História Be mine, and I will be yours - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags New York, Romance
Visualizações 17
Palavras 601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Não seja tão fofo, David.


No dia seguinte...

Eu me levanto, muito entusiasmada, para ir para a aula. Tomo um banho bem demorado, e lavo os cabelos. Ao me olhar no espelho, fico surpresa: Minhas olheiras desapareceram! Acho que não durmo bem assim há séculos!! 
Para o colégio, escolho uma calça jeans preta um pouco justa, mas muito bonita, uma botinha prateada e o uniforme. Coloco minha pulseira favorita no braço, como sempre. Na verdade, não sei nem porque tirei ela para dormir hoje, já que nunca desgrudo dela. Na verdade, ela é bem simples. Preta, com um pingente em formato de uma nota musical prateada. Desço animadíssima para a cozinha, e tomo um café da manhã rápido. Quando minha mãe desce, eu já estou saindo.
-Tchau mãe!! - eu digo, e ela acena. 
Ao chegar no portão, Vejo que Alvin, Darla e Francine nos esperam, e ao me aproximar, vou cumprimentá-los, como faço todos os dias. Mas ao me aproximar de Alvin, não sei bem o que fazer. Graças a Deus, ele me dá um beijo, e logo após fica corado. Nós atraímos muitos olhares intrigados e surpresos, na verdade, só ele. Olho para o lado, e as duas estão boquiabertas. Depois do aparente choque, Francine dá um gritinho ensurdecedor, e Darla diz discretamente pra ela calar a boca. Ao entrarmos na sala, Alvin vem falar comigo.
-Oi... v-você acha que... ah, esquece.
-Pode falar Alvin, agora estou curiosa!
-Você acha que eu fui rápido demais... sabe, lá na frente... - ele cora muito, e eu sorrio. Sim, fiquei um pouco envergonhada, mas aliviada por saber que ele não tem vergonha de mim. Eu respondo com um selinho, e ele sorri, mostrando suas lindas e cativantes covinhas.

Nós praticamente passamos a aula inteira rindo juntos e fazendo piadinhas. Não costumo fazer isso, e sempre achei errado, mas agora vejo como é divertido. Ao sairmos para o intervalo, ainda rindo, nós encontramos Darla e Francine.
-E naquela hora que a professora tropeçou? Ah, eu me aguentei muito para não rir da cara dela - ele diz, ainda rindo, e eu rio também.
-Parece que os pombinhos aproveitaram hoje, né? - Darla pisca, e eu e ele coramos na hora. Como sei que estou corada? Simples, minhas bochechas formigam. E muito!! E o pior é que eu coro toda hora, e esse formigamento me incomoda desde sempre. 
-Eu vou ao banheiro - diz Alvin, me deixando com minhas amigas. Assim que ele entra, elas dão um grito fino e insuportável.
-AI AMIGA, NÃO TO ACREDITANDO. VOCÊ E O ESQUISITÃO? - exclamou Francine, e eu fiz cara feia.
-Ele não é esquisito!! Só tem um estilo próprio!! 
-Ai ai, o amor é cego - brincou Darla, e eu pisei no seu pé.

Novamente estamos na sala de aula, e na verdade, nem prestei atenção em que aula estávamos. Só sei que um professor substituto entrou na sala, e nos deixou livres para conversar.
-Ei, Hungria não é tão ruim! - digo, rindo de sua reação ao dizer que prefiro eles ao Rock.
-Não é ruim, mas ainda digo que Linkin Park é muuuito melhor!! - ele ri também, porque quando foi dizer 'muito', mordeu a língua.
-Viu? é castigo por criticar meu gosto musical - rio, e ele revira os olhos.
-Bobinha. 
-Ei, preciso te mostrar um livro muito bom! - digo, indo pegá-lo na mochila. Quando me viro pra ele, Alvin está observando atentamente cada movimento meu. Ao perceber, ele volta a realidade e cora. Eu seguro um sorriso, e ele mostra a língua, como uma criança. Como é possível que aquele ser frio seria tão.... fofo?



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