História Beautiful War. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bulma, Vegeta
Visualizações 47
Palavras 2.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente: QUE SINOPSE MAIS NOVELÃO DAS NOVE EIN KKKKKK

Antes de dar início a mais uma long-fic - da qual vou postar com antecedência, se Deus quiser - preciso esclarecer uns pontos:
-Essa é uma das minhas histórias originais, da qual escrevo há quase dois anos e só agora decidi adaptar e postar. Tudo começou com um episódio de Sons of Anarky, só pra constar kkk
- Esse é um UNIVERSO ALTERNATIVO, não segue o roteiro de Dragon Ball Z. Nem um pouco.
- É narrado em primeira pessoa :D
- Se trata de um triângulo amoroso meio "maduro". Talvez vcs entendam melhor mais pra frente...

BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Salada de Chinelo.


 


Salada de chinelo

Encontraram esse bilhete nas calças do meu pai, quando o encontraram morto no carpete de casa. Foi um choque e ninguém entendeu muito bem.
Todos esperam uma carta suicida de lamentações ou até mesmo desculpas por não aguentar essa vida miserável. Mas uma frase idiota?

Diziam que ele era um homem cheio de vontade de viver.
Era conhecido como o melhor mecânico da cidade, fazia parte do motoclube, tinha uma filha pequena e uma boa condição de vida. Por que colocar tudo isso a perder? Não era o que muitas pessoas queriam?
Apesar de lembrar dessa parte vagamente, lembro que as pessoas evitavam falar a respeito na minha frente. Minha cabeça de criança não conseguia encontrar uma razão para aquilo. Eu não cheguei a refletir que havia perdido meu pai e que as coisas não seriam mais como antes, nem me senti deprimida. No velório o que mais me pareceu importante foi correr pra lá e pra cá com Vegeta. Ele até comentou algo sobre como ele tinha sorte de ter um pai e uma mãe felizes, e que não sentiria minha falta quando a assistente social viesse me buscar, mas eu dei de ombros. Papai me fazia rir. Isso não era felicidade?
Foram horas difíceis para todos, até os resultados da biópsia saírem oficialmente. Ele teve uma overdose. Então a hipótese dele estar querendo transmitir uma mensagem ou lição para o futuro foi descartada da minha vida... já que provavelmente, ele estava incrivelmente chapado antes de morrer.

A partir daí, a vida só me levou. Como Vegeta havia previsto, a assistente social veio sim. Ela tentou me levar, mas o “clube” deu seus pulos. Todos eram uma família, e eu fazia parte. Ninguém nunca ia me tirar deles... Talvez essa seja a parte boa, nunca estar sozinha.


Em menos de um ano meu responsável legal era tio Bills, e eu morava na casa dos pais de Vegeta, onde fui acolhida sem problemas. Seria bom se eu estivesse em um ambiente com outra criança da minha idade. Mas o único que não pareceu se agradar com tal fato foi o próprio Vegeta. Segundo ele, odiava ter de dividir suas coisas, ainda mais com uma menina boba.

“- Não toque no meu carrinho!” - ele berrou, vindo de longe.
“- Você tem vários iguais a este. Sua mãe disse que eu podia pegar.” - argumentei “- E você sabe que não tenho brinquedos só para mim.”- sempre usava de justificativa

Carrancudo como sempre, tomou da minha mão e quebrou as rodas propositalmente, me deixando perplexa.

“- Uma garota não precisa de carrinhos!” - disse maldoso. “- Eles deviam ter de deixado ir pro orfanato. Assim eu poderia estar em paz”

Derretida como era, as palavras me fizeram chorar. Ele sempre conseguia aquilo usando suas artimanhas. E enquanto eu chorava ele cruzava os braços e sorria da desgraça alheia.

“- Vegeta!” - a voz grossa que conhecíamos bem nos despertou.

Olhei, ainda com os olhos cheios d'água, e o menino gelou. Tio Bardock. Como uma verdadeira bipolar, sequei as lágrimas e corri em direção dele, abrindo os braços largamente. Ele me acolheu com vigor, pegando-me no colo. Fazia quase três semanas que ele havia ido viajar.

“- O que aconteceu pequena?” - perguntou, quando eu já pendia em seus braços.

De maneira automática, as lágrimas voltaram a brotar.

“- Vegeta me tratou mal e disse que preferia que eu estivesse no orfanato” - caguetei meu amigo, que bufou.

Tio Bardock voltou a expressão dura ao garoto.

“- Seus pais não estão te criando para ser um escrotinho. Acha que essa é a maneira correta de tratar uma moça?” - o menino olhou para baixo, mas logo se arrependeu. “ - Não desvie os olhos quando estiver falando com você!”
“- D-desculpe.” - falou de orgulho ferido.
“- Não é a mim que deve desculpas.”

Ele se aproximou devagar de nós, e com um olhar gélido e sem um pingo de arrependimento, disse a mim.

“- Desculpa.

Tio Bardock insistiria no assunto, mas a mãe de Vegeta o viu e saiu para cumprimentá-lo. Então tudo pareceu ter sido um mero detalhe do dia a dia. Bem, exceto pro garoto, que continuou me fitando com seus olhos mortais.

“- … Sabe como são as crianças.” - ela comentava. “- Não se importam com a gravidade das palavras.” - dizia envergonhada.
“- Ele disse isso porque provavelmente ouviu alguém dizendo.” - Bardock deduziu de maneira fria, e a mãe de Vegeta engoliu em seco, argumentando contra. Ela jamais diria aquilo...

Apesar de ser rígido, tio Bardock era muito respeitado. Era tão reconhecido quanto tio Bills, que era presidente do MotoClube. De longe, seu maior atributo era a sensatez. Não era muita, vou logo dizendo, mas era essa diferença que justamente o tornava braço direito do clube.
Ele me soltou e afagou meus cabelos, ficando a minha altura.

“- Se mais alguém te arrumar problemas, me chame” - sorriu de canto, com aquele sorriso que só ele sabia dar. “- Afinal, um homem não pode deixar que aprontem com sua namorada, não é mesmo?”

Eu dei um sorrisinho. Era mais do que óbvio que o “namorada” dele não passava de uma mera nomeação de afeto, já que ele me via praticamente como sua cria. E realmente, não havia pessoa que eu mais admirava do que ele.
Tio Bardock era muito importante para mim.

Quando todos os homens voltavam de longas viagens, era rotina, havia uma comemoração no bar. Enquanto as mulheres se ocupavam de preparar os pratos, eu e Vegeta ficávamos correndo de serviço. Certo que ele sempre me azucrinava, mas nunca era de coração, bastava uma nova brincadeira e tudo sempre ficava pra trás... A mãe dele dizia que ele fazia isso para chamar minha atenção, já que ele não tinha muitos amigos. Apesar de pequena eu entendia sim, éramos as únicas crianças mesmo.
Enquanto Teshin arrumava o Jukebox, e os outros se distraiam em arrumar o máximo de bebidas, eu e Vegeta ficamos em baixo de uma das mesas de sinuca. Ele havia conseguido roubar uma garrafa com líquido transparente. Geralmente nós víamos adultos com ela, e como Vegeta dizia que via seu pai bebendo, não vi nenhum problema em experimentar. Não foi uma boa primeira experiencia com álcool. Foi como se eu tivesse engolido fogo. Minha garganta ficou ardendo e eu achei que fosse morrer... Vegeta por outro lado riu e deu seu gole. Tenho certeza que ele sentiu o mesmo que eu, mas fingiu que aquilo não era nada demais, apesar de seus olhos lacrimejarem. Continuaríamos com nossa aventura se Teshin não tivesse nos visto e nos dado uma dura. Como sempre, a culpa ficou sobre as costas da mãe de Vegeta. Ela era a irresponsável que vinha de fora do grupo...
Era difícil pra ela. O pai de Vegeta sempre estava fora com os outros, a trabalho, como ela nos explicava sem dar muitos detalhes. Ela cuidava de nós sozinha...
Nessas horas eu ficava com pena e sossegava, mesmo com aquele garoto insistindo para mim acompanhá-lo em outra furada. Sabia que ela precisava de ajuda...

E enquanto Vegeta desistiu de mim e foi andar com alguns garotos mais velhos, eu sentei á borda da mureta do bar, vendo o movimento da rua. Amigos mais entravam do que saiam. Já outros, saíam com alguns machucados ou acompanhados de mulheres. Era estranho...
Neste instante vi o velho Camaro 76 parando no estacionando. Era tio Bardock e sua família. Era engraçado que quando ele estava na cidade ele abandonava a moto e usava seu carro. Sua esposa saiu primeiro, usando sua calça de couro e blusa com estampa de onça. Ela sempre estava exageradamente maquiada e os cabelos negros como carvão eram a única parte comum de seu estilo completamente fora do normal. No entanto isso não a tornava menos bonita... na verdade a tornava única.
Em seguida, os filhos. Raditz e Kakaroto.
Raditz já devia estar na faixa dos dezoito. Ouvi alguns comentários de como Bardock parecia orgulhoso de vê-lo junto do clube. E era fácil notar aquilo, ainda mais depois quando o próprio passou um braço ao redor dos ombros do mais velho, o sacudindo de maneira descontraída com um sorriso. No caso de Kakaroto era diferente, ele devia ter quatorze anos, no máximo. As preocupações dele deviam ser voltadas somente a escola, mas isso não parecia deixá-lo contente. Eu gostava de ir a escola. Não entendia a pressa dele e de Vegeta se livrarem disso...
A esposa de Bardock me lançou um sorriso, mostrando dentes grandes e brancos, seguida dos homens que conversavam entre si. Me encostei no pilar do lado, tombando a cabeça. Nisso senti um puxão leve na ponta do cabelo, e não precisei virar para saber quem era.

“- Vamos pequena, aqui está frio.” - disse me puxando pelo braço.

Fui conduzida pra dentro, ouvindo a música, que a cada passo ficava maior.
Era bom quando todos estavam unidos. Não havia tristeza e nem desentendimentos. Tio Bills contava as novidades da casa, tia Vados gostava de se exibir para as outras mulheres, afinal, aquela que rouba o coração do presidente é quase uma primeira dama. Raditz também contava as novas aventuras que estava vivenciando, os olhos dele até brilhavam ao falar, enquanto Kakaroto o encarava com aquele gostinho de ciúmes.
Nesse meio tempo eu via Vegeta sorrir também, coisa que fazia raramente. Passar mais tempo com o pai era ótimo, para todos eu acho. Tia Fasha sempre parecia mais contente próxima do marido. Assim como tio Bardock parecia ao lado de sua esposa. O modo como a olhava era diferente dos demais olhares que lançava para os outros, e o dela era completamente recíproco. Ás vezes isso me deixava um pouco incomodada. Apesar de fazer parte da família, eu não tinha exatamente ninguém para ser chamado de meu.
Tio Bills me ergueu de repente, me fazendo esquecer dos pensamentos anteriores. Dei uma gargalhada gostosa. Aqueles foram bons tempos....
Até a próxima viagem a “negócios”...
 

Não que eu tivesse percebido, mas Vegeta dissera que havia algo errado aquela semana. Ele era mais astuto que eu, então sempre percebia tudo antes. Os adultos pareciam mais fechados e apreensivos. Ele me contou que ouvira sua mãe e a esposa do tio Bills conversando. Elas haviam usado a palavra “luto” e “tragédia” em um único diálogo. Isso além da frase “Devemos estar preparadas pra esse tipo de coisa. Nós também escolhemos isso.”
E depois, reparando, a mãe do garoto sempre o lançava um olhar de preocupação e suspirava demais ao lado do telefone. Quando ele tocava era uma aflição. Até ficamos surpresos quando o pai apareceu mais cedo que de costume. Pra Vegeta foi ótimo, mas o mais velho não parecia querer contar novidades. Aquele ambiente escuro se tornou ainda mais misterioso.
Para completar, as temporadas de chuva chegaram. Toda noite era recheada de trovões e relâmpagos terríveis. Eu me esforçava para fechar os olhos durante uma noite. Por alguma razão, nunca gostei de noites como aquela. Parecia que a qualquer momento o mundo desabaria de vez e ficaríamos alagados no próprio mijo.

“- Bulma.” - ouvi um sussurro, seguido de uma luz em meu rosto.

Abri os olhos, sendo ofuscada por uma luz de lanterna. Vegeta finalmente a tirou da minha cara, a mirando no teto.

“- Está com medo?” - perguntou entediado. Como verdadeiros melhores amigos ele me contara suas vulnerabilidades e eu as minhas.

Acenei afirmativamente, de sobrancelhas erguidas. Ele me chamou com um gesto, e eu corri até sua cama. Lá, ele fez uma cabana com seu cobertor e nos iluminou.

“- Melhor agora?”
“- ... Acho que sim.” - disse baixo.

Ficamos em silencio por um tempo, até eu bocejar. Já passava das duas da manhã.
Ele se ajeitou pro lado, me dando espaço, e eu me deitei. No começo ele protestou, tirando meus cabelos de seu olho, e mandando eu parar de ser um bebe chorão. Acenei, sem dar muita atenção, e peguei sua mão.
Quando eu ficava com medo, meu pai costumava me dar a mão, fazendo disso uma mania.
E Vegeta pareceu um pouco nervoso com o gesto, mas me apertou com força, como se nunca fosse me soltar.



Nossas vidas seguiam normalmente, onde nossos maiores interesses envolviam insetos grandes para caçar e fazer buracos pelo quintal. Até aquela quarta-feira sombria chegar...
A mãe de Vegeta – ou tia Fasha, como eu a chamava – nos acordou cedo e disse que tínhamos um compromisso, onde devíamos nos comportar muito bem, afinal... aquele era um compromisso diferente dos normais.
Quando chegamos a capela, de cara pensei ser um culto. Ás vezes tia Fasha ia rezar para pedir perdão por seus pecados, o que eu nunca compreendi. Mas ao chegarmos vi rostos muito conhecidos. Rostos que não frequentavam aquele lugar há tempos, se é que já haviam frequentado...
Então tudo fez sentido. A roupa preta, os rostos mórbidos e as vozes baixas e de pesar. Eu conhecia aquele ambiente. Respirei fundo, segurando a mão de tia Fasha. Haviam pessoas em pé, pessoas sentadas. Algumas nem conhecia. Aquele clima de lágrimas e denso não era o mais apropriado. Mas a mulher nunca nos privava dessa parte. A perda e as consequências...
A vi lançando mais um de seus olhares sobre Vegeta, e depois para o marido, que preferiu ignorar e prestar condolências. Bastava olhar para o caixão, mas este estava tampado.
Uma senhora que nunca havia visto se ergueu e abraçou tia Fasha, logo após de ter segurado a mão de tio Vegeta – o pai. Ela dizia lamentos e chorava baixo.
“Desculpe... Ela não diz nada desde ontem.”, a ouvi comentar. E foi isso que me fez olhar mais adiante daquele primeiro banco. Era a mulher de Bardock. Ergui as sobrancelhas ao notá-la.
Ela parecia tão diferente. Não o diferente estilizado dela. Era um diferente estranhamente normal.
Estava com um vestido preto e básico, os cabelos negros e espetados não pareciam brilhantes... O rosto tinha uma expressão inexpressiva por mais que fosse contraditório pensar. As olheiras estavam fundas. A luz que ela costumava emanar, estava apagada...
Segurei uma mão na outra e voltei os olhos para o caixão, e depois logo mais acima para aquela versão tenebrosa em tamanho real de Jesus Cristo, sentindo um nó no coração.

Antes que alguém pergunte, não. Aquele não foi o velório de Bardock. Foi o velório de Raditz.
Depois do enterro houve uma cerimônia na casa de Bills.

“- Duvido que você corre até a cerca e volta em menos de oito segundos” - Vegeta dizia, tentando arrancar a gravata que a mãe insistira pra ele usar.

Mas aquele dia eu não estava apta para brincar. Algo estava faltando. Neguei com a cabeça, me encolhendo na cadeira de praia do quintal. O menino soltou um “tsc”, e foi caçar alguma coisa para fazer sozinho. Olhei pro céu nublado, com uma sensação estranha. Nem quando meu pai morrera eu me sentira daquele jeito.
A primeira desculpa que me veem em mente quando lembro disso é a de que eu era pequena demais para lembrar em detalhes do velório dele, por isso não fora um choque...
Mas o que me marcou foi o depois.

Notei tio Bardock encostado na batente da porta, encarando o céu, assim como eu. Usava um terno desbotado e velho, com a gravata frouxa e tinha uma garrafa pendendo na outra mão. Os olhos pareciam cinzas e sem vida. Pela primeira ele parecia fraco. De repente senti sua dor. Soube na hora que algo mudaria nele para sempre ali...
Talvez meu primeiro contato com a morte de perto tinha sido naquele dia.
Pobre Bardock....

Aquela noite eu dormi outra vez junto de Vegeta.
Não por causa de trovões ou algo semelhante,... apenas porque queria acordar no outro dia e saber que as pessoas importantes continuariam ali.
 


Notas Finais


Já deu pra ver que a Bulma gosta muito do Bardock né? Kkkkkkkk (MOMENTÃO CASAL IMPOSSÍVEL)
A Bulma vai crescer ao longo dos capítulos, mas não vai ser nada demorado, juro.
Espero que vcs tenham gostado desse Prólogo, e saibam q muito coisa ainda está por vir, como indicado na sinopse kkk
Já vou dizendo q não tenho uma meta de postagem, afinal, tenho outras fanfics pra dar continuidade. A sorte é q essa já ta bem avançada, então não desanime ainda caro leitor kkkk


O título da fic é o nome de uma música do Kings Of Leon, uma banda maravilhosa, e q tem TUDO haver com os protagonistas dessa história kkk.
LINK DA MÚSICA: https://www.youtube.com/watch?v=RVDc6bYy3j4

Comente se sentir o desejo :D
Beijos e até o/


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