História Battle Bands - Capítulo 3


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Ballora, Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Circus Baby, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Funtime Foxy, Funtime Freddy, Golden Freddy, Mangle, Marionette, Nightmare Chica, Personagens Originais, Plushtrap, Purple Guy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Balloonby, Bonnica, Cancindy, Candy, Cindy, Cook, Fangle, Freddica, Jeook, Jerry, Plushoon Girl, Pole, Pouin, Pullora, Toy Freddica
Visualizações 55
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Problematic Duo


Fanfic / Fanfiction Battle Bands - Capítulo 3 - Problematic Duo


~Balloon Girl
 Eu dormia igual a uma pedra. Aquele era nosso suposto primeiro dia de aula na escola Fazzbear, porém eu não estava nada animada. Para que escola?! É um saco.
— Acorda Dianna! Vamos, está atrasada!– meu irmão gêmeo, Dylan, sacudiu-me.
— Que merda você em mano.– levantei e fui até minha parte do armário, me enfiando dentro da pequena cabine onde nos trocávamos. Coloquei o uniforme da escola, prendi meu cabelo como de costume e saí. 
        
       O uniforme feminino consistia em uma gravata vermelha, uma camisa social branca, um suéter azul marinho e uma saia vermelha. Porém eu optei por usar uma bermuda, já que nas regras da escola não havia nada contra isso. 
       Enfim, saí, e lá estava meu lindo irmão me esperando enquanto mexia no meu Nintendo Switch.  Eu praticamente pulei em cima dele.
        — Solta que eu mordo!– gritei, pulando em cima dele e tentando pegar meu Nintendo.
        
         — Sai de cima de mim sua maluca!–  escapou e passou correndo pela porta. Sorri arrumando minha cama e logo depois fazendo o mesmo caminho que Dylan.
  
•••
          Chegamos uns vinte e cinco minutos depois, caminhando. Todos olharam para nós, eu sorri meio torto, e meu irmão ficou muito envergonhado. Ele saiu correndo na frente, e eu fui correndo atrás dele. 
           
             Enquanto meu irmão tentava se desvencilhar dos olhares, eu procurava a sala. 9-B. Ficava no primeiro andar, ao lado do quadro de avisos pelo que conseguir ver no "mapa". Puxei Dylan pelo pulso e saímos correndo até achar a sala, olhando as plaquinhas. Abri as portas, procurando um lugar para sentar. O ser ao meu lado murmurava algumas palavras.
           
             Achei duas carteiras uma na frente da outra, vazias. Sentei na primeira e senti meu irmão fazer o mesmo atrás de mim. 
•••
~Chica
   Era intervalo, eu e as meninas da banda diacutíamos sobre os assuntos que não deu para falar no dia anterior. Comíamos e ríamos, quando escutamos a briga entre dois irmãos. 
  
     – Não vou repetir, Dylan! Não quero você mexendo no meu Nintendo Switch de novo!– exclamou uma garota de marias-chiquinha, enraivecida.
      – Qual é, Dianna, somos irmãos não somos? Aprenda a dividir!
       – Se for pra dividir, eu divido uma caixa de lápis de cor, divido as cobertas da cama, até comida eu divido! Mas não o meu Nintendo bebê! 
        – Tudo bem, parei.
    
       – Promete que nunca mais vai pegar minhas coisas sem pedir? 
  
       – Prometo.– E ela abraçou ele. Tipo, a briga foi bem estranha, mas foi fofo os dois fazendo as pazes. 
        Bem, eles saíram da cantina, e nós voltamos a comer. 
~Balloon Girl
    Tudo bem, meu irmão é egoísta? É. Pega as minhas coisas sem pedir? Pega. Mas convenhamos, ele é basicamente o oposto de mim. Consegue ser calmo e prestativo nas horas certas, é engraçado, bonito, e gentil quando lhe convém. Sei que, eu odeio ele, mas aquele ser continua sendo meu Onii-baka. 
 
       Estava andando pelos corredores da escola, à procura de algo interessante. Quando você é aluno transferido, não tem muitos amigos nem nada para fazer. A não ser é claro, que você se chame Dylan Takashi, e seja perfeito em tudo o que faça. 
 
          Olhei, olhei, e nada. Já estava desistindo, quando vi um papel solicitando membros para uma banda de garotas. "Crazy Queens", é, era esse o nome. Bem, não tenho nada para fazer, sei tocar bateria, e, me interesso bastante por música. Acho que posso tentar entrar. Sorri involuntariamente com o pensamento. 
           – Olá Dianna.– ouço a voz do meu gêmeo atrás de mim.
        
            – Fala irmão.
  
           – Eu estava vendo o ensaio da banda dos meninos, tocam muito.– fez gestos como se tocasse uma guitarra imaginária.
          
          – Será que eu posso ver?– bati palmas.
  
          – Não, é só para exclusivos, como eu..
         — Aí cara, tu já tem vaga garantida no inferno. 
          Ele riu de uma maneira idiota e saiu. Eu já disse que odeio ele? 
         Saí de perto bufando, mas Ainda com a mentalidade de ir no clube daquela banda depois da aula. 

••• 
   E lá estava eu, que nem uma doida andado pelos corredores. Era impossível achar a sala daquela merda de banda. Decidi correr ao quadro onde havia o mapa da escola, quando do nada trombei em alguém.
 
        Ele tinha cabelos num tom esverdeado-dourado, não sei descrever. Os olhos eram negros e a pele bronzeada. Ao me perceber olhando ele, corou. Me levantei com um pouco de dificuldade e ele permaneceu sentado, me encarando. 
        — Quer ajuda?– perguntei divertida.
        — Ahn? Não, valeu.– ele disse, impulsionando um pouco o quadril e ficando de pé. Puta merda amigo! Me ensina esses bagui? 
  
        — Sou...
        — Dianna Takashi, não? 
       — É, como sabe?
       — B-Bem, estamos na mesma sala e....
 
       — Estamos?
       — Sim, me chamo Henry.
       — Prazer Henry, agora eu tenho ir, até amanhã.– sorri.
       Tá, depoi de meia hora consegui achar a bendita da sala 7a, e quando entrei as senpais estavam tocando. Esperei e me apresentei, dizendo que sabia tocar um pouco bateria. Eu consegui entrar na banda, estava muito feliz.


 



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