História Beautiful - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~KYB

Postado
Categorias G-Dragon
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Artes, Astrologia, Big Bang, Bigbang, Daesung, Drama, Jiyong, Kim Yoo Jung, Kwon Jiyong, Revelaçoes, Romance, Seungri, Taeyang, Top
Visualizações 120
Palavras 3.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Herói e rebelde


Fanfic / Fanfiction Beautiful - Capítulo 22 - Herói e rebelde

[Kwon Jiyong pov on]


Ao acordar percebi estar em outra cama que não era a minha. Um anjo dormia quieto do meu lado, encostada a mim para ser mais preciso. Respirei fundo e passei a mão por seu cabelo, liso como a seda e negro como um diamante da mesma cor. Como se pudesse me ouvir chama-la em meus pensamentos ela se acorda. Ou fui eu quem a acordei mexendo em seu cabelo?

- Bom dia. Te acordei, ne? – deixo-a ouvir minha voz e saber o que diria após isso.

- Bom dia... Kwon?

Eu sabia, ela não se lembraria. Ou se lembrava muito bem, que pelo jeito como ela me chamou havia se arrependido do que aconteceu.

- Acho que estava bêbada ao contrário do que você pensava – soltei uma risada nervosa e me levantei da sua cama catando o que me pertencia.

- E-espera, Jiyong. Eu me lembro. Me lembro sim. Ontem à noite, saímos para festejar e nos... – ela abriu um sorriso e juntou os joelhos apoiando o queixo neles, seu corpo envolto no lençol branco. Tão linda...

Eu abotoei a camisa branca e a calça, calcei os sapatos e joguei o smoking nos ombros e as meias e a gravata borboleta no bolso.

- Eu posso em ir em casa, tomar um banho. Minhas roupas estão lá - ela sorriu outra vez, dessa vez um sorriso tímido, percebi por suas bochechas corarem – volto pra comermos algo juntos. O que você acha disso?

Sugeri um pouco receoso, mas ela disse sim, balançando a cabeça e parecendo animada.

- Ótimo. Eu já venho. – deixei um beijo rápido em sua testa e sai.

Comemos juntos, e resolvi passar o dia com ela. Não foi planejado, apenas deixei rolar. Compramos sorvete para a sobremesa e em seguida fomos para a sala, sentados no tapete do chão, estávamos conversando até Yunna voltar ao assunto do outro dia.

- Jiyong, você me falou uma vez sobre seus pais.

- Eu disse que não tenho pais. – corrija-a outra vez.

- É, foi o que você me disse. Mas...

- Mais nada, Yunna. – outra vez essa história - Quer mais sorvete? – pergunto e ela responde com a cabeça e eu volto com mais uma taça pra ela.

- Numa pintura você usa várias cores, não é?

- Na maioria das vezes, sim.

- Você até pode pintar um quadro todo com uma só cor, mas talvez ele não vai ser tão divertido, entende?

Maneei a cabeça ponderando o que ela ne falava. – É, pode ser que sim. Nem todos gostam de pinturas monocromáticas.

- A minha mãe costumava repetir pra mim, que o mundo é lindo cheio de cores. E que quando não perdoamos o nosso mundo se torna de uma cor só, se torna escuro e perde a graça. Perdoar é colorir seu mundo com varias cores. Não perdoar é pintar com uma cor só, a cor da amargura. É triste, Jiyong.

- Hum, interessante o que sua mãe diz. – Falei depois de ter pensado um pouco.

- Acha interessante? Não é apenas interessante.

- Eu quis dizer, é faz sentido.

- Eu costumava culpar o meu pai no começo, pelo que me aconteceu, mas então eu decidi perdoa-lo. Caso contrário eu não estaria aqui com você hoje. – Yunna me disse com o rosto baixo, achei que estava chorando mas ao olhar para ela vi que não - Mas, talvez você não queira falar mais sobre esse assunto então, vamos falar sobre outra coisa.

- Como assim, culpava seu pai?

- Eles se separaram...você sabe, eu te disse. Mas não vamos falar disso, vamos falar sobre você.

- Ta, o que quer saber?

- Que tal, seus sonhos para o futuro?

- Queria uma casa maior – tirei um cigarro e um isqueiro do bolso, como se não desejasse nada, na verdade.

- Hm... O que mais? Pensa muito no seu futuro, Jiyong?

- Não tenho muitos sonhos. Quero me tornar um pintor famoso, ter uma exposição minha na cidade para que todos possam ver. Não penso muito no futuro, apenas vivo o presente. A vida sempre nos leva por caminhos que não planejamos mesmo.

- Isso. Eu também penso desse jeito. Isso vai acontecer com você ainda, eu acredito. Essa de você ser um pintor famoso.

- E você? Me fala sobre você agora. – eu não gostava nem tinha o costume de falar muito sobre mim.

- Eu também queria uma casa grande. Bem, eu sempre quis morar sozinha na verdade.

- Mas você já mora, agora.

- É, eu moro. Sou quase independente, não sou? Ela sorriu e eu entendi, ela quer ser independente.

- O que mais? – acendi o cigarro enquanto observava sua expressão tornar-se distante.

- Bem, eu já fui à uma balada...

- Seu sonho era ir à uma balada? - Perguntei atónito, dando um trago e soltando a fumaça em seguida.

- Não, isso não era um sonho, sonho! Queria dizer que era uma das coisas que eu gostaria muito de fazer. Você sabe, quando perdi a visão eu era muito nova. Há muitas coisas que eu nunca fiz como qualquer outra pessoa, então...

- Tipo?

- Tipo, eu nunca andei de motocicleta, de bicicleta já, quando era criança mas faz tempo.

Fiquei ouvindo o que ela dizia. Nunca havia parado pra pensar nessas coisas. Coisas tão simples, que ela nunca havia feito. – Você quer dizer, de moto? O que mais? Você cozinha, Yunna?

- Claro, eu cozinho, mas preciso de ajuda de um auxiliar, para evitar acidentes.

- Entendo. Poderíamos cozinhar algo juntos qualquer dia desses.

- Você é bom na cozinha? Não acredito.

- Eu vivo sozinho desde muito tempo, tive que me virar. Não sou muito mas ainda estou vivo.

- Eu sempre peço comida pronta ou compro enlatados. Bem, não sei. Não há mais coisas.

- Só isso, tem certeza? Só essas coisas? Isso nem são sonhos, Yunna.

- Caro que não, meu sonho é ser independente e me formar em astrologia. Esses são meus sonhos. E que minha mãe não fique sozinha, quando... quando eu sair de casa. Tipo agora, ela está sozinha.

- Você quer dizer, quando você se casar? Claro, também deve ser um dos seus sonhos. Como qualquer outra garota, é óbvio.

- Não. Eu não vou me casar, Jiyong.

- Ah, okay. É a primeira que eu ouço dizer esse tipo de coisa.

- E talvez serei a única.

- Bem, acho que ao menos eu te ajudei a realizar uma das coisas que você queria ontem à noite.

- A balada? Ah, foi mesmo. Quando eu souber mais coisas, prometo que te conto.

Nesse momento penso se essa havia sido a única coisa que a ajudei a realizar. Quero dizer, Yunna era uma garota que nunca havia sido tocada, até ontem à noite, por mim.

Tive receio se no outro dia ela não iria se sentir arrependida, quando não estivesse mais bêbada e me teria por abusador ou algo do tipo. Me lembro de ter hesitado na hora mas ela assegurou- me que não, que queria fazer aquilo.

- Você está fumando...

- Você não gosta? – dei um trago fundo e soltei a fumaça. Yunna acabo tossindo algumas vezes. – Desculpa, eu apago. – apaguei rapidamente o cigarro no chão do apartamento onde estávamos.

- Não deveria fazer isso, faz mal pra sua saúde. - Fiz silencio... – Não é pra ficar chateado. Eu realmente não me importo que fume.

- Não estou chateado.

- Foi apenas um comentário, você já é bem grandinho. Sabe o que faz da sua vida, não é mesmo?

- Ah, então posso acender outro.

- Longe de mim, pode. Eu sou alérgica a essa fumaças.

- Ok. Não fumo mais por hoje, então. Mas com uma condição.

- Qual é?

- Me deixa te levar em um passeio. – nesse momento ouço o barulho da campainha do meu apartamento ao lado, que tocava incessantemente e podia ser ouvida daqui.

- Yunna, eu vou ver se tem alguém me procurando ao lado. – ela concordou e eu fui até o lado de fora, imaginando quem estaria me procurando em plena manhã de uma segunda feira preguiçosa.

Abro a porta do apartamento de Yunna e dou de cara com Chaelin de frente à porta do meu quarto. Parecia mais simples do que todas as vezes que a havia visto, mas ainda não perdia o charme. O conjunto de roupas esportivas que devia custar mais que meu smoking completo da noite passada indicavam que deve ter estado se exercitando. Tomou um susto ao me ver sair pela porta vizinha.

- Bom dia, garanhão. Vejo que a noite deve ter sido boa. – torci o nariz para seu cumprimento e ela ri apertando os olhos.

- Que sorriso mais falso, loirinha. E vejo que começou o dia no pique.

- É, estava correndo e como passei perto resolvi subir.

- Pena que eu não vou poder te receber agora, eu estou ocupado. Bonito tênis da Nike. É original, claro.

- Imagino com o que ou com quem esteve ocupado.

- Antes que diga alguma besteira é melhor eu convidar você para se retirar. - Cocei a cabeça como se estivesse infestado de piolhos – nojento, eu sei.

- Nem se preocupe, eu não vim para entrar no seu apartamento – revirou os olhos – eu só tenho algo para conversar com você, pode ser aqui mesmo se quiser.

– Olha, acho que você só quer falar o que eu já sei. Por que não desencana, Chaelin?

- Eu sei que o tivemos foi só um lance, cara. Uma noite aqui, uma aventura ali, assim como as que esta acostumado, como agora. Bajoo me contou quem você é. – ela suspirou e depois sorriu. Me senti particularmente ofendido.

Mentira, não senti ofensa nenhuma, ela apenas não sabia da minha vida para poder falar como se soubesse. Bajoo era outro, nem éramos tão próximos assim como ela pensava.

- Vamos descendo, vamos. – puxei-a pelo braço até o elevador e entrei com a mesma. Quando a porta se fechou estava pronto para discutir com ela livremente.

- Me solta, seu ridículo. Quem você pensa que é? Tudo isso para que sua amada ceguinha não me ouça. Por que, se ela nem consegue me ver para se sentir tão insegura pela concorrência?

Aproximei meu corpo do dela, encurralei-a contra a parede do bloco metálico e sua respiração foi se tornando mais pesada com minha aproximação.

- Para de agir assim, ta legal? – pedi baixo – isso me irrita pra caralho.

Finalmente a porta do elevador se abriu quando chegamos no andar de baixo. Eu dei espaço para ela sair primeiro.

- Eu não estou aqui para disputar por você. Pelo contrário, vim aqui para te fazer uma proposta. Você fica com a que achar melhor e então eu vou te deixar em paz depois dessa.

Sai da cabine incrédulo. Do que ela estava falando? Ao menos eu ia ficar livre de alguma forma.

- Ainda vejo isso como uma disputa.

- Se eu querer te ajudar é uma disputa pra você...

- Me ajudar? Do que esta falando?

- Bem, como você sabe que meu pai é o dono de uma das maiores e mais influentes empresas de Dubai, eu estou aqui apenas para tirar umas férias...

- Sei, pra ficar longe das vistas dele, eu sei disso tudo Chae.

- Acontece que esses dias ele estava feito um louco atrás de mim, e descobriu onde estava – ela riu debochada - O idiota do meu tio que contou, enfim.

- Nossa, o Bajoo? – não pude segurar o riso.

- Mas eu descobri que esta relacionado com a herança. – Chaelin suspirou – ele veio com a história de que, se eu não tomasse um jeito na vida ele iria me dar apenas cinquenta por cento da parte e que eu não teria mais direito a nada do que ele conquistasse daqui pra frente, blablabá.

- Certo, e o que eu tenho a ver com isso? – já estava ficando impaciente – eu não tenho o dia todo, Chae.

- Eu sei, você a deixou sozinha lá em cima. Aish...você está mesmo apaixonado por essa garota?

Vi o receio nos olhos dela e eu mesmo fui pego de surpresa. Eu não sabia o que responder.

- Ele quer que eu me torne uma mulher de negócios como ele, o problema é que não quero trabalhar com exportação, não tenho a menor vocação pra isso.

- Precisa ter vocação para vender peixe?

- Não, mas eu não sou boa em relações empresariais, ou algo assim. Então eu vim com uma proposta pra você.

Lá vai, quer ver pedir para me casar com ela, como uma condição estabelecida por seu pai para ele poder lhe pagar a herança completa, e prometeria me dar vinte por cento do que recebesse. Fiz até um diálogo ridículo entre nós dois na minha cabeça.

"Te dou trinta por cento." Dizia uma Chaelin imponente em cima dos seus saltos de solado avermelhado, caminhava e balançava os cabelos ao vento, jogando todo seu charme em mim com um vantajoso decote à mostra.

"Sem chance, Chaelin." – eu soprava a fumaça do meu cachimbo Billard, calma e tranquilamente encostado à lataria do meu velho Maverik 1975 - "Quarenta, e não falamos mais nisso."

Estava calado, só esperando a ideia maluca que viria. Ela caminhou até a saída do prédio e eu fui obrigado a segui-la, com meus braços cruzados em frente ao corpo e uma marca bem óbvia na testa, pronto para dar-lhe uma recusa mais óbvia e sarcástica que poderia.

- Ele não se importa onde eu invista meu dinheiro contanto que abra um negócio, então eu pensei, Seul. Uma galeria de artes. O que acha? – ela parou na entrada olhando pra mim.

- Você não entende nada de arte, Chaelin.

- Exatamente. Mas você sim.

- O que isso tem a ver comigo?

- Você seria meu sócio e artista.

- Achei que iria seguir sendo cantora. Quer dizer, rapper.

- Não posso montar um empresa de rap! – disse óbvia. - Não sei nem quero montar um estudio, cabeça oca.

- E acha que arte vai te dar futuro? Você nem sabe pintar uma cerâmica. Quer dizer, acho que não sabe.

- Eu estou propondo um acordo, uma sociedade entre nós.

Nesse momento um barulho começou a me incomodar, e parecia vir do terreno ao lado do prédio.

- Está ouvindo esse gemido ou é coisa da minha cabeça?

- Eu diria que é coisa da sua cabeça pervertida, mas é mais como um gemido de dor, não é?

- Tem alguém ali? – perguntei e Chaelin apontou para o mesmo lado de onde nós ouvíamos os gritos e eu fui até lá para ver o que havia ou quem estava ali.

No final do terreno entre tantos entulhos e a grama alta que crescia, havia alguém sim, caído no chão, debatendo e agonizando sozinho. No solo ao seu lado haviam duas seringas, sacolas e uma tira de borracha amarrado ao seu braço esquerdo.

- Dong Young Bae?- Me aproximo e percebo seu rosto, mesmo todo vomitado, eram aquelas as mesmas tranças coloridas em seu cabelo. - Droga. Ele estava tendo uma overdose.

Chae já vinha me seguindo quando eu já estava voltando rápido feito louco.

- O que é? O que tem ali?

- Está tendo uma overdose. Fica aqui em baixo, eu já desço. Falei rápido subindo as escadas, não tinha tempo.

- Mas quem raios está tendo uma overdose, você? Um bandido? O que eu devo fazer?

Quando cheguei lá em cima encontro Yunna fora de seu apartamento.

- Kwon? Ouvi um barulho e depois silêncio, vim ver se estava bem. Havia saído?

- Eu estou bem,- toquei em seu braço - mas tem alguém lá em baixo que não. - Abri a porta do meu apartamento e entrei. Ela veio atrás de mim em seguida.

- Tem que estar por aqui...

- Quem não está bem?

- Pronto. Esta aqui. - Achei depois de revirar por algumas caixas onde eu sabia que havia guardado ela – Yunna, eu vou pela escada, você vá pelo elevador. Ah, a Chae esta lá em baixo. – achei que deveria avisa-la.

- Ah... Lee Chaelin?

- Mas não é ela quem esta mal, é Youngbae.

- Okay. Vai logo então.

Quando eu cheguei lá em baixo, encontrei Chae com ele deitado na calçada do prédio.

- Trouxe ele até aqui sozinha? Ta com força, garota.

- Parece que ele não está respirando. Chamou uma ambulância?

- Não ia adiantar, eu sabia que isso aconteceria. Não daria tempo que eles chegassem. - Com uma seringa e uma ampola em mãos, preparo o liquido e peço ajuda a ela.

- Tira a camisa dele, Chae.

- Ok. - Ela o fez, arrancando alguns botões.

- Você é mesmo selvagem. Ok. La vou eu. – Torcendo para que desse certo, injetei a seringa no peito dele, bem onde deveria ser o coração.

Esperei alguns segundos ate que a substância fizesse efeito, como se fosse mágica Youngbae despertou. Chaelin olhou pra mim sorrindo.

- Despertou. Deu certo!

Olhei pra trás e vi Yunna sair do elevador atrás de nós enquanto Chaelin sorria olhando pra um Youngbae ainda deitado no chão.

- Onde estou? Quem é você?

- Olá garotão. Você estava tendo uma overdose, e provavelmente uma parada cardíaca. Jiyong te trouxe de volta. - Ele ainda respirava com dificuldade.

- Jiyong?

- Eu te injetei adrenalina – observei seu rosto confuso. Chaelin olhou pra mim e depois pro Youngbae.

- No meu coração? Não se faz isso, você sabia? Isso é coisa de filme. Ai, meu peito dói.

- Ah, claro. E você acordou.

- Você salvou a vida dele, Jiyong.

Me levanto me afastando de Chaelin e do arrogante-Bae - Agora vou chamar uma ambulância.

- Não, não. Eu estou me sentindo melhor.

- Nada disso. Olha, você soa frio. Esta todo molhado de suor. Olha sua camisa! Parece que correu uns cem quilômetros. – Chaelin pegou no pulso para checar os batimentos.

- Você por acaso é medica? – falou o arrogante e sabichão estudante de medicina.

- Não, mas sei checar uma pulsação. - Ele tentou erguer- se e cambaleava pelos cantos, Chaelin o ajudou a se sentar direito.

- Mantenha ele sentado - Me aproximei de Yunna e toquei as mãos dela e as segurei. Chaelin sentou-se com Youngbae na escada mas ele ainda estava muito fraco. Esperamos que a ambulância chegasse para busca-lo.


- Ele precisará de um acompanhante. - Avisou o paramédico da ambulância como eu imaginei. Eu abracei Yunna por trás e olhei de relance olhei para Chaelin.

- Eu não posso. Tenho coisas para fazer em casa. Disse a Chae.

- Eu já fiz muito salvando a vida dele – resmunguei e ouvi Yunna murmurar alguma coisa. Chaelin me lançou um olhar estreito e desgostoso.

- Moça, ele só poderá ser movido para um hospital nessas condições com um acompanhante. Ninguém aqui é nada dele?

- Okay. Eu vou então.

- Precisa ser algo dele, senhora.

- Sou a porra da noiva dele então. Esta satisfeito? E sou senhorita, obrigada.

- Se acalme por favor, senhora. 

- É senhorita, não ouviu o que eu disse? Aish...

Coloquei Yunna de frente pra mim e segurei seu rosto deixando um beijo em seus lábios, quando saíram na ambulância.

- Nossa que loucura. Vamos subir, vem.


- Sabe quem é Youngbae? – pergunto quando já estávamos de volta, sentados dessa vez no tapete da sala do meu apartamento, tomando mais sorvete em taças de run. – Era ele, o cara do trote.

- Serio? – ficou surpresa- Você fez bem.

- Oi?

- Fez bem em ajuda-lo.

- Não costumo ajudar meus inimigos, mas eu realmente não dou a mínima pra ele. Pra mim foi como fazer algo por qualquer pessoa.

- Ele é seu inimigo?

- Bem, não exatamente. Ele só adorava me perseguir.

- Hm, entendi.

- Ainda é cedo, eu tive uma ideia. Gostaria de dar aquele passeio agora?

- Agora? Aonde é que vamos?

- É, tem que ser agora. Vai ser bem radical. Rebel soul. – soei mais gutural do que achei que conseguiria.

- Eu fui uma rebelde faltando aula hoje por sua causa, pela sua formatura de ontem, então acho que nada pode ser mais rebelde que isso, não acha, senhor Kwon?

- Ah, senhor Kwon? Hoje nós vamos experimentar algo bem radical, vai ter que me chamar de Jiyong dez vezes para me fazer parar, caso queira fazer isso.


Notas Finais


Obrigada a quem ta chegando agora e já esta se viciando em Beautiful.

Gente, eu não sabia que tinha um "bagulho" nessa fanfic que anda viciando as pessoa, mas muitos de vcs estão comentando isso. Hausjsusu 💕💕 que amores! vocês estão no nosso coração.

Obrigado por cada comentario fofo que nos enche de alegria


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...