História Bêbado - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman
Tags Levihan - Songfic - Ecchi - Shingeki No Kyojin - Attack On Titan - Romance - Hentai - Comedia
Exibições 23
Palavras 1.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


QueenEviilSays: Hei hei, tudo bem?Eu não to aqui morrendo de frio vou até fazer algo pra comer e ver se me esquento are are.

Bom gente, a fanfic está se aproximando do fim sim, infelizmente ela é uma log curtinha só que eu tô enrolando demais com ela então vamos ao que interessa qq

Capítulo 5 - Nao diga nada para ninguém


Fanfic / Fanfiction Bêbado - Capítulo 5 - Nao diga nada para ninguém

               "É incrível como quatro paredes podem mudar muito duas pessoas"

Nessas alturas do campeonato Levi e Hanji ainda se encaravam de forma até estranha. Depois das palavras ditas por ambos não tiveram reação nenhuma o que de certa forma incomodou a cientista.

Poxa, estavam finalmente sozinhos, em um canto afastado de todos e por acaso o momento estava bem romântico apesar da ausência de luzes. Qual era o motivo dele estar parado feito uma pedra? Levi tinha medo? Era isso? A falha do soldado mais forte da humanidade era amar?

Não podia ser verdade, desejava que não fosse.

Sabia muito bem que na realidade deles isso significa dor, uma dor futura pois conheciam os riscos, talvez o moreno apenas esteja pensando que hoje, agora e naquele instante estava se declarando, confessando algo guardado de anos mas assim que um novo dia começasse os sentimentos de insegurança seriam intensificados.

Pois eles, todos da tropa da exploração estavam acostumados a viver com a dúvida maldita, se saíssem das muralhas teriam alguma chance de voltarem vivos?Levi não de preocupava em viver ou morrer, o que tirava o sono era que cada pessoa envolvida com ele de alguma maneira acabava morta.

Foi assim com Isabel e Farlan e também foi assim que perdeu seu último esquadrão para a titã fêmea.

Não queria perder Hanji também, pois desde o dia da ida de Isabel e Farlan aquela quatro olhos maldita tem sido sua ponte para a sanidade.

O destino dos soldados que adentravam a tropa de exploração era basicamente tentar sobreviver, cumprir as ordens que forem dadas por mais ridículas que sejam e claro depois de um tempo como soldado ele ou ela tinha uma leve chance de enlouquecer e cometer suicídio.

Digamos que mesmo acostumados a verem aquelas bestas os cadetes ainda tinham medo da supremacia dos titãs.

Então para evitar que acabassem no estômago das criaturas os soldados se matavam.

Sabia que Hanji era louca, louca de pedra mesmo sabendo de tal coisa essa loucura foi o bastante para que ele se apoiasse nela. Com o passar dos anos o baixinho foi criando afeto por ela, mesmo que não demonstrasse isso claramente e sim da maneira dele.

Toda vez que saiam da muralha, Levi não resistia em fazer uma pergunta para si mesmo, seria o dia que deixaria de ver a quatro olhos?

Ele reclamava sim, reclamava pela falta de cérebro dela em relação as bestas que tanto gostava e principalmente por ter que cobrir os rastros de besteira em meio ao trabalho, pois se Hanji se metesse em confusão ou pensasse em fazer tal coisa Erwin ordenava para que Levi a seguisse impedido de que a morena se machucasse.

Ela era seu conforto e para a cientista o soldado era seu porto seguro. Um completava o outro, sabiam disso até ignoraram os boatos sobre os dois passarem tempo demais juntos afinal eles sempre passaram a imagem de se odiarem.

Os cadetes não sabiam que os xingamentos trocados de ambas as partes e os cascudos desferidos até mesmo tapas leves sobre os ombros, eram demonstrações tortas de carinho entre eles.

Hanji o encarava esperando alguma reação, ansiosa para não dizer uma pilha de nervos. Queria pular dali, dar um sacode nele para ver se acordava e voltava a chama-la de idiota, cientista louca, qualquer coisa séria muito melhor que aquele silêncio infernal.

Achava que o barulho era uma tortura, porém fique com a pessoa amada entre quatro paredes e um silêncio constrangedor se instala entre vocês qual seria a sensação?

Nela por exemplo era de puro desconforto, temia que algum passo ou algum movimento mínimo do corpo seria julgado como errado pelo homem, então resolvia ficar quietinha naquela prisão improvisada que eram os braços musculosos de Levi.

Ele podia até ser um belo de um nanico filho de uma boa mãe, mas vamos combinar que o moreno tinha um corpo desejável isso tinha. Hanji não era cega, apenas tímida demais para fazer alguma coisa além do mais nunca teve experiência nenhuma com nenhum homem, queria que sua primeira vez fosse algo realmente inesquecível, então por isso resolveu esperar pelo certo, tinha certeza que Levi Ackerman ocupava esse cargo em seu coração.

Ok, Levi era bastante reservado, dava medo na maioria dos soldados esses por sinal viviam amedrontados pelo terror dos titãs, assim que metiam os olhos no Cabo Levi molhavam as calças, manchando de certa forma a imagem de como um soldado de verdade deve se comportar.

As mulheres das tropas, nem todas apenas algumas eram atiradas o suficiente para se jogar em cima do soldado. A fama dele apenas crescia seu fã clube, não só formado por admiradores homens como também mulheres.

Tanto que Hanji começou a achar o número de candidatas a tropa exploratória um pouco estranho demais, normalmente as garotas preferiam a vida mais fácil sem riscos de morte e adrenalina, essa foi uma das primeiras vezes em que sentiu ciúmes dele, só que na época não sabia sobre o sentimento apenas conhecia o carinho e preocupação que tinha por Levi.

Com ele não era diferente, por mais que seja reservado, quieto e até certinho além da conta, tinha sim um sentimento por Hanji, só não sabia decidir o que era bem ate agora.

O moreno fez um movimento sutil com a cabeça guiando seus lábios até o topo da testa dela, selando-os ali, de alguma forma aquilo passava segurança para ela.

Desceu os lábios às vezes os deixando bem abertos para a respiração quente sair e tocar a pele alva da cientista podia e gostava do que via sobre as reações dela em resposta ao ato tão simples de sua parte.

Um corar intenso tomava conta do rosto, tímida, tentando falar alguma coisa, pois na cabeça dela aquilo seria muito menos constrangedor é claro que estava tomada pelo álcool para não perceber que ambas as opções seriam péssimas escolhas.

Levi levou os lábios até a bochecha onde mordeu não muito forte, pois sabia como ela era, reclamaria feito um bebê quando pede comida.

Aquilo causou cócegas em Hanji, tanto que quis rir, todavia não faria isso, o que ele acharia de começasse a rir do nada? Que ela era louca?Se bem que isso o Ackerman já tinha toda certeza.

Continuou descendo os lábios até de encontro com os dela, um selinho gentil, sem malícia apenas para querer provar o gosto dela.

Porra, quando foi que Hanji Zoe passou a ter um gosto tão bom?Tinha certeza que ela era descuidada, bastava olhar o quarto dela ou o centro de pesquisas agora em relação ao seu corpo ou atos de higiene Levi possuía uma leve certeza de que era a mesma coisa.

Estava enganado, mesmo com o cheiro do álcool a cientista ainda tinha um aroma agradável, lembrava muito um campo, cheiro de livro novo misturado com lavanda? Talvez não conseguisse decifrar, apenas sabia da sensação que causava algo realmente bom e extremamente viciante.

O soldado resolvia aprofundar aquele beijo, deixando-o com as mesmas intenções do selinho, algo gentil, doce e sem malícia alguma apenas para querer sentir Hanji, sentir a pessoa que ama correspondendo aos seus toques.

Ele parou de beija-la para começar a dar atenção ao pescoço, esse por sinal na visão do Ackerman parecia clamar por atenção.

Levi não foi nada gentil como estava sendo com os lábios dela, eram chupadas fortes essas arrancavam gemidos altos o suficientes para ouvir do outro lado da muralha.

Hanji nunca foi e nunca será alguém silencioso, sempre vai passar a impressão de agitação de alguém que simplesmente não consegue ficar parada no mesmo canto por muito tempo.

O moreno fazia toda questão do universo de marcar a pele alva do pescoço bem visíveis para os que vissem as marcas pensarem sobre como foi a noite da comandante do centro de pesquisas.

No fim ele deixava a língua passar por cima da marca, por consequência da boca aberta a respiração quente do Ackerman tocava a pele dela causando arrepios leves.

Levi concluía que para a quatro olhos não ter parado ele ainda, significava sinal verde para prosseguir.

Avançou os lábios mais para baixo com a ajuda das mãos o tecido não habitava mais o corpo da morena afinal Levi tinha feito o favor de rasgar.

Via a peça de roupa íntima de Hanji e não evitou em rir baixo, sim rir por causa da peça de vovozinha dela.

Em anos aquela era a primeira vez que ria de verdade, não aquele barulho de sarcasmo habitual dele e sim um riso por algo divertido ter causado essa sensação, se perguntava mentalmente como seria a calcinha.

Aquilo foi a saída dele para esconder o constrangimento, Levi era virgem, ou em outras palavras era a primeira vez que via uma mulher seminua na sua frente.

Ele não era cego, achava várias mulheres bonitas com as curvas de seus corpos chamando atenção nos uniformes. Porém, nenhuma o despertava interesse, até aconteceu um boato de que Levi era gay a parte engraçada?Era que os cadetes que contaram isso acabaram com os olhos roxos e sem dentes de um dia para o outro.

Levi era um amor em pessoa não é mesmo? Talvez em outro universo, outro mundo.

Com ambas as mãos o moreno tratou de rasgar o resto dos panos da roupa dela, mentiria para quem perguntasse sobre a roupa de Hanji falaria algo como, "A quatro olhos nunca soube se arrumar, escolheu tudo aquilo de olhos fechados e ainda sim fez o favor de errar".

Não assumiria em público que tinha gostado de ver Hanji Zoe mais feminina, afinal de contas não devia satisfações da sua vida pessoal para ninguém.

Logo o sutiã das antigas não prendia mais os seios, esses por sinal não eram lá tão grandes e nem médios ainda sim conseguiam ser atraentes o bastante para o Ackerman.

Brincava com sua língua ao redor do mamilo esquerdo enquanto o direito era estimulado por um dos dedos,ouvir Hanji Zoe gemer foi ótimo, ainda mais quando sem querer ela deixava escapar seu nome em meio aos lábios rosados.

Ela era dele e de ninguém mais, quem ousasse em tocar nela daquela maneira seria um homem morto, maravilha Levi o possessivo.

Sentia os toques dóceis dos dedos entre nos fios de cabelo, apenas se surpreendia quando a morena resolvia puxa-lo a fim de dar início a um beijo mais selvagem, cheio de desejo por ambas as partes.

As línguas deles mantinham uma conversa amigável durante minutos, as vezes um provocava o outro com mordiscados sobre os lábios inferiores o som que as bocas faziam os gemidos roucos e um tanto manhosos de Hanji Zoe corriam pelo quarto sendo a sinfonia daquele local.

Só chegaram a se separar quando o ar faltava, estavam com as bochechas coradas mas ambos desviaram o olhar e além disso o Ackerman saia de cima dela grudando seu corpo ao da cientista, - Retardada - murmurava.

Surpresa, essa palavra a definia tão bem que nem mesmo entendia. Uma parte dela tinha certeza absoluta que chegariam aos tão ansiosos finalmente, seu conto de fadas acabou quando ouviu a realidade lhe chamando.

Escondia o rosto sobre o abdômen malhado, tímida, eis um buraco improvisado.

O moreno via o desconforto dela mesmo um pouco fora de si pelo álcool ainda conseguia diferenciar uma coisa da outra, soltou um suspiro pesado começando um carinho sobre os fios cor de chocolate da cientista.

Hanji conseguiu sentir uma descarga elétrica com aquele ato repentino de afeto, seu corpo todo dizia sim ao mesmo tempo em que sua mente dizia não. Para aquietar os pensamentos ela se curvou um pouco para cima, selando os lábios com os dele não demorou nada para voltar ao esconderijo improvisado.  Levi não resistiu ao selinho muito menos recuou, apenas deixou a mão acariciando os fios rebeldes de Hanji enquanto aos poucos a quatro olhos foi adormecendo.


Notas Finais


Kisos


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