande em sua boca e mexe para frente e para tras com ele. Você acaba de cuspir algo branco. Advinha o que é isso?

Eu juro que se estivesse bebendo agua, seria uma daquelas tipicas cenas onde a pessoa cospe a agua toda. O que resultaria num vidro molhado. Mas por sorte eu não bebia agua alguma, então foi uma risada de deboche mesmo. Pelo menos vinda de mim, porque D.O tinha os olhos arregalados em surpresa. 

— É a escova de dente. Você cospe branco. Entende? —Minseok tentou explicar, mas estava rindo assim como eu. 

— Você é ridiculo. — Comentei dando um tapa no braço do mesmo, que acabou fazendo um movimento perigoso na pista enquanto dirigia. 

—  PRESTA ATENÇÃO. —Kyungsoo resmunga.— Eu não gosto disso. É sem graça. 

— Mas o Jongin achou engraçado, ne? 

— Você é o melhor! —Comento, ganhando um sorriso de Minseok. 

Tive que me esforçar bastante para não rir novamente. Minseok era ruim com piadas, ou seja, combinaria perfeitamente com meu irmão. Mas, antes que tomasse conta de meus pensamentos. Meu celular tocou e "babaca Oh" apareceu no ecrã.

— Oh...Olha quem está ligando ao nosso querido Jongin! —Kyungsoo tomou o telefone de minhas mãos. Revirei os olhos. 

— Me devolve esse telefone Kyungsoo...—Resmungo tentando pegar o telefone, mas ele coloca o indicador sobre meus labios. 

— Deixe tocar mais duas vezes e depois atenda.

— Ele precisa esperar um pouco, ou vai parecer que voce está sempre a disposição dele. —Minseok completou. 

Bufei.

— Vocês são pateticos.

— Olha Jong, você precisa fazer isso. Lembre se do que ele fez para você. —Minseok soou preocupado.

 Desde quando ele sabia da real intenção? Ah claro, Chen,  video na internet. Tudo fazia sentido. Eu mato meu irmão. 

— Não quer que ele pague pelo o que te fez? Não quer se vingar? —Kyungsoo soou seriamente rude. 

— Eu..quero.—Hesitei. 

— Então vai com tudo. —Minseok sorriu e quase fiz o mesmo. 

Eles tinham razão. É. Eu estava pronto. Eu era um homem decidido. Um homem com um plano certeiro e agora sim poderia colocar lo finalmente em pratica. Atendi a ligação, tentando parecer indiferente. O que não era dificil considerando quem estava do outro lado da linha. 

Sehun: Eu vou viajar. 

Jongin: Oi pra você tambem. —Ri nervoso e ele me acompanhou—

Sehun: Olá...mas como eu dizia...vou viajar. 

Jongin. Serio? Para onde? 

Kyungsoo sussurrava um "O que ele está falando?"  e Minseok se mantinha concentrado na estrada, ou mais ou menos isso. 

Sehun: É um lugar onde sempre quis ir. 

Jongin: Oh..mesmo? 

Eu podia imaginar lo sorrindo, pois foi isso que imaginei que estivesse fazendo quando suspirou cortado. 

Sehun: Sim, tua casa. E se importa em eu me hospedar no seu quarto e dividir contigo a sua cama?

Agora foi minha vez de rir. Mas não era uma risada normal, eu gargalhei. Tanto que uma lagrima escorreu por meu rosto. 

Sehun: Para de rir, isso não tem graça. 

Jongin: Ahh tem sim. Essa cantada foi ridicula.  —Comentei entre risos—

 Sehun: Tu é muito chato, na boa. 

Jongin: Por que me ligou então? 

Sehun: Porque tem uma energia que me atrai pra falar contigo.

Jongin: Deixe me advinhar, uma energia de quase dois metros e orelhas enormes?

Sehun: Ele tambem. 

Jongin: Mentira. Você só me ama e não admiti. —Risos—

Sehun: Sim —Sussurra—

Jongin: Oi?

Sehun: Nada...

Mordi meu labio inferior ficando em silencio. Olhei para Kyungsoo e ele sussurrou um "bota no viva voz caralho". Eu acabei fazendo o que o D.O pediu, imediatamente a voz de Sehun ecoou. 

Sehun: Falta muito? 

Jongin: Muito para que? —Arqueei uma sobrancelha—

Sehun: Pra você  ficar comigo novamente. 

Os meninos ao meu lado seguravam os risos, enquanto eu apenas revirava os olhos. Eu podia ver que estavamos perto da casa de praia quando ouvi o barulho do mar. 

Jongin: Essa foi melhor que a outra. O que esta fazendo? Lendo elas em algum site? 

Sehun: Tenho muito mais de onde veio essas, só pra avisar. 

Jongin: Posso preparar meu fone de ouvido? 

Sehun: Não esquece da batata. 

Jongin: Batata? 

Sehun: Vai dizer que não gosta de batata? Ainda mais frita. Melhor coisa do mundo. 

Jongin: Não, eu gosto. Mas a melhor coisa do mundo pra mim está entre GDragon e Namjoon que é pirulito. 

Sehun: É uma combinação boa. 

Jongin: O que? GD e Namjoon? 

Sehun: Não. Batatas e Pirulitos. 

Jongin: Nossa, combinam perfeitamente. 

Peguei o telefone, retirando do viva voz e colocando rente a meu ouvido quando Minseok estacionou a Kombi em frente a casa. O céu já estava escuro quando chegamos.

Sehun: Tem razão, viu?

Jongin: Sempre tenho. 

Digo tais palavras ao sair da Kombi e caminhar até a casa. Ao entrar pela porta não vejo ninguem na sala de estar, a unica coisa que vejo é uma silhueta na varanda proxima a piscina. Caminhei até a porta de vidro e reconheço quem está ali parado. 

Sehun: Mas sério, você está aonde? 

Sorrio com sua pergunta. 

Jongin: Olha para trás. 

E de repente, quando ele se vira,  parece que o tempo tinha parado e só havia nós dois. O meu coração batia forte como nunca batera antes. Não deu pra ficar calado. Eu me senti na obrigação de dizer algo. Aquilo só podia ser uma unica coisa. Pressão e culpa por estar fazendo esse plano terrivel com ele. Mas eu não daria o braço a torcer. Eu vou com tudo e Oh Sehun dessa vez quem vai sofrer. Assim que desliguei o telefone Sehun riu.  Gelei só de pensar em ter que conversar com ele, mas não estava gelado de nervoso e sim de raiva. 

Ao olhar para mim, ele mudou... como se um escudo tivesse sido removido de seus olhos que pareciam magnificos a noite.  Seus cabelos de um preto bem vivo emolduravam um rosto de tirar o fôlego. Sua estrutura óssea era digna de Oh Sehun, inteiramente unica, e sua boca de contornos firmes me faziam lembrar do ultimo beijo que trocamos, o que com certeza era um perigo a se pensar naquele momento.

Eu não consigo esconder que Oh Sehun me atrai, mas com a mesma força que ele me atrai, eu sinto raiva. Nada me faria gostar dele, nunca.  

Tais pensamentos me deixou enjoado. Como eu podia olhar assim para Oh Sehun? Reagindo puramente por instinto, eu tentei dar um passo para trás, mas meus pés não me obedeceram e foram para frente. Ficando de frente para Sehun. 

— Está me olhando assim por que?— Não conegui evitar parecer rude. 

— Você está bonito. —Sehun comentou e a primeiro coisa que venho em minha cabeça foi " Era só o que faltava ". Impressionante.

—  Somente bonito? —  Meus lábios se abriram parcialmente com a aceleração da respiração.  Eu estava num estado que misturava raiva, perplexidade e instinto assassino. Com uma pitadinha de ousadia.  Lá vem bomba.

— Não, mas o horario não permite tais palavras. 

Eu ri. A declaração de Sehun  não foi nada surpreendente. Sempre considerei isso parte de seu charme. Isso se eu achasse que ele tivesse charme, não que isso venha ao caso, mas ele é realmente bonito, tenho que admitir.

— Mas se me permite dizer, seu sorriso é bonito. 

Sehun comentou novamente ao ver que não respondi com nada mais que uma risada, e caminhou sentando se na borda da piscina com os pes descalços dentro da agua. O acompanhei, sentando  me ao seu lado no estilo indiozinho.  Ele me olhou  e abriu seu sorriso irresistível. O tipico tipo de homem cuja aparência, quaisquer que fossem as circunstâncias, raramente era algo menos do que incrível. Isso me deixaria com mais raiva ainda dele. Era bonito por fora e podre por dentro. 

— Gosta do meu sorriso? — Meus lábios estavam ressecados, então passei a língua por eles antes de fazer tal pergunta. 

— Gosto dos seus olhos. E do seu sorriso.  —  Sehun murmurrou, seus olhos fixos nos meus. 

— Quer dizer minhas lentes? — Arqueio uma sobrancelha. 

— Não, seus olhos. Sinto que posso ver o real você atraves de suas lentes. — Sua voz era suave com um toque de rouquidão. Era quase pornografica.  Fiquei irritado por me sentir tão desconcertado enquanto ele parecia tranquilo e controlado.

— E gosta do que mais? —Perguntei com um sorriso nos labios. 

— Pare. — Sehun disse com as sobrancelhas cuidadosamente curvadas em um arco perfeito, me fez rir. 

— Parar com o que? 

— De me fazer estas perguntas. Não vou aumentar mais ainda o seu ego.

— Já fez isso.

— Sem graça! — Sehun riu e então tornou a me olhar—  Acho que agora tenho uma visão mais bela do que imaginei para olhar. 

— Hum, sorte a sua.—  Sussurro sério, afastando uma mecha de cabelo que caíra sobre seu rosto.

silencio. Esfriou um pouquinho agora no fim da tarde. O tempo está gostoso. Posso sentir o vento gelido passar por entre nós trazendo consigo o frescor da brisa do mar que agora era o clima central noturno. Sehun cruzou os braços. Ele vestia uma camiseta preta sem mangas e uma bermuda comprida. E me perguntei como não sentia frio. 

— Ainda ta bravo? —Ele perguntou. Controlei a vontade em revirar os olhos. 

— Eu? Não, nem tava. Não perco mais tempo com essas coisas. —Encolhi os ombros. 

— Então, eu sou perca de tempo?  —A pergunta de Sehun me deixou com raiva. 

— Começou… — Revirei os olhos finalmente. Preferia mantê-lo longe dos meus pensamentos de toda e qualquer maneira. 

— Você é implicante demais. 

— Eu nem comecei ainda... —Respondi rude. 

Silêncio. 

— Por que está com esta cara? — Sua voz ressoava, fluía pelo meu corpo em um ritmo sedutor. 

— Sei lá. Só quero te olhar um pouco. — Respondi, consciente de que o encarava mordendo meu labio inferior. 

— E gosta do que vê?  

— Pare com isso, seu idiota. —Respondo entre uma baixa risada, dando um tapa em seu braço. 

— Então me responda. —Ele tambem me acompanhou rindo. 

— O que foi? —Revirei os olhos, olhando para outro lado. 

— Gosta de olhar para mim? 

— Talvez. — Volto a olhar para Sehun, pisco para o mesmo. 

— Se eu for embora o que vai fazer? — ele disse a voz tão presunçosa quanto o sorriso.

— Eu vou seguir com a minha vida. — Dou de ombros. Com todo o senso de preservação aniquilado pela presunção prematura dele.

— Não vai sentir minha falta?  — Ele disse depois de soltar um assovio.

— Não, porque eu iria atrás de você de qualquer jeito.—Desviei os olhos rapidamente, mordendo o lábio inferior para esconder o riso. 

— Você... —Os olhos dele estreitou-se em minúsculas fendas e o rosto dele se endureceu 

— Eu o que? 

— Você vai ficar bem se me seguir dessa vez?

Bufei. Onde ele quer chegar com tudo isso?O que eu fiz para merecer esse tipo de tortura?   Encolhi os ombros. 

— Como se eu tivesse opção.

Talvez eu devesse ter mantido minha boca fechada, mas eu nunca tinha sido uma pessoa de esconder meus pensamentos ou palavras. Além do mais, eu não tenho certeza se gostei da ideia de seduzir Sehun naquele momento. Eu estava ficando bom nisso. Isso não seria um problema, exceto por eu precisar do grupo que incluia Chanyeol, Kyungsoo, Jongdae e agora Minseok para realizar os planos corretamente. 

— Já me perdoou?

— Sim

— Então porque você está agindo dessa forma comigo?

— Perdoar é uma coisa, esquecer é outra.  —  Com uma voz firme endireitei meu queixo que naquele momento deveria estar quase ao chão.  Ele se aproxima e encosta a cabeça em meu ombro me olhando. Luto contra a vontade de retirar lo dali. 

— Ei…— Reclamo com um quase sussurro.

— Que foi? —Ele pergunta. 

— Que foi digo eu. O que tu tem? 

Ele fez uma careta. 

— Perdão. O quê?  

— Não finge que não entendeu Oh Sehun, desgruda. Odeio contatos humanos. 

— Não estou afim.— Sehun riu. Pelo menos ele não tinha mentido sobre isso.

Silêncio.

— Você quer peidar?

Ele devia estar me odiando pra puxar uma conversa sem nexo daquelas! Na verdade, eu estava me odiando por gostar de ter uma conversa com uma pessoa dessas. Um lado meu repudiava Sehun, e outro queria descobrir mais sobre ele. Era como o anjo e o diabinho em meus ombros me sussurrando o que fazer e então rindo de minha cara como se eu fosse algum seriado ruim do Comedy Central. 

— Não  mas que diabos de pergunta é...

Antes de ele proferir a última palavra, a raiva baixou tão depressa quanto tinha começado. Uma névoa fina começou a vaguear por minha mente, e eu lutei para ficar coerente. 

— Ah bom, então nem tente mesmo, eu dou na tu cara.

— Deveria dar pra mim, na minha cama. 

— Você é ridiculo. Quem te enganou?   — Eu resmunguei.

— Eu sou Oh Sehun, sempre sei de tudo. Eu soube que você daria para mim assim que te vi. — ele disse, completamente impassível por meu argumento.

— Quer saber? — eu disse com pressa. 

— O que? — sua voz parecia determinada.

— Eu realmente gostei daquela noite na garagem....e logo quando comecei a te achar interessantel, você  arruinou tudo e me fez tomar nojo de você. 

Aquelas palavras me fizeram ter um flashback do que havia acontecido. Era horrivel relembrar aqueles momentos, eu somente conseguia odiar mais Sehun.  Me levantei com pressa. Eu tinha certeza que estava vermelho igual meu casaco, a irritação havia me tomado por completo. Me virei e caminhei apressado em direção da porta mas Sehun segurou meu braço.

— Jongin, espera.

Sua voz me irritou dessa vez. 

— Você é realmente um babaca dos grandes. 

Puxei meu braço, fazendo o soltar-lo. Como um apagão na hora da partida de futebol na tv. Chanyeol aparece na porta. Com os braços cruzados e a usual expressão "Sou eu quem mando aqui, olhem para mim". 

— Já chega vocês dois. —Chanyeol diz autoritario. 

I was crying for a long time alone in my room

I can’t feel better all night, I feel so crappy

What do I do? What do I do?

Sinto-me um lixo. Penso naquele momento na garagem, tudo o que senti até Luhan entrar. A sensação de ser tratado como lixo não tem perdão, se não tivesse sido minha primeira vez eu  não teria ficado tão furioso com Sehun, mas ele tomou algo importante de mim. Algo que não posso recuperar. Se tentou pedir ajuda, quem me ouviria ? Provavelmente ninguem. Provavelmente nenhuma vez, pois sou um idiota destinado a estar sempre sozinho. Porque na única vez em que eu sentiu um aperto tão bom perto de alguem, ele era inteiramente podre por dentro. E eu fui o unico idiota por acreditar em suas palavras. É difícil acreditar. Mas faço uma promessa a mim mesmo, entre Chanyeol e Sehun. De nunca mais me deixar ser  usado assim novamente. 
Então, embora ele esteja se comportando como um idiota que é estou destemido a seduzir lo e acabar com a vidinha perfeita dele.  É com esse pensamento que eu me viro para Sehun e envolvo meus braços ao redor de seu pescoço roubando lhe um beijo. 

 

 


Notas Finais


Agradeço a todos que estão comentando.
VOCES SÃO INCRIVEIS MESMO.
Qualquer duvida em relação as coisas até aqui, é so perguntar.
Kisses :*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...