História Before I Love You - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Exibições 65
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estou postando bastante pois tenho que aproveitar que ainda tenho internet. Não é sempre que isso acontece.

🔎Obrigada pelos comentários nos capítulos anteriores. Vocês me deixam mesmo muito feliz!💕

Título: "Vingança"

🔎Barbara e Riley (Sahar e Kelsey).💜

Boa leitura, cremosas!!!📖❣

Capítulo 5 - Revenge


Fanfic / Fanfiction Before I Love You - Capítulo 5 - Revenge

BARBARA HASTINGS'S POINT OF VIEW:

Assim que cheguei em casa, corri para dentro, vendo Riley aparecer na sala, correndo desesperadamente em minha direção. Ela atravessou o cômodo em disparada, feito um raio. Pulei em seu colo, lhe dando um abraço e tanto. Caímos no sofá e rolamos para o chão, mas não desfizemos o abraço.

—Me diga que você não sofreu nem um arranhãozinho, por favor.

—Saí ilesa, querida. – sorri.

 Desfiz o abraço e me levantei, vendo Matthew sair da casa furioso. Franzi o cenho, sem entender o motivo daquela carranca.

—Ele está puto contigo. – Riley disse.

—E eu posso saber o motivo?

—Não é óbvio? Ele ficou com ciúmes pelo jeito que você e o Bizzle falavam.

—Ah, o Matthew que se foda.

—Bom, ele deve ter ido pegar a grana no seu carro a pedido do seu pai. E por falar no seu pai, vai ensaiando a desculpa que vai dar porque ele está uma fera.

Revirei os olhos e fui até o escritório. Meu pai realmente estava bem irritado.

—Antes que você comece a falar, eu vou dizer porque falei daquele jeito com ele.

—Então fale.

—Eu só queria jogar um pouquinho. É óbvio que ele não me conhece. Ninguém sabe quem eu sou. Você sabe muito bem disso.

—Você disse que já tinha feito amor com ele.

—Em primeiro lugar, papaizinho, eu não amo ninguém para "fazer amor". – fiz aspas com os dedos – Eu já expliquei tudo, então pare de dar piti, caralho.

—Você consegue me irritar de uma forma inexplicável.

—Eu não estou nem aí. Você está puto da vida sem motivo algum. Era tudo um teatrinho. Agora ele acha que foi roubado por uma mulher com quem transou. Vai investigar e logo vai chegar a menos burra, e aí, querido pai, ele vai matar uma prostituta qualquer, sem nem fazer ideia do que realmente aconteceu. Ele está no escuro. Não há com o que se preocupar.

—Você está o subestimando, Barbara. Ele é bem mais inteligente do que pensamos.

—Ele é homem, e cá entre nós, eu sei exatamente como dobrar um homem. E que fica claro, eu não preciso ir para a cama com um cara para enganá-lo.

—Mesmo assim. Não podemos dar bobeira. Se o Bizzle chegar até você, é melhor estar armada até os dentes.

—Como se eu realmente precisasse estar armada para ser capaz de me proteger de um homem. – revirei os olhos – Pode deixar comigo. Eu sou muito bem treinada e tenho mil e uma formas de fugir de toda e qualquer situação.

—Essa sua confiança será sua ruína.

—Não, essa minha confiança é o que vai me levar a atingir os meus objetivos. E vê se para de encher meu saco. Eu acabei de roubar uma marrequinha só para satisfazer seu ego e agora você pode sair por aí dizendo que roubou o Bizzle.

Não esperei ele dizer mais nada, apenas saí do escritório. Fui para o meu quarto, sendo seguida por Riley, que pelo jeito não me deixaria em paz até conseguir respostas.

—Você o conhece? – ela perguntou após fechar a porta.

—Ahã.

—Quem é o cara?

—Justin Bi... Bi... Hã... Ah! Justin Bieber. Mais conhecido como o cara com quem transei loucamente.

—Tá. de. sacanagem. – falou pausadamente, chocada – Isso é mesmo sério?

—É. E eu me sinto vingada. Sabe como é. Ele me deu grana, como se eu fosse uma puta que ele pega na esquina. Agora eu tirei a grana dele. – dei de ombros.

—E se ele descobrir que foi você?

—Bom, aí não vai ser nada bonito.

—Ele conseguiria te matar?

—Não. É bem mais provável que a gente morra junto.

—Como assim?

—Ele não vai conseguir me matar com um tiro, ou torturada ou seja lá com o que ele estiver planejando. Provavelmente nós entraríamos em uma briga e você sabe bem que quando eu saio na porrada com alguém não é só para deixar marcas.

—Eu sabia que você estava mentindo para o seu pai!

—Como você sabe o que eu disse para ele?

—Eu ouvi a conversa atrás da porta. – deu de ombros – Você é uma safada! Quando seu pai descobrir ele mesmo vai arrancar sua cabeça.

—Ele não vai descobrir! Ninguém nunca descobre uma mentira minha. Mas agora vamos mudar de assunto. O carinha da boate ligou?

—Ainda não. Talvez ele nem ligue. – deu de ombros – Ele parecia legal. Beija bem... Acho que o destino não nos quer juntos.

—Não acredito que você acredita nesse lance de destino.

—É melhor acreditar nisso, assim eu não fico chorando achando que não sou boa o suficiente para um cara que eu conheci em uma boate. – bufou.

—No fim das contas, os caras são sempre uns escrotos por dentro.

—Pois é. Odeio isso!

—Mulheres são melhores que os caras!

Amigas são melhores que os caras! – disse, olhando para mim. Sorri verdadeiramente.

—Amigas são melhores que qualquer coisa!

—Você sabe que vamos mudar de ideia quando nos apaixonarmos, não sabe?

—Para a sua sorte, eu nunca vou me apaixonar.

—Mas eu, sim.

—Bom, então eu vou ser sua madrinha de casamento.

—É claro que vai!

—Mas nada de vestido rosa.

—Nem um rosa bem claro?

—Nada de rosa!

—Tudo bem, tudo bem. – riu, deitando a cabeça no meu ombro.

Ficamos em silêncio. O único som presente ali era o da minha respiração. De repente, me lembrei de uma coisa.

—Riley, temos um assunto inacabado...

—Esqueça isso, Barbara. – Riley murmurou, sabendo exatamente do que se tratava.

—Não! Foi o Adam, não foi? Ele te obrigou a transar? – ela não disse nada, apenas assentiu com a cabeça – Riley, porque você não me disse nada?

—Porque... eu senti tanto medo.

—O que ele fez com você?

—Nós... – engoliu em seco – Nós fomos para a casa dele. Eu achei que fosse só um jantar e que os pais dele também estariam lá, mas eles não estavam. Depois do jantar eu pedi para ele me levar para casa, mas ele pediu para eu ficar mais um pouco. Estávamos na sala de tevê assistindo um filme. Começamos a nos beijar, mas não era nada demais. Não, para mim. Ele me deitou e subiu em cima de mim. Eu disse que não estava pronta ainda, mas ele disse que não aguentava mais esperar. Ele segurou meus pulsos com força e rasgou meu vestido. Eu não tive forças nem para gritar. Eu implorei para ele me deixar ir embora, mas ele não me ouviu.

—Ele ouviu! Ele ouviu mas preferiu estuprar você. Aquele filho de uma puta... Riley, esse é o tipo de coisa que não se deixa passar batido.

—O que eu podia fazer? Denunciá-lo? Ele é rico, Barbara. Não ia passar nem uma noite na cadeia.

—Você devia ter me contado.

—E o que você ia fazer? Matar ele?

—Não se trata do que eu ia fazer, Riley, se trata do que eu vou fazer. Aquele porco imundo vai pagar por isso! Ele vai se arrepender do dia em que nasceu.

—O que você vai fazer?

—Eu vou dar um motivo para aquele filho da puta desejar nunca ter conhecido Riley Sparks e Barbara Hastings. Vou fazer aquele escroto implorar para morrer.

—O que você vai fazer? – repetiu a pergunta.

—Você só vai saber se for comigo.

—Barbara...

—Você quer deixá-lo impune para fazer com outras mulheres o mesmo que fez contigo?

—Não! – sussurrou – Acontece que eu não quero que ele foda ainda mais com a minha vida. Também não quero te envolver nisso. Sei do que você é capaz, Barbara. Te conheço há anos. Sei muito bem que você é como um animal selvagem. Não é... domesticável. É incontrolável e por isso eu temo pelos seus atos. Temo que perca o pouco controle que possui sobre si mesma.

—Eu não preciso da porra do controle, Riley, eu só preciso da minha autoconfiança, e vai por mim, isso eu tenho de sobra. Agora corte essa ladainha. Vamos até a casa do Adam amanhã a noite.

—Eu só não quero mais encrenca. Não podemos ser presas!

—E não vamos!

—Barbara...

—Amanhã a noite eu vou te dar uma lição importante que você deve levar para a vida toda.

—Que lição?

Tirei minhas armas da cintura e as joguei na cama. Parei bem na frente dela. Riley ergueu a cabeça para me olhar. Dava para ver em seus olhos o nervosismo, a insegurança e o medo.

—Não existe justiça, existe vingança.


Notas Finais


Gostaria de pedir que deixassem suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, nos comentários, para que eu saiba o que vocês acharam.


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