História Be a Ghost - Capítulo 13


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers
Tags Barnes, Bucky, Marvel, Soldado Invernal
Exibições 74
Palavras 2.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HELLOOO TERRAGUEOS \m/
Sorry pela demora, minha ispiração pra fic da Marvel foi embora totalmente, ai eu tomei vergonha na cara hj e decidi escrever :D Então aqui estou eu ^-^
Obrigado a quem comentou e favoritou no capitulo anterior, já são quase 100 favoritos, isso me deixa muito feliz *---*
^Boa leitura^

Capítulo 13 - Lets Fight


Assim que minhas ataduras foram terminadas, James insistiu que eu ficasse quieta e descansasse, assim eu o fiz, me sentei no chão, deixando a perna estirada e apoiei a cabeça na parede atrás de mim, fechei os olhos e tentei me imaginar em uma boa situação, algo bonito, lindo de se ver. Mas meus pensamentos eram pesados demais e atrapalhavam toda minha imaginação, eu já não tinha mais cabeça para pensar em arco íris e algodoes doces, minha imaginação agora era usada para matar, para pensar em novas formas de usar meu poder e apenas para isso.

         Após um tempo, desisti de tentar, não iria conseguir mesmo parar de pensar em coisas ruins. Tentei me lembrar de momentos de minha infância, quando eu supostamente era feliz, tenho apenas fragmentos de histórias, minha cabeça foi prejudicada demais e tudo que eu tenho são apenas isso, fragmentos, pedaços, cacos de histórias não mais lembradas por inteiro. Eu deveria já estar acostumada a não saber do meu passado feliz, apenas das missões, apenas das coisas ruins, mas eu não acostumei, eu quero os momentos felizes mais do que tudo.

          Se passou algumas horas e Steve Rogers voltou, ele e seus amigos tinham bolado um plano e irão executa-lo pela manhã, quando o resto de sua equipe chegar ao aeroporto, o nosso ponto de encontro. Certo, bom plano, impedir o homem que controlou Bucky de fazer algo muito pior e ainda ter que passar pelo Homem de Ferro e sua equipe. Os vingadores estavam divididos e teriam que lutar entre si, uma luta entre heróis, pra que se precisa de vilões quando os heróis começam a batalhar entre si?

 

          Amanheceu e logo saímos em um fusca azul, nada mais discreto que isso nos foi oferecido, então partimos com ele para o aeroporto. No caminho, para de baixo de um viaduto, onde aquela agente que está do lado do Capitão América está nos esperando, ou esperando ele. Rogers desce do carro indo na direção dela enquanto esperamos pacientemente. A loira abre a porta malas do carro, mostrando o escudo de vibranium e as asas de Sam. Os dois conversam mais um pouco e numa atitude totalmente inesperada para mim Steve se aproxima da agente a puxando para um beijo. A perplexidade com certeza poderia ser vista em meu rosto mas quando ele se virou para nós, um sorriso apareceu, pela forma que ele reagiu, eu não fui a única a sorrir.

          Após pegar as coisas que Sharon – agora sei seu nome – trouxe, eles se despedem e ela vai embora. Continuamos nosso caminho até o aeroporto silenciosos e ansiosos. Eu encara as estradas e os carros que passavam ao lado, algumas crianças brincando com seus brinquedos, jovens casais dormindo, cães... Estavam felizes, talvez fossem acampar, passear, visitar parentes, mas nenhum deles iria combater super-heróis, por isso suas vidas já era trilhões de vezes melhor que a minha.

          Quando chegamos ao aeroporto, paramos perto de uma van branca e Rogers desceu do carro, seguido de Sam. Enquanto eu e Bucky saímos, ficando envolta do carro mesmo, o Gavião Arqueiro e a Wanda Maximoff aparecem e começam a conversar com os outros vingadores.

     - E o outro recruta? – Capitão pergunta quando eu começo a prestar atenção no que falam.

     - Ele estava ansioso pra vir – Barton vai até a van e abre a porta, nos dando visão para um homem cochilando lá dentro – A viagem deu uma canseira, mas ele está bem.

          O homem se levanta meio atordoado como se não lembrasse o porquê de estar aqui.   

     - Que fuso horário é esse? – ele pergunta parando de andar e então continua após levar um leve empurrão de Barton. Ele para de frente para Steve e arruma a postura – Capitão América.

     - Senhor Lang – o loiro estende a mão e o outro homem a agarra, a apertando e balançando por um tempo considerado muito longo para um aperto de mão.

     - É uma honra... Estou apertando a sua mão a muito tempo né? – ele o solta – Isso é incrível, o Capitão América – ele diz incrédulo. Parece que temos um fã do Capitão aqui – Eu te conheço também, você é ótima.

          Ele olha para Wanda por um instante e depois volta olhar para Steve. Um suspiro sai de sua boca e o mesmo dirige as mãos aos braços de Steve, como se medisse seus músculos. Não pude evitar soltar uma risada disso.

     - Olha – ele volta a falar – Eu queria falar que sei que conhece várias super pessoas, então, obrigado por me pensar.

          Rogers agradece com um aceno de cabeça e o homem fala com Sam, algum tipo de piada interna que ambos não acharam muito engraçado eu acho.

     - Te contaram o que vamos enfrentar? – Steve se dirige ao homem a sua frente.

     - Alguma coisa haver com assassinos psicopatas? – uma afirmação ou uma pergunta? Não sei dizer.

     - Nós estamos fora da lei dessa vez – ele o alerta – Se vir será um homem procurado.

     - Tá legal vai, é normal pra mim – ele sorri de canto.

     - Temos que ir embora – Bucky diz chamando a atenção de todos.

     - O helicóptero está pronto – Clint avisa e então ouvimos uma voz pelo auto falante do aeroporto. Pelo que entendi, estão mandando evacuar o aeroporto, não é um bom sinal.

     - Estão evacuando o aeroporto – digo e todos olham pra mim, o homem que antes conversava com Steve só percebera minha existência agora.

     - Stark – Sam confirma a ideia de todos sobre o que está acontecendo.

     - Está na hora – Steve diz e vem na direção do carro.

          Todos vão se preparar. Sharon trouxera roupas e uma bota para mim então fui me trocar em um dos banheiros do aeroporto e lá encontrei Wanda, ela já estava com seu uniforme e quando entrei ele levou um leve susto.

     - Wanda – me aproximei dela com as roupas que me foram dadas em mãos – Eu... sinto muito pelo seu irmão.

     - Obrigada – ela diz com seu sotaque – Pra onde você foi quando eles apareceram? Um ataque e você foge deixando tudo pra trás.

     - Eu não tinha nada lá – digo quase gritando – Vocês tinham sua vingança pra completar e eu só era mantida lá. Eles não precisavam de mim. Strucker tinha que cair e foi isso que aconteceu, tudo que pude fazer foi desaparecer. Não venha falar comigo como se isso fosse errado, você fez muitas coisas também, não pode me julgar. – joguei as palavras sobre ela e começo a me arrepender um pouco – Eu só... não podia ajudar ninguém, nem eles, nem você e seu irmão, na época eu não podia.

     - Não estou lhe julgando, foi uma ótima decisão para o momento, queria eu ter a tomado também. – ela sorri minimamente e se vira – Vou deixar que se troque.

          Ela saiu me deixando sozinha. Ponho as roupas sobre a pia e o par de botas no chão e então começo a me despir, com todo cuidado para não abrir novamente os ferimentos. Jogos as roupas no lixo junto com o par de tênis e visto a roupa que Sharon trouxe, uma calça jeans cinza um pouco clara, uma blusa branca e uma jaqueta de couro preta. Calcei o par de botas pretas e me olhei no espelho, até pareço normal.

          É incrível como por mais que eu não durma, eu não tenha olheiras debaixo dos olhos, minha ´pele continua pálida como sempre. Em meu pescoço ainda há marcas da mão de Bucky, as cubro com o cabelo, deixando ele penteado separado de lado, fazendo minha franja cair sobre meu rosto. Meu ombro e minha perna já não doem tanto, tomei anestésicos antes de sair e o efeito deles devem durar até escurecer então estou temporariamente bem.

          Saio do banheiro seguindo para onde Bucky e Sam estão, fomos divididos e eu fiquei com eles, Steve sabia que eu não aceitaria ficar longe de Bucky em uma batalha.

     - Você não deveria estar aqui – James disse quando cheguei – Está ferida.

     - Eu estou bem, não irei me esforçar muito, acredite em mim, não piorarei meu estado, sou a última pessoa que iria querer que isso acontecesse. – solto um sorriso – Eu não quero ser uma inútil aqui, quero ser útil.

     - Me prometa uma coisa... – digo que sim com a cabeça – Se algo acontecer, você irá fugir, sair daqui e desaparecer, promete?

     - Não saio sem você, então se estiver comigo, sairei sem problemas. – ele ia dizer algo mas eu o impedi – E não vá contra mim, sabe o quanto sou insistente, não conseguira me convencer do contrário ao que eu falei.

     - Tudo bem, posso me arrepender disso, mas você sabe cuidar de si mesma, então tudo bem.

         Estamos no terminal, Wilson está procurando o quinjet com seu “Asa Vermelha”. Steve está conversando com Tony Stark e Rhodes, ouvimos a conversa pelo pontos em nossos ouvidos. Natasha aparece e tentam fazer Steve se entregar, coisa que não acontece. Prestamos atenção na conversa até que Steve dá o sinal para que comecemos a correr. Uma pessoa de roupa vermelha e azul surge no vidro, rastejando sobre ele, continuamos a correr e ele nos segue pelo vidro.

     - O que é aquilo lá? – Bucky pergunta se referindo a pessoa no vidro.

     - Todo mundo tem uma bugiganga agora – Sam comenta pouco impaciente.

     - Tenho quase certeza de que é um homem – digo e então esse homem quebrar o vidro atacando Sam e o jogando de lado.

     - Você tem um braço de metal! – ele diz segurando o soco de Bucky e virando seu braço, sua voz é de um garoto. – Isso é muito maneiro!

          Sam o ataca e sai voando segurando o garoto, eu e Bucky corremos em sua direção enquanto ele se solta e Sam tenta atingi-lo de qualquer jeito. O garoto se pendura pelos ferros no teto com suas teias – sou bem observadora – e desvia dos ataques de Wilson. Bucky arranja do chão uma placa pesada e joga em sua direção, nos escondemos atrás de uma coluna e Bucky quase é pego pela mesma placa que foi jogada de volta pelo garoto. Tento acerta-lo com minhas correntes de energia mas ele desvia, servi de uma boa distração para Sam o empurrar de onde estava. Não ajudou muito, acabou por piorar a situação, um pedaço de teia acertou as asas de Sam, as fazendo parar de funcionar e ele cai, logo levanta e tem suas mãos presas na pequena parede de vidro.

     - Vou distrai-lo e você o ataca, okay? – Bucky cochicha pra mim e corre para cima do garoto quando o mesmo se mantem pendurado em uma de suas teias.

          Bucky e Sam são derrubados e caem no andar debaixo.

     - Hey, garoto! – o chamo e consigo pega-lo com minhas correntes de energia, ele não deve sentir o choque, devido a roupa, mas consigo atrai-lo e chuta-lo no peito.

     - Que linda! Seu cabelo é branco, isso é muito legal! – ele diz se levantando e lançando teia em mim, desvio de uma e a outra em minha mão, ele tenta me puxa por ela e lança outra teia em minha outra mão – Nossa, você é mais forte do que parece.

     - Muitos anos de treinamento não são jogados fora por causa de um garoto dando uma de super-herói – uma onda de energia é transmitida de meu corpo e o atinge, levanto as mãos segurando as teias e o jogo longe pra fora do terminal com uma força que a muito tempo não aparecia.

          Pulo pra onde Bucky e Sam estão e me apoio fazendo colunas de eletricidade pra não cair e ferrar com a perna de novo. Ajudo Sam e Bucky a se soltarem das teias e corremos para a pista na direção do quinjet, nos encontramos com os outros indo juntos ao quinjet, mas Visão aparece e usa a joia em sua cabeça para fazer uma linha no chão para nos impedir de passar.

     - Capitão Rogers – Visão começa – Sei que acredita que o que está fazendo é o certo, mas pelo bem coletivo, vocês devem se render agora.

          O time deles se junta, todos ficam parados um do lado do outro assim como nos. Uma tensão é posta no ar, todos sabem que devem lutar, mas não querem, são amigos e não querem ter que bater em pessoas próximas. Mas é o que deve ser feito, eles tem seu ponto de vista e sendo o certo ou não, estão agarrados a ele e irão lutar por ele.

     - O que vamos fazer, Capitão? – Sam pergunta.

     - Vamos lutar.


Notas Finais


briga!briga!briga! - multidão de escola
Ah mds, ta bem hard escrever cena de luta, não sei oq achar das que escrevi, então please, me digam <3
Até os comentarios :)
Bejunda >.<


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