História Be a Ghost - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers
Tags Barnes, Bucky, Marvel, Soldado Invernal
Exibições 160
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLA TERRAGUEOS \m/
Nem demorei tanto dessa vez né :P
Então não tenho nenhum aviso pra dar ;-;
Boa leitura :*

Capítulo 5 - An Escape Without Success


Ela tinha que repensar seu plano. Se ela conseguir usar seus poderes para dar um curto circuito na porta, poderá sair, se tiver alguém no corredor ela terá que agir, ela não sabe onde Bucky está, mas sabe onde ficam as celas, onde provavelmente o saldado estaria, mas ele não é qualquer um, então está em uma cela separada e Casey tinha uma ideia de onde seria essa cela. Depois de acha-lo, com a ajuda dele seria mais fácil escapar dali com facilidade.

          Cassandra veste um casaco e amarra os cadarços da bota que antes estavam soltos. A moça se aproxima da porta e põe as mãos na fechadura, ela se concentra e suas mãos começam a brilhar, a energia passa por seu corpo até sair por suas mãos e fritar a fechadura, Casey puxa a porta que se abre facilmente e põe a cabeça pra fora do quarto para observar o corredor na esperança de não ter ninguém. E não tem. Cas sai completamente e fecha a porta, em seguida começa a correr pelos corredores sempre parando para verificar se alguém estava vindo e se estivesse, ela mudava de caminho.

          Depois de tantos corredores e tantas chances de estragar tudo ela chega as escadas para ir para o andar onde supostamente está Bucky. Quatro lances de escada depois, ela passa por mais corredores e em um deles, ela acaba vendo seguranças demais, quase 100% de certeza de que é onde Bucky está. São 6 homens enormes, quase armários comparados a pequena Casey. “Tudo bem, eu posso lidar com eles”, pensou a garota, com uma desconfiança que lhe era desconhecida. Ela entrou no corredor e os homens a viram.

     - Hey, você! O que faz aqui? – um loiro disse apontando uma arma que ele avia sacado com uma rapidez impressionante.

     - Planejo fugir com o soldado invernal – disse Casey com uma expressão séria.

          Casey nunca usara seu poder para tal coisa, atacar pessoas a distância, era como um raio saindo de sua mão, branco como seu cabelo, talvez com um pouco de azul ou talvez até roxo, depende de suas emoções. Ela acerta dois dos homens e os outros quatro começam a atirar, com sua eletricidade, ela interrompe o percurso das balas, as fazendo cair e acerta os demais homens que sobravam. Cassandra corre até a porta, fazendo com ela o mesmo que fez com a porta de seu quarto.

          A porta se abre e a moça avista o soldado, ele está sentado no meio do quarto, olhando para a pequena janela, um prato de comida ao seu lado, a cama pouco mais a frente e ele, descamisado, com os braços apoiados nas pernas e o olhar fixo, nem mesmo com o abrir da porta, a atenção de Bucky fora desviada da janela.

     - Bucky – chama a menina adentrando o quarto. Casey chega a Bucky e se ajoelha ao seu lado – Vamos sair daqui...

     - Cas – o soldado a encara, sua mão direta põe uma mecha do cabelo esbranquiçado de Casey atrás da orelha e repousa em sua bochecha, seu dedo passa pelo corte no lábio. – Me desculpa, eu deixei eles te machucarem.

     - Tudo bem, não precisa se sentir culpado, eu estou bem – Casey põe sua mão por cima da dele e a sensação de segurança toma conta de seu corpo. – Bucky, precisamos sair daqui, eu não posso sair sem você, eu preciso de você comigo, sou mais forte quando você está perto, por que eu sei que tenho a quem proteger e me esforço. Tudo que eu fiz até agora hoje, foi por que eu encontraria você para sairmos daqui.

     - Tem certeza que conseguimos sair? – Bucky a encara procurando algum medo em seus olhos, ele acha, mas não o suficiente para que a menina desista de sua fuga.

     - Com a ajuda um do outro, sim.

     - Então vamos sair desse lugar – ele se levanta e veste uma blusa, em seguida põe o casaco e aperta as amarras das botas.

          Eles saem do quarto seguindo para as escadas, a Hydra já está ciente da fuga deles, ela já estava alias. Agentes são mandados para as escadas, ao chegarem lá, Bucky começa a lutar com vários deles, Casey acerta outros com seus poderes e até luta com eles. A garota avista um homem sendo jogado escadaria abaixo e encara Bucky com uma expressão preocupada. “Por favor, não perca o controle”, Casey pensava, com medo que ele ficasse da mesma maneira como no seu teste.

          Mais agentes chegavam a cada instante e o casal estava se cansando, eles pareciam não ter fim e cada vez mais difíceis de serem derrubados. Casey se cansou de lutar e decidiu experimentar algo que uma vez aconteceu acidentalmente no laboratório.

     - Bucky! – ela chama sua atenção – Se abaixe!

          A menina criou uma bola de energia e foi pressionando entre suas mãos, a eletricidade se comprimindo, tinha que se expandir, com Bucky abaixado, a eletricidade se expandiu e atingiu todos os agentes da cintura pra cima. Todos caíram apagados e Casey e Bucky seguiram o caminho até o portão de entrada da base. Eles mudavam os caminhos que sabiam que teriam agentes e na porta da saída pro pátio tinham mais alguns, eles lutaram contra eles e conseguiram sair.

     - Corra, Casey! – Bucky segurava a mão de Casey enquanto corriam pelo pátio coberto de neve.

     - Sinto muito, soldado, ela não conseguirá correr, apenas sentir dor – uma voz fala no alto-falante.

          Começa uma chuva forte e os dois continuam correndo, até que Casey sente todas as gotas queimando sua pele e começa a gritar de forma agoniante, ela quase cai, mas Bucky a segura.

     - Bucky, você precisa ir – Casey diz tentando suportar sua dor agonizante. – Essa água é toxica pra mim, você precisa ir e me deixar aqui.

     - Eu não vou te deixar, farei eles pagarem por isso, não importa quanto tempo leve – ele aproxima seu rosto do de Casey e vê suas lagrimas, ele pode ver o quão forte ela está sendo.

          Seus olhos se encontram com o dela e então desviam para sua boca e antes mesmo que ele pudesse pensar em fazer isso, a garota se aproxima e seus lábios se encontram, um beijo simples, antes que puxassem Bucky e ele começasse a lutar com vários agentes, tentando proteger Casey, a mesma fechou seus olhos a espera do pior e sentiu as mãos dos agentes em seus braços e uma agulha entrando em seu pescoço, segundos depois, a garota decide abrir os olhos pouco antes de apagar e vê Bucky ainda lutando por ela, alguém que na visão dela mesma, não valia todo aquele esforço.

          Com Casey completamente apagada, os agentes a carregam e Bucky desiste da luta, permite que o levem também, mas antes, Alexander Pierce aparece na entrada interna da base.

     - Achou que poderia nos deixar? Não é bem assim que funciona, soldado, uma vez na Hydra, sempre Hydra.

     - Veremos – Bucky o encara seriamente e então também é apagado.

               +  +  +

 

          Casey acorda, sem poder mexer nenhum musculo, seus olhos passam ao redor da sala e a mesma percebe que se encontra dentro de uma espécie de capsula e Bucky está logo ao seu lado, também imóvel. Strucker entra na sala ao lado de Alexander Pierce e os dois param a frente de Casey e Bucky.

     - Vocês dois formam uma dupla incrível – começa Pierce – Só não estão prontos ainda, quem sabe em uma outra década.

     - A parte boa é que já teremos feito todos os experimentos possíveis em vocês e saberemos de tudo – completa Strucker com seu sotaque alemão.

     - Vocês são monstros – Casey diz com desprezo.

     - Não, minha jovem, você será o monstro, vocês dois serão – Pierce diz com um sorriso no rosto.

     - Chega de papo – diz Strucker e se direciona a um cientista. – Congele-os.


Notas Finais


Então, acontece né, a vida tem dessas coisas, pessoas são congeladas, não me matem :)
Comentem, favoritem, me deixem feliz <3
Até o proximo cap o/


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