História Be Together - Capítulo 1


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Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores.
Mais um trabalho meu aqui para vocês. A Be Together surgiu de uma paixão minha pelo mundo dos heróis e das mitologias, então resolvi juntar tudo isso e compartilhar com vocês.
De antemão, peço perdão aos erros que posso vir a cometer, eu não sou muito bem informada sobre os quadrinhos, minha base sempre foram os filmes, pesquisas na internet e fanfics. Ah, não posso esquecer da minha curiosidade que um dia ainda irá me causar problemas.
Espero que gostem e todo o tipo de ajuda opinião é bem vinda.

OBS: Algumas coisas eu inventei.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Loki e Eva - Ring of Yggdrasil.


Fanfic / Fanfiction Be Together - Capítulo 1 - Loki e Eva - Ring of Yggdrasil.

P.O.V LOKI.

  A luz passou como um rasante pelo céu de Asgard, com o brilho azul tão intenso que parecia com o oceano. Meu anel tremeu na minha mão, fazendo meu dedo queimar. Arranquei o meso e esfreguei o dedo, encarando o objeto prateado em cima da mesa. Droga.

  Corri para os corredores do palácio e vi que a luz azul desaparecerá, sem deixar rastros. Estava acontecendo. O Herdeiro despertou. 

 Voltei para o meu quarto e peguei o meu anel, dessa vez ele não me queimou, mas era como se ele estivesse vivo pela primeira vez desde a conexão que eu havia feito.

  Eu estava com os nervos a flor da pele. Queria arrancar os cabelos só de pensar naquele anel. Thor não poderia nem imaginar que que aquela desgraça preciosa havia sumido e que a culpa era minha. Ele me trancaria na masmorra. Depois de tudo que eu fiz, depois de tanto tempo tentando reparar os erros, mais essa.

 Sai as pressas do meu quarto, ignorando qualquer pessoa que passasse ao meu lado, principalmente aquelas pessoas que me olhavam assustada com minha fúria visivelmente estampada na minha cara. Podia crer que estava vermelho enquanto marchava para o salão de relíquias. Aquele lugar tinha tanta antiguidade que juntando tudo dava mais anos do que Odin tinha.

 Odin, que continuava em seu sono, enquanto Thor assumia o trono de Asgard até Odin se recuperar da exaustão que sentirá. Logo Thor, aquele que não tinha a mínima ideia do que fazer da própria vida, imagina o que fazer com os nove reinos. 

 Eu estava a semanas trancado naquela biblioteca, estudando e pesquisando sobre o anel, sobre seus poderes e como identificar o real dono dele, a quem ele pertencia e a única coisa que eu descobri de útil que poderia identificar quem era agora, o atual portador daquele anel, eram os desenhos dos livros, no qual deixava claro que uma mulher o possuiria um dia e este dia chegou. 

 Nenhuma daquelas relíquias me ajudariam a achar o anel, infelizmente. Mais uma vez eu me via em uma situação que nem eu sabia como concertar, a não ser sozinho e as escondidas. Começava a perceber que não estava sentindo raiva e sim, desespero.

  - Alteza. - falou uma das servas atrás de mim. Olhei para ela com desdem. Não estava com paciência para gente chata.

  - O que é?

  - Chegou uma carta para o senhor. 

  Virei-me para a mulher atrás de mim mais uma vez e peguei o envelope lacrado na mão dela.

  - Vá!. - rosnei.

 A mulher saiu as pressas do meu campo de visão. Abir a carta e li. 

  " Alteza, como eu havia prometido, consegui localizar o paradeiro do anel de Yggdrasil. Como as lendas haviam previsto, esta em Midgard, em uma cidade chamada Nova York. 

  - Lofar."

  Aquele Anão pelo menos uma vez sendo útil.

  Rasquei a carta e tratei de me certificar que ninguém a lesse. 

 Aquilo me intrigava. Como uma simples midgardian poderia estar com algo tão poderoso e tão especial? O poder que aquele anel tinha não era palho para ela, seja ela quem fosse. Estava fadado a ir a terra mais uma vez e agora para talvez, salvar os nove reinos de uma destruição total. Se aquele anel caísse nas mãos erradas, era esse o destino que tomaríamos. Não só os Asgardianos, como os habitantes de todos os nove reinos, incluindo Midgard. A única pessoa que sabia tudo sobre o tal Anel, era Odin, mas ele ainda repousava e de nada eu podia fazer com isso.

  Eu tinha que achar um jeito de recuperar o anel ou as coisas poderiam sair do controle em breve e tinha que dar um jeito de fazer isso agora e sem demora. Tinha que aproveitar o tempo que Thor permaneceria na viagem pelos nove reinos, sendo assim demoraria, mas como ele já havia partido a algumas semanas, temia que voltasse logo.

  O anel queimou no meu dedo mais uma vez e eu sabia que o o anel de Yggdrasil havia encontro seu respectivo dono e eu estava rezando por Odin para que essa pessoa não fosse psicopata como eu.

 Voltando para o meu quarto para preparar minha ida até Midgard, fiz uma lista mentalmente do que precisaria levar. Nada, foi o que conclui.

 Segui para a Bifrost. Outra pessoa que teria que enfrentar para sair de lá. Heimdall, o guardião da pote dos nove reinos. E lá estava ele, parado como uma estátua a séculos. Assim que me aproximei, ele se virou para mim, me olhando com desdem. 

  - Preciso ir á Midgard. - falei, sem esboçar nenhuma reação. Ele soltou um leve riso.

  - Fará o que em Midgard? - questionou.

  - Resolverei assuntos do reino, nos quais não lhe diz respeito. - não era uma total mentira, eu estava indo salvar este reino, ele já estava em perigo o suficiente nas mãos de Thor e sua inabilidade de administração. - Nova York, por favor.

   Heimdall acionou a Bifrost e em poucos segundos eu estava em Midgard, em um beco gelado e fedorento. Em poucos segundos eu pude ouvir os carros e suas insuportáveis buzinas, instalando o caus na cidade, as pessoas andando de um lado para o outro segurando aparelhos eletrônicos na mão, sem ao menso olharem para os lados. Esses midgardians eram completos idiotas.

 Estava a horas andando naquela cidade e já era noite, as ruas estavam desertas agora. Nada do anel dar algum sinal, nem mesmo se conectar com o meu anel, o que me deixava ainda mais a deriva da situação.

  

P.O.V EVA.

 

  Eu estava absorta na minha cama, olhando para o teto e sem conseguir dormir. As noites passaram a ser o meu pior pesadelo desde que eu comecei a trabalhar na empresa nova. Minha ansiedade atingirá um nível caótico e eu me sentia sufocada. Levantei, sabendo que não conseguiria dormir do mesmo jeito e meus remédios haviam acabado.

  Enchi um copo com água e bebi um gole, sem ao menos estar com cede. Senti meu corpo se arrepiar e um vento gelado fazer meu corpo estremecer. Abracei meus braços e corri para a sala para verificar se havia alguma janela aberta, mas me deparei com todas as janelas fechadas. O vento congelante continuava me atingindo, dessa vez nas costas. 

 O barulho da porcelana espatifando no chão em milhares de pedaços fez com que eu virasse assutada. Uma luz muito intensa e azul tomou a minha sala. Dei alguns passos para trás, encarando a luz que se intensificava. Coloquei a mão na frente do rosto, tentando proteger meus olhos.

 Que diabos era aquilo no meio da minha sala?

 Com cuidado em aproximei da luz, ainda coma  mão no rosto. O vento se intensificava cada vez mais e era gelado como a neve, quase queimando a minha pele e quanto mais eu me aproximava, pior ficava, era como se a luz reagisse a mim. Ela se intensificou mais e algo atingiu o meu peito, quicando no chão em seguida. A luz apagou tão rápido quanto apareceu.

 Passei a mão entre meus seios, onde havia sido atingida e corri para acender a luz da sala, procurando desesperadamente pelo objeto que me atingirá. Não foi preciso procurar muito, a pedra azul ao pé da estante refletia na luz do ambiente. Me aproximei devagar, decidindo se pegava ou não. Como ninguém pegaria por mim, resolvi pegar de uma vez.

 Ao chegar mais perto e pegar a pedra azul na mão, constatei que não era só uma pedra e sim um anel. A pedra azul estava presa em um arco prateado escuro, na cor chumbo, supus. Era todo detalhado, o arco do anel pareciam raízes entrelaçando uma nas outras e se conectavam na pedra azul, bem no topo.

 Deslizei o anel em meu dedo anelar da mão direita e como mágica, a pedra se acendeu, brilhando tão intensamente quanto a luz de antes, mas dessa vez não machucara meus olhos. Senti meu corpo queimar por dentro e ao mesmo tempo calafrios surgirem. Encarei o espelho do outro lado da sala e meus olhos brilhavam tão intensamente quanto a pedra. Senti minhas veias pegando fogo e tive vontade de arrancara  roupa, mas me sentia fraca demais para tais movimentos, meus ombros pesavam, assim como os meus olhos e mesmo tentando lutar para que eu me mantivesse acordada, meu corpo despencou no chão como pedra e perdi a consciência logo em seguida.


Notas Finais


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