História Before The All - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Esquadrão Suicida, Jared Leto, Margot Robbie
Exibições 48
Palavras 1.442
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, esta madrugada tive a ideia deste one e simplismente ameeeeeeei, espero que vocês gostem tanto quanto eu rs. Se gostarem deixem a opinião ai, se não gostarem, façam aquela famosa critica construtiva, quem sabe eu faça outros. Bjos

Capítulo 1 - Capítulo único


John andava de um lado para outro, é a primeira vez que o trago para um clube de aposta, e o mesmo me aparenta ter bastante medo do que pode acontecer, mesmo com minha garantia de que faço isso á anos e nada nunca me aconteceu. Ele é meu melhor amigo, quase um irmão mais velho e decidiu que não me deixaria sozinho em uma mesa de apostas mais.

Ria da sua situação. Christian Cooper adentrou a sala e nos chamou do mesmo modo de sempre, discreto e silencioso, afinal, jogamos em uma sala de grandes apostas com jogadores de nomes intocáveis, os “meros mortais” de Gotham sequer desconfiam da existência disto e das pessoas que aqui jogam.

Sentei-me ao redor da mesa redonda, Cooper sentou-se na minha frente, John a poucos metros de meu alcance, entretanto ainda falta um jogador. Enquanto esperava pedi uma dose de whisky, o garçom eficientemente o trouxe para mim do modo que aprecio, puro. John decidiu não me acompanhar, apresentava-se muito nervoso ainda.

— Cá está o homem – Cooper chamou minha atenção para um homem alto e moreno que se juntou a nós na mesa, certamente não o conheço, mas se está aqui, possui posses ou ao menos um nome de respeito.

— Então, podemos começar? – silabei com um sorriso ligeiro nos lábios, o modo que o homem olhou meu rosto tornou tenebroso em minha mente e John também havia percebido isto, pois após me cutucar era evidente que o mesmo implorava para que fossemos embora.

Baralhei as cartas e as distribui entre as quatro pessoas na mesa, evitei olhar o novo membro da mesa, mas sentia seu olhar em mim. O jogo começou! Apesar de não o conhecer, este era ágil, e sabe jogar com inteligência, entretanto, isto não basta, pois minha forma de trapacear é além do alcance da inteligência de qualquer pequeno ser humano. Não é atoa que me chamam de Joker.

 

Já haviam se passado duas rodadas, em todas as duas, ganhei, a meu modo. Já possuo 250 mil dólares em mãos, e isto, faz com que o a vontade de John de ir embora aumente absurdamente, há algo com ele, naturalmente, meu melhor amigo não é tão medroso. Ignorei a sua falta de coragem e continuei entrando na terceira rodada da noite. Cooper, está totalmente bêbado em menos de duas horas, o que enche-me de vantagens sobre ele, porém o moreno ao meu lado prossegue sóbrio, tudo que tomou até agora, foi água.

— Nunca vi alguém jogar sem beber – disse passando o baralho para suas mãos. — Me parece desanimado amigo, isto aqui é diversão, pode beber um pouquinho, ninguém vai contar para a sua mamãe – dei uma risada um tanto escandalosa junto de Christian, o homem segurou o meu ombro com força e colocou um sorriso sarcástico nos lábios.

— Gosto de jogar sóbrio – ele apertou meu ombro. — E não gosto que me chamem de amigo eu não sou nada seu, você é apenas um moleque, nada mais que isso, não fale comigo novamente, estamos entendidos?

— Não sou um moleque – disse apertando o copo de vidro em minhas mãos. — Sou Joker, o rei de Gotham, você não me conhece?

— Dê as cartas, cara – Cooper se pronunciou pela primeira vez na noite, voltei minha atenção a John, ele balançava a cabeça negativamente. Assim que minhas cartas chegaram em minhas mãos as segurei firmemente, mantendo minha concentração apenas nos pedaços de papel em minhas mãos. A terceira rodada teve seu inicio e com o passar dos minutos, prosseguir com as minhas trapaças tornara-se ainda mais fácil.

— MAIS DINHEIRO PRA MIM, É ISSO MEUS AMIGOS. EU SOU O REI DE GOTHAM – disse tomando um gole de minha bebida e jogando minhas cartas sobre a mesa. — Foi ótimo jogar, a noite foi incrível, a minha conta pessoal agradece, porém, até os reis precisam ir para casa e amigo – me referi ao novato da mesa. — Foi ótimo jogar com mais um perdedor

 

[...]

 

Andava pelas ruas com uma garrafa na mão e cantando, John já havia me abandonado, e eu, deveria estar em casa, Harley sempre me espera para dormir e acredito que já deva estar tarde e preciso cuidar dela. Sentei em um banco da praça e joguei a garrafa em uma lata de lixo, coloquei a mão em meu bolso e tirei dali um pingente com a foto dela dentro.

— Estou indo já – Harley certamente foi minha maior sorte dos jogos, a conheci em Las Vegas e lá nos casamos no mesmo dia, bêbados, mas estávamos apaixonados e assim somos até hoje e mesmo que eu possua uma fortuna intensa que recebi de meu pai, ele é o que tenho de mais precioso e as vezes temo não conseguir protege-la.

— Não! – olhei, para trás vendo um homem parado ao lado do poste. — Você só vai para casa quando tivermos uma conversinha, na verdade, o chefe quer te ver

— Me obrigue – levantei do banco e uma outra pessoa segurou meus braços e tampou minha boca, tentei soltar-me, mas antes de conseguir, senti meus olhos pesarem intensamente e a última coisa que me lembro é de uma risada medonha.

 

 

Abri os olhos lentamente, sentindo a luz toca eles, um cheiro horrível adentrava minhas narinas, é inegável que estamos nas usinas ácidas de Gotham. Ouvia alguém gemendo de dor bem próximo a mim. Abri totalmente os olhos e vi o semblante da Harley, gritei internamente ao ver o canto de sua boca sangrando, me movimentei tentando me aproximar da mesma percebendo que estou amarrado.

— Quem te trouxe aqui? – perguntei, a mesma virou o rosto para mim lentamente e vi as lágrimas em seu rosto, machucaram ela.

— E... eu não sei – disse fraca. — Entraram, eu estava na sala, está doendo, está doendo muito

— Parece que o casal já se encontrou – aquele mesmo homem da sala de apostas adentrou o local, vestia uma outra roupa, mas era ele. — Pensei que gostaria de ver sua mulher – ele segurou o rosto dela com força e a mesma gritou.

— NÃO COLOCA A MÃO NELA, O QUE VOCÊ QUER? – prosseguia tentando me soltar, porém, parecia ser impossível.

— Você acha que pode trapacear na minha cidade e sair impune, moleque – ele abaixa seu tronco, deixando seu rosto na altura do meu. — Irá pagar por cada centavo que me tirou

O homem caminhou na direção de Harley e a soltou, a carregou uma mesa de ferro e amarrou seu braços mais uma vez.

— NÃO MACHUCA ELA! EU TE DOU TODO O MEU DINHEIRO

— Nana nina não! – ele dizia com um sorriso irônico balançando o dedo negativamente.

Coloquei mais força na tentativa de me soltar e era impossível. Vi outros homens entrarem na sala, traziam algo em suas mãos, e caminhavam na direção dela. Os mesmos pararam ao lado da mesa onde a mesma estava deitada e colocaram cabos em sua cabeça que pareciam carregar energia, o outro, que estava distante sorriu satisfeito quando recebeu um sinal positivo ligando assim uma alavanca ao seu lado. Realmente se trata de eletricidade. Harley gritava de dor, implorando para que parassem com aquilo, eu gritava do mesmo modo que ela, o desespero em meu peito aumentava a cada grito da minha amada. Quando a mesma parou de gritar, consegui me soltar, corri até a mesa, mas recebi uma pancada daquele homem, ele socava meu rosto com violência, a dor que sentia, não era nada comparado ao sentimento de incapacidade que senti ao ouvir Harley pedindo por socorro.

— Nunca se esqueça do meu homem Joker, eu sou Batman e matei sua esposa pra você aprender que não se faz joguinhos na cidade – ele falava bem baixinho em meu ouvido, em seguida se levantou e caminhou até a mesa em que ela estava e soltou seus braços e pernas e a pegou no colo. — Não vou te dar o gosto de dar um enterro a ele – ele caminhou até a beirada, sei que lá embaixo tem vários  barris enorme de ferro com ácido. — Mas se quiser, vou deixar que tente pegá-la – ele a soltou, juntei todas as forças que ainda possuía e corri na direção da beirada e pulei, o meu corpo atingiu o ácido logo após o dela, mergulhei com rapidez sentindo aquele liquido corroer meu corpo e segurei seu corpo a trazendo de volta pra mim e para superfície.

— Harley, eu to aqui, me desculpa

— Eu te amo – ela sussurrou. — Não foi culpa sua, mas quero que se vingue. Eu te amo demais, meu Joker.

Ela morreu em meus braços, chamando-me do nome que odiava, e dizendo que me amava e irei cumprir o último pedido dela, Batman jamais terá uma noite de paz enquanto viver. Assim como eu nunca mais terei. 



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