História Beau Swan and Edythe Cullen - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Tags Saga Crepusculo Romance
Exibições 14
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então galera esta é a minha primeira fanfic da saga Crepúsculo. Sou apaixonada pela saga desde sempre, mas Vida e Morte me conquistou. Plágio é crime, todos os personagens foram criados pela incrível Stephenie Meyer :) Espero que gostem, bjs.

Logo depois do enterro e de encontrar Bonnie, Beau e Edythe estão em casa. O que será que vai acontecer?

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Uma nova vida


Pov Beau

—Bom, chegamos. - Edythe parou à minha frente com um sorriso largo de covinhas no rosto. Olhei por cima de seus ombros e vi aonde estávamos. - Eu fiz algumas acomodações, espero que goste.

Em seu quarto. Eu já estive ali antes uma vez, para falar a verdade nem foi há muito tempo atrás. Deveria ter sido só alguns dias. Mas, mesmo que não fosse há muito tempo, foi em outra vida. 

Lembro-me do eu humano entrando naquele quarto admirado e observando cada detalhe possível tentando memorizar e pensar em Edythe nesse cômodo. Passando o tempo, ouvindo música e lendo. 

O quarto estava como antes, exceto por algumas mudanças que ela havia feito.

As paredes naquela tonalidade escura que combinavam com o tapete dourado, à bela vista que tínhamos da cadeia de montanhas e da floresta. A parede composta por todos aqueles CDs que ela organizava muito bem ao lado do aparelho de som. Eu podia ouvir o som do rio se estendendo por ali perto. 

O sofá de couro negro havia desaparecido e em seu lugar havia um cama. Uma cama de lençóis brancos e uma manta de tons frios. Edythe deve ter pensado que aquilo faria com que eu me sentisse mais confortável no quarto. Apesar de que nós não precisávamos dormir, ou nem nada parecido. 

Ela olhava para mim com expectativa. Esperando alguma reação de minha parte.

—Por favor, me diga o que está pensando. - Senti seus olhos em mim. Desviei meus olhos para ela. Sua mão ainda segurava a minha. 

—Edythe... Você não precisava fazer isso. Sério, este é o seu quarto. Eu não quero ser um incômodo, não quero tirar sua privacidade de você. - Olhei para ela quando disse. 

Ela deu um sorriso inesperado para mim. Olhei em seus olhos dourados, estavam suplicantes. Ela ainda estava magoada por tudo o que aconteceu, e no fundo eu sabia que ela se culpava por tudo.

—Quero que se sinta em casa. De verdade, não importo em dividir o meu quarto com você. Será um prazer ter você por perto. Me sentia angustiada e ter que me afastar de você, mas só de saber que agora vamos morar juntos... Eu sei que é egoísta da minha parte e peço para que me perdoe. - Ela abaixou a cabeça ao dizer disso, toquei em seu rosto fazendo com que ela olhasse para mim. 

—Você não teve culpa do que aconteceu. A culpa foi da rastreadora. Ela que me mordeu, e eu escolhi isso. Eu escolhi você. E agora eu terei que lidar com isso, mas não me arrependo da minha escolha. - Acariciei seu belo rosto.

Edythe franziu o cenho. Ver seu belo rosto desolado daquela forma, acabava comigo. Mas, estávamos juntos e aquilo parecia ser mais certo do que nunca. 

Eu nunca me encaixei em algum lugar. Sempre me senti incompleto e infeliz. Mas, agora nesse novo mundo eu era alguém. Eu estava com ela, eu a tinha só para mim. E isso era muito mais do que eu poderia desejar. 

Olhei de volta para aquele quarto espaçoso que agora era meu e dela. Só de pensar naquilo me fez ter uma estranha sensação de felicidade. Nós iríamos dividir um quarto. Era bom demais para ser verdade. 

—Obrigado por tudo, Edythe. - Toquei em seu belo rosto. Que ao mero toque parecia tão frágil, assim como ela. Mas, eu sabia que não era bem assim, que por trás do belo rosto ainda havia muito mais. 

—Não me agradeça ainda. - Ela me puxou para dentro do quarto me guiando até a parede do closet. - Enquanto você estava... - Suas feições tomaram uma expressão dolorosa. - Estava fora de alcance, eu e Archie tomamos a liberdade de comprar novas roupas para você em Port Angeles. - Um sorriso apareceu em seu rosto. Ela observou meu rosto por um momento. - Nada exagerado, é claro. - Ela riu e sua risada melodiosa ecoou pelo quarto.

Uma vaga lembrança fez com que eu tivesse em mente de que todas as minhas roupas não estavam mais comigo. Em parte porque algumas ficaram na casa de Charlie, outras na minha casa no Arizona. Só às que estavam em minha mala, que eram poucas, estavam com com os Cullen. 

Edythe com um mero gesto empurrou a porta do closet com cuidado, revelando seu interior. A parte direita era dela. Pude ver suas roupas de tonalidades claras e mistas, a maioria suéteres estendidas por toda sua parte. Duas prateleiras apenas com sapatos. 

Meus olhos foram até a minha parte. O lado esquerdo estava completo com camisas de tonalidades claras e discretas, nada que eu estava acostumado. Suéteres, moletons e calças de tonalidade pastel. Valiam muito mais que meu antigo guarda-roupa. Meus olhos foram até os sapatos que estavam embaixo, fiquei impressionado com tudo aquilo que eu vi.

Meus dedos foram até o tecido das camisas. Pude sentir o quanto eram macias e de um bom tecido. Edythe olhava-me esperando minha reação.

—São lindas. - Observei com um sorriso. - Lembre-me de agradecê-lo. - Pedi à ela. Ouvi seu riso baixo.

—Archie tinha visto que você iria gostar. - Ela disse com um sorriso exibindo os dentes brancos e perfeitos. Fiquei embrigado apenas de observar suas feições. - Eu espero que se sinta à vontade aqui comigo. - Seus dedos apertaram os meus com delicadeza. 

—Isso aqui é muito mais do que eu poderia imaginar. Eu estou grato por tudo o que está fazendo por mim. De verdade. - Eu disse com um sorriso no rosto, tocando em seus ombros.

Edythe não respondeu, apenas inclinou-se na minha direção. Senti seus lábios macios tocando os meus, se meu coração pudesse disparar, com certeza teria disparado como antes. Minhas mãos foram até sua cintura fina, trazendo-a para mais perto de mim. Os braços de Edythe foram até o meu pescoço, puxando-me para baixo. 

Aprofundei o beijo, mordiscando seus lábios e aproveitando cada segundo daquilo. Quando humano, tínhamos limites à seguir. Barreiras e obstáculos que não podíamos ultrapassar, mas agora... As coisas estavam diferentes entre nós.

Edythe se afastou, meus lábios buscaram os dela. Abri os olhos e umedeci os lábios. Ela me olhava divertida, mordendo os lábios e os olhos alegres.

—Ei, seus dois pombinhos. - Archie apareceu. Nos viramos e ele estava lá. Junto com Jessmine, parados em frente à porta. Archie usava um suéter azul marinho, calças claras e sapatos de veludo. 

Edythe parou e revirou os olhos. Archie riu.

—Ora, Edythe não pensou que fosse ficar com Beau só para você, hm? - Ele deu uma risada harmoniosa. Edythe apertou-se junto à mim.

—Eu sinceramente esperava que sim. - Ela disse contrariada e eu ri sem graça. 

Pude sentir a harmonia no ar proporcionada pelos poderes de Jess. 

—Carine está chamando vocês. Uma típica reunião de família. Ela voltou agora do Hospital e está nos esperando na sala.  

—Nós já vamos. - Edythe disse.

—Espero que sim. Não quero ter que voltar aqui e ter que arrastar vocês dois à força para sala. - Archie disse com às sobrancelhas franzidas.

—E ele está falando sério. - Jess finalmente se pronunciou com uma expressão divertida.

—Nós estamos indo. - Edythe repetiu com paciência. 

Archie saiu do quarto mais rápido do que eu esperava. Com passos graciosos e de dançarinos, Jess o seguiu em silêncio. 

Edythe se virou para mim com os lábios franzidos. Observei seu rosto pálido e lindo. Acariciei com a ponta dos dedos.

—Temos que ir. - Sussurrei próximo ao seus lábios.

—Sim. - Ela grunhiu contrariada.

—Temos muito tempo para ficarmos sozinhos. - Eu a abracei e beijei seus cabelos. 

—Sim, inclusive tenho planos para esta noite. - Ela sorriu se fazendo de misteriosa. Franzi às sobrancelhas e ela riu de minha expressão. - Não se preocupe, nada muito perigoso.

—Só nós dois? - Perguntei.

—Só nós dois. - Ela repetiu com um sorriso.

Edythe me beijou. Um mero encostar de lábios, ela se afastou e me puxou para fora do quarto. Em passos silenciosos e graciosos, enquanto descíamos juntos de mãos dadas.

 


Notas Finais


Tenho um certo tempo para escrever devido à outras fanfics de outros gêneros que estou escrevendo. Postarei um capítulo por semana, se depender, até dois :)


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