História Be Alright - Capítulo 41


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Categorias Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Gigi Hadid, Justin Bieber, Khalil Sharieff, Ryan Butler, Zayn Malik
Personagens Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Gigi Hadid, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Khalil Sharief, Pattie Mallette, Ryan Butler, Zayn Malik
Tags Barbara Palvin, Família, Gigi Hadid, Gravidez, Gravidez Na Adolescência, Justin Bieber, Romance
Exibições 365
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 41 - I lost the meaning of my life?


   Depois de uma puta ressaca que eu tive que levar um dia pra me recuperar, precisava voltar a ativa com as coisas do casamento, fora que era uma forma de evitar Justin, a gente mal se falou depois do que aconteceu na boate, ele disse que eu estou me tornando uma pessoa chata, com a mente velha, que só reclama e esquece a curtição, até parece que esquece que agora eu tenho 3 filhos e isso exige toda maturidade possível. 
 Coloquei uma vestido curtinho e rodado, que marcava bem minha cintura, coloquei um par de saltos e deixei meu cabelo solto e caído nos ombros. Peguei minha bolsa e sai do quarto em direção a cozinha, como já havia acordado os meninos e ambos já estavam tomando o café da manhã pra ir pra escolinha. Adentrei a cozinha e fui em direção a geladeira, tirando de lá apenas um iorgut.

 

- eu não vou poder deixar as crianças na creche hoje- olhei pra Justin, que até então eu nem tinha percebido que estava ali 

 

- o que diabos você vai fazer? eu tenho que resolver um montão de coisas- falei indignada 

 

- é o caminho Barbara, deixa eles lá, e leva a Sky com você, eu preciso sair com o Scotter 

 

- você tá planejando viagem? você tá louco?- quase gritei- não tem como eu cuidar das crianças sozinha e resolver as coisas com a Anna

 

- a gente paga babá pra isso- cruzou os braços 

 

- você sabe que eu não gosto de deixar meus filhos só com a babá

 

- elas tem sido mais presente que você ultimamente- meu corpo foi eletrizado pela fúria

 

- você fala como se fosse culpa minha, seu ridículo, acabou de praticamente falar que eu sou uma mãe ruim e ausente, porque eu estava fazendo algo que você não tem capacidade de fazer, no caso, organizar essa merda de casamento, estou começando a me arrepender de ter entrado nisso- peguei as chaves no balcão e olhei pra ele que me lançava um olhar com uma mistura de fúria e magoa 

 

- se não queria casar, era só não ter aceitado- falou baixo

 

- estou começando a achar que era o que eu devia ter feito- falei - vamos meninos- ajudei os dois a descer do banco e peguei Sky da cadeirinha 

 

 Arrumei meus filhos na hillux, em suas devidas cadeirinhas e sai de casa, já e complicado demais ter que resolver um casamento, imagine resolver um casamento e ter filhos, não que eu não goste de ter eles, eu os amo, mas é cansativo, e tudo acaba caindo pra cima de mim, porque na cabeça do Justin, eu tenho que me virar e resolver tudo, cuidar dos meninos 24hrs, cuidar da casa e ainda ter tempo pra ele, mais do que ninguém Justin sabe como isso tem tomado muito do meu tempo, deixo os meninos com a babá em ultimo caso, quando realmente não dá pra eu ficar com eles.
 Deixei os meninos na escola e segui ao encontro de Anna com Sky. Estava quase na porta do ateliê, procurando lugar pra estacionar quando senti uma pontada forte no coração, freei bruscamente, e encostei o rosto no volante, massageando o meu peitoral, eu não ouvia mais nada, parecia que só eu estava no carro, era como se eu estivesse em um transe, então eu comecei a sentir as lagrimas quentes percorrerem minhas bochechas e se perderem no volante, eu estava me sentindo angustiada, e eu não conseguia entender nada daquilo, depois do que pareceu um seculo, eu sai do transe e ouvi o choro da minha filha e as buzinas dos carros logo atras de mim, olhei pro lado ao ouvir a voz de Caitlin e lá estava ela na janela do meu carro me mandando abrir a porta. Destravei as portas e ela foi logo pegar Sky, Gigi e Anna vieram até mim, enquanto Gigi tentava me levar pra dentro do ateliê, Anna cuidou de colocar o carro no estacionamento.

 

-  a gente ouviu as buzinas e foi ver o que tava acontecendo- Caitlin disse tentando acalmar Sky- você bateu o carro? passou mal? seila, o que aconteceu ?- eu não consegui responder, eu só conseguia me sentir angustiada, só conseguia chorar

 

P.o.v Caitlin 

 

 Assim que Sky e Barbara conseguiram se acalmar, pela crise sem que nem porque da Bah, fomos resolver os vestidos e malhas pelo resto da manhã e pela tarde deveríamos ensaiar pra dança da noiva, eu e Gigi parecíamos mais animadas que a noiva, Barbara estava cabisbaixa e sem animo pra nada, e eu ja estava começando a ficar preocupada com isso. Era quase hora de almoço quando recebi uma ligação da creche dos meninos, ninguém havia ido buscar eles ainda, como não conseguiram falar  nem com a mãe, e nem  com o pai, ligaram pra mim, que era o numero reserva que Barbara dava lá.

 

- eu vou dirigindo Bah, não vou deixar você dirigir, vai que acontece alguma coisa ? Deus me livre

 

- não precisa Cait- falou teimosa e eu ignorei entrando no lado do motorista

 

- vai entrar ou não ?- falei e ela negou com a cabeça, entrando no carro, fechou a porta depois de entrar e olhou pra Sky pra ver se tava tudo bem 

 

- eu tô com medo de acontecer algo com meus filhos Cait, vai que esse meu mal estar era um aviso ein?- sorri

 

- calma que tá tudo bem com eles, você só esqueceu eles na escola Bah, eles tão bem, todo mundo já passou por isso

 

- eu sabia que estava esquecendo algo, não podia ter esquecido o celular em casa

 

- Bah, já disse pra acalmar, deve estar toda estressada por causa da briga com o Justin, por falar nisso, uma briga besta 

 

- talvez você tenha razão- sorriu sem animo e eu assenti

 

P.O.V BARBARA

 

  Pegamos os meninos e fomos almoçar em um restaurante, de lá, Caitlin iria me deixar em casa, e caso Justin não tivesse, ela passaria a tarde comigo, eu estava até achando fofo toda essa preocupação dela comigo, mas apesar disso tudo, eu ja me sentia mais calma, mas ainda angustiada, sem animo algum. Depois de comer, mesmo sem vontade, precisava estar saudável pra lidar com esses meninos correndo toda hora, mostrar pro pai deles que eu não sou esse monstro chamado mãe ausente.
 Como imaginei, meu noivo não estava em casa. Dei um banho nos meninos, ainda com a roupa que tinha chegado, e coloquei eles pra dormir, logo o professor de reforço deles chegaria, e se tivessem cansados não iam querer fazer a tarefa, e eles só brincam depois da tarefa, quando não brincam ficam bem enjoadinhos. Procurei pelo meu celular, até encontra-lo debaixo das cobertas. Tinha algumas chamadas da creche e uma de numero desconhecido. O telefone começou a tocar e logo me pus a atender.

 

- Barbara Palvin?

 

-sim, sou eu - falei sentando na cama, pronta pra tirar os saltos

 

- precisamos que venha ao UCLA Medical Center urgente, o senhor Bieber deu entrada no hospital a algumas horas vitima de acidente de carro, como procedimento padrão, tratamos do paciente primeiro pra depois contatar a família, o paciente se encontra em um coma grave- senti todo meu ar ir embora, e a angustia no meu peito aumentar, o meu Justin, deixei o telefone cair da minha mão

 

- CAITLIN - gritei 

 

- o que foi Bah?

 

- O jus... justin- me senti tonta 

 

- o que tem ele?- ela perguntou nervosa e eu desabei, não conseguia mas ver nada

 

 

-.-.-.-.-.-.-.- 

 

 Ainda não tinha caído a ficha pra mim, o meu noivo, o pai dos meus filhos, estava diante dos meus olhos, desacordado e quase sem vida, eu odeio pensar na probabilidade de ele não voltar desse coma, eu odeio pensar que a última coisa que ele ouviu de mim foi que eu me arrependia de ter conhecido ele.

 Senti o aperto no meu coração aumentar as lágrimas inundarem meus olhos, escorrendo pelas minhas bochechas, é só o que tenho feito desde que recebi aquela ligação, eu só tenho chorado e chorado. Não sei nem como dizer aos meus filhos o que aconteceu, eu não consigo nem me manter forte, como vou apoiar eles?



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