História Batgirl e Supergirl - Pareceria improvável - Capítulo 12


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Categorias Batman, Supergirl
Personagens Barbara Gordon, Kara Zor-El (Supergirl)
Tags Batgirl, Gotham, Heroinas, Romance, Supergirl
Exibições 33
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Super Power, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Supergirl


Acordei em uma cela menor, ainda estava meio zonza sem saber direito o que tinha acontecido, e custando a acreditar que eu tinha caído em uma armadilha da Poison Ivy, não sei como fui tão burra a esse ponto. Com muito custo consegui ficar em pé e do lado de fora da cela vejo a Poison.

- Por que você me prendeu aqui? Se você não me soltar agora você ira se arrepender muito.

- Porque eu preciso de você para me ajudar no meu plano, se eu sequestrasse você, alguém perceberia seu sumiço, mas dessa maneira você pode ficar aqui presa por um tempo sem ninguém sentir sua falta.

 - O que você vai fazer comigo?

- Você vai ficar um tempo aqui longe de Gotham com a doutora Cruz e com uma mistura de plantas que eu produzi que te deixarão mais propensa a falar a verdade e seguir ordens.

- Como assim? O que você quer de mim?

- Tudo, você é a Oraculo sabe de tudo sobre todos e isso vai me ajudar a me vingar do Batman. – Ela da às costas para mim e sai da sala onde eu estava presa.

Ótimo, ela iria me forçar a trabalhar pra ela e possivelmente contar segredos que eu jamais poderia contar, eu precisava dar um jeito de escapar logo daqui, mas como? Eu realmente não contei para ninguém onde estava indo, ninguém viria me procurar... Calma Barbara, você é inteligente já saiu de situações muito piores que essa. Agradeço por ter memoria fotográfica enquanto tento lembrar exatamente do caminho que eu fiz antes de ficar inconsciente para tentar achar alguma coisa útil, mas nada... Poison disse que eu ficarei aqui com a doutora Cruz, ou seja, ela não vai ficar aqui, sem Poison Ivy será mais fácil de fugir, e ela sabe do meu lance de Oraculo e quer usar isso, logo deve ter algum computador que eu vou poder chegar perto por aqui então, perfeito, só preciso dar um jeito de resistir à toxina e mandar uma mensagem para o Batman, simples...

Nada era simples, eu não tinha um plano formado, tudo o que eu podia fazer era esperar e foi o que eu fiz, pacientemente durante quase um dia, na verdade perdi um pouco da noção do tempo, podia ter passado um dia ou algumas horas apenas, senti um gás sendo liberado e eu novamente ficar inconsciente.

Acordei amarrada em uma maca, doutora Cruz estava em pé do meu lado e na sala tinha mais alguns guardas, pelo menos Poison não estava aqui.

 - Muito bem, a paciente esta acordada, vou injetar a primeira injeção da toxina de controle mental, você esta me ouvindo bem Pamela? – doutora Cruz estava com um fone, estava falando com Poison que provavelmente já estava de volta a Gotham. – Ótimo, vou iniciar a primeira fase de testes.

Senti a picada da agulha em meu braço e depois disso tudo ao meu redor ficou lento, eu não conseguia pensar direito.

- Me diga o seu nome. – Ouvi uma voz de longe falando, eu não estava em condições de revidar e apenas respondi naturalmente.

- Barbara Gordon.

- Gordon, muito interessante, você é a filha do comissário Jim Gordon?

- Sim.

- Está ouvindo isso Pamela? ... Tudo bem eu vou perguntar agora para ela... Então Barbara me diga agora quem é o Batman e onde ele vive para minha amiga Pamela ir fazer uma visitinha para ele.

Quando eu ia responder comecei a ter uma convulsão e vomitar, para eu não me engasgar com o vomito a doutora Cruz me soltou da maca eu cai no chão e comecei a vomitar, quanto mais eu vomitava mais eu voltava ao meu normal.

- Você está bem? Já pode falar quem é o Batman? – Ouvi a pergunta, mas dessa vez não senti a necessidade de responder, levantei lentamente ainda fingindo estar tonta sobre os efeitos da toxina. Dois guardas dentro da sala e não fazia ideia de quantos pudessem estar do lado de fora, mas era minha única chance então decidi agir.

Os guardas deviam confiar muito que tudo sairia bem, foram pegos de surpresa e facilmente consegui deixar a doutora Cruz e eles inconscientes, nem fiz muito barulho para isso, nenhum outro guarda entrou na sala, nenhum alarme disparado, realmente ou eles confiavam muito na toxina ou ninguém acredita que uma garota vestida de morcego poderia acabar com eles.

Amarrei os guardas e a doutora Cruz e sai da sala em silencio, precisava achar um computador o mais rápido possível, estava conseguindo passar despercebida até que ouço o alarme sendo disparado. Poison estava no telefone com a doutora Cruz quando tudo aconteceu, ela deve ter avisado a segurança.

Em pouco tempo o prédio estava cheio de guardas, me tranquei em uma sala, a sala parecia um depósito de equipamentos antigos, a porta não iria aguantar para sempre eu tinha que ser rápida, mas nada nessa sala me parecia útil para lutar ou chamar ajuda. Foi quando achei um transmissor de rádio em uma das estantes e um único nome me veio na cabeça, Supergirl.

Ela mencionou que o Superman deu um relógio para as pessoas próximas a ele que transmite em uma frequência que não importa onde ele esteja ele consegue ouvir. Eu estava com sorte, Kara tinha me ensinado sobre isso e acho que eu conseguiria com os equipamentos que tem no deposito criar essa frequência e chama-la.

Consigo criar o equipamento e transmito o som, não tenho certeza se funcionou, vou ter que esperar para descobrir, e esperar lutando, os guardas finalmente conseguem entrar na sala e dessa vez eles estão armados e não são poucos, finalmente pararam de me subestimar.

Eles começam a atirar e eu me desvio entre as prateleiras, percebo que não são balas de verdade que eles utilizam, deve ser algum tranquilizante, isso é bom, eles não me querem morta. Consigo fazer com que eles se separem para me procurar por entre as prateleiras assim posso tentar derrubar um por um de modo silencioso. Infelizmente são muitos guardas para uma sala pequena, quando tentei derrubar o terceiro guarda outros me viram e voltaram a atirar, eu tento me esconder de novo, mas eles estão me cercando é quando eu escuto um barulho de algo sendo destruído e vejo que foi metade da parede que foi quebrada e Supergirl estava na sala e em pouco tempo consegue derrubar todos os guardas.



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