História Batgirl e Supergirl - Pareceria improvável - Capítulo 11


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Categorias Batman, Supergirl
Personagens Barbara Gordon, Kara Zor-El (Supergirl)
Tags Batgirl, Gotham, Heroinas, Romance, Supergirl
Exibições 29
Palavras 986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Super Power, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Poison Ivy


Depois de muitas horas estudando todo o conteúdo que peguei no laboratório já tenho um suspeito, Doutora Luisa Cruz, foi ela quem contratou Pamela e tem acesso às pesquisas dela. Isso explica como a Poison Ivy conseguiu esse emprego, essa doutora já devia estar interessada nessa toxina há muito tempo.

Resolvo ir sozinha atrás dela antes de avisar Poison Ivy, ela pode querer matar a doutora pelo roubo e não quero arriscar uma morte desnecessária. Pego o endereço dela e vou até sua casa que estava vazia, tudo estava em ordem, talvez ela só tenha saído e dormido em outro lugar, amanhã cedo irei até o laboratório procurar por ela.

- Olá me chamo Barbara Gordon estou procurando a doutora Luisa Cruz, tenho assuntos de trabalho para tratar com ela. – Falo com o segurança do laboratório.

- Ela não está, partiu a uma viagem de negócios ontem, sem previsões de quando volta. – Responde o segurança meio mal humorado por estar sendo incomodado tão cedo.

Viagem de negócios, certeza que ela fugiu com a toxina, agora preciso descobrir para onde ela foi. Saindo do laboratório encontro Pamela chegando, decidi que iria falar com ela, talvez ela tivesse alguma pista de onde a doutora Cruz foi, quando estava chegando perto dela me lembrei de um detalhe, eu não estava com meu uniforme de Batgirl e ela não sabia minha identidade secreta e não estava afim de contar para ela agora.

Esperei até quase todos os funcionários saírem do laboratório e dei sorte da Ivy trabalhar até mais tarde que a maioria deles, já vestida de Batgirl, entrei no laboratório dela e contei tudo o que descobri e pedi se ela tinha alguma pista de onde a doutora Cruz tinha ido.

- Ela é uma botânica muito respeitada no meio acadêmico, não faz sentido ela ter roubado e colocado à carreira dela toda em risco. – Poison Ivy não estava acreditando que ela era a culpada, mas com o tempo foi percebendo que não tinha outra explicação para o que aconteceu. – Ela tem contato com um cientista na Alemanha, aposto que eles estão juntos nisso, temos que ir até lá e dar um jeito neles.

- Eu vou sozinha, você pode ficar aqui, eu resolverei tudo. – Falei rapidamente, a ultima coisa que queria era viajar com ela.

- Não venha com essa, eu vou ir até lá, sou eu que sei onde ela está, se você não quiser mais ajudar tudo bem eu vou sozinha e mato ela. – Poison Ivy fala com tranquilidade, já sabendo da resposta da Batgirl.

- Tudo bem, vamos juntas, mas você não vai matar ela, me prometa isso.

- Ok, eu prometo que não a matarei, agora vamos logo não gosto de perder tempo. – Poison concorda com as condições fácil demais, eu não confio nem um pouco nela, terei que ficar de olhos bem abertos.

Avisei meu pai que iria viajar a trabalho e não sabia quando voltaria para ele não ficar preocupado comigo, para Batman e as aves de rapina decidi falar que precisava de umas férias e iria viajar por uns dias, não queria que ninguém soubesse que eu estava ajudando a Poison Ivy.

Depois de uma longa viagem finalmente estamos na Alemanha, para proteger minha identidade secreta combinei com Poison Ivy de me encontrar em um local perto de onde a doutora Cruz e o cientista que ela foi se encontrar supostamente estão. Era um prédio afastado de Berlim, bem protegido por seguranças fortemente armados. Essa história estava cada vez mais estranha.

- Você tem certeza que é esse o lugar? Como você sabe que ela está aqui? – Pergunto para Poison Ivy meio desconfiada de toda essa situação.

- Eu tenho meus contatos... – Foi à única resposta de Poison Ivy.

- Tudo bem, eu só quero ter certeza que esse é o local, olha a dificuldade que teremos para entrar ai, e se não for? – Continuei insistindo para tentar tirar mais informações dela.

 - Não teremos dificuldade alguma em entrar no local. – Poison Ivy estava tranquila com toda essa situação. – Olhe ao redor, esse local está cercado de arvores, cuide para não levar um tiro que eu cuido de todo o resto.

 - Mas... – Antes que eu pudesse terminar minha frase ouço gritos e tiros vindos do portão principal da construção. Raízes de arvores cresceram por baixo e começaram a destruir tudo e matar quem estava por perto. – Pare com isso, você está matando as pessoas.

- A promessa era eu não matar a doutora Cruz, eu estou fazendo o que é necessário para gente entrar, agora vamos logo. – Poison começou a caminhar em direção à entrada com todas as plantas protegendo ela de tiros e matando os seguranças que restavam.

Segui ela, até finalmente entrarmos na estrutura, tudo em silencio, sem sinal de seguranças ou de qualquer pessoa, estava tudo muito estranho, começo a me questionar se deveria ter confiado na Poison Ivy, ela continuou andando como se conhecesse bem o local e soubesse onde deveria ir.

- Como você conhece esse lugar? Como você sabe para onde ir? O que aconteceu com tudo mundo que esse lugar está vazio? – Joguei todas as perguntas de uma vez sem nem ao menos respirar entre elas.

- Você faz perguntas demais, fique calma tudo isso faz parte do meu plano. – Ao falar isso ela entra em uma sala escura.

- Que plano? – Pergunto antes de entrar na sala, como não ouve resposta respiro fundo e entro também. Nesse momento a porta atrás de mim fecha e um luz fraca acende percebo que estou presa em uma estrutura transparente e toda fechada, tento correr para o que parece ser uma porta na estrutura mas antes de chegar vejo Poison Ivy do lado de fora com um sorriso no rosto ao lado da doutora Cruz e um gás começa a entrar que me deixa sem ar e tudo começa a girar até eu cair inconsciente.

 



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