História Beauty Behind the Madness - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Death Note
Personagens L Lawliet, Light Yagami, Mihael "Mello" Keehl, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais
Tags Death Note, L X Light, L X Misa, Misa X Light, Near X Mello
Exibições 20
Palavras 1.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alô! Boa noite, minna! ^-^

Enfim pessoal, essa é a minha primeira fanfiction de Death Note, que aliás, é meu anime favorito supremo ever. Esse anime me fez olhar o mundo de forma diferente... E os personagens são maravilhosos! Confesso que tenho um amor enorme pelo Lawliet, tão amorzinho <3 Também acho que Light e L são maravilhosos juntos... XAU PRECONCEITO huahua ^^

Bom, espero que vocês apreciem a história, pois a fiz com todo o amor! Divirtam-se <33

Capítulo 1 - Dark Side of the Moon (L x Light)


Fanfic / Fanfiction Beauty Behind the Madness - Capítulo 1 - Dark Side of the Moon (L x Light)

Ponto de Vista de Light Yagami 

Era apenas mais uma das escuras e sombrias noites. Eu não aguentava mais aquilo... Caso Kira... Estava acabando comigo... Quantas vezes precisaria repetir para Ryuuzaki que era inocente? É claro que toda aquela história fazia certo sentido para mim. Não era o correto a se fazer, entretanto, os princípios de Kira assemelhavam-se aos meus. Observei o moreno, que rodopiava lentamente em sua cadeira, colocando alguns doces em sua boca, daquela famosa maneira peculiar. Não queria continuar a fitá-lo, porém, parar era quase impossível. Sentia-me hipnotizado com tamanha paz e calma transmitida em seu olhar. Pela primeira vez em minha vida, pude sentir-me agradecido por aquelas correntes, que mais pareciam eróticas do que investigadoras. 

Sobre o que diabos estava falando? Como pudera ser patético a esse ponto? 

- Quer um biscoito, Light-kun? – uma voz familiar ecoou pela sala, levando meus pensamentos para longe. Ah... Ryuuzaki. 

- Não, obrigado. – disse, um pouco mais seco do que o esperado. Por um momento, senti-me mal por ter sido ignorante. 

- Oh... Certo. – suspirou o moreno, jogando seus longos e lisos cabelos negros para o lado, com certa frustração. 

Virei-me para o lado, porém, senti algo me puxando para a direção oposta. O quê... Que merda era aquela?

- RYUUZAKI! – exclamei, enquanto a maldita corrente me levava para perto de seu corpo. Fechei meus olhos, sentindo meu rosto ser pressionado contra o chão gelado. 

Por incrível que pareça, algo morno e aconchegante havia me acolhido para perto. Abri os olhos lentamente, olhando para o lado, e surpreendentemente, lá estava a face do moreno, com bochechas extremamente rosadas. Meu corpo estava colado ao seu, seus braços me rodeavam... Ao perceber nossa proximidade, Ryuuzaki soltou-me rapidamente, escondendo seu rosto delicado com as mãos, que já estavam trêmulas. 

- E-Eu... Sinto muito... L-Light-kun. – o detetive gaguejava, sem ter coragem de olhar em meus olhos. Ele era tão... Doce. Tão amável... – Droga. Eu sou patético! 

Suas palavras pareciam machucá-lo. Seus olhos estavam marejados, prestes a desmoronar em lágrimas. Era impressionante como Ryuuzaki conseguia ficar lindo de todas as formas. 

- Ryuuzaki... Não, sério... – era a primeira vez que o via chorando. Ele soluçava baixinho, como se aquilo fosse uma grande humilhação. Eu só queria poder ajudá-lo, acolhê-lo em meus braços, e dizer que tudo ficaria bem. 

Aproximei-me, tocando em suas mãos, retirando-as de seu rosto. Seu nariz estava vermelho, assim como o resto de sua face. Em um ato impensado, abracei-o, com toda a admiração e carinho que sentia pelo mesmo. Ainda bem... Aquilo parecia tê-lo acalmado. 

- Light-kun... –  olhou para mim, com os olhos cheios de consideração. – Obrigado. 

- Não seja gay, cara. – meu rosto estava queimando de vergonha, mas de certa forma, era algo bom. – Você está parecendo um bebê chorão. 

O moreno riu, enxugando as lágrimas de seu rosto. 

- É verdade... – suspirou, com um sorriso tímido. Droga... Aquele sorriso... Eu estava enlouquecendo, com nossos corpos colados, com aquela maldita situação... 

- Ryuuzaki... – sussurrei. 

- Diga, Light-ku... – meus poucos segundos de coragem insana haviam aparecido. Sem pensar duas vezes, selei nossos lábios rapidamente. Sua boca era doce. Merda, aquilo era viciante. 

O rosto do detetive estava vermelho. Podia dizer o mesmo do meu. Ele tocou de leve seus lábios, sem acreditar no que estava acontecendo. Como podia ser tão fofo, e tão sedutor ao mesmo tempo?

“Me desculpe... Eu preciso fazer isso”

Fitei seus olhos com desejo, tocando nas madeixas escuras e brilhantes de seu cabelo. O rosto do detetive estava cheio de hesitação, porém, também ambição. Não me importava mais se aquilo era o certo ou errado a se fazer. Minha única certeza era que não aguentaria mais por tanto tempo. 

Joguei-o na parede com violência, beijando-o mais uma vez. Era um beijo um tanto agressivo; selvagem. Nossas línguas haviam se encontrado de forma suja, fazendo danças eróticas dentro de nossas bocas. Apesar de não ser meu primeiro beijo, era o melhor de todos, sem dúvida alguma. Ryuuzaki parecia experiente naquilo... Merda... Estava mesmo preocupado com isso? A cada segundo, o beijo se aprofundava ainda mais. Aproximei meu corpo do moreno, sentindo cada parte, quente e trêmula. Essa sensação havia me excitado por completo. 
Interrompi o beijo, indo ao seu pescoço, alternando entre chupões e lambidas. Ryuuzaki gemeu baixinho, abafando-o em meu ombro. Como pudera ser tão adorável? Você iria pagar por tanta fofura! 

Deslizei seu corpo na parede, descendo-o até o chão. Retirei lentamente sua blusa branca de mangas compridas, revelando um abdômen magro e forte. Trilhei beijos em toda a parte superior de seu corpo pálido, chegando perto da abertura de sua calça. Porém, não foi tão fácil quanto imaginava... 

- Você não acha que deixaria assumir o controle tão facilmente... –sussurrou o mais velho, mordendo o lóbulo de minha orelha. – Não é mesmo, Light-kun

- E-Estou ao seu dispor... – entreguei-me por inteiro, sem pestanejar. 

Um sorriso fofo e malicioso surgiu em seu rosto, deixando-me sedento por mais e mais. Fechei meus olhos, sentindo minha camiseta ser retirada rápida e ofegantemente. Mãos macias acariciavam minha pele, com tanto cuidado e amor. Eu só queria ser seu. Pelo menos, por aquela noite. Sabia que seria um homem feliz. 

Após beijos e mais beijos quentes, comecei com preliminares, beijando sua nuca, que exalava cheiro de perfume fresco, um tanto adocicado. Deitei sob seu corpo morno e acolhedor, sorrindo e passando minha mão por dentro da calça jeans. Sua parte estava dura e pulsante, e conseguia senti-la mesmo com o tecido da Bóxer por cima. 

- Light-kun... – sua voz transbordava insegurança e hesitação. – Não seja tão bruto, por favor. 

Sorri de forma graciosa, enquanto o massageava, o mais delicadamente possível. 

- Isso é bom, Ryuuzaki? – digo com um sorriso sujo no rosto, observando aqueles grandes e majestosos olhos negros. 

- S-Sim... – admitiu, com um rosto um tanto frustrado. – Você não presta, Light... 

- Eu sei disso. – ri um pouco, sem parar o serviço. 

Minhas mãos haviam começado a ficar úmidas e pegajosas. Tirei-as lá de dentro e observei meus dedos, colocando-os dentro da boca do moreno. Ele os chupava com gosto, sem hesitar. 

- É a minha vez, Yagami-kun. – sem dar tempo para responder, o mesmo trocou de posição, agora, em cima de mim. – Estou sedento por algo doce, você sabe... 

O moreno desabotoou minha calça, tirando a Bóxer junto dela, deixando meu membro a mostra, extremamente duro e fervente. Ao olhar, seu rosto encheu-se de prazer. De um segundo para outro, abocanhou-o de uma vez, em uma sucção severa. Eu me contorcia, movendo de leve meus quadris. Aquilo era muito bom... Ainda mais por ser feito por ele... 

Primeiramente, dava beijos na cabeça de meu órgão, masturbando as outras extremidades. Após isso, enfiou-o todo em sua boca... A fervura de seus lábios me fazia enlouquecer. 

- Hm... – suspirei. – Eu vou... 

- Nem pensar! – depois de minhas palavras, Ryuuzaki o soltou, dando um sorriso. 

Maldito...”

- Você é cruel, Ryuuzaki. – ri com malícia. 

- Agora... Implore por mais. – sua voz estava rouca, mais sexy do que o normal. Devagar, ele roçava sua bunda em meu membro, cheio de vida. Introduziu seus dedos em minha boca, enquanto eu os chupava com severidade. 

- Por favor... Me dê mais... Eu imploro... – gaguejava. Meus lábios estavam molhados, e a saliva escorria em direção ao meu peito nu. 

- Não ouvi muito bem, Yagami-kun. 

- Ryuuzaki, eu quero... Eu não aguento mais... Me faça seu... – suspirei. 

- Seu desejo é uma ordem. – o mais velho levantou-me, tirando os dedos de minha boca, e introduzindo-os em minha entrada. Aquela sensação... O que era aquilo? 

Parecia pervertido. Sujo. O que estava acontecendo comigo? Aquilo era tão maravilhoso, tão prazeroso. Jamais havia pensado que pudera sentir tamanho prazer. Eu não queria apenas dedos dentro de mim. Eu queria Ryuuzaki, naquele exato momento. 

- Eu não aguento mais... – disse, jogando-o no chão de metal gelado, enquanto introduzia lentamente seu membro, ainda duro e quente, em meu ânus. Por um segundo, pensei em como tudo aquilo poderia caber dentro de mim. 

Uma dor súbita tomou conta de meu corpo. Apesar de extremamente doloroso, era gostoso. Será que havia virado um masoquista? Um gemido saiu de minha boca, mesclado entre dor e prazer. O moreno aparentemente havia se assustado, porém, sorri, mostrando de estava tudo bem. 

- Posso... Mexer? – sua voz era tão graciosa, meiga e linda. Só de ouvi-la, era um garoto feliz. Era confortante saber que ele se preocupava tanto com minha comodidade e pessoa. 

- Sim... – sussurrei. – Seja gentil. 

- Eu jamais deixaria de ser... – com um beijo doce e apaixonado, Ryuuzaki mexeu seus quadris, introduzindo seu pênis ainda mais fundo. A dor passava aos poucos, e o prazer aumentava ainda mais. Toquei em suas mãos delicadamente, acariciando seus dedos com amor. Nossas mãos estavam entrelaçadas, como nossos corações e corpos. Eu não me preocupava com mais nada. Só sabia que, se estivesse ao lado daquele homem, seria feliz. Tudo nele era perfeito. Seus olhos, que apesar de serem cobertos por olheiras, transmitiam um ar de compaixão e amor. Seus cabelos lisos e brilhosos, com um cheiro incomparável... Seu corpo, tão característico e atraente. Sua voz, doce e meiga... Seu jeito único, que apesar de um tanto peculiar, fazia dele quem realmente era. Oh, Deus... Como poderia agradecer por ter aquela pessoa ao meu lado? Eu... O amo... Eu até poderia ser doente, mas amava isso. 

Seu toque... Seu beijo salvava-me de todo o caos do mundo... Seus braços eram meu atalho ao paraíso. Em um mundo tão egoísta e sedento por maldade, não havia mais razão se não estivesse ao lado de Ryuuzaki. 

Amém. 

A cada movimento, palavra, sorriso... Minha mente estava em transe. Cada momento ao lado do moreno aparecia em flash backs, e uma vontade imensa de desabar em lágrimas tomava conta de mim. Por que... As coisas precisavam ser daquela forma? Por que amamos as pessoas que não deveríamos amar? O único paraíso que tinha, era quando estava sozinho, ao seu lado. 

- Ryuuzaki... Eu te amo... – sussurrei tão sutilmente, praticamente imperceptível, com a intenção de que não ouvisse. – Eternamente... 

O detetive continuava, com um rosto sereno. E pela primeira vez em toda a minha vida, agradeci por ter existido, por ter vivido em seu mundo... 

Eu nunca olhei a mim mesmo como alguém amável, apenas como um frio estudante reconhecido por suas altas notas e capacidade. 

Mas, para ele... Tudo aquilo era real. 

Seus dedos, sua voz, seus olhos, tudo combinava para criar um único bastardo insolente. 

Eu sempre havia pensado que ficaria sozinho para sempre, que nunca saberia o que era amar... Antes daquele dia. 

A partir daquele momento, o honrado estudante havia se apaixonado...


 

 


Notas Finais


AEEEEE ^3^

Obrigada por acompanharem até aqui! Arigato!

Nos vemos em breve... Valeu. <3


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