História Be Alright - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, Satzu
Visualizações 82
Palavras 2.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Especial MiChaeng


POV. Chaeyoung

[21:46]: Chego na tua casa em 20min.

[21:46] Amor: Estou lhe esperando...

Entrei rapidamente no meu lindo carro e sai cantando pneu, o que resultaria em uma bronca dos meus pais amanhã, mas no momento eu precisava por toda essa energia pra fora. Energia essa que foi graças ao jogo dos FC Seoul, e não me culpem okay? Porque tudo bem que eu ainda quero dar uma surra naquela branquela da Yoo Jeongyeon, mas eu sou e sempre serei uma torcedora fanática daquele time.

 

(...)

 

Parei meu carro atrás do carro do meu sogrão, já que provavelmente eu irei dormir aqui mesmo, então só sai e o travei, parando em frente à porta e tocando a campainha, dando uma arrumada no cabelo que estava meio bagunçado por conta do vento que fazia.

- Hei Dulce, há quanto tempo em? Estava de férias? – Abracei a senhora de no máximo sessenta anos, que era meio que uma mistura de cozinheira, faxineira e babá da Mina. Pois é, babá daquela pinguim que no ônibus coloca moral e medo na gente.

- Sim minha filha, fui obrigada a tirar alguns dias de descanso pelos chefões, coisa que eu achei desnecessária, por que trabalho menos cansativo que esse não existe.

- Sim, mas não pode abusar muito por conta da sua idade. – Ela me olhou séria e deu um tapa na minha barriga.

- Ta me chamando de velha pirralha?

- Eu? – Me fiz de ofendida colocando a mão sobre o peito e abrindo a boca teatralmente. – Nunca, na verdade se eu não namorasse a Mina com certeza te daria uns pega. – Corri casa à dentro não dando chances dela me bater.

- Você ta merecendo uns bons tapas menina. – Ela gritou da porta e eu ri quando cheguei à sala.

- Iae sogrão, como é que ta a força? – Perguntei quando vi o pai da mina na sua poltrona lendo um jornal.

- Não sei Chaeyoung, mas estou doido para testar ela. – Falou sério e eu engoli em seco.

Meu sogro e eu nunca tivemos um relacionamento legal, já que pra ele a Mina deveria namorar com um cara da igreja, casar virgem e depois dá muitos netos a ele, e bom, nenhuma dessas coisas vai acontecer porque eu cheguei, quer dizer, essa última "coisa" só não aconteceu ainda porque é cedo. Mas apesar de tudo isso, eu sei que lá no fundo, bem lá no fundo, no fundo mesmo, ele gosta de mim, porque quem não gosta não é?

- Appa, deixe Chaeyoung em paz, por favor. – Escuto a voz da minha namorada e eu viro só para ver ela na ponta da escada. – Sobe amor. – Começo a subir correndo para chegar onde ela estava, mas a voz do meu sogro me fez parar antes de chegar ao meu destino.

- Onde a senhorita acha que vai?

- Poxa sog.... Achei que já tínhamos passado dessa fase. – Bufei olhando pro homem que tinha saído da poltrona e agora estava no pé da escada.

- Vocês sabem que eu não permito que as duas fiquem sozinhas em um quarto.

- É só hoje Appa. – Mina fez beicinho e eu sabia que ela não precisaria pedir de novo.

- Porta aberta. – Dito isso deu as costas.

- O que... Qual é Sr. – Gritei, mas claro que ele nem me deu ouvidos.

- Vem logo antes que ele não deixe nem a gente subir. – Assenti contrariada e a segui até seu quarto.

- Teu pai poderia dá um desconto né? Porque porra, já tem um ano e quatro meses que a gente namora e não podemos nem ter privacidade na tua casa.

- Sem palavrão Chaeyoung, e não o culpe, porque quem me desvirtuou foi você. – Dei um sorriso malicioso e fui caminhando na sua direção, até puxa - lá pela cintura e colar nossos corpos.

- Eu te desvirtuei não é? – Ela assentiu com uma carinha inocente. – Então não tem problema se eu te desvirtuar mais um pouco, certo?

- Problema mesmo não tem, mas você sabe que a gente não...

- Não podemos fazer nada porque estamos na tua casa e é falta de respeito. Eu sei, Eu sei. – Bufei ao terminar a frase que ela sempre fala quando eu tento alguma coisa na casa dela. – Mas amor, amanhã nós já vamos pegar estrada de novo, e você sabe como é ruim pra gente transar naquelas caminhas que mal cabe a gente, além das meninas que sempre nos atrapalham.

- Então pra você o que a gente faz só é uma transa não é sua bruta? – Me afastou e foi pra sua cama de casal.

- Ohn amor, você sabe que foi modo de falar não é? E sabe também que quando nós transamos ou fazemos amor, nos entregamos igualmente de corpo e de alma. O que menos importa é como chamamos isso.

- Sua idiota. Deveriam te proibir falar coisas fofas quando eu estou com raiva de você.

- Escapei? – Perguntei risonha e ela assentiu, me chamando com o dedo e em pouco tempo eu já estava em cima dela. – Podemos, por favor, matar essa vontade que eu estou de você?

- Tudo bem, mas tem que ser rápido, já que Appa deve vir verificar o que estamos fazendo. – Sorri animada pelo perigo que íamos correr e fui trancar a porta, desmanchando o sorriso quando vi que ela já tirava a roupa.

- Eu queria fazer isso amor.

- Sem preliminar Chaeyoung. – Assenti emburrada e fui pra cama ficando de joelhos que nem ela.

- Mais linda do que a última vez. – Suspirei tocando em seus seios, que apesar de não serem muito grandes, eram perfeitos para mim.

- Amor... – Falou corada e eu ri, atacando seus lábios e a deitando na cama, ficando por cima. Tentei tirar seu short, mas não deu muito certo. Ela vendo minha cara de frustração só riu e tirou o short juntamente da calcinha e eu quase dei pulinhos por está vendo aquela vagina clarinha e livre de pelos depois de quase um mês.

- Que saudades. – Suspirei alisando aquilo que me pertencia e minha namorada riu por eu está “conversando” com sua intimidade.

- Deixa de besteira e tira logo essa roupa Chaeyoung. – Ela não precisou pedir duas vezes e eu já comecei a tirar toda minha roupa, ficando apenas com uma calcinha boxer. – Bem melhor. – Me puxou pela nuca fazendo nossos lábios se chocarem novamente em um beijo um pouco selvagem, o que eu amei na verdade. Fui subindo minhas mãos que estavam apertando sua cintura até estarem cada uma em seus seios, apertando-os e fazendo-a gemer contra meus lábios, me dando uma sensação maravilhosa.

 Quebrei o beijo levando meus lábios até sua orelha, murmurando um “Gostosa”, sugando seu lóbulo e soprando depois, fazendo-a estremecer em baixo de mim. Fui descendo meus lábios pelo seu maxilar dando pequenos beijos até chegar ao vale entre seus seios, onde eu deixei um selinho mais demorado e não demorou nada pra mim atacar seu seio direito sugando-o como uma criança esfomeada, dando rápidas mordidinhas no bico, e tudo isso enquanto massageava seu seio esquerdo. Olhei para Mina e vi que ela mordia um dedo para tentar abafar os gemidos, que eu adoraria ouvir se estivéssemos em um lugar não habitado por pessoas, especificamente pelos pais dela.

Transferi minhas sugadas pro seio esquerdo, começando a descer minha mão até chegar a sua intimidade, começando a estimulá-la, sentindo o quanto ela já estava molhada para mim.

 - Você está tão molhada amor. – Falei quando soltei seu seio, vendo o quanto ficaram vermelhos, já que a pele dela era um pouco sensível. – Já consigo sentir teu gosto maravilhoso sem nem te chupar ainda sabia?  – Ela só negou ainda com o dedo na boca, e eu já estava pirando pra poder escutar os gemidos dela, mas eu tinha a consciência de não poder. Comecei com minha trilha de beijos novamente chegando à sua intimidade, passando a língua pelos meus lábios quando vi que as pernas de Mina estavam bem abertas me dando total visão da minha perdição que estava mais rosada que nunca.

- Anda logo com isso Son Chaeyoung. – Ela pediu irritada e eu como boa menina avancei naquela perfeição dos Deuses, mal dando tempo dela por o dedo na boca de volta, o que a fez soltar um alto gemido me fazendo fechar os olhos em completo prazer por escutar aquele som divino. – Sua puta. – Eu ri a fazendo gemer abafado por conta das prováveis vibrações que ela sentiu. Preciso dizer que amo quando a Mina xinga? Não que isso aconteça sempre, mas chega a ser engraçado quando acontece.

Ergui as pernas dela colocando-as sobre meus ombros e ela não demorou a cruzá-las nas minhas costas e com a ajuda de sua mão que estava nos meus cabelos, ela fez pressão para enterrar mais ainda minha boca ali, me fazendo sorrir e sugar seu clitóris demoradamente. Depois de mais algumas sugadas e mordidas por ali que me resultou alguns tapas de Mina, fui subindo meus beijos até chegar em seus lábios, tirando seu dedo dali antes que ela arrancasse-o com mordidas e lhe dei um beijo carinhoso.

 - Posso? – Perguntei com dois dos meus dedos já posicionados em sua entrada, penetrando-a lentamente depois que ela assentiu. Comecei um lento vai e vem depois de algum tempo esperando ela se acostumar, uma mania que eu tinha, já que o medo de machucar ela era bem maior que o tesão ou qualquer outra coisa. – Ta bom assim? Em? – Perguntei começando a estocar em um nível mediano.

- M-muito... ahn.. – Ela murmurou gemendo baixinho me fazendo beijá-la continuando com as estocadas. – Maais r-rápido am-amor. – Quem sou eu pra não obedecer? Comecei a estocar mais rápido e forte, às vezes tirando meus dedos e estocando com tudo, o que fazia ela arranhar minhas costas com mais força. – I-isso é tão b-bom. – Murmurou contra meu pescoço e eu só concordei com um som nasal, ocupada demais pra falar alguma coisa.

Mais algumas estocadas firmes e senti ela morder meu ombro, e eu sabia que ela estava perto do ápice. Apertei a cabeceira da sua cama com a mão livre e enquanto estocava, apertei seu clitóris e estoquei o mais fundo que eu pude, e isso foi o estopim para ela atingir seu máximo e gozar demoradamente sobre meus dedos. E ali, vendo-a se desmanchar em baixo de mim, não precisei de nada para gozar contra minha calcinha, o que me surpreendeu. Não que isso nunca tenha acontecido antes, mas eu sempre tinha que me estimular de alguma forma para isso acontecer, por isso minha surpresa.

Cai exausta em cima dela que tinha uma respiração pesada, não muito diferente da minha.

- Isso foi... uhf... – Ela começou, mas deu meio que um sopro forte me fazendo rir.

- Realmente. – Concordei levantando de cima dela. – Acredita que eu gozei só em ver você gozar?

- Sério? – Perguntou surpresa e eu assenti.

- Precisamos de um banho. – Ela assentiu e antes que pudesse levantar, eu a peguei no colo e corri para o banheiro do seu quarto, onde apenas trocamos carícias e banhamos uma a outra.

 

(...)

 

- Amor. – Chamei quando já estávamos deitadas de conchinha. Eu atrás usando apenas uma calcinha boxer que tinha deixado da última vez que dormir aqui e ela na frente com um conjuntinho de dormir curto.  

- Fala bebê. – Murmurou sonolenta apertando mais nossas mãos que estavam entrelaçadas na sua barriga.

- O que você acha desse quase namoro da Nayeon com a Jeongyeon? – Perguntei contra seus cabelos, deixando um beijo ali.

- Eu acho que a Nayeon já é bem grandinha e sabe o que está fazendo e onde está se metendo.

- Eu sei, mas é que eu tenho medo da Jeongyeon machucar ela, você sabe da fama que ela tem.

- Amor, poderia ser qualquer pessoal, mas você sempre iria ter esse medo. – Fiquei calada por que era a mais pura verdade mesmo. – Tente não se meter nisso e deixa a Nayeon viver. Se ela quebrar a cara, nós iremos está ali para ajuda-lá, mas a vida sempre vai ter dessas coisas. – Fiquei pensando nas palavras de Mina, mas socos fortes na porta nos fazem pular para fora da cama.

- O que diabos essa porta faz tranca? – A voz do pai da Mina irritado me faz estremecer e ter apenas um pensamento...

Fodeu.


Notas Finais


BOA NOTI
Gente me desculpem ñ ta respondendo os comentários é que to sem tempinho :/
MAS LOGO IREI
Como estamos?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...