História Beau Swan and Edythe Cullen - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Tags Saga Crepusculo Romance
Exibições 8
Palavras 3.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Um capítulo mais longuinho, diferente dos outros. Tive uma certa inspiração, nesses últimos dias e decidi escrever. Agora só na semana que vem amores, kk

Nesse capítulo nós vemos a chegada de Beau, Archie e Jess à Seattle e como às coisas estão indo em Forks com Royal, Eleonor e Edythe

Capítulo 6 - Capítulo 6 - Seattle


Pov Edythe

—Pelo amor de deus, Edythe. - Eleonor revirou os olhos e bufou zangada, batendo à porta do carro. - Sério, ele está bem. Não faz nem duas horas que ele e Archie foram para Seattle. 

—Talvez, eu devesse ligar... - Tirei o celular do bolso.

—De novo? - Royal me olhou com uma careta. E eu já sabia o que se passava por sua mente. Ele reprovava o meu comportamento, e estava cansado de ter que lidar com o meu lado protetor sobre Beau. 

Eleonor seguia na frente enquanto atravessávamos o estacionamento. Havia chovido hoje de manhã, o asfalto ainda estava meio molhado e escorregadio para os humanos. 

Alguns passos à minha frente vi os amigos de Beau. McKayla Newton juntamente com Allen e Jeremy. Taylor e Logan estavam lá também, conversavam baixinho encostados no carro de Taylor. A loira Newton me fuzilou com os olhos, abraçada junto à Jeremy. Eu sabia que ela me odiava, em parte devido ao seu lado ciumento e possessivo em relação à Beau. Mesmo que nada tivesse rolado entre ambos, eu e ele sabíamos que ela se sentia assim. E agora para eles, Beau estava morto. E eu sabia que no fundo ela me culpava por isso, mas eu não ligava para o que ela achava. Deixei de ligar há muito tempo sobre o que pensavam de mim.

Dei uma boa olhada em seus pensamentos. Pude ver a maioria dos xingamentos e nomes desprezíveis que ela pensava ao meu respeito. Era até engraçado ver como uma pessoa conseguia pensar em todos esses nomes, assim tão rápido em relação à outra pessoa.

Royal dirigiu seus olhos para os cinco amigos. De alguma forma seu olhar fez com que os olhares dos cinco mudassem de direção. Continuei com meu caminho ao lado dos meus irmãos. Tínhamos um longo dia pela frente, e eu ainda estava preocupada com Beau. Ele ainda era novo nisso, como eu pude deixar ele ir para tão longe de mim? Com Archie ainda por cima? Eu confiava em meus irmãos, mas eles já o perderam uma vez. Archie culpava Beau por tê-los enganado no aeroporto, mas eu sabia que em parte a culpa era dele. 

Eu não conseguia deixar a angústia de lado. Para mim desde o começo foi difícil saciar a sede pelo sangue de Beau, mas eu não esperava me apaixonar. Agora me vi presa por meus sentimentos por ele, estava ficando cada vez mais difícil ter que lidar com esses sentimentos.

Eu tinha aula de Biologia agora com a Sra Banner. Carine queria me providenciar um horário novo, mas achei melhor deixar o antigo. Segui para à aula. Royal e Eleonor tinham aulas diferentes, então nos encontraríamos no refeitório na hora do almoço. 

A sala estava como eu estava habituada. Cheia de humanos socializando entre si. McKayla estava disposta em sua cadeira, desta vez ela não ficou perto da minha mesa. Sempre nas aulas de Biologia ela costumava ficar ali perto com a desculpa para falar com Beau. Mas agora parecia querer distância, e eu preferia assim. Sentei em minha cadeira e ali fiquei contemplando o vazio. Isso até Allen e Jeremy vierem falar comigo. O que foi algo surpreendente e inesperado. 

—Uh... Oi, Edythe. - Jeremy se aproximou com cautela. As mãos no bolso tentando parecer descolado ou descontraído. 

—Nós... Nós queríamos falar com você. Sobre... Sobre Beau. - Allen coçou os cabelos, ainda envergonhado pela situação. Pisquei ainda desacreditada, olhando para ambos e como estavam desconfortáveis. 

—Beau... - Mesmo naquela situação, ainda era difícil dizer seu nome sem que milhares de pensamentos, lembranças ou situações viessem à minha mente. Levantei os olhos e eles encontraram os meus, acho que viram algo relacionado à minha dor e simpatizaram com ela. - Sim, Beaufort... 

—Nós sabemos que vocês meio que tinham... Um lance. - Jeremy apressou às palavras, como se ainda não acreditasse em tudo o que houve entre mim e Beau. Ou como se ainda tentasse entender como foi que isso tudo aconteceu. - E nós queríamos te desejar os pêsames. 

—Nós estávamos juntos. - Respondi à pergunta que havia em seus pensamentos. - Estávamos. - Repeti a palavra. Nós ainda estávamos juntos, mas falar de Beau, assim no passado... Não era fácil para mim. Mas eu conseguia entrar no jogo e interpretar o papel de namorada de luto. 

Jeremy e Allen trocaram olhares desacreditados. Jeremy fitava-me boquiaberto com a boca em formato de um O. Foi Allen que quebrou o silêncio primeiro.

—Sério? - Ele riu ainda sem graça.

—Sim. Eu conheci seu pai no mesmo dia em que ele... - Cerrei os dentes e trinquei o maxilar. Interrompi a frase e dirigi aos dois um olhar duro. 

—Nós entendemos que não está sendo fácil para você. E muito menos para nós que éramos amigos dele. Beau era uma boa pessoa, e aposto que está em um lugar muito melhor. - Ele disse com um sorriso otimista.

Sim, lugar melhor. Em Seattle com meu irmão, andando de carro e fazendo compras e eu aqui. Sendo forçada a bancar a namorada de luto e ter que lidar com essas pessoas que só estavam falando comigo, porque estavam com pena. 

—Aposto que sim. Ele deve estar muito feliz e em um lugar melhor. - Repeti sua frase com os lábios cerrados. Aquele era um convite para os dois se tocarem e vazarem dali. 

A Sra Banner entrou na sala e deixou sua bolsa em cima da mesa. Ambos trocaram olhares para ela e depois para mim. Um sinal que deveriam ir para suas mesas.

—Então, é... Foi bom conversar com você. E estamos aqui para qualquer coisa que você precisar. - Allen se pronunciou, prestativo. 

Allen era muito educado e cortês. E eu não tinha nada contra ele, ele sempre foi muito educado com todos. Portanto, quando ele disse isso, eu apenas sorri em resposta.

Debrucei meu rosto em uma das mãos e esperei até que ela começasse a dar aula. Ia ser um longo dia, e tudo o que eu esperava... Era saber como ele iria terminar. E no que iria dar essa viagem à Seattle.

...

Pov Beau

—Edythe está pensando em ligar de novo. Desse jeito terei que desligar o celular. - Archie deu uma olhada na tela do celular mais uma vez e o deixou no lugar em que pegou.

—Isso não seria muito prudente. - O adverti. Eu sabia perfeitamente como Edythe era. E não era fácil para nenhum de nós dois ficar longe um do outro, mas ela era um pouco mais... Rigorosa em relação à isso. E Archie desligando o celular... Não seria uma boa para nenhum de nós três, porque no final de contas... Eu sabia que iria sobrar para mim. 

—Tem razão. Ela vai ficar ainda mais paranoica se souber que eu desliguei o celular. - Ele deu uma risadinha e voltou com ambas às mãos no volante. 

Nós fizemos uma rápida parada até Seattle. No meio do caminho precisávamos encher o tanque, e logo voltamos para estrada. Jess não pronunciou uma sequer sílaba durante o caminho até agora. Apenas ficava olhando pela janela com uma cara de paisagem. O clima ambiente entre nós estava ameno e tranquilizador, e eu sempre iria agradecê-la por esse dom. Sempre ajudava nos momentos difíceis quando precisávamos, então era muito útil. 

—Então, Beau. - Archie olhou no retrovisor com um sorriso malicioso. Aquele sorriso que ele costumava dar quando fazia alguma pergunta constrangedora ou embaraçosa. Eu sabia que ali tinha coisa. - Como estão às coisas com a minha irmãzinha?

—Hã, bem? - Pronunciei aquela palavra ainda incerto. Eu não sabia o que raios significava aquela pergunta ou aonde ele queria chegar com aquilo. 

—Ah, por favor. - Archie zombou com um sorriso, ainda olhando para mim. Ele não precisava olhar para estrada? Diferente de Edythe, ele não corria muito. Mas parecia ter se esquecido completamente disso, pois seus olhos estavam voltados para mim. - Agora que ambos são iguais, quero saber como estão às coisas? - Jess deu uma risadinha quando ele repetiu à pergunta.

—Q-Que coisas são essas? - Gaguejei com os olhos nele. Eu definitivamente exibia o quanto estava envergonhado com o fato do irmão da minha namorada estar querendo saber de coisas tão pessoais.

—Somos amigos, ué. Não precisamos de segredos. Edythe sempre foi meio discreta, entende? Mas desde que ela e você anunciaram para todo o universo que estão juntos... E agora ambos são iguais, não vejo porquê não. 

—Eu acho que não entendo aonde vocês querem chegar. - Me senti totalmente bobo falando daquilo com os dois. 

—Edythe vai nos matar. - Archie disse baixinho para Jess, que riu em resposta. Umedeci os lábios e tentei estabelecer uma linha de raciocínio. Será que estávamos na mesma página? Ou era coisa da minha cabeça?

—Bem, nós nunca... Nunca. E vamos esperar até depois do casamento, entende? Ela quer esperar, e eu não vejo razões para não esperar até lá. - Expliquei toda a situação.

—Homem de palavra. - Archie sorriu com os olhos brilhantes. 

—Bom, fico feliz se ela estiver feliz. - Engoli o seco. Não pensava que depois que eu me transformasse, passaria por situações tão constrangedoras como esta. Mas ambos pareciam estar se divertindo sobre tudo aquilo.

—Uh... - Archie exclamou com um sorriso no canto dos lábios. 

—O que você viu? - Jess tocou em sua mão.

Inclinei-me para frente para ouvir também.

—Parece que Edythe está transtornada em ter que ficar na escola. - Ele deu uma risadinha. - E seus amigos foram até ela conversar. - Ele olhou para mim.

Amigos? Jeremy? Allen? Oh, meu deus... Será que McKayla? Será que ela iria? Bem, eu conhecia bem o suficiente para saber que ela detestava Edythe. E devido às nossas situações atuais.

—Foram desejar os pêsames... Essa garota McKayla está querendo pular no pescoço da Edythe. - Ele riu juntamente com Jess. Engoli o seco, ainda preocupado no que poderia acontecer. - Fique tranquilo, está tudo sob controle. Edythe sabe lidar com esse tipo de situação.

Encostei à cabeça no vidro da janela. Aquela foi uma escolha que eu fiz e que teria que conviver pelo resto da eternidade. Eu teria sim meus arrependimentos, mas mesmo em outra vida... Eu escolheria Edythe.

Mas agora eu pensava em meus pais. Como eles estavam? Como Charlie estava lidando com tudo aquilo? Minha mãe deveria estar acabada. Ela já devia estar de volta à Phoenix agora com Phil. Provavelmente ela estaria em casa agora... Em volta daquele seu antigo cobertor de faculdade que ela tem e que ama. E que ela gosta de ficar enrolada durante os dias em que ela se sente deprimida. Phil deveria estar ajudando-a a se recuperar. Mas como ela se recuperaria da morte de um filho? Isso era algo que se leva para o túmulo, mas... Eu gostaria de vê-los uma outra vez. Mesmo que à distância, como em meu enterro. Não me importaria em ficar longe, apenas de estar vendo ambos.

—Beau? - A voz de Archie me trouxe de volta à realidade.

—Sim? - Levantei a cabeça do vidro.

—Você está bem? - Sua voz era preocupada agora. Deixando o tom divertido das brincadeiras anteriores.

—Sim, sim. 

—Chegamos. Bem vindo à Seattle. - Ele disse com um sorriso.

...

—Ah, qual é? Nós dois sabemos que eu caço bem melhor que você. - Royal se vangloriou com os cotovelos apoiados na mesa e um sorriso enorme dirigido à Eleonor. 

Eleonor franziu às sobrancelhas e se aproximou dele. Eu dei uma boa olhada na mente dela e vi diversos pensamentos sujos ou formas de deixá-lo constrangido. 

—Como se isso fosse ser verdade. Nós dois sabemos perfeitamente que eu sou mais forte que você. Isso foi até comprovado, não é? Edy, diz para este sujeito que ele está enganado. - Ela apontou o dedo para Royal e uma careta dirigida à mim.

Cruzei os braços e encostei às costas na cadeira. O refeitório estava cheio hoje. Lá fora uma chuva fraquinha caia, mal dava para ver. Mas eu sabia o quão molhado o estacionamento iria ficar. 

A mesa de Beau estava lá do outro lado, fitei-a minunciosamente. Seus amigos pareciam que haviam formado parzinhos, logo depois do baile. Eu sentia falta de ver Beau ali do outro lado do refeitório, sentado em sua antiga cadeira. E seus olhos azuis, que ele costumava dirigir-se à mim e me fitar com aquela expressão. Aquela expressão que sempre me fazia de refém e que eu sempre tentava decifrá-la. 

—Edy? - El me chamou novamente.

—O que foi, El? - Voltei com os olhos para ela.

—Ah, não acredito. - Ela bufou e cruzou os braços. 

—Deixe de ser incrédula. - Eu ri de sua expressão. 

—Isso já está ficando ridículo. - Royal me olhou com uma cara feia.

—Você ao menos podia tentar ser amigo dele. - Iniciei aquela discussão. - Beau não é tão ruim quando o conhece bem. - Royal se afastou com os olhos descrentes, ainda chocado pela minha ousadia de questionar algo tão fora de órbita. 

—Não me envolva nisso. Isso foi ideia sua. - Ele voltou com os olhos para frente, desta vez emburrado. 

—Beau faz parte da família agora, Roy. - Eleonor concordou comigo, apesar da minha falta de fidelidade quando se tratou de ajudá-la com seu ego. - Acho que seria bom para vocês se vocês tentarem se conhecer. 

Royal resmungou para si mesmo. Ainda carrancudo e evitando olhar para mim. Seus olhos voltaram-se para mim por um instante e eu cerrei os olhos ainda o encarando.

—Ah, isso não é justo! - Ele sussurrou. - Pare de trapacear e ler a minha mente. Sabe que eu odeio quando você faz isso, além de não ser justo e sujo.

—Cada um com seus dons. - Mordi os lábios e sorri em resposta. 

—Vocês me cansam. - Eleonor levantou com sua bandeja intocável. Ela direcionou-se para o lixo e jogou o que havia fora. Royal a seguiu e fez o mesmo. - Vamos, Edy. Vamos logo assistir essas aulas que faltam e ir para casa. 

—Me prometa, Royal. - Parei à sua frente e a diferença de tamanho era bem notável.

—O quê? - Ele levou às mãos nos bolsos.

—Que vai tentar. - Apontei o dedo para ele.

Ele me olhava com o maxilar cerrado. Como se tivesse chupado limão ou raspado o rosto no asfalto quente.

—Vou tentar. Não prometo nada. - Ele soltou depois de alguns instantes. Relaxei meus ombros e dei um sorriso em resposta.

—Ande, vamos. - Segui na frente dele e de Eleonor.

...

Pov Beau

—Ah, tantos lugares para ir! - Archie exclamou enquanto saíamos do carro e olhamos em volta. 

Tantos humanos. Olhei em volta e pude entender o que Edythe havia me dito há um tempo atrás sobre cheiros e gostos. Mordi os lábios, ontem eu havia caçado. Então a sede não era tão incessante ou dolorosa quando eu não pensava nela. Apenas tentei relaxar e curtir o passeio. 

Archie parou o carro em uma vaga livre em uma avenida tumultuada. Fitei ao redor com curiosidade, lembro da última vez que estive aqui na minha outra vida. Há muito tempo atrás.

Jess olhava para os outros com indiferença. Para ela, era como se eles nem estivessem ali. Ou como se os humanos fossem apenas às formigas do jardim de sua mãe. Impossíveis de se livrar, mas insignificantes e totalmente fácil de se conviver, se ignorar a existência.

Levei minhas mãos aos bolsos do moletom.

—Podíamos ir ao Woodland Park. - Archie passou os braços ao redor dos ombros de Jess. Ele fitou nossos rostos e desfez o sorriso. - Ah, melhor não. Vamos ao Shopping. 

Ele havia parado o carro no meio entre pontos de referência. Como a Starbucks, que era bem do outro lado da esquina. Se eu ainda fosse humano, eu gostaria de passar lá para pegar um café. Mas agora não havia necessidade.

Acabamos decidindo que iriamos ao Westfield Southcenter. Um shopping ali perto. Lá havia livrarias, então era um lugar aonde eu não me sentiria muito deslocado. 

Não estava muito cheio o shopping. Acho que porque ainda estava cedo e de noite costumava a lotar de gente. O shopping era bem grande, tive o vislumbre de três escadas rolantes só da entrada. Eu não era muito fã de lugares tumultuados, ainda mais assim na minha situação. Mas eu estava tentando curtir e ver às boas intenções de Archie por trás de tudo isso.

Jess e Archie assumiram à frente. Eu seguia logo atrás dos dois, nem preciso comentar o quanto nós estávamos chamando a atenção de todos ali. Ao passar por um espelho no Shopping, tive um breve vislumbre da minha aparência. 

Meus cabelos castanhos estavam bagunçados. O que davam à eles um certo charme. O que era estranho de se pensar ou dizer, meus olhos que agora eram cor de mel, clamavam atenção. O moletom era justo, o que dava o meu corpo uma certa chamatividade. Como se eu houvesse ido à academia e malhado para ter esse corpo. Coisa que eu nunca fiz em toda minha vida e que nunca faria, nem mesmo agora. Mas agradecia por aquilo. 

Meu rosto pálido, juntamente com às marcas arroxeadas abaixo dos meus olhos, que agora não estavam tão em evidência. Chamavam à minha atenção, não estava acostumado ainda com aquilo.

—Beau? - Archie me chamou novamente. 

—Hã, sim? - Voltei-me para ele. Que ria da minha expressão, juntamente com Jess ao seu lado.

—Tem uma livraria logo aqui na frente. Você gostaria de comprar alguma coisa? - Ele apontou para uma livraria há uns dez metros de distância.

—Ah, sim. E também gostaria de comprar algo para Edythe. - Eu havia trazido alguns trocados que me sobrara das minhas economias, ainda não me sentia confortável em usar o dinheiro deles. 

—O que vai comprar? - Jess perguntou de mãos dadas com Archie.

—Eu tenho o presente perfeito. - Sorri pensando na expressão de Edythe quando eu aparecesse com aquilo em casa.

 



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