História Beau Swan and Edythe Cullen - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Tags Saga Crepusculo Romance
Exibições 9
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Beau e Edythe vão caçar pela segunda vez. O que será que vai rolar?

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Minha desastrosa caçada


Pov Beau

Carine e os outros nos esperavam na sala. Sempre que eu estava na sala de estar dos Cullen, me surpreendia como era luminosa e espaçosa. Carine e Earnest nos esperavam ao lado do sofá. Mantinham a conversa em tom baixo, Jess e Archie estavam lá também junto de Eleonor e Royal.

—Ah, que ótimo que desceram. Já estava indo até lá em cima arrastar vocês dois. - Archie comentou com um sorriso malicioso. Pude ouvir a risada baixa de Jess e dos outros.

Se ainda fosse humano, poderia sentir minhas bochechas corarem de constrangimento perante toda à sua família.

—Cale a boca, Archie. - Edythe disse com um sorriso divertido. - O que era tão importante, Carine? - Ela tomou à frente. Parei ao seu lado com as mãos nos bolsos.

—Bem, depois de toda a confusão com as Quileutes... Gostaria de saber se ainda vai querer frequentar a escola, Edythe. Sabe, ainda temos que ficar aqui por um ano enquanto as coisas se ajeitam. Se formos embora agora, podem suspeitar... 

Umedeci os lábios. Aquilo tudo era novo para mim, toda aquela nova vida. Ter Edythe ao meu lado sem termos que nos afastar, morar na casa dos Cullen. Ficar longe da minha antiga família, pois agora eu era perigoso demais e poderia colocá-los em perigo apenas por estar no mesmo ambiente que eles. 

—Charlie está bem? - Interrompi-a agitado. Edythe segurou em minha mão analisando minhas expressões. - Alguma notícia dele? - Perguntei novamente.

—Bem, Charlie está tentando seguir em frente. Ainda é muito difícil para ele lidar com tudo isso. Mas, ele está tentando apesar de tudo. - Carine disse com delicadeza. Ela estava tentando ser gentil e eu apreciava isso.

—Sabemos o quanto está sendo difícil para você, Beau. E respeitamos isso, mas agora tudo o que podemos fazer é esperar a situação melhorar. - Earnest disse sendo gentil. 

Baixei os olhos ainda chateado com tudo aquilo. A imortalidade era tinha um preço alto a se pagar e eu sabia disso.

—Eu ainda não me decidi, Carine. - Edythe tomou voz naquele momento. Levantei os olhos e olhei para ela, que parecia firme. - Mas, quando eu tomar uma decisão, você vai ser a primeira a saber. 

Carine sorriu para ela. 

—O que pretendem fazer hoje? - Earnest nos perguntou.

Lancei os meus olhos para Edythe, que desta vez abriu um largo sorriso de covinhas enquanto apertava meu braço com delicadeza.

—Vou levar Beau para caçar. - Ela disse com um sorriso.

Então nós íamos caçar? Era isso? Lembrei-me da minha última experiência caçando. Ocorreu tudo bem apesar de que eu ainda era novo em tudo aquilo.

—Caçar? - Eleonor sorriu já animada de braços cruzados. - Seria interessante se eu participasse. Vocês iriam ver uma profissional nata no assunto. 

Edythe e os outros riram.

—É claro, mas estávamos em pensando em ir só nós dois. Espero que não se importe, El. - Edythe disse com suavidade.

Eleonor franziu o cenho.

—Tudo bem. Aposto que só não querem que eu vá, pois não querem passar vergonha. Eu entendo. - Ela deu de ombros indiferente. 

Edythe revirou os olhos.

—Nos vemos mais tarde. - Ela finalmente disse e saímos pela porta da frente. Edythe soltou minha mão e pulou os degraus da frente em um salto gracioso.

O som da floresta estava silencioso. Já estava escuro, eu podia ver o céu nublado acima de nós com clareza. A casa atrás de nós iluminava a vasta floresta escura.

—Quer apostar uma corrida? - Ela perguntou animada parando à minha frente e eu ri.

—Isso não seria muito justo, hm? - Toquei em sua mão.

—Mas, eu prometo que não vou deixar você muito para trás. - Ela disse fazendo um beicinho. Eu beijei sua boca, lhe dando um breve selinho. Franzi o cenho e vi que ela fazia aquela carinha fofa quando queria algo de mim.

—Tudo bem. - Eu disse derrotado. 

Ela sorriu animada. 

—Primeiro às damas? - Ela perguntou com um sorriso. Estendi minha mão à sua frente lhe dando passagem. 

Um segundo depois Edythe não estava mais ali. Ela já havia sumido na escuridão. Suspirei e dei um sorriso correndo atrás dela. 

Meus pés deslizavam no chão com facilidade, eu não precisava me preocupar se iria cair ou não. Sentia a brisa bater em meu rosto e o vento em minhas roupas, enquanto eu corria.

Às árvores ficavam para trás enquanto eu tentava alcançá-la. Edythe não estava muito à frente. Ouvia sua risada ecoando, grunhi e tentei aumentar minha velocidade.

O rio estava próximo. Sem ao menos pensar, Edythe saltou indo parar para o outro lado do rio. Fiz o mesmo, pousando com suavidade do outro lado.

—Espera. - Ela finalmente parou e me segurou para que eu parasse também. 

—O que foi? - Perguntei com os olhos nela. 

Foi quando eu pude sentir o cheiro. O coração batendo rápido, o sangue passando por suas veias. Dois cervos próximos de nós, estavam alguns metros de distância. 

Senti aquele incômodo na garganta. Aquela queimação cruel, que ardia e era horrível ao mesmo tempo. Até agora eu não estava tendo problemas com a sede. Apenas se eu ficava pensando muito nela, mas a maior parte do tempo eu tentava manter a minha mente longe. Sempre distraído com qualquer outra coisa.

—Quer ir na frente? - Edythe perguntou sendo cuidadosa.

Sorri para ela. Ela já havia me ensinado uma vez, Edythe sempre ia na frente, mas desta vez ela queria saber se eu gostaria de ir.

—Posso? - Perguntei.

—É claro. - Ela disse com um sorriso animado.

Agachei-me em posição de ataque. Um rosnado escapava da minha garganta, pude ouvir a risada bixa de Edythe. Observando-me o tempo todo. Sem ao menos pensar, pulei na direção do cervo. 

O pobre coitado pulou assustado para longe, mas não conseguiu escapar. É claro que ele tentou, e isso fez com que nós dois rolássemos naquela terra. 

Segurei o cervo já morto em minhas mãos. Aproveitei para saciar a minha sede. Senti a queimação se desfazer aos poucos enquanto eu saciava aquilo que me matava por dentro.

Levantei-me ao terminar. Virei-me e vi que Edythe segurava o riso ao me ver daquela maneira.

Olhei para minhas roupas e vi como eu estava. Minha camisa que antes era azul agora estava marrom. Limpei a boca com a manga da camisa.

—Você deve ser o vampiro mais peculiar que eu já conheci. - Ela disse entre risos. Umedeci os lábios e deixei-a rindo de mim. 

—Muito engraçado. - Eu disse com uma careta.

—Não tenho culpa se você não tem noção de espaço. - Ela disse entre risos, mal se aguentando ao me ver naquela situação. Ela se aproximou e tirou um galho que estava na minha camisa.

Eu ri ao ver que ela se divertia. Edythe já havia saciado sua sede e estava impecável, diferente de mim.

—Eu preciso ir para casa e tomar um banho. Sinto que tem terra até mesmo no meu ouvido. - Queixei-me e ela riu ainda mais alto. 

—Vamos ir embora. - Ela segurou em minha mão enquanto mudávamos o nosso curso e voltávamos para a casa.

 


Notas Finais


Gostaram do capítulo anterior? Aqui tem mais um capítulo novo, espero que gostem :)


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