História Battle Scars - Capítulo 22


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Chloë Grace Moretz, Crystal Reed, Elle Fanning, Hayes Grier, Jack & Jack, Nash Grier, Nate Maloley, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Chloë Grace Moretz, Crystal Reed, Elle Fanning, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Casais, Família, Festa, Jack And Jack, Mutilação, Shawn Mendes, Violencia
Visualizações 47
Palavras 2.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello
Desculpem-me se o capítulo não ficou muito bom. Eu também decidi atualizar para não deixá-las sem. Perdoem se não ficou tão bom, ou extremamente ruim...
Eu não sei quando vou atualizar novamente, talvez amanhã, ou só o mês que vem...
Boa leitura! ❤

Capítulo 22 - Tears.


Fanfic / Fanfiction Battle Scars - Capítulo 22 - Tears.

POV. ASHLEY COOPER 

Chegamos em casa, Carol também decidiu vir conosco. A mesma estava super animada, e nos disse que já queria comprar algumas roupas para o bebê, o que não seria muito prático, ainda não sabemos o sexo do feto que ela carregara até então. Mas a morena me convenceu de algum modo, dizendo que compraria cores neutras, como amarelo e branco. Desde esse argumento, não falei mais nada. 

Minha mãe provavelmente saiu novamente, deixando macarrão para comermos. Kate está na cozinha, esquentando nossa comida, enquanto estou aqui no quarto, com uma louca falando incansavelmente em seu celular. 

Lá estava eu, lixando minhas unhas, gosto delas bem lixadinhas e grandes, mas claro, não exageradamente grandes. 

Ouvi ela desligando o mesmo aparelho em que falava incessante. 

Carol: Amiga, vai mesmo me acompanhar em um banho de lojas no centro? -A olhei sem respostas, dei de ombros e voltei a meu trabalho anterior. -Obrigada por essa bela resposta! -Falou sarcástica, se jogando em minha cama, sentando-se na mesma. 

-Ah, eu não sei... Talvez? 

Carol: Amigaaa, por favor! -Correu, se ajoelhando em frente à mim, que continuei sentada em minha cadeira, deixando minha lixa juntamente com o alicate em cima da mesinha. -Eu não quero ir sozinha... E além do mais, podemos comprar roupas para você também... Aproveita em quanto está com sua personal style particular.

-Hum... -Soltei uma risadinha nasal. -Tá, né. 

Carol: Vamos ver como está seu guarda-roupas. -Foi em direção ao objeto citado, o abrindo sem mais nem menos. Levantei-me resmungando, enquanto cruzava meus braços cruzados. -É, você até que tem bom gosto. -Fechou as portas do guarda-roupas, abrindo as gavetas do mesmo. 

-Ei, não mexa nisso. -Falei tentando pará-la. O que de certa forma não adiantou, tentei a empurrar, mas ela fora mais rápida, puxando uma peça de uma roupa íntima da gaveta. 

Carol: Uou... -Analisou a peça com cuidado e atenção. -É tão linda. Eu adorei! -Falou ela, enquanto olhava-a. A peça pertencia a um conjunto, o sutiã estampado com detalhes em dourado e preto, e a roupa de baixo, ou calcinha, era totalmente preta. -Tá de parabéns! -Largou a mesma, voltando a mexer nas gavetas, a procura de outras... 

-Já chega! -Tirei sua mão dali, fechando a gaveta rapidamente. 

Carol: Ain... Eu só estava olhando... 

-Pois bem, já olhou bastante. 

Carol: Eu nunca te vi de roupa íntima. -Disse pensativa, recebendo um olhar estranho meu. -O que foi?

-... Nada não. 

Carol: Vai comigo? -Ameaçou-se a ajoelhar novamente, porém segurei seu ombro e neguei sucessivamente, ela apenas fez um biquinho. 

-... Eu vou. -Suspirei derrotada. 

Carol: Obrigada, miga! -Abraçou-me se jogando em meus braços, minhas forças não foram suficientes para segurá-la, então, antes de conseguir me apoiar em algo... caímos juntas no chão. Senti um impacto forte contra minhas costas, e aparentemente ela estava perto de mais de mim, com seu rosto por cima de meus peitos. 

 Nesse mesmo momento senti alguns olhares queimando sobre nós duas. Admito que aquilo estara super estranho... 

Olhei automaticamente para a porta, e vi minha irmã parada, com os olhos arregalados. 

Carol se levantou, me ajudando a fazer o mesmo. Levei minhas mãos até minhas costas, forçando-as, e suspirei fazendo uma careta de dor. 

Kate: Eu não sabia que... -Olhamos para a garota, que agora se mantia apenas calada. 

Carol: É que eu caí por cima dela, somente isso... Foi sem querer. 

-Só isso? -Gemi em frustação. -Não é você que está com as costas doloridas! 

Kate: Como assim? 

Carol: Eu fui abraça-la, mas, ela não aguentou e caiu, me levanto junto. 

-Eu não estava esperando que você fosse praticamente pular em mim. -Disse na defensiva. 

Kate: Eu achei que vocês... 

Carol: Achou que tínhamos virado lésbicas? -Soltou uma gargalhada. -Eu nunca trocaria um pênis por uma... 

Kate: JÁ ENTENDI! -Gritou ela, meio envergonhada.

Carol: Não sei por que essa sua vergonha toda, é tão normal... Em um futuro próximo você também vai pegar em um... Lide com isso! 

Kate: Eu não vou... 

Carol: E um conselho, se tiver um namorado, tente realizar todos os seus desejos... Se não, ele poderá procurar outra pessoa para isso. 

Permaneci calada, em meu lugar. 

Kate estava com suas maçãs de suas bochechas levemente coradas. 

Carol: Você também vai ter que pagar um boq... -A imterrompi. 

-Tudo bem... Ela já entendeu. 

Após esse constrangimento todo da parte de minha irmã, fomos almoçar. Não tocamos mais no mesmo assunto aparentemente. 

** 

Carol e eu fomos ao centro da cidade, com o carro de seu namorado. Ela disse que ele costumava ser muito ciumento com o veículo, e não a deixava dirigir. Mas ela o convenceu de fazê-lo, dizendo que eu também iria com ela. 

Paramos o carro perto de uma loja de roupas femininas, como o mesmo nome dizia "Moda feminina e infanto-juvenil". Caroline saiu do carro eufórica, pois achou um moletom estampado com cores roxas e rosas na vitrine e é bem provável que queira levar. Eu apenas a segui, enquanto uma moça que trabalhava na loja veio nos perguntar se precisávamos de ajuda. 

Também trouxe dinheiro, vai que acho algo de meu gosto.

Carol: Você poderia me mostrar alguns casacos? -A mulher assentiu, a levando para um lugar aleatório, mais à frente. Resolvi ficar olhando entre a variedade de vestidos e croppeds, outra mulher, mais morena que a anterior, também veio me atender, porém eu disse que não precisava de ajuda, claro que com "jeitinho", e educação. 

Após alguns minutos, Carol veio à meu encontro, eu havia comprado uma calça jeans clara, e alguns colares de pretas brilhantes.

Carol: Amiga, achei uma roupa pra você... É sua cara! -Mostrou me o cabide com uma blusa moletom, ela possuía exatamente uma galáxia, em uma mistura de cores pastéis e quentes. 

** 

Três horas da tarde. Já haviam se passado duas desde que chegamos nas lojas. Ela me fez andar a procura de outras roupas. Me fez experimentar variados tipos, e cores, e também lhe comprou algumas, com minha ajuda. 

Resolvi lhe presentear com algo, ela escolheu um macacão preto, longo, indo até em suas panturrilhas. 

Então ela retribuiu, me presenteando com um sapato alto, na cor vermelho vinho, ele era bem detalhado, eu diria. 

Caroline também decidiu levar duas lingeries para minha irmã, sim, duas nas cores preto e branco, não eram muito vulgares, então acho que ela irá gostar. 

Após passar em todas os estabelecimentos por ali, disse que estava com fome, e fomos comer um café. 

Encontramos algumas pessoas de nossa escola... E Callie e Nate também estavam no mesmo lugar que nós duas, eu não havia percebido de primeira, mas, estou tentando não olhar em suas direções desde que os percebi aqui. 

Carol: Relaxa... -Soltei um ar de meus pulmões, que eu nem liguei que prendia, e relaxei meus músculos. 

Ambos estavam sentados juntos, em uma única mesa, o que me deixava triste... Por mais que eu tente, não é tão fácil deixar de gostar de alguém. 

Sempre me falam que eu estou sendo trouxa por gostar de um garoto que aparentemente está com outra agora... Ele já me substituiu... 

Carol: Se quiser, podemos sentar em outra mesa, longe deles. 

-Não precisa, está tudo bem. -Dei um mordida em meu sanduíche.

Carol: Tá bem. -Bebeu seu suco, ela também comia um sanduíche, a diferença era que o meu era um sanduíche natural, e o dela não. Acabamos o lanche, e conversando, enquanto a esperava acabar seu suco de laranja. 

Olhei discretamente para o "casalzinho"... E os vi conversando; ela falava com um sorriso nos lábios. De repente, Nate olha em minha direção aleatoriamente, me fazendo virar bruscamente. 

-Droga. -Murmurei. 

Carol: O quê? -Perguntou-me, curiosa. 

-Ele me viu. 

Carol: O Maloley?

-E quem mais seria? 

Carol: Não sei... -Levantou-se, ela iria pagar, mas eu insisti várias vezes para que eu também iria contribuir. 

Enfim, eu a estou esperando já fora do estabelecimento, enquanto ela paga os lanches e as bebidas. 

Ouvi uma voz masculina me chamando várias vezes, e me virei minimamente, pois já sabia quem era o possível dono da mesma voz. 

Nate: Me bloqueiou, foi? 

Continuei sem responder, apenas olhando para longe, para longe dele. 

Nate: Porque? 

Nate: O que foi que eu fiz?

-Nada, ué. 

Nate: Então... ? 

-Eu não bloqueei ninguém, apenas parei de falar contigo. 

Nate: olha, eu não ligo se aquelas mensagens forma sua irmã... Não precisa se distanciar de mim por causa isso.

-Não me distanciei pelo fato de que minha irmã mandou as mensagens e eu fiquei sem jeito... Foi exatamente o contrário, aquilo que li... 

Nate: O que você leu? 

-Por que não vai perguntar para a Callie? -Falei com desgosto. -Ela deve saber a resposta. 

Nate: Não, eu não vou.

-Então vá se ferrar. 

Nate: Que rancor. -Revirou seus olhos, se aproximando minimamente, eu me afastei um pouco do garoto. 

O perfume dele misturava-se com um perfume feminino, e aquele fato me irritava profundamente. 

Nate: Me desculpa mas, não entendo porquê está assim... Porra, eu não fiz nada! 

-Não aumente esse seu tom de voz comigo. -Fiquei de frente para o Maloley, o encarando com o mesmo desgosto de antes. Mas por dentro, eu estava pegando fogo. E queria sair por aí, sem destino algum, chegar em um lugar isolado onde eu pudesse ficar sozinha... E pensar sem nenhuma pressão.

Nate: A gente não tem nada, se eu quiser ficar com a Callie, eu fico. -Disse inexpressivo. 

Não é como se eu quisesse prende-lo, ou o privar de algo, mas... Simplismente não consigo encarar o fato de que a Callie e ele já ficaram... Várias possibilidades pairam sobre minha mente. 

E o famoso ditado começa a fazer sentido para mim. Realmente, o que os olhos não vêem, a mente imagina três vezes pior. 

-Então fica com ela, droga! -Falei pronta para sair dali, porém o moreno segurou em meu pulso esquerdo, me forçando a olha-lo, mas, eu preferia olhar para cima, do que encara-lo. 

Nate: Se eu quiser, eu fico mesmo!

-E o que eu tenho a ver com isso? -Falei, fingindo estar pouco ligando para a situação, mas o que acabei de ouvir, me machucou.

Nate: Eu pensei que você era compreensiva. Mas, só vejo que é uma obsessiva louca. 

-Louco é você, e eu não sou obsessiva; pelo menos, não quando o assunto é você.

Nate: Você não engana ninguém... -Riu falso. -Eu sei que está morrendo de ciúmes. 

-Me deixe em paz. -Tentei me desvencilhar de si. 

Nate: Não. -Respondeu friamente. Com um reflexo enorme, me soltei de sua mão e lhe dei um soco no rosto, não sei de onde tirei toda essa coragem. 

Por mais que eu tentasse, tinha certeza que doera mais em mim, do que nele. 

Nate: Filha da puta!  -Me olhou com ódio, enquanto levou sua mão onde lhe dei o soco, na altura do nariz. 

Aquilo era o cúmulo do absurdo para mim, poderia me xingar, agora colocar minha mãe em uma situação que ela nem sequer pode se defender? 

Senti que ele iria avançar em mim, para revidar o soco, ou quem sabe, não. Não sei se ele é capaz de fazer algo do tipo, mas, podemos pensar que sim. Pois sua expressão era de pura raiva em minha direção, creio que se ele o fizesse, eu ficaria bastante machucada pela suas agressões. 

Enquanto sofria em antecedência, não vi quando Caroline se enfiou na frente do garoto, e a tal Callie o segurava, me olhando com um desprezo enorme. 

Carol: Vamos embora. -Me empurrou levemente, pelos ombros. Nós nos distanciamos dos dois. Ele ainda me olhava com raiva, e aquela jararaca dizia algo para ele. 

Olhei para minha mão que ainda estara com o punho cerrado. 

Eu lhe dei um soco no rosto... 

Carol: Entra. -Abriu a porta para mim, enquanto rodeava o carro, entrando no lugar do motorista. 

Entrei no carro, sentindo me tremer levemente. Lágrimas se formaram em meus olhos, e eu logo tratei de enxuga-las rapidamente, mas infelizmente a Reed acabou percebendo. 

Carol: Não fique assim. -Me olhou com pena.

Encostei minha cabeça do vidro transparente do carro, apenas observando a paisagem "se movendo" a medida que o carro andava.

Lágrimas novas brotaram, e eu apenas as deixei cair, chorei calada até o chegarmos em casa. 


Notas Finais


Kissus ❤


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