História Beautiful Confusion - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 3.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - I'm the wrong one that you'd most like to have


Fanfic / Fanfiction Beautiful Confusion - Capítulo 8 - I'm the wrong one that you'd most like to have

Flashback

As coisas poderiam ter sido diferentes. As atitudes poderiam ter sido diferentes. Assim, ele não provaria ser apenas mais um menino idiota. Um idiota completo igual aos outros que andavam pelos corredores do Atlanta High. Agüentar os malditos dias que o nono ano me proporcionava, era mesmo um caos. Como eu odiava ter que ir para a aula. Então vamos começar. Prestem bem atenção para não achar tudo uma estupidez.

Chandler Riggs era o meu motivo numero um para eu me esforçar a me levantar da cama. E foi o meu motivo numero um para nunca mais querer pisar naquela escola novamente. A mudança caiu de pára-quedas, ainda bem. Iria evitar coisas ruins de acontecerem. Já me disseram, que sentimentos de crianças, são os mais puros. Vocês acreditam? Eu acreditei.

Mas eu já devia saber que tudo que ele queria, era apenas fazer graça com a minha cara. Aliás, qual era o outro motivo? As ondas de ansiedade que eu sofria com minha mãe do lado, me causavam espinhas apesar de eu não comer doces. E eu não tive a sorte de perder os dentes de leite e ter os novos totalmente alinhados.

Como aquela droga de aparelho machucava minhas bochechas. Não gosto nem de lembrar.

 Demorou mais tempo que eu pensava para meus peitos e minha bunda começarem a crescer, e usar aqueles óculos me faziam parecer uma nerd. Não que eu não fosse uma. As nerds dos filmes até que são bonitinhas, mas eu não era nem um pouco comparada a elas. Enquanto isso, bem ao meu lado, Hana Hayes não lidava com nenhuma dessas coisas. Então porque eu? Talvez, ele pensava que seria mais fácil se aproximar de uma garota que realmente necessita de um pouco de atenção. Eu necessitava. Agora, vivo de “tanto faz”. Aprendi a me acostumar com esse tipo de coisa, eu sabia que elas não iriam mudar mesmo.

Começamos a nos falar depois de esbarroes propositais nos corredores. Quer dizer, era ate legal trombar com ele de propósito. Apesar dele sempre ter um gosto para piadas horríveis enquanto tentava me fazer rir ou apenas falar com ele.

Quando os dias foram se passando, após as esbarradas propositais nos corredores e suas piadas se tornarem constantes, começamos a voltar juntos da escola e ate participamos da competição no atletismo juntos. Eu, ele, Hana, Cory, Mingus e Sam ate chegávamos a lanchar na mesma mesa. Crianças nunca levaram a questão de North Side não se misturar com South Side a sério.

Então foi ai que aconteceu. Baile de outono. Chandler havia me convidado para ir com ele e meu coração estava tão acelerado que eu não sabia como reagir. Eu sabia o que acontecia em bailes. As pessoas tem grande possibilidade de se beijarem e eu não queria de jeito nenhum fazer isso. Hana teve que me dar um tapa na cara horas antes para eu não ter um surto de ansiedade e acabar desmaiando. Isso já havia acontecido comigo outras vezes. Ela havia dito que era e não era grande coisa. Era, porque era o meu primeiro beijo, e não era porque não era tão difícil. Hana já se considerava experiente, pois perdeu seu bv com um garoto estranho no oitavo ano, e por mais que ela mandasse eu esquecer isso, era sempre engraçado lembrar das cenas.

 Eu gostava de um garoto, ele parecia gostar de mim e eu ia beijá-lo. Essa era a historia toda. Era simples assim. E aconteceu, naturalmente e de um jeito estranho, mas aconteceu. Não pensem que algo deu errado porque ele enfiou a língua na minha garganta ou desceu suas mãos para a minha bunda. Não foi isso. De jeito nenhum. Ele foi educado, com calma, e perfeito como um primeiro beijo deve ser.

No dia seguinte, eu passei por Chandler no corredor da escola enquanto ele estava com seus amigos. Todos eles pararam de conversar no mesmo instante, e quando eu terminei de passar, começaram a rir. Eu sabia que tinha algo de errado desde o momento em que eu desci do carro. Eu sabia que tinha algo de errado com ele. Porque ele não veio falar comigo?

Três dias se passaram sem nos falarmos. Mas como sempre acontece, os boatos chegaram ate os meus ouvidos. Um boato baseado em um beijo, arruinou o que eu queria que tivesse sido especial. O beijo que Chandler havia me dado, a amizade que ele havia me dado e o esforço que ele teve que fazer comigo valiam $100 dólares. Ok, qual é a próxima mercadoria?

Exatamente. Foi isso que eu havia sentindo. Fui vendida e parece que comprada também. Que droga não é mesmo? Tínhamos só 14 anos. O que se deveria sentir nessa idade depois de descobrir algo assim? O que deveria se pensar?

Ele provavelmente deve ter achado que fez bem não é mesmo? Pelo menos fez o que nenhum outro garoto teria coragem de fazer comigo. Eu devia pensar que ele me fez um favor. Então como eu poderia ficar com raiva disso? Não fiz nenhum escândalo por causa de uma coisinha mínima que a única que ligava era apenas eu. Fui forte o bastante para segurar o choro por toda a manhã.

Na segunda aula do dia, assistíamos o filme Romeu e Julieta na aula de literatura. As vozes dos personagens eram os únicos sons presentes, alem de alguns cochichos. Quando ergui a cabeça naquele dia, eles cessaram. E um papel passava de mão em mão. Era um desenho meu, horrível por sinal, feito por Chandler. Espinhas e um aparelho enorme. Como ele foi imbecil. Como eu senti ódio dele. Então quando o papel chegou ate mim, eu o rasguei. Em vários pedaços tentando passar a impressão de que eu não me importava.

Eu me tornei a falada da escola. Eu já era conhecida como a patinho feio, mas tudo se tornou um efeito colateral do que ele havia feito. Tinha uma aposta e eu era a escolhida da vez.

Então no intervalo, eu já sabia o que iria acontecer assim que vi Chuck vindo na minha direção. Ele se achava um espertalhão e era o dobro do meu tamanho. Provavelmente estava vindo zombar de mim com seu ego enorme.

“Hey Evans.” –foi o que ele disse antes de meter sua grande e pesada mão contra a minha bandeja. O macarrão com molho foi em todo o meu rosto e as risadas das pessoas rindo da minha cara invadiram o refeitório.

“Você é um animal.” –Cory disse. Hmm... ele ainda estava com uma voz fina. Ela começou a engrossar após o primeiro ano. Para terem noção, era muito parecida com a do Freddie Benson na primeira temporada de iCarly. O que chegava ate ser engraçado. Mas o que Chandler fez em seguida, provando outra aposta para os seus amigos, não foi nada engraçado. Mais macarrão despejado em cima de mim. Mais risadas.

Dessa vez, ele foi canalha o suficiente para puxar um pouco minha blusa e despejar uma lata de suco dentro dela. O liquido estava gelado e logo senti minhas calças molhadas pelo liquido que escorreu. A encarada que demos um no outro durou um tempo. E ele não riu. Não riu, o que mostrou que talvez tivesse sido obrigado a fazer tudo que fez. Eu preferia acreditar nisso.

“Ganhar a aposta foi fácil, te beijar que foi difícil”. –Sim. Essas palavras saíram da boca dele. Mas ele não riu de mim. Quer dizer, ate eu virar as costas e sair andando. Aí sim ouvi sua risada.

Faltei de aula nos próximos dois dias ao ouvir que iríamos nos mudar. E nesses dois dias fiquei de frente para o espelho me analisando. Porque eu não era bonita o suficiente para não ter que ouvir as coisas ruins que me diziam? Para não ouvir o que outras crianças me diziam? Porque eu não podia ser bonita igual a Hana? Porque eu não podia ter os dentes, ou o corpo que ela tinha?

Durante esse tempo, minha mãe disse que maquiagem costumava a ajudar se eu quisesse. Testei todas as cores dos seus batons e por mais que ela me elogiasse a cada um que eu mostrasse, eu acabava o tirando. O que me deixava parecendo uma palhaça devido ao borro de vermelho. Eu não consegui parar de chorar aquele dia. Nem um pouco.

Quando nos mudamos, na primeira cidade que moramos eu retirei meu aparelho. Quase chorei de emoção. E começar a fazer academia aos 15 anos me ajudou também. Logo eu já não era mais uma criança magrela. Em relação ao meu cabelo, aconteceu comigo o que aconteceu com a minha mãe quando ela era mais nova, o loiro foi se tornando cada vez mais escuro e depois de um caramelo, se tornou um castanho. Lentes de contato se adaptaram nos meus olhos, mas mesmo assim uso óculos de vez em quando. Em um modelo diferente dessa vez. E nada que alguns produtos e remédios resolveram o assunto das espinhas.

É estranho dizer, mas de indesejada, eu passei a ser a desejada. E foi assim que comecei a criar minha fachada de garota perfeita. Esse era o meu desejo, e o desejo que minha mãe também começou a pressionar contra mim. Ser perfeita para ela e para todos. E eu não deixaria alguém estragar isso. Eu não posso.

Pov’s Chandler Riggs

Eu encarava Annelize rindo com Hana e Cory perto das mesas em que estavam na aula de Sociologia. Eu não era dessa sala, mas eu não agüentaria assistir mais nenhuma aula de geografia com o Sr. Simons. Ela negou algo com a cabeça não conseguindo parar de rir e a risada de Cory acompanhou a dela enquanto ela se apoiava na mesa em que suas coisas estavam. Devia ter um assunto bem engraçado por ali.

 Eu me sentei em cima de uma mesa enquanto Sam estava mexendo no celular ao meu lado. Vi um garoto loiro a encarando assim como eu, mas ele não olhava para seu rosto. Nem admirava seu belo sorriso, ao invés disso olhava para uma regatinha rosa que ela usava combinando muito bem com uma calça de malha preta. Eu fechei minha cara e franzi minhas sobrancelhas e quando eu a olhei novamente, nossos olhares se cruzaram. Ela parou de rir escandalosamente e dessa vez apenas deu um sorrisinho antes de voltar a olhar para os amigos.

-Cara. –Sam falou e eu abaixei minha cabeça para olhá-lo, já que o mesmo estava sentado na cadeira. -Para de encarar, é feio. –ele falou voltando a olhar o celular.

-Pelo que eu sei, olhar não arranca pedaço. –eu falei o olhando e dei um sorriso. -Mas se aquele garoto continuar a encarando daquele jeito, eu vou arrancar é a cabeça dele. –continuei e ao ouvir o que eu disse, o garoto se ajeitou na cadeira e olhou para seu caderno tentando ao máximo não ter um contato visual comigo.

-Não pode falar assim, não é namorado dela. –Sam falou obviamente. -Se fosse, teria total liberdade. E eu te ajudaria a quebrar o desgraçado.

-Mas, ela é a minha parceira de laboratório, não a dele. Então acho bom ele tirar os olhos de cima dela. –eu disse e vi Brooke entrando toda sorridente. Eu não estava conseguindo me segurar de ansiedade para a próxima aula. A aula da Sra. Owen era tediosa, mas só de saber que Annelize estaria sentada ao meu lado pronta para ser perturbada, fazia uma empolgação crescer dentro de mim. Irritá-la, era uma coisa que não estava me parecendo uma má idéia.

-Certo pessoal. –o professor falou entrando na sala e eu me sentei ao lado de Sam. Todos foram se sentando e Brooke puxou uma cadeira para ficar ao lado do meu amigo. -Novamente por aqui, Sr. Riggs, sua presença é uma honra.

-Para você e para todas as garotas. –eu falei a ele e a maioria da sala riu.

-Muito engraçado. –o professor disse e eu dei de ombros. Todos olharam para a porta assim que ela foi aberta por Kayla que segurava os pompons e movimentava o cabelo preso por uma faixa das Atlanta Cheers.

Céus, como ela estava me dando nos nervos.

Ela se sentou no mesmo lugar de sempre e me lançou um olhar furioso antes de encarar Annelize. Ela abriu um sorrisinho para a líder de torcida e acenou fazendo Hana soltar um barulho de um riso. Eu ri fraco e me virei para frente. Ver essas duas provocando uma a outra, era mais divertido do que tudo. Eu ate que estava adorando essa disputa de garotas por mim, só não sabia se Annelize estava mesmo nessa competição.

-Hoje, vamos falar sobre o Feminismo. –o professor disse andando pela sala. -Como falamos sobre o machismo na aula passada, quero retornar alguns pontos importantes. Quem se considera feminista? –algumas garotas levantaram as mãos e o professor assentiu com a cabeça enquanto mantive minha mão bem abaixada. Eu não era um machista, mas estou em parte do lado dos caras, quer dizer, eu acho. -Ok. Kayla você disse que se considera feminista. Por que?

-Acredito que as mulheres têm que ter os seus direitos e interesses, respeitados. –ela falou largando sua bolsa no chão. -A mulher tem que ser respeitada em si. –Annelize riu fraco e negou com a cabeça.

-Está falando de mulheres respeitando mulheres também? –ela perguntou olhando para Kayla que se virou para trás.

-Acho que é bem obvio, que sim. –Kayla respondeu entre dentes apenas por estar falando com ela. Alem de lançar um olhar mortal.

-Se você se julga feminista e defende as mulheres... –Liz começou. -A primeira coisa que devia fazer, é parar de chamar outras garotas de vadia. Pode aceitar como um conselho.

Deus... Essa garota não tem medo de falar nada. E isso esta me deixando louco.

-Se esta se referindo ao seu caso... Eu te chamei, porque você certamente é uma. –eu e Sam arregalamos os olhos enquanto a sala soltava uma vaia.

E quanto a Kayla, ela já esta me irritando. Eu me lembro de ter sido bem claro ao falar “sem compromissos” a ela.

-Não vai falar nada? –Sam perguntou ao professor e ele deu de ombros. -Foi um insulto não foi?

-Isso aqui é um debate. Todos falam o que querem. –o professor respondeu.

-Sendo assim, não devia reclamar por ela ser bem parecida com você, Kayla. –Hana falou e a sala riu soltando mais uma vaia.

-Preciso me mudar para essa sala. –eu disse. -Ela é bem interessante.

-Você aqui só vai causar mais confusão. –Sam cochichou.

-Ah, confusão é o meu segundo nome. –eu respondi o fazendo rir.

-Estou mudando minha opinião sobre as garotas da North. –Brooke disse e eu abri um sorriso me virando para frente. Estou mudando completamente a minha opinião sobre essas DUAS garotas da North.

Pov’s Annelize Evans

Após o sinal ter batido eu encarava Chuck beijando escandalosamente uma garota encostada nos armários. Essa cena de Demonstração de Afeto em publico era constrangedora e provavelmente proibida pela escola já que as mãos dele pareciam estar por baixo da saia dela. Será que ninguém iria falar algo não?

E coitada, seria mais uma vitima desse ogro. Porque estando pronto para me defender ou não, depois do que Chuck tentou fazer a Jenny, ele se mostrou ser mesmo um ogro.

Senti alguém chegando por trás de mim e aproximando sua cabeça da minha. Um par de braços foi passado em volta da minha e eu já sabia quem era ao ouvir uma risadinha.

-Oi. –ele sussurrou no meu ouvido. Eu o afastei de mim e me virei encarando Chandler sorrindo e mastigando um chiclete como sempre. -Puta merda, é muito bom ver você. Sentiu minha falta? –eu ri fraco não acreditando que ele havia perguntado isso. Tínhamos acabado de nos ver na aula de Laboratório.

-Não. –eu falei normalmente.

-Nem um pouquinho? –ele perguntou.

-Não senti. –eu disse e ele fez um biquinho. -E então? Seu rosto esta doendo? Aquele tapa me pareceu ter sido muito forte... E apesar de você ser meio idiota e ter merecido, eu gostaria que fosse de outra garota.  –zombei e ele cerrou os olhos.

-Eu estava defendendo você caso não tenha percebido. –ele disse apoiando um braço nos armários.

-Mas o problema, é que eu não pedi para ser defendida. –eu falei normalmente e ele sorriu.

-Estava morrendo de medo de levar um puxão de cabelo... Pode confessar. –ele falou e eu comecei a rir.

-Não preciso ter medo das pessoas. –respondi. -E se ela encostasse no meu cabelo. Ela não estaria aqui agora. –ele continuou me encarando e deu um passo na minha direção. Eu o encarei de volta, mas logo dei um passo para trás.

-Parece que tem medo de mim. O que contradiz o que você acabou de fazer –ele disse e eu fiz uma cara confusa. -Isso tudo é só porque eu não sou um Santo? Deveria experimentar me beijar, as garotas gostam. E ate pedem para repetir depois.

-Não obrigada. –eu falei tentando passar por ele e ele deu um passo para bloquear minha passagem.

-Vai me dispensar mesmo? –ele perguntou duvidando.

-É. Acho que isso é eu dispensando você. –eu falei e ele arqueou as sobrancelhas. -O que é dessa vez? Outra aposta para ver se você consegue pegar a patricinha da North? –ele ficou sério e eu assenti. -Por isso esta se dando o trabalho de falar comigo?

-Eu não sou assim. Eu mudei. –ele falou com uma voz meio rouca.

-Sim. Você mudou e é o cara que faz o corpo feminino estudantil inteiro chorar. Eu não vou ser a próxima da sua lista. E obviamente, não vou ser novamente a vitima de outra aposta. Então pode parar. Não precisa desperdiçar seu tempo comigo.

-Você não foi uma aposta, Liz. –ele disse e eu ri fraco negando com a cabeça. Porque ele não admite de uma vez? As coisas seriam mais fáceis e continuar odiando ele seria mais fácil.

-Não fui? –eu perguntei. -Então o que eu fui, Chandler? Eu não sou um brinquedo para você ficar...

-Você não foi porra! –ele falou me interrompendo. -Não para mim. E nunca vai ser. –analisei seu rosto por um tempo e encarei o chão. -Eu só... –ele bufou e eu o olhei novamente. -Eu sei que eu fui uma pessoa...

-Ruim? –eu perguntei completando a frase dele. -É, você foi. E que bom que você sabe.

-Não era minha intenção...

-Chandler, pode parar ok? Eu sei que era mesmo a sua intenção, porque se não fosse, você não teria feito. Eu admito. As coisas são diferentes agora. Crianças idiotas ficaram no passado e não funcionaríamos juntos agora. Então não precisa ficar dando em cima de mim. Eu não vou ficar com você se é isso que esta querendo. E eu não gosto de você também, então...

-Gosta sim, só não confessou a si mesma. –ele falou. –Desde que chegou na merda dessa escola você soube disso Annelize, pode falar. Agora, esta agindo como esta agindo porque esta tentando ao máximo não ser um pouco errada para continuar a passar a impressão de menina perfeita da família perfeita que você é para todo mundo da droga dessa cidade. –eu engoli em seco e ergui um pouco a cabeça para encarar o par de olhos azuis que estavam na minha frente. -Pode ser toda certinha, mas escuta bem o que eu vou falar Rainha da Beleza. –eu arqueie uma sobrancelha e ajeitei minha bolsa tira-colo que estava pendurada sobre o meu ombro. -Eu posso ate ser um babaca, mas eu sou o errado que você mais gostaria de ter. –ele trombou em mim e saiu andando.


Notas Finais


Comentem ;)
e sorry pelo atraso...


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