História Batman: Ano Um - Capítulo 13


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Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Dr. Thomas Wayne, Lucius Fox, Martha Wayne, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Batman Bruce Wayne
Visualizações 7
Palavras 755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lembra aquela mesa redonda? Essa é continuação do relato de Cobblepot, sobre como fez para roubar a tecnologia das Indústrias Wayne.

Capítulo 13 - O Controle de Mentes.


Um momento depois, Bruce acorda amarrado em uma cadeira. Ele estava em uma sala pequena, ao ver e sentir que estava amarrado, tenta se soltar com todas as forças, mas não consegue; a porta se abre e entra Cobblepot com dois seguranças armados, e Cobblepot estava se aproximando de Bruce. 

Bruce: Seu lixo insano! O que você fez com a minha cabeça?! Por quê sinto dores fortes?! O martelo do meu ouvido parece que vai explodir. 

Cobblepot: Calma, quando você acorda é normal sentir. Quer o segredo para deixar de doer? Apenas relaxe. 

Bruce: Você é um maldito!

Cobblepot dá uma forte bofetada em seu rosto, fazendo sua boca sangrar. 

Cobblepot: Respeite o seu prefeito! Sou a tua autoridade. Escute o que eu vou lhe dizer, riquinho. Enquanto você estava desacordado eu instalei um dispositivo de controle de mentes e coloquei a base no seu ouvido esquerdo. 

Um dos homens armados pegou um tvzinha e colocou Bruce para assistir o processo; e foi mostrado Bruce deitado numa maca, e quem colocava o micro chip do controle de mentes no ouvido esquerdo de Bruce era um dos homens que estavam na segurança  de Cobblepot; havia homens a volta da maca, também armados. 

Assim que acabou as cenas, a tvzinha é tirada. 

Bruce: O que você quer?!! Me deixa sair!!!

Cobblepot: Não seja idiota! Você recusou a minha proposta. Agora encare as consequências. 

Cobblepot pega um exemplar do dispositivo de controle de mentes e amostra á Bruce, era um quadradinho pequenininho, que cabia entre os dedos de qualquer pessoa, era branco, com um círculo preto;  com metais pontudos. 

Cobblepot: Vê? Isso é o controle de mentes. As vezes me pergunto: "Como um negocio tão minúsculo, possui uma tamanha tecnologia?". Não sei lhe responder, mas uma coisa eu sei, isso funciona de maneira muito eficaz. Lembra daquele Jervis Terr, conhecido como "Chapeleiro Louco"? Isso pertencia a ele. Porém o Batman quebrou, por isso mandei fabricarem outro. Ele costumava manipular a mente das pessoas. Só que o otário estragador de planos que chamamos de Batman estragou tudo. 

Bruce: Eu não quero saber de Batman. Eu não tenho nada haver com ele. 

Cobblepot manda dois caras darem socos nele. Depois dos socos, Bruce ficou com o rosto inchado. 

Cobblepot: Eu só mandei eles te baterem, pra ver se tu para com essa falta educação.      Esse micro chip que mandei implantarem em você penetra no teu consciente e o teu subconsciente; e sua mente está num estado completamente sugestionavel a mim. A sua mente está em minhas mãos, eu consigo explorar tudo o que você, até os seus segredos mais íntimos 

Ao ouvir isso, Bruce faz um semblante assustado pois não queria que descobrisse que ele era o Batman. 

Cobblepot: Mas, eu não me interesso pelo seu íntimo, passado, etc etc. Você apenas vai obedecer os meus comandos, como se fosse uma hipnose. Você não vai sentir essa dor quando estiver submetido a mim.   Ou... eu posso te dar uma última chance. Ou você coopera, ou será um manipulado como um cão. É como aquele ditado que os Brasileiros citam inevitavelmente: "Ou por amor, ou pela dor".   Se eu fosse você, eu agradecia.    E então? Sim ou não. 

Bruce: Você é sujo. Não merece ser chamado de líder, o seu padrão de excelência é inexistente. Lixo imprestável. 

Cobblepot: Bem, eu interpretei isso como um não. Sinto muito, sr Wayne. Pelo visto, você é apegado aos brinquedinhos. Eu vou apertar o controle.

Bruce: NÂÂÂÂOOOW!!!!!

Bruce se desespera, e Cobblepot pega um botão pequeno e aciona a ligação do controle de mentes. 


               MEMÓRIA COBBLEPOT OFF


Pinguim: E foi assim que tudo aconteceu. Depois que eu ativei o controle de mentes, ele me revelou todo tipo de tecnologia que as indústrias Wayne produzia para os mercados de trabalho. E graças a minha genialidade, hoje usamos no mercado negro.

Charada: E o que aconteceu depois? 

Pinguim: Você sabe o que aconteceu depois, cara. Eu tive que mandar uma gangue de terroristas destruir a mansão dele, afinal, eu sabia que o efeito do micro chip ia se findar, então fiz o que tinha de ser feito. 

Chapeleiro: Realmente, o controle de mentes foi destruído pelo Batman, que agora está desaparecido. Aí depois você foi até a LexCorp pedir para fabricar outro subornando-o com muito dinheiro sujo, e depois eu fiquei brincando um pouquinho com o nosso brinquedinho, depois te emprestei, Pingo. 

Pinguim: Isso é. 

Charada: Ok, eu estou ficando entediado, Harvey, pula pra parte do Cruzeiro. 

Harvey: Ok, daqui, duas semanas estaremos nos divertindo, com mulheres, bebidas, armas. Parabens Pinguim, muito astuto. 





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