História Beauty and the Beast - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais
Tags A Fera, Bela, Conto De Fadas
Exibições 18
Palavras 983
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Alguma coisa acontecer


Fanfic / Fanfiction Beauty and the Beast - Capítulo 6 - Alguma coisa acontecer

Ergui uma sobrancelha ao ver Edward na minha porta naquele dia.

Claro, tudo havia melhorado depois daquele dia. Ficamos uma semana em Detroit pra que Sheeran se recuperasse, ele piorou sua performance no palco mas as fãs entenderam. O ruivo estava bem fodido.

Mas mesmo estando em paz com ele depois de muito tempo em guerra, nunca na minha vida esperaria vê-lo à minha porta.

– Edward? Está perdido?

– Não, eu... – ele parou por um tempo. – Quer fazer algo comigo?

Okay, aquilo havia me pego de surpresa.

– Tipo...?

– Poderíamos... – ele pigarreou. – Poderíamos ir na cafeteria do hotel, o que acha? Está nevando.

– É uma boa ideia. O que melhor com neve que chocolate quente? – sorri de lado. Ele parecia incomodado em estar lá, como se forçasse muito. – Mas tem certeza que quer sair com "alguém como eu"? – não pude evitar que meu lado amargurado fizesse a pergunta. Bufei, eu tinha que parar com aquilo.

– É sobre isso... Quero conversar com você. – dei de ombros e fechei a porta atrás de mim. Andamos até o elevador e Edward apertou o botão, não olhava pra mim diretamente, esquivava o olhar para todos os cantos.

Ainda sem trocarmos uma palavra, fomos até a cafeteria que ficava perto do saguão, o ruivo pediu as bebidas enquanto eu olhava em sua direção tentando entender que merda estava acontecendo.

– Sabe o que poderíamos acrescentar a essa lista? – perguntei quando a atendente já servia duas xícaras de chocolate quente logo após tirar uma foto com Edward. – Voltar pro meu quarto e ver uns filmes. Que acha? – ele pareceu relaxar naquela hora, não pude evitar de sorrir de lado. – Já notei que não é bem do tipo que fala quando não tem algo mal pra ser dito.

– Não é isso! Eu só...

– Não tem problema. Está tentando mudar, é o importante. – Edward suspirou e assentiu.

Ele não falou nem duas frases durante o resto da tarde depois daquilo, mas a encerramos em um bom clima. Com algumas risadas com minhas piadas sem graça e tentativa frustrada de imitar o sotaque americano.

Talvez ele realmente fosse um cara legal.

 

Ed estava sentado no chão com as faces vermelhas, totalmente frustrado. Em horas de raiva como aquela, parecia a fera que havia me aterrorizado por semanas.

Aproximei-me dele com calma, sentei-me em sua frente e passeei as mãos por seus cabelos, seus olhos azuis subiram e fitaram os meus.

– Você consegue. – insisti. Ele estava meio soado, estávamos nos fundos do ônibus da equipe, Murray e Denise cozinhavam algo na cozinha improvisada que cheirava bem, mas eu havia proibido Edward de sair do quarto até que ao menos acabássemos com a parte inicial. Em pouco tempo teríamos de gravar e o progresso havia sido pouco.

– Eu só não consigo, tá?! Não dá! Não pra mim...

– Ed, vamos...

– Esquece isso, Bella! – ele se levantou subitamente. – Esse vídeo foi uma ideia estúpida... – me tremi dos pés à cabeça naquela hora.

Eu não podia perder aquele emprego.

– Você não sabe se divertir! – bufei indo até as caixas de som, eu não deixaria que ele desistisse.

– Bella... – ele falou como se desaprovasse o jeito que eu mexia meu corpo ao som da música, cheguei perto do ruivo.

– Ponha suas mãos na minha cintura.

– O que...?!

– Vamos, Ed! – peguei suas mãos e coloquei no local indicado, passei as minhas pelo seu pescoço e a proximidade que nos encontrávamos o obrigava a dançar comigo, mesmo que desajeitadamente.

Em pouco tempo ele estava rindo e arriscou até me girar quando a música pop animada mudou para um Rock N Roll, anos 60.

Então foi minha hora de sacaneá-lo.

Hips don't lie pode ser ouvida claramente e eu pus minhas mãos na cintura dele e o obriguei a "requebrar", algo que ficou totalmente ridículo e os dois acabaram rindo.

– Hey, pretty woman I wanna take you out. – ele cantou quando desligou o som.

– Ah, não! – protestei. – Não venha desconver...

– I know a place we can move our feet downtown. – pus o dedo nos lábios dele, que riu com o gesto.

– Dançar, não cantar!

– É assim que faz quando estou te apresentando uma música nova minha? – fiquei surpresa com aquilo. Achei que fosse algo que eu não conhecia.

– Vídeo de Thinking Out Loud, lembra? – me aproximei dele com passos calmos, como supostamente devia fazer na coreografia. Pousei as mãos em seu peito e ele passou as dele por meus braços, fiz que ia me afastar  e ele puxou-me, me fazendo virar e parar em frente ao seu peito, então uma valsa começou.

Sorri, ele estava conseguindo.

Não comentaria nada porém.

Talvez foi naquela hora, quando finalmente estávamos dançando ao som de nenhuma música uma coreografia que eu já tinha decorado num pequeno local inadequado, quando ele finalmente não me derrubou em partes mais complicadas, quando ele me olhava como se estivesse envolvido na coreografia de verdade...

Quando observei que achava seu cabelo ruivo meio molhado de suor e com alguns poucos cachos eram de alguma forma bonitos, que seus olhos azuis eram encantadores e suas tatuagens me fariam encarar o braço dele por horas.

O contraste de sua pele extremamente branca com a minha, o jeito que ele me segurava firme... Aquilo me fazia ver que alguma coisa estava pra acontecer.

– Hey, pretty woman, your daddy don't know... – ele tirou uma mexa de cabelo que caía em meu rosto. – Take what you want from me, I can't say no. – ele pegou minhas mãos que estavam soltas e pôs em seu peito. – Just put your hands on my body, let me taste your lips... – ele se aproximou, o que me fez fechar os olhos.

A porta se abriu, eu pulei pra longe de Edward naquela hora.

– Denise fez umas panquecas deliciosas. Conseguiram algum progresso? – era a voz de Kevin.

– Porra, Kev! Quantas vezes eu e a Denise temos que te falar pra não atrapalhar os dois? – era Murray, parecia chateado.

– O que eu fiz demais?



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...