História Be Together - Capítulo 2


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Palavras 2.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fiquei ansiosa e resolvi postar mais um capítulo rapidinho para vocês. Confesso que a cada dia que passa, eu fico mais animada com Be Together.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Loki e Eva - The Heir.


Fanfic / Fanfiction Be Together - Capítulo 2 - Loki e Eva - The Heir.

P.O.V EVA.

  Minhas cabeça doía e meu corpo pesava uma tonelada. Tentei abrir meus olhos, mas os fechei em seguida, a luz que vinha da janela me cegava. Já era dia, eu havia dormido no chão a noite inteira. Dormido não, desmaiado. As lembranças da noite anterior vieram a minha mente. Ainda atordoada com o fato de uma luz ter se projetado bem no meio da minha sala, me sentei e encostei no sofá. Encarei o anel em emu dedo, ele já não brilhava mais, nem causava queimação no meu corpo. Com um pouco de dificuldade, levantei-me do chão. Cambaleei um pouco para o lado mas consegui manter o equilíbrio.

 Arranquei a roupa da noite anterior e entrei no banho, por precaução tirei o anel. Eu já tinha a total certeza de que aquele anel e aquela luz na sala eram extraterrestres. Depois dos ataques alienígenas que tivemos a pouco tempo, dos Avengers terem salvado a terra, mais uma vez, eu havia parado de me surpreender com tais coisas, mas não entendia o porquê de ter surgido na minha sala aquele a anel. A intensidade dos efeitos dele sobre mim me deixaram ainda mais encabulada.

  Depois do belo banho e merecido, coloquei uma roupa confortável e comi algo. Já havia passado a noite inteira desacordada no chão, depois acordei tonta e sabe-se lá o que aquele anel havia feito com o meu corpo, ao que eu havia me exposto e se fosse algo perigoso, eu precisava me livrar dele imediatamente. Mas ai que estava o meu maior problema. Como me livrar de algo que eu não faço ideia do que seja? A quem eu deveria recorrer naquela situação? S.H.I.E.L.D? Governo dos Estados Unidos? Algum dos Avengers mais acessíveis? Algum instituto de estudos alienígenas? Isso provavelmente não deve existir. Eu estava me sentindo completamente perdida, sem saber qual rumo tomar diante daquela situação.

 Voltei ao meu banheiro e pequei o anel cor de chumbo com o azul reluzente e o coloquei no meu dedo. Como na noite anterior, o anel se conectou com o meu corpo e meus olhos se acenderam, brilhando como um raio de sol, mas azul. A energia que o pequeno objeto me transmitia era intensa, nova, algo que eu nunca havia sentindo na minha vida e era estranho, mas eu gostava. Diferente da noite passada, minhas veias não queimaram e eu não tive calafrios, mas me senti tonta depois de alguns segundos com o anel em emu dedo. Resolvi tirá-lo antes que eu desmaiasse mais uma vez. Eu precisava resolver o que eu iria fazer com aquele pequeno objeto reluzente e tentador.

  Joguei o artefato na bolsa e saí do meu apartamento. Até o final do dia eu terei pensado em uma solução para aquela confusão, antes que criasse problemas para mim.

  - Eva, onde esta indo? - Perguntou o porteiro Bryce. 

 Bryce era novo, não deveria ter mais de vinte e três anos, nunca ousei perguntar também.

  - Resolver alguns problemas e depois irei ver Mia. - sorri para ele, que sempre tinha um sorriso estampado no rosto quando em via siando do elevador todas as manhãs.

  - Tenha um bom dia. - acenou para mim.

  - Pra você também Bryce. - acenei de volta.

  Como de costume, fui até a casa de Mia. Minha melhor amiga desde os tempos da faculdade e agora trabalhamos na mesma empresa de publicidade. Era muito bom ter a amizade dela, já que nunca fui muito sociável e sempre tive um número limitado de amigos. Mia sempre foi meu braço direito, meu apoio e era como uma irmã para mim.

  Nova York estava gelada, a neve começaria cair em breve, o inverno era maravilhoso naquela cidade, mas atrapalhava muito nossas vidas quando tinha uma nevasca. Como sempre gostei do frio, não era nenhum problema para mim. Mas Mia odiava o frio.

  - Não sei como você gosta dessa temperatura. - falou minha amiga se ajeitando no sofá da sua sala.

  - Eu amo, você que prefere ficar derretendo no sol escaldante, ainda mais nessa cidade onde tudo é abafado. Ninguém merece. - reclamei, fazendo uma careta em seguida.

  - Estranha. - ergueu a sobrancelha - Acho que vou cortas o cabelo amanhã, o que acha?

 Mia sempre manteve o cabelão. Ela sempre teve orgulho dos fios encaracolados e de um castanho escuro brilhante, formando uma harmonia perfeita com sua pele negra.

  - Vai cortar muito? Você sempre gostou de cabelos cumpridos. 

  - Verdade, acho que vou deixar assim por mais um tempo e depois eu penso no que faço. - deu de ombros e deu um gole no seu chá - Alguma novidade? - me olhou sapeca.

  Eu queria constar para ela sobre o portal que trouxe o anel até a minha sala e falar do desmaio depois que coloquei o anel, mas se aquilo fosse uma encrenca, eu não envolveria Mia nisto. Nunca me perdoaria se algo acontecesse com ela por culpa minha.

 Dei um gole no meu chá.

  - Não, nada de mais. - menti, mesmo odiando mentir para ela, mas era apenas para o bem dela.

  Passei mais algumas horas conversando com Mia, ela me fazia bem, ainda mais agora que meus pais haviam se mudado para o interior e me deixaram sozinha nessa cidade gigante. Depois da casa dela eu resolvi meus problemas e aquilo demorou o dia inteiro. Quando vi já era final de tarde e eu estava no banheiro do shopping. Me olhei no espelho e constatei que precisava limpar o borrado da maquiagem, meu celular apitou na bolsa e eu a apoiei na pia para procurá-lo. Senti algo pequeno na minha mão e lembrei que havia jogado o anel na bolsa. Com a correria do dia, não me lembrei que carregará aquilo comigo o dia inteiro.

  Coloquei o anel no dedo e mais uma vez ele afetou o meu corpo, dessa vez a tontura foi forte e eu senti meu corpo queimar, mas não senti calafrios. O tirei mais uma vez e o joguei no fundo na bolsa, me certificando de que não cairia. Aquele anel em fazia mal, eu precisava me livrar dele e o jeito mais fácil, era conversando com alguém que conhecia pessoas que lidavam com aquilo, uma pessoa que eu conhecia, mas que não era próxima, mas que poderia me ajudar e ficaria muito interessado. Stark.

  Atravessei a cidade até Manhattan, onde localizava-se a Torre Stark, com o letreiro bem grande, do tamanho do ego dele. Tony Stark era um homem genioso.

 

  P.O.V LOKI.

  Aquele planeta era detestável. Eu passei a noite andando e nada, arrumei um lugar para descansar e logo pela manhã continuei minha procura pelo maldito anel. Durante a procura, o meu anel me queimou duas vezes, ou seja, a pessoa que estava em sua posse o experimentará duas vezes e a esta altura deveria estar percebendo que aquele anel não era fácil de lidar e provavelmente deveria estar tentando se livrar dele e eu tinha que acha-lo antes que isso acontecesse.

  A cidade estava fria, minhas roupas midgardians me esquentavam, por mais que não me agradasse em nada usar aquele tipo de traje, mesmo que fosse por projeção. As pessoas me olhavam estranhamente, por mais que eu tentasse usar algum tipo de disfarce, não adiantaria, elas me reconheceriam. Afinal, eu havia destruído metade da cidade com um exército de Chitauri tentando governar este planeta e não mudo minha opinião, ainda acredito que este miserável planeta estaria melhor se eu estivesse no controle, assim com Argard estaria melhor se eu estivesse no comando. Eu ainda reverteria essa história e o trono será meu.

 Tinha que achar logo o anel ou seria um alarde se descobrissem que eu estou em Midgard novamente. Eu não tinha tempo para uma nova batalha e nem para ficar explicando o porque da minha ilustre visita. Essa raça se acha dono de tudo e com certeza não seria fácil tirar o anel deles se eles colocassem as mãos na joia.

 Pelos os meus cálculos eu já havia atravessado a cidade e tive certeza disso quando avistei o letreiro da torre Stark brilhando. O anel no meu dedo queimou e ascendeu sua pedra verde. O anel de Yggdrasil estava perto, eu podia sentir. Não era possível que Stark sempre atrapalharia meus planos, ele não poderia estar com o anel, não agora, porque se ele estivesse, eu não polparia sua vida para resgatar o anel e levá-lo para Asgard, até achar algum lugar seguro para ele novamente e aquilo poderia gerar um conflito.

 Me escondi em um beco semelhante no ao qual eu havia chegado e observei a intensidade com que o meu anel queimava e vibrava no meu dedo, nada que me machucasse e parecia que o quanto mais perto o anel se aproximava de mim, mais o meu anel se agitava. 

 A rua estava deserta, a não ser uma reles midgardian que parou em frente a torre Stark e ficou olhando para o letreiro igual a uma idiota. Saí do beco me aproximei dela devagar, meu anel vibrava com mais intensidade. Estava a poucos metros dela quando ela enfiou a mão na bolsa que estava pendurava em seu ombro de tirou o anel de dentro. A jóia brilhou quando ela a colocou no dedo e não só a jóia, mas como os olhos dela, eu conseguia enxergar a luz saindo do seus olhos mesmo que ela não estivesse olhando para mim. Era ela.

 A midgardian tirou o anel do dedo e o pois na bolsa novamente, começando a entra na torre Stark, agarrei seu braço antes que ela pudesse fazer isso. Se Stark ainda não sabia da jóia, eu cuidaria para que ele não soubesse nunca.

  Ela me olhou assutada e tentou puxar seu braço de volta.

  - Me larga. - falou entredentes.

  - Você tem algo que me pertence. - segurei ainda mais forte o braço dela. - Eu quero de volta.

  - Não sei do que esta falando. - mentiu e tentou mais uma vez puxar o braço, mas sua força de uma humana não era párea para a força de um Deus. - Eu não te conheço e se não me soltar eu vou gritar.

  - Grite o quanto quiser, você não se livra de mim até me dar o anel. - falei bem perto do seu rosto. Eu já estava perdendo a paciência.

  - Oras seu cretino. - ela ergueu a outra mão, me dando um tapa estralado no rosto. Aquilo mal me afetou, mas serviu para tirar o resto da pouca paciência que eu tinha.

  - Chega! 

  Apertei mais o seu braço e a ouvi grunhir de dor, pouco me importava com ela. Arrastei ela comigo e quando ela começou a gritar, usei um feitiço para que ela calasse a boca. Mulher irritante, além de teimosa é escandalosa. Eu não podia chamar a atenção, então não podia correr o risco de desfazer a projeção para controlar ela com o meu cetro. Seus olhos estavam arregalados e ela estava visivelmente assutada e com medo.

 Arrastei ela para uma espelunca na qual eu achei para passar a noite. A joguei no chão e peguei sua bolsa. A idiota ainda tentou segurar a bolsa, mas lhe dei uma bofetada, a fazendo cair para trás. Abri a bolsa e peguei a jóia na minha mão. Era lindo e poderoso, era como se eu pudesse sentir o cheiro do seu poder exalando, mas infelizmente eu não podia usá-lo, apenas o herdeiro dele poderia, no caso a herdeira. Eu precisava ter a prova de que aquela mulher era a herdeira, porque se fosse, ela não poderia viver mais em Midgard.

  Abaixei perto dela.

  - Eu vou retirar o feitiço e você poderá falar, mas se gritar, eu te mato. - sorri - Estamos entendidos? - ela concordou com a cabeça, deixando uma lágrima escapar - Ótimo. - retirei o feitiço.

  - Quem você pensa que é para me arrastar?! - rosnou visivelmente nervosa - Antes de tudo isso não te pertence, você é um louco que nem deste planeta é e acha que tem o direito de por suas mãos em mim, me dando uma bofetada na cara. Não sei de onde você veio, mas espero que volte para lá logo.

  - Eu sou um Deus, garota estúpida! - rosnei. - Cale-se antes que eu te mate.

  - Se quisesse mesmo me matar já tinha feito. - ela cruzou os braços, me desafiando. Desaforada.

 Dei um passo na direção dela e ela desfez a pose, deixando seu semblante transparecer o seu medo. Ri da cara dela, ela era patética. Ela veio na minha direção e me empurrou, mas de nada adiantou, eu não saí do lugar, ela era fraca demais, não podia competir comigo. Agarrei o pulso dela e a puxei para perto de mim, enfiando o anel no seu dedo. A garota parou de se mexer na mesma hora e encarou a pedra azul ascender, ao mesmo tempo que a minha verde acendia. Seus olhos brilharão, sua pele esquentou e se arrepiou. Eu não conseguia parar de olhar para os olhos dela brilhando como a pedra, não emanando uma raio, mas brilhando como a luz, mas logo o seu brilho foi falhando, seus olhos estavam se fechando e seu corpo pesando contra o meu, ela tentou manter o equilíbrio, mas falhou e desabou desacordada em meus braços.

 Era ela. A herdeira de Yggdrasil.


Notas Finais


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