História Because For You (Hiautus) - Capítulo 2


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Categorias Hayes Grier, Liana Liberato, Magcon, Nash Grier
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Sartorius, JC Caylen, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier
Tags Because For You, Hayes Grier, Liana Liberato, Nash Grier
Exibições 36
Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A bad em pessoa resolveu escrever para vocês!
Sim, eu resolvi que já tinha passado da hora de eu escrever e postar um novo capítulo.
Espero mesmo, que vocês gostem deste capítulo.
Vou deixar vocês lerem em paz!

Capítulo 2 - Chapter 1


Fanfic / Fanfiction Because For You (Hiautus) - Capítulo 2 - Chapter 1

Chapter One - Numb Phone

​Bianca Beason - Point Of View

O meu despertado começou a tocar seu barulho irritante. Ótimo, ainda estou viva, aí começa mais um dia para o resto da minha vida. 

Me virei, olhando para o despertado. Ele marcava 06h20, se eu ficar enrolando na minha cama, vou chegar atrasada na escola. Ah, que se ferre! Vou ficar aqui até eu cansar, nem gosto daquele lugar mesmo.

— Querida! — Ouvi a voz da minha vó sair serena, e logo após uma batida na porta, bufei e coloquei o travesseiro no meu rosto — Está tudo bem? Dá para ir a escola?

Não tem como eu cursa a faculdade de biologia, sem sair do ensino Médio. Me levantei e coloquei o meu moleton que estava jogado no chão do quarto.

— Ah, oi vó! — Falei assim que abri a porta, vi um sorriso abri, sem preocupação alguma. Que bom, que apesar do meu jeito eu tenho ela, que não desiste de mim — Bem, infelizmente tem que ir para escola, então... vou me arrumar, já estou até atrasada.

Minha vó me deu um sorriso, e falou que estava lá em baixo, tomando café. Voltei para meu quarto e comecei me arrumar, e antes das 07h00 já estava descendo as escadas. O ônibus da escola passa na minha esquina às 07h05 minutos, se eu quisesse, poderia tomar um café da manhã com a minha vó, e tomaria, se aquela mesa não estivesse cheia.

Avisei a minha vó que eu teria algo para fazer na escola antes da aula. Saí rapidamente e com os meus fones fui andando rua a fora, estou sem vontade nenhuma de ir para escola, muito menos em um ônibus.

Cheguei na escola, e os grupos já estavam formados. Ai, como eu odeio essas coisas. Os populares, com toda certeza é o que eu tenho mais pena, se consideram melhor que os outros, mas não são nada.

Vi meus primos juntos com os populares. E é nestas horas que eu agradeço por ser a invisível. Passei pelos corredores e as pessoas que chegam cedo, elas cochichavam, talvez sobre mim... Realmente eu não sei e também não procuro saber.

Vou contar um segredo para vocês, quer achar um local vazio na minha escola... Vá a biblioteca! Esse lugar vive tão vazio que às vezes eu acho que passam aqueles moinhos de areia do deserto.

Estava calmamente lendo meu livro, ouvindo minha super playlist. Quando a música parou, meu celular havia acabado de vibrar. Será que aconteceu algo com minha vó?

Abri rapidamente minhas mensagens. Pode não parecer, mais eu me preocupo bastante com a minha velha. Meu coração acalmou ao ver que era uma mensagem de um número desconhecido.

É o mesmo número de ontem? Este ser humano cismou mesmo com o meu número.

Número Desconhecido → Bem, eu gosto de desafios, então vou te animar. Afinal, as coisas podem mudar, quem sabe com a minha ajuda você poderá ver as coisas de outra maneira!

Meu Deus, eu serei caridade de alguém? Era só o que me faltava mesmo.

Não acho que você conseguirá alguma coisa comigo. Aconselho a procurar uma pessoa mais fácil para sua boa ação!

— Menininha...— Vi uma inspetora parada na frente da mesa onde estava sentada — Você é do segundo ano, certo? — Ela nem esperou eu concordar e continuou — Deve seguir para sala de vídeos, tem um palestrante lá.

Juntei meus livros e coloquei meu celular em cima. Segui pelos corredores que se encontravam vazio e silencioso e não vou mentir, adoro quando tudo fica assim.

Entrei no auditório, e o palestrante já havia começado a falar, bufei e segui para a frente, que era os únicos lugares que ainda não tinha sido ocupado. Me sentei entre uma loira e uma ruiva, de cara odiei o lugar. ESSAS MENINAS SÓ RECLAMAM.

— Era pedir demais para que esses meninos atualizasse a droga da rede social? — Reclamou a loira, e a ruiva balançou a cabeça negando — Deve fazer umas dez horas que eles não dão o sinal de vida.

Pelo meu bom Deus, elas pararam de falar. Depois de uma bronca da diretora, e eu conseguia fingir super bem que estava prestando atenção. Ainda não entendi em que isso muda minha vida mais tudo bem.

— Preferia está vendo os vines dos meninos, — a ruiva cochicou para a loira e eu estava quase perguntando se alguma delas queria trocar de lugar ou conversar lá fora — o que uma palestra de #StopPreconceito vai mudar na minha educação?

— Você que está falando aí, — a diretora falou alto — eu tinha avisado a você para ficar quieta. Agora você e suas duas amigas terão uma hora comigo, na diretoria.

Eu devo está pagando pelos passados da minha outra vida, só pode. Deus, será que eu fui tão má assim?

Depois de três horas de palestra, eu segui com a diretora e aquelas tagarelas para a direção. As meninas estavam conversavam entre si, e eu já estava odiando esses irmãos — Foi assim que a loira os denominou — sem os conhecer... Já estava dando nos nervos. Peguei meu celular dentro da minha mochila e tinha mais uma mensagem.

Número Desconhecido → Prometo que não se livrará tão fácil de mim, pode até se enjoar. Como já disse, eu gosto de desafios. Você irá gosta de mim e eu te farei enxergar o mundo de outra maneira.

Ainda tem essa. Além de ter que aturar duas fãs de dois moleques que fazem vines, tenho que aturar uma pessoa que eu não conheço.

Se eu te bloquear, você irá parar de me perturbar rapidamente ;D.

Número Desconhecido → Você não seria tão má à esse ponto. E se for, eu já tenho o seu número, e eu posso te perturbar de vários outros números

Você não me conhece... pelo menos eu acho que não me conhece. Ah final quem é você?​

Estava esperando a pessoa responder com o celular na mão. Mas tive que o jogar dentro da bolsa, a diretora entrou na sala mexendo em um livro.

— Srta. Benson, o que estava fazendo? — Tirei um livro da bolsa e a mostrei — Bem eu percebi que a senhorita não tem nada haver com as srta. Martin e Lourenço, vou a liberar.

Juntei minhas coisas e segui para as aulas. E depois de seis incansáveis aulas de português, fui para casa. Agora já deitada na cama, me peguei pensando se deveria ver as mensagens no meu celular.

 Não — Meu cérebro pareceu gritar — deve ser apenas alguns dos meus primos puxando assunto comigo, não será tão fácil assim. Acabei dormindo depois de alguns minutos.

 


Notas Finais


Desde já, vou pedir para que perdoem meus erros!
Espero que tenham mesmo gostado, e comente se querem a continuação... deixe suas opiniões!
Quero agradecer aos quatros favoritos!
Esse capítulo é para vocês!


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