História Be The Light - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Yaoi, Yuri!! On Ice
Exibições 364
Palavras 1.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


olaaaaa

peço perdao pela demora e ja deixo avisado q esse capitulo nao tá la muito 100% pq eu tb n to aaa

queria tb dedicar ele a um amigo mto importante que perdi na ultima semana, vc n foi capaz de continuar lendo isso, mas espero q estaja bnem onde estiver

boa leitura vcs

Capítulo 4 - Capítulo 4


“Was it really hard to accept me?
Did the scars inside push me away?
Don’t worry, I’ll share your sadness
So you will be completely healed, you’re not alone“

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Os dias passaram consideravelmente rápido, trazendo então a aguardada terça-feira. Finalmente Yuuri teria a chance de ter um encontro com Viktor, e apesar de estar feliz, o nervosismo se fazia mais do que presente.

Geralmente o rapaz não ia a encontros, pois além de estar quase casando com seu trabalho, não chamava a atenção de ninguém. Sempre fora assim, por isso era bastante surpreendente que estivesse há poucos minutos de ir se encontrar com alguém no nivel do russo, que por mais que trabalhasse com algo não muito bem-aceito, ainda se fazia extraordinário na visão do jovem professor.

Marcaram de se encontrar em um pequeno restaurante localizado em uma área mais quieta da cidade, lá pelas oito da noite. O relógio marcava sete e meia, e a cada “clic” feito pelos ponteiros era como se o coração de Yuuri fosse saltar pela boca. Passou praticamente a semana inteira se preparando psicologicamente para o encontro, e estava claro que não havia adiantado em nada. Por vezes tentou se convencer de que não tinha porque estar tão nervoso, já que tinham até transado anteriormente. Porem, depois de certo tempo pensando no assunto, acabou por perceber que o fato de já terem feito sexo só tornava a situação mais e mais constrangedora. Estava em um beco, e só lhe restava aceitar os fatos e ir de uma vez antes que se atrasasse.

Antes de sair pegou sua carteira, chaves e deu uma última olhada no espelho, sentindo que aquilo era o mais apresentável que conseguiria ficar. Tinha os cabelos ainda úmidos por conta do banho recente e trocara os óculos de armação azul por lentes; vestia-se com uma camisa branca, calças jeans escuras e sapatos pretos, que combinavam com o blazer cinzento que decidira colocar. Sentia-se bem daquela forma, apesar de não se sentir como nenhum deus grego ou coisa parecida.

Enfim, estava pronto, satisfeito e nenhum pouco preparado para ir. Mas iria, porque bem lá no fundo algo lhe dizia que era a escolha certa.


 

~x~


 

Chegou ao local marcado exatamente às oito da noite, sentindo-se um tanto perdido por estar em uma área que não conhecia bem. Ficou também bastante nervoso por não ter visto Viktor dentro do restaurante, e agora começava a se perguntar se realmente tinha ido ao lugar certo. Sua mente começava a nublar em plena ansiedade, a qual foi se dissipando no momento em que sentiu uma mão pousando em um de seus ombros. Levantando o olhar viu que se tratava do russo, que exibia um belo sorriso em seus lábios.

— Te deixei esperando muito? — A voz calma atingiu seus ouvidos, fazendo com que se sentisse um pouco melhor por ter acertado o lugar em que deveriam se encontrar.

— Não… Não faz muito tempo que eu cheguei. — Falou, e era bem verdade. Se estava ali há cinco minutos ainda era muito, mesmo que em sua mente tenha parecido mais tempo.

— Isso é ótimo! Vamos entrar, está frio aqui fora. — Viktor mantinha seu sorriso enquanto falava, parecendo realmente feliz por estar ali.

Yuuri concordou, permitindo corresponder aos sorrisos timidamente enquanto seguia sua companhia para dentro do restaurante. Foram recepcionados por uma mulher jovem, que ofereceu mesas comuns e mesas em áreas reservadas mais para dentro. Nikiforov optou pelas mesas reservadas, e Yuuri não discordou. Por isso, agora encontravam-se sentados cara a cara, acomodados em um ambiente simples e aconchegante.

Em seu lugar, Katsuki retirava seu blazer e o dobrava cuidadosamente sobre o assento vazio ao seu lado, observando que Viktor fazia o mesmo com a jaqueta marrom que vestia e com o cachecol vinho. A mesma mulher que os guiou até ali aguardava na porta, volta e meia recomendando alguns pratos presentes do cardápio. Não demoraram muito a escolher o que comeriam e beberiam, portanto logo se viam completamente a sós. Em silêncio, encarando um ao outro como dois adolescentes perdidos e, ao mesmo tempo, encantados por suas companhias – Yuuri realmente não entendia o motivo do homem lhe olhar de tal forma, no entanto.

Antes que pudessem arrumar um tópico de conversa, um garçom abriu a porta e educadamente serviu as bebidas escolhidas, retirando-se logo em seguida. Nervoso, Yuuri se ocupou em beber o suco que havia pedido, já que não beberia álcool em plena terça-feira, correndo o risco de acabar de ressaca na manhã seguinte. Já o estrangeiro escolhera uma garrafa de vinho que, pelo que se via, não era nada barata. Bem, Yuuri imaginou que o trabalho do mesmo pagasse bem, lembrando de tudo o que gastou naquela noite. E lembrando disso acabou corando, seu rosto claramente em chamas.

— Yuuri~ — Ter seu nome chamado repentinamente causou um pequeno susto, mas atendeu ao chamado com um levantar de seu olhar, sua boca ainda no copo. — Vamos nos conhecer, sim?

— Ah… Claro… O que quer saber? — Finalmente soltou o copo na mesa, um pequeno sorriso surgindo em seus lábios após sua resposta minimamente mais confiante do que qualquer outra já dada até então.

— Hum, são tantas coisas… Vamos começar pelo básico. — Viktor riu, lançando uma piscadela divertida antes de beber um gole de vinho e prosseguir com sua fala. — Gosta tanto de história a ponto de ter se tornado um professor?

— Sim, eu gosto… Bastante… — Não evitou corar mais uma vez, embaraçado pelo olhar carregado de interesse que recebia.

— O que mais te interessa na história? — O russo sorridente mostrava sincero interesse no professor, e tentava ao máximo deixá-lo confortável ao usar de um assunto que parecia ser importante para o mesmo. Não queria ficar sem assunto, não quando finalmente tinham a chance de se ver.

— Eu não sei bem, tudo é interessante… Mas, talvez o fato de que tantas pessoas consigam fazer coisas significantes o bastante para se tornar parte da história do mundo… — Mordeu o lábio inferior ao perceber que acabara falando demais e de forma mais entusiasmada do que devia, apesar de ainda manter sua timidez.

— Oh, isso realmente parece interessante. Me ensine sobre essas pessoas históricas quando tiver tempo, eu adoraria receber aulas suas! — Um sorriso quase infantil agora moldava os lábios do maior, deixando-o ainda mais belo do que o normal na visão de sua companhia.

A resposta de Yuuri foi um leve aceno de cabeça e um sorriso simples, mas que demonstrava o quão aliviado estava por ser capaz de ter um encontro agradável, mesmo que estivessem ainda no início. Logo a comida chegou, e enquanto saboreavam dos pratos escolhidos, conversa era jogada fora. Assuntos banais, como gostos, desgostos, opiniões em assuntos do dia a dia, tudo perfeitamente calmo e nada constrangedor, para a alegria de Katsuki.

Ao que parecia, seria sim um encontro bom do início até o final. Foi o que Yuuri pensou, porém em algum momento percebeu que não, não seria bem assim. O que começou com uma conversa e uma garrafa de vinho estava se encaminhando para uma leve argumentação sobre a quantidade de álcool consumida pelo russo e para três garrafas de vinho e duas de vodca. Se aquilo acabaria bem? Bom, com certeza nada acabaria bem quando se tinha um homem daquele tamanho, bêbado e prestes a se desnudar sem nenhum motivo aparente.

Ainda assim, Yuuri estava tudo, menos incomodado. Um pouco assustado e perdido, mas disposto a resolver aquele pequeno problema nem que fosse ao mandar Viktor de volta para seja lá onde era sua casa em um táxi. Apesar de estar se divertindo com a conversa de bêbado, sabia que não era certo deixar que alguém ficasse naquele estado. Queria ser uma boa companhia, e não alguém que fosse deixá-lo em tal estado e simplesmente saísse andando. 


Notas Finais


aaa eu tentei, prometo aumentar a qualquiidade nos proximosss

bej

/musica é Hug Me Now do Taeil (Block B)


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