História Batman: À mesa - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dick Grayson, Edward Nashton/Nygma (O Charada)
Tags Batman, Coringa, Gotham
Visualizações 6
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história não tem nenhuma relação com a anterior que estava escrevendo, pois eu simplesmente cansei de escreve-la e resolvi rebootar.

Capítulo 1 - Vozes de um túmulo


Fanfic / Fanfiction Batman: À mesa - Capítulo 1 - Vozes de um túmulo

Gotham City, 6 de junho de 2006

00:00 – Arkham Asilo

Um policial alto olha para o prisioneiro e pergunta sem esboçar sentimentos:

_ Nome.

O detento se manteve em silêncio e de cabeça abaixada, escondendo o rosto.

O carcereiro pega seu porrete e se aproxima do homem preso:

_Não ouviu minha pergunta?

A arma atinge fortemente o estomago do criminoso que é jogado para trás. O sangue escorre de sua boca.

_Eu escutei bem. Mas não tenho um nome. Talvez no passado eu tivesse, mas eu não recordo bem. Acho que era Jack ou algo assim. Mas tudo mudou quando estava com uma ex e tivesse uma briga terrível. Devo confessar que não era bem uma pessoa santa, mas ela... Ah, ela era um demônio, não digo apenas em ciúme bobo, mas ao ponto de ameaçar e matar qualquer um que chegasse perto de mim. Era inverno, dia 19 de dezembro de 1999, ela chegou agressiva e começou a tacar todos os objetos que via em mim até que um acertou minha cabeça. – O detento para um pouco e respira fundo simulando um choro. – Eu caí e ela veio para cima de mim com uma faca. Ela colocou lentamente a faca por dentro da minha boca e disse “Por que tão sério, Jack?” e repetiu lentamente com um sorriso no rosto.

Jack levanta o rosto deixando sua grande cicatriz em evidencia. O policial respira fundo com pavor e exclama:

_Que porra é essa?

O criminoso começa a gargalhar alta e completa sua história:

_ Ela cortou minha boca e foi embora achando que eu morreria em minutos. E de fato, “Morri! E a Terra — a mãe comum — o brilho 
Destes meus olhos apagou!”. Mas o outro eu havia nascido... Oh, não se preocupe, a morte dela foi lenta e dolorosa. Cortei cada parte de seu corpo não a mataria e depois de tortura-la deixei meus cachorros comerem. – Uma nova gargalhada é ouvida por todos do Asilo. O carcereiro tenta esconder sua tremedeira, mas o psicopata percebe e diz. – Calma, eu não sou tão louco. Era mereceu. Todos os momentos em que ela gritava, chorava ou implorava por perdão eu apenas perguntava “Por que tão séria, querida?”. Eu senti extremo prazer.

A porta lateral da sala de revista é arrombada e dois homens com máscara de palhaço invadem. O menor diz:

_Coringa, tudo pronto.

Coringa mostra os pulsos sem algemas para o policial. O trabalhar se assusta e tenta sacar sua pistola, mas com um soco o palhaço do crime o derruba.

O capanga mais alto joga uma máscara de gás para seu chefe.

O psicopata de abaixa até o policial e com um sorriso cruel repete:

_Por que tão sério?

Um gás verde começa sair do tubo de ventilação, Coringa coloca a máscara e sai dançando em meio a um mundo de pessoas se contorcendo no chão.

Gotham City, 6 de junho de 2006

01:20 – Arkham Asilo

Usando terno preto o comissário de policia Jim Gordon chega à cena do crime.

_Sabia que não pode fumar em uma cena de crime, Bullock?

O detetive baixo e de bigode grande sorri mostrando os dentes amarelos para o amigo, joga o cigarro fora e responde:

_Sempre muito sério, meu velho amigo. Venha, vou te mostrar a carnificina.

Os dois homens caminham para dentro do presidio.

_ Praticamente todos os policiais e médicos dessa ala morreram. Seis detentos fugiram, em especial o criminoso que seu amigo mascarado prendeu aqui, Coringa. – Bullock explica a situação para o comissário.

Gordon olha as paredes e encontra um sorriso grande feito em tinta vermelha sobre as paredes brancas. Se aproxima lentamente e percebe que está fresca. Sem perder a calma e a seriedade habitual

_ Quem são os outros fugitivos?

_ Victor Zsasz, Charles Chuck Brown, Jervis Tetch, Harleen Quinzel e Bane Dorrance.

O comissário para de olhar a pintura e volta a olhar para seu colega:

_ Coloque-os na lista de mais procurados.

Jim olha para o chão e vê um jovem perito examinando a cena:

_Não vi o senhor aí, Nashton.

O homem magro, negro e alto se levanta de modo desengonçado e dá um leve sorriso:

_ Prefiro que me chame de Eddie, senhor. –Percebendo que o comissário ignorou completamente sua fala volta a ser sério e fala sobre a cena. - Senhor, morreram há mais ou menos 30 minutos, as faces estão paralisadas formando estranhos sorrisos, preciso fazer mais testes, mas suponho que seja algum gás que gera euforia excessiva.

_Obrigado, Nash... Eddie.

O jovem perito sorriu novamente e voltou ao trabalho.

Bullock dá uma leve risada:

_Acho que alguém quer falar com você, comissário. – O detetive aponta para uma ala escura do prédio. – Não vi nada, estarei aqui vendo a cena.

Jim caminha para o corredor.

_Sabe onde encontra-lo?

_Irei investigar, não acho que irá para o esconderijo antigo. Mas preciso da policia longe do Coringa.

Gordon mantém o olho fixo no morcego gigante escondido nas sombras.

_Isso é insano, sabe que ajudo você, mas não posso dar essa ordem.

Batman dá um passo e um pouco de luz torna sua armadura mais visível:

_O Coringa não é um criminoso comum, levar seus homens é sentencia-los a morte.

Gordon balança a cabeça e diz:

_Vou fazer o possível. Você tem um dia, mandarei meus homens para prender os outros.

O vigilante vira para sair do prédio, mas para por segundos e comenta:

_O seu perito está correto, as vitimas morreram por inalação de um gás produzido pelo próprio Coringa, o gás do riso. Quando inalado a pessoa começa a rir loucamente e com isso a adrenalina sobe rápido demais. É uma morte dolorosa e lenta. Sugiro saírem daqui rápido, porque apenas de já não ter uma grande concentração, ainda pode causar problemas se exposto por muito tempo. Isole a área até amanhã cedo.

Batman não espera nenhuma fala do Comissário e some na escuridão:

_Sim, chefe. – Gordon ironiza a ordem do Cavaleiro das Trevas.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...