História Because i love you. 2 temporada - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vamps
Personagens Bradley Simpson, Connor Ball, James McVey, Tristan Evans
Tags Alissaviolet, Amandasteele, Bradsimpson, Connorball, Jamesmcvey, Kelseycalemine, Saharluna, Tristanevans
Visualizações 78
Palavras 1.775
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô com preguiça de fazer uma nota, então boa leitura, só isso mesmo.

Capítulo 14 - I hope it won't be long


Fanfic / Fanfiction Because i love you. 2 temporada - Capítulo 14 - I hope it won't be long

Brad

Meu celular começa a tocar e eu me remexo na cama.

Pensava ter esquecido de desativar o despertador, até eu ver seu nome na tela.

Chamada de: Minha dlc♥

-Becky são 6:00 fucking horas da manhã, pra que bocetas você está me ligando?

-Cala a boca ai seu puto porque eu tenho uma ótima noticia

-Fala então the monia

-Eu vou passar um tempo ai!

Me levanto da cama no mesmo instante que escuto isso.

-Sério?!

Alaska

Pelo que o Tris havia me contado, hoje teria uma comemoração para uma amiga do Brad que passaria um tempo aqui. Ele me convidou pra ir, só que eu não estava falando com o Brad, que é o dono da festa, não fazia sentido eu ir.

-Sério que você não vai? Tris pergunta meio desapontado pelo celular.

-Não Tris, eu pensei que você adivinharia o motivo

-Alaska, você sabe que para o Brad isso não importa, pra ele quanto mais gente melhor

-Eu ainda tô com um pé atrás sobre isso

-Ok, não vou insistir, mas pensa bem, eu, Con e James adoraríamos que você viesse, e tenho certeza que o Brad não iria reclamar

-Vou pensar e depois de falo

-Ok.

Desligo a chamada e me pego pensando se iria ou não na festa, quando sinto um beijo em minha bochecha. Me viro vendo o Froy.

-Você tá bem?

-Tô, só estava pensando

-Gostaria de pensar tomando um sorvete comigo?

-Sim. Digo sorrindo.

-Mas eu pago dessa vez

-Ata.

*

-Você vai na festa do Simpson? Froy pergunta enquanto caminhamos até a minha casa.

-Não sei se seria muito bom se eu fosse

-Vamos, por favor. Pede fazendo biquinho e eu suspiro me dando por vencida.

-Ok, eu vou.

Brad

Os meninos viriam a minha casa para me ajudarem a arrumar tudo para a festa e eu tinha a tarefa mais difícil, expulsar meus pais.

-Olá família linda do meu coração! Digo sorrindo e eles já me olham desconfiados.

-O que você fez agora Brad? Meu pai pergunta.

-Nada... Ainda pelo menos, é que eu preciso que vocês façam um favorzinho pra mim

-Que seria?

-Então minha querida mãe, o que eu preciso é... Que vocês caiam fora da casa durante um dia todo

-E você precisa disso exatamente pra que?

-Para que eu possa dar uma festa. Respondo meio receoso.

Eles se entreolham e dão de ombros.

-Estamos precisando de um momento só nós dois mesmo. Meu pai diz olhando bobo para minha mãe, que sorri.

-Eca, me poupem dos detalhes, por favor. Digo fazendo cara de nojo e eles reviram os olhos.

-Só, por favor, arrume a casa depois e nada de bebidas!

-Deixem comigo. Digo sorrindo.

Vou até eles e deixo um beijo na bochecha de ambos agradecendo.

-OK SEUS PORRAS, PODEM VIR! Grito chamando os meninos.

-Olha a boca Bradley! Eles dizem juntos á minha mãe ao entrarem.

-Você já tinha tudo planejado? Meu pai pergunta.

-Sim

-E se nós disséssemos não?

-Mãe, vamos ser sinceros, vocês sabem que isso nunca me impediu.

Pisco para ela que balança a cabeça negativamente, pegando sua bolsa. Meu pai pega a chave do carro e os dois saem de casa.

Perfeito.

*

Batia meu pé ansioso no chão sentado em um dos bancos do aeroporto á espera da Becky.

Ela havia pedido para eu a busca-la e eu á esperava com ansiedade há alguns minutos.

E então entre a multidão, vejo seus cabelos loiros e seu olhar percorrendo o aeroporto á minha procura.

Quando me vê, sorri assim como eu e corre em minha direção, pulando em meu colo. Seguro em suas coxas enquanto ela envolve seus braços em meu pescoço me abraçando.

-Eu estava com saudades handsome

-Eu também baby.

-Mas e então, como está indo a faculdade? Pergunto colocando-a de volta no chão.

-Extremamente um cu, o primeiro ano é o pior, trabalhos, lições, seminários, pesquisas. Não tô tendo tempo pra nada, tipo, nada MESMO, eu não transo faz 2 meses por conta da faculdade, é tanto tempo que já consigo sentir meu hímen ser reconstruído dentro de mim. Diz com seu sotaque brasileiro.

Eu rio e ela me acompanha.

-Tudo bem, agora vamos porque eu gastei um bom tempo arrumando minha casa com bebidas, comidas e um pote cheio de camisinhas de variados tamanhos para a sua vinda.

Ela ri e assente me seguindo para fora do aeroporto.

*

Depois de eu apresentar a Becky aos meninos, as pessoas começam a chegar lotando a casa.

-Oi Brad

-Oi Ems, ah, essa daqui é a Becky uma amiga minha, e Becky essa daqui é a Emily, também uma amiga

-Oi Becky, prazer.

-Oi. Ela diz fria para a Emily e eu a olho estranho.

-Ah, ok, vou ir pegar ao pra mim beber, depois me encontra lá Brad.

Assinto e a espero se afastar.

-O que foi aquilo Becky?

-Não fui com a cara da vagabunda

-Becky!

-Uai, estou sendo sincera

-Você acabou de conhece-la, não se deve julgar um livro pela capa

-A não ser que ele seja paradidático, nunca li nenhum daquelas porra, só de olhar a capa eu já me entediava, é a mesma coisa com essa Emily ai, só de olhar já sei que é uma naja disfarçada

-Eu não vou deixar de ser amigo dela, só porque ela não passou pelo seu “selo de aprovação”

-Porque você é trouxa

-Rebeca, vai dar o cu

-Respeita eu aqui, se esqueceu que foi essa vagina que tirou sua virgindade é?

-Cala a boca Gonçalves

-Não me manda calar a boca Simpson, sou mais velha que você

-Velha só por um ano

-Foda-se ainda sou mais velha.

Eu reviro os olhos. Estava prestes a começar uma discussão com ela, quando a Alaska chega rindo junto às meninas.

-Quem é aquela? Becky pergunta, vendo que eu a olhava.

-Alaska. Digo sem pensar.

-Nada mal eih Simpson, ela é bonita e não parece ter cara de vadia, o que é bem fora dos seus padrões se formos parar pra pensar. Vou ir lá falar com ela.

-O que?! Não! Exclamo segurando no braço dela.

-Porque não?

-Por que... Não.

Ela revira os olhos.

-Eu só quero ver se ela presta, e não adianta você me dizer que não é pra fazer isso, você sabe muito que um não nunca impediu.

Alaska

-Vou ir lá conversar com o Tris. Liza diz.

-Sei o tipo de “conversa” que vocês vão ter.

Ela me manda o dedo do meio enquanto some pela multidão.

Rio de leve e quando vou me virar acabo me esbarrando em uma garota, quase derrubando sua bebida.

-Desculpa não te vi. Falo.

-Não, tudo bem. 

A mesma me analisa e eu arqueio minha sobrancelha.

-Me chamo Rebeca, mas pode me chamar de Becky. Diz sorrindo e me estendendo sua mão.

-Alaska. Respondo retribuindo seu sorriso e apertando sua mão.

-Eu sei, o Brad me falou de você.

Gelo ao ouvir esse nome.

-Ele fala de mim?

-Você não sabe o quanto. Alaska a primeira e única garota que conquistou o coração dele.

Um sorriso escapa e eu faço questão de esconde-lo.

-Você é tal amiga do Brad?

-Sim

-Então esse encontro nosso não foi por coincidência, né?

-Esperta você, mas sim, não foi por coincidência, eu estava curiosa pra te conhecer, ver se você não era uma vadia, e pelo que parece você não é.

Sorrio.

-Quer um pouco? É tequila. Ela pergunta me estendendo seu copo vermelho.

-Não acha isso muito forte não? Uns cinco goles e você já fica bêbada

-Ficar bêbada é meu forte pra fazer merda na vida, é atrativo pra mim.

Rio negando.

-Você não é daqui né? Você tem sotaque

-Não, sou do Brasil, eu morei aqui com minha mãe depois que meus pais se separaram, e me mudei pros EUA para fazer faculdade na NYU

-Sempre quis visitar Nova York...

*

-Então você está fazendo psicologia? Pergunto á Becky.

-Sim, é difícil por causa do exceção de trabalho, mas é isso que eu quero seguir pra vida, poder ajudar e aconselhar as pessoas

-Então como uma futura psicóloga, qual conselho você daria pra mim?

-Nunca magoe uma pessoa que seria capaz de fazer tudo por você.

Olho-a confusa.

-Mas eu nunca magoei ninguém

-Magoou o Brad. Diz e me calo com suas palavras.

 Froy aparece e me dá um beijo, sorrio de leve pra ele.

-Bem, acho que essa é a minha deixa, e não se esqueça do meu conselho Alaska. Becky fala piscando para mim e saindo em seguida.

Brad

-Na onde você estava piranha? Pergunto á Becky depois de procura-la pela casa toda.

-Conversando com a Alaska, gostei dela, tem o meu selo de aprovação

-Não adianta de nada ela ter seu selo de aprovação, nós não vamos ficar juntos, achei que isso era bem óbvio

-Nunca gostei de obviedades, mas acho que você deveria falar com ela, já que ela está bem ali, e melhor ainda sem o namorado. Diz apontando na direção dela.

-Não acho que deveria

-Mas ela acha que você deveria

-Por acaso ela te falou isso?

-Não, mas o fato dela estar fingindo não olhar para cá deixa isso bem óbvio

-Você disse que não gostava de obviedades

-Existem exceções

-E o que eu deveria falar pra ela?

-O que você sente.

Respiro fundo e começo a andar em sua direção.

-Pensei que não fosse vir. Falo a fazendo me notar.

-Pensei que estivesse me ignorando

-Estava, mas é difícil ignorar alguém que significa tanto pra você.

Alaska olha para seus pés mordendo seu lábio inferior.

Essa sua mania era a minha favorita, e ainda é.

-Eu me arrependo do que disse aquele dia Brad, foi meio...

-Cruel? Pergunto mais como uma afirmação e ela assente. –É... Mas eu não me arrependo do que eu disse, me arrependo de não ter dito antes. Ela volta a direcionar seu olhar pra mim, prestando atenção ao que eu dizia. -Não vou negar, eu sinto sua falta, pra caralho, só que não vou mais esperar você perceber o que sente por mim Alaska. Não irei mais atrás de você, e muito menos irei me afastar de você. Tô aqui, no mesmo lugar, você sabe o caminho, mas talvez quando você decidir segui-lo, seja tarde demais. Então... Espero que não demore.

Coloco minhas mãos em cada lado de seu rosto e me aproximo dela, eu conseguia sentir sua respiração acelerada assim como sua pulsação, a mesma fecha seus olhos, e eu deixo um beijo em sua testa.

Ela torna a abri-los em seguidas surpresa com minha ação.

-Era só isso que eu queria te falar.

Sorrio de leve e começo a me afastar dela.


Notas Finais


Bjs- H


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