História Beautiful Liars - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias D, Jupiter, The GazettE, Versailles (Banda)
Exibições 25
Palavras 2.878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu preciso parar com isso de ficar meses sem atualizar as fics mas, parece mais forte que eu ;^;
Acho que nunca levei tanto tempo pra atualizar uma história como essa. Ok, pelo menos hoje tem *aquela carinha*
Será que o capítulo ficou grande? Será que tá de bom tamanho? Será que o próximo vem ainda esse ano? :v
Etto, chega de conversa e boa leitura! :3

Capítulo 13 - Por que não?


Fanfic / Fanfiction Beautiful Liars - Capítulo 13 - Por que não?

“Está no inferno, abrace o capeta” Já dizia o ditado. No caso de Teru, o capeta era alto, loiro e colega de classe. Novamente ele saiu de trás das caixas e foi até o casal que parecia se entender como nunca. Empurrou Kaya de perto de Kamijo e o beijou diante do outro, da mesma forma como fizeram consigo. O moreno ficava boquiaberto com o ato do colega que aparentava ser a mais inocente das criaturas. Pelo jeito só aparenta mesmo... Após apartar o beijo inesperado, Kamijo segurou o queixo do outro e pediu uma explicação:
-O que significa isso?
-Não significa nada. Eu quis, eu fiz. –o menor beliscou o lábio inferior do outro. –Não foi bom pra você?
-Pensei que você fosse mais inocente. –Kaya parecia mais surpreso do que o loiro.
-Ninguém é santinho a vida toda, meu bem. Aceita que dói menos. –definitivamente, Teru havia perdido o juízo.

Kamijo, descaradamente pediu uma prova de que suas últimas palavras eram reais e o jovem de cabelos prateados aceitou de imediato o desafio. A noite é uma criança mesmo, uma criança bem sonsa.

Yuki estava no carro dos pais, cada vez mais longe de seu amado Teru e sequer imaginava o que acontecia. Bufou e fechou os olhos, fingindo ter adormecido para que seus pais não o incomodassem com perguntas desnecessárias.

Ainda no clube, a diversão estava no auge. Gente bebendo, dançando e rindo como em comerciais de bebidas. Asagi e Hiroki dançavam juntinhos e trocavam beijos entre um passo e outro. Zin parecia percorrer o lugar com os olhos, procurando alguém. De fato, o loirinho estava à procura de Kamijo; mesmo que o tratamento do mais velho aparente surtir bons resultados, o garoto teme alguma recaída. “E se aquele infeliz já foi fazer merda de novo?” –Zin repetia a pergunta inúmeras vezes como se fosse um mantra. Cansado daquele refrão eterno por parte do outro loiro, Hizaki enfiou um camarão na boca de Zin, fazendo-o engasgar. Yuuichi pousou ambas as mãos sobre os lábios e não acreditava na “delicadeza” daquele gesto.
-Ficou maluco, Barbie do capeta?
-Iie. Você é quem arranhou o disco com essa mesma pergunta o tempo todo. Relaxa, pequeno príncipe, se está preocupado com o Kamijo, fique sabendo que ele não sumiu sozinho. –Hizaki era simplista ao falar.

Foi neste momento em que Yuuichi notou a falta de Kaya; o moreno ainda não voltou. Ao supor que o mesmo havia saído dali para ir embora, sem querer arrancou uma risada alta de Hizaki. Masashi não gostou nada.

Em Manhattan, Takanori e Akira estavam começando mais um dia. Depois da última noite, os dois só querem repor as energias... Tomaram café com a mãe de Ruki e saíram para bater perna e fazer compras pelas melhores lojas da região. Há meses que estão nos EUA e ainda não se acostumaram com os vidros nas vitrines das lojas, já que na maioria das lojas de seu país natal isto é dispensável. Reita aproveitou a parada para fazer um lanche e checou suas mensagens no Facebook, porém, nada de mais: apenas solicitações de amizade de gente estranha e uma mensagem de arquivo na inbox. No entanto, é algo para conferir pelo notebook e não pelo celular.

Masashi pegou o celular do bolso e pediu licença ao dizer que faria uma ligação. Foi para uma área externa e mesmo estando frio, parecia sentir-se melhor ali. Yuuichi foi atrás do maior e queria saber se estava tudo bem. O maior mostrou a tela do celular, o que arrancou risadas de ambos. Masashi não pretendia ligar para ninguém, só queria jogar um pouco em um ambiente tranquilo e com mais iluminação. Com o pretexto da baixa temperatura, o maior se aproximava mais de seu anjo e sorrateiramente, passou o braço esquerdo ao redor de seu pequeno corpo. Um gesto tão sublime que fez o coração de Yuuichi bater mais forte sem o menor aviso. Com as bochechas ruborizadas, o menor aninhou o rosto no peito de seu amor platônico, aproveitando para se esconder. Mesmo carregando tão belos sentimentos pelo maior, Yuuichi não se permitia mostrar, tampouco vivê-lo. Em seu íntimo, apenas imaginava que o outro se afastaria se soubesse ou imaginasse algo a respeito. Para sua sorte, tudo indica que seus pensamentos estão errados. Bastante errados...
-Ter você por perto me faz bem. –Masashi desligava o celular, guardando-o novamente em um dos bolsos e abraçava melhor seu belo acompanhante.
-A sua companhia também me faz bem, Sashi-kun... –o menor respondia ao suspirar aninhado naquele abraço. –Me faz um bem que não imagina...
-Eu sei que você vai rir com o que vou dizer, mas... –o maior fez uma pausa, acanhado com o que diria a seguir. –Toda vez que você chega perto, parece que meu coração pula dentro do peito de repente. E as minhas mãos começam a suar por nada... Yuuichi, eu não sinto isso perto de mais ninguém.
-E... Suas bochechas ficam quentes? Você começa a sentir uma vontade boba de sorrir? –Yuuichi abriu os olhos e pôs-se a encarar seu olhar como conseguia.
-Hai! Exatamente isso! Você já sentiu isso perto de alguém? Já ficou assim antes? –o maior estava curioso.
-Só quando estamos juntos. –o menor abria um belo sorriso. –Você está parecendo um morango de tão vermelho, Sashi-kun! Kawaii!
-Você também está parecendo um morango e quer falar de mim! –Masashi o soltou do abraço apenas para brincar com suas bochechas.

Enquanto os dois se descobriam apaixonados do lado de fora, acontecia de tudo um pouco naquele depósito. Em meio a aquele monte de engradados, garrafas e utensílios, o trio encontrava inspiração para ir além do que deveria ser apenas um encontro para beber e falar bobagens. Mais do que falar, os rapazes estavam a ponto de fazer. Se esconderam atrás de um amontoado de caixas quando ouviram alguém por perto, ficando silenciosos. Kamijo sentiu uma enorme vontade de espirrar, porém Kaya lhe apertou o nariz e também tapou sua boca. Assim que o funcionário saiu, a brincadeira a três recomeçou.

Do lado de fora, o pessoal começava a se retirar. O dono da festa sequer estava ali, não havendo motivos para continuar. Asagi e Hiroki se despediram dos demais e saíram juntos no carro do rapaz. Alguns penetras também começaram a ir embora e aos poucos, o ambiente ficava vazio. Zin se cansou de esperar pelo irmão e decidiu procurá-lo pelo celular. Já havia percorrido quase todo o local e nada de encontrá-lo.
-Ah, que ótimo... O imbecil do Kamijo virou fumaça!
-Enquanto você fica aí todo agoniado, acho que o Kamijo está tendo uma noite bem mais interessante do que a sua... –Hizaki aproveitou a deixa para alfinetar o outro loiro. –Seu nii-san não está aqui, já deu pra perceber isso né?
-Que ele não está aqui eu já notei, aho. A pergunta é: se Kamijo não está aqui, pra onde essa mula foi? –Zin já estava irritado. –Eu não posso simplesmente chegar em casa e dizer aos meus pais: “-Olha, o Kamijo sumiu enquanto eu estava na festa do Yuki, mas não precisam se preocupar, tá? Ele foi aproveitar o resto da noite em algum lugar que eu não sei e fazendo coisas que eu nem quero imaginar!”

Party Hard:

A brincadeira entre os três prosseguia, agora todos praticamente nus e se encharcando das bebidas que se encontravam ali. Teru estava mais do que embriagado, no entanto parecia bem ciente do que fazia. Só havia um detalhe incomodando: o celular de Kamijo não parava de tocar. O loiro deu uma pausa e viu quem o procurava com tamanha insistência. Deu de ombros e simplesmente desligou o aparelho, jogando-o para qualquer canto. Havia bastante peças de roupas espalhadas e certamente alguma delas amorteceria o impacto.

Kamijo tomou os lábios de Teru em um beijo nada calmo ao mesmo tempo em que sua destra invadia a roupa íntima de Kaya, apalpando suas nádegas com vontade. Kaya fez com que o beijo dos dois fosse interrompido ao tomar os lábios de Kamijo de volta. A esta altura do campeonato, Teru estava completamente despido não só das roupas, como também de seu juízo. Sem nenhum aviso o rapaz agarrou o membro do loiro, ainda dentro de sua boxer vinho. Apalpava e deslizava as pontas dos dedos em tais partes com o intuito de provocá-lo o quanto era capaz. Algum tempo depois e Kamijo era um espectador privilegiado, assistindo uma troca de carícias entre Kaya e Teru para voyeur nenhum colocar defeito. O moreno estava sentado no colo de Teru, de frente para ele e ambos ficavam mais excitados a cada pequeno contato entre suas ereções. Kaya passava as pontas das unhas nos ombros e vez ou outra no rosto do outro rapaz, deixando marcas em sua pele alva. Em resposta, Teru dava tapas e beliscões em suas nádegas, arrancando gemidos. Uma visão do paraíso sob o olhar do loiro, certamente. Porém Yuki não concordaria muito...

Em questão de instantes, Kamijo não se contentava apenas em olhar; queria participar do joguinho entre eles. No momento em que ambos haviam invertido suas posições, o loiro agarrou Teru por trás e o colocou em seu colo, após penetrá-lo subitamente por trás, o que arrancou um grunhido alto do jovem assanhadinho, porém inexperiente. Para deixá-lo mais acostumado com tal volume dentro de sua entrada recém-inaugurada, o maior distribuía carinhos por seu peito, coxas e até o masturbava vez ou outra. Kaya afastou as mãos do loiro e em seguida abocanhou o membro de Teru, sugando-o como quem saboreia um picolé de morangos. Seu êxtase era tanto que nem as dores iniciais da penetração o incomodavam mais e apenas gemidos de prazer ecoavam naquele pequeno cômodo. Kaya fez um gesto sutil para que o outro afastasse as pernas e sua língua passeou por toda aquela intimidade. O jovem de cabelos prateados pôs-se a olhar o que Kaya fazia e não escondeu sua satisfação. Alguns instantes depois, o rapaz estava mais do que à vontade no colo de Kamijo, rebolando como uma profissional de filmes pornôs. O que nos chama a atenção para outro ditado: c* de bêbado não tem dono!

Kaya cansou de ser bonzinho com o colega platinado e parou o que fazia, ergueu-se e roçou sua glande contra os lábios e o nariz do rapaz. Teru o abocanhou de forma desajeitada, além de ser “novo” no que estava fazendo, ainda estava cavalgando no membro do loiro e era difícil gemer e fazer sexo oral ao mesmo tempo.

O trio invertia as posições de vez em quando, explorando cada possibilidade durante sua orgia improvável. Desta vez, Kaya o penetrava de quarto e Kamijo segurava a cabeça de Teru, empurrando seu membro na boca alheia com certa urgência. A certa altura da diversão, Kaya jogou o menor deitado e sentou sobre seu membro sem aviso, ansioso para “provar” a novidade enquanto beijava e lambia os testículos do loiro. Teru estava em posição de 69 com Kaya e faziam sexo oral mútuo enquanto Kamijo se esbaldava em sua entrada e após muitos gemidos, “elogios” e um kama-sutra particular, todos chegaram ao ápice. A farra foi tão boa que os rapazes adormeceram ali mesmo. Será que Yuki já pode sentir os chifres crescendo?

O dia seguinte chegou e Zin não sabia o que responder aos pais no caso de eles perguntarem por seu onii-san. Então, o loirinho teve a ideia mais primária e eficaz que lhe ocorria: manter-se deitado, com a cabeça coberta e fingir que ainda está dormindo. Pena que não dá pra fingir eternamente...
-Zin... ZIN! Filho, já são 11:15 da manhã, pretende passar o dia dormindo?
-Kyah, oka-san! Já vou!

Antes de sair do quarto e encarar o furacão de frente, o loiro mais novo tentou fazer contato com Kamijo pelo celular. Mandou SMS, mensagens de áudio no Messenger do Facebook, no WhatsApp, ligou meia dúzia de vezes e nada de o outro responder. Hora de pensar em uma boa desculpa para dar aos pais e torcer para que os coroas acreditem.

O celular de Teru tocava de forma insistente e os três acordaram de uma vez, obviamente reclamando. Estavam exaustos da festinha privê e ainda sob efeito das bebidas. Kamijo pulou ao se levantar e ligou o próprio celular, vendo as inúmeras chamadas de Zin. Foi aí que o loiro garanhão percebeu o quanto estaria encrencado. MUITO ENCRENCADO.
-MERDA! APOSTO QUE O ZIN FEZ A MINHA CAVEIRA E OS MEUS PAIS VÃO FALAR NO MEU OUVIDO ATÉ A PRÓXIMA ENCARNAÇÃO!
-Por que acha que ele faria isso? Primeiramente, bom dia! –Kaya protestou, terminando de se vestir.
-Yuki não para de me ligar! O que eu faço? –Teru estava apavorado e se recusava a atender a chamada. –Ele não pode IMAGINAR o que aconteceu! Eu to ferrado de verdade...

O rapaz mimado finalmente se deu conta da besteira que havia feito, mas era tarde de mais para voltar atrás e desfazer tudo aquilo.

Ressaca moral?

Depois de chamarem um chaveiro de emergência conhecido de Kaya, cada um seguiu seu rumo e a bronca que levassem em casa era problema único e exclusivo de cada um. Kamijo disse aos pais que dormiu na casa de Masashi e que já havia tomado café da manhã. A resposta do rapaz deixou os pais mais calmos, mas Zin estava convicto de que nenhuma vírgula dita pelo mais velho era verdade. Kamijo foi ao quarto ver roupas limpas para vestir e aproveitou para comer uma barrinha de cereal. Zin entrou em seu quarto sem cerimônias e isso o deixou incomodado:
-É sério isso? Acha mesmo que eu nasci ontem?
-Qual é o seu problema, estrupício? –Kamijo dizia entre os dentes. –O que queria que eu dissesse?
-Tanto faz, desde que não envolvesse o Masashi nas suas presepadas! Eu tenho certeza de que você passou a noite bem longe da casa do Masashi e até arrisco um palpite de quem te fez companhia... KAYA! –de bobo, Zin só tem mesmo a cara.
-Sinceramente, eu tinha mais paz naquele depósito... –o mais velho deixou escapar enquanto ia ao banheiro fazer sua higiene.
-DEPÓSITO?! QUE MÃO DE VACA! –Zin começou a rir alto e correu ao próprio quarto.

Se na casa de Kamijo ainda era possível contar com piadinhas de seu otouto, Teru só queria se esconder e fazer de conta que nada aconteceu. Para sua sorte, não havia ninguém em casa e o rapaz apenas comeu algo e foi fazer sua higiene. Algumas lágrimas escaparam durante o banho, talvez por saudades de Yuki, talvez por remorso do que fizera no calor da emoção. O garoto passou boa parte do dia trancado, com o celular desligado e sequer olhava suas redes sociais. Teru gostaria de ficar off-line da vida se fosse possível.

Durante os dias seguintes, o rapaz de cabelos prateados evitava o contato visual com Kamijo ao máximo que conseguia, e seu comportamento gerava especulações.
-Impressão minha, ou o Terukitty tá com raiva do Kami? –Asagi comentava em tom de brincadeira.
-Kamijo, vocês brigaram? Você fez ou disse alguma coisa a ele? –Masashi perguntava sem maiores pretensões, antes de beber um gole de limonada.
-Não fiz nada nem disse nada que ele não deixasse... –Kamijo não fazia ideia do que acabara de dizer.
-WHAT?! –Yuuichi, Asagi e Hizaki perguntaram em uníssono.

Masashi bebeu quase todo o suco de uma vez e Hizaki não conseguia parar de rir. Kamijo fechou a expressão, incomodado com as gargalhadas do colega e sua ficha demorou a cair. Afastou-se dos colegas e foi atrás do problema:
-Eu não sabia que você não gostava de ser xingado durante o ato, por que diabo não me avisou antes? –Kamijo o segurou pelo braço, forçando uma aproximação.
-Me solta! –Teru puxou o braço segurado e o empurrou seguidamente. –Eu não faço ideia do que você tá falando. –disse ele ao disfarçar, fazendo cara de sonso.
-Daquela noite de esbórnia no depósito em que você parecia uma atriz pornô rebolando no meu colo e chupando o Kaya feito um picolé de uva! Lembrou agora? –Kamijo arqueou uma sobrancelha.
-Faça o favor de falar mais baixo! –Teru desferiu um tapa no rosto do maior. –Não aconteceu nada entre nós. NUNCA! Entendeu bem? Yuki é meu koi e está viajando. Eu só posso transar com ele e com ninguém mais!
-É mesmo? Pensasse bem nisso antes de se convidar pra curtir a noite comigo e o Kaya... –o loiro pousava a destra no rosto, onde Teru havia batido. –Se quiser posar de inocente diante de todo mundo, comece agindo naturalmente ao invés de bancar a puta arrependida. Eu não fiz nada que você não quisesse. –Kamijo deu meia volta e andou alguns passos. –Ah, só mais uma coisa: Torce pro Yuki não pedir satisfações quando voltar, porque você tá estranho até com ele, principalmente com ele. Será que os chifres são de boi? Ou de carneiro? Quem sabe, ele pode voltar com galhadas de rena! –o loiro voltou apenas para provocá-lo mais um pouco e finalmente seguiu seu rumo.

Faltavam apenas dois dias para Yuki voltar e se já era difícil disfarçar para os amigos e para si próprio, as coisas só farão piorar quando o outro estiver de volta. Sem tempo para arrependimentos, Teru-kun. Não é hora de chorar o leite derramado. Ou seria gozado?


Notas Finais


Esse foi o capítulo de hoje, espero que tenham gostado e obrigada por ler. Até o próximo capítulo, byye!


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