História Before The Days End (One-Shot Yoonseok) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Drama, J-hope, Romance, Suga, Yaoi, Yoonseok
Exibições 151
Palavras 2.096
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Esses tempos atrás eu tive um sonho e pensei "Eu preciso tornar isso em uma One-Shot". E cá estou eu trazendo uma Yoonseok para vocês. Espero que gostem, beijinhos! <3

Capítulo 1 - My Heart Belongs to You


Fanfic / Fanfiction Before The Days End (One-Shot Yoonseok) - Capítulo 1 - My Heart Belongs to You

*Suga On*

Abro os meus olhos com uma arduidade em tanto, fazendo com que os mesmos fossem invadidos inteiramente pelos raios de sol que entravam pelo pequeno vão da cortina. Me sento na cama, sentindo meus pés entrarem em contato com o singelo chão gelado, me causando arrepios. Me levanto, pensando imediatamente em me enfurnar dentro do meu banheiro e passar uma eternidade debaixo da água quente, já que o frio que estava fazendo lá fora estava me causando inúmeros arrepios sobre o meu corpo.

Porém, antes mesmo que eu pudesse realizar um dos meus desejos, o som estrondoso de meu celular invadiu o meu quarto, fazendo com que o barulho do mesmo ecoasse estrondosamente. Bufo em reprovação, e pego o aparelho em mãos, visualizando a tela para ver quem era o indivíduo que estrava prestes a acabar com a minha alegria. Vejo que era a gravadora na qual eu havia entrado a pouco tempo. BigHit. Penso em ignora-la, mas atendo, já que eu acabara de ser aceito, não poderia passar uma má impressão logo início. 

- Ahn... Alô? Digo sem ter mais algo concreto para falar. - O que faz vocês me ligarem tão cedo assim? Digo, sem termos combinado algo? Respiro fundo, tentando passar educadamente o quanto eu estava irritado com a ligação hereditária.

- Ah, Suga! Disse umas das mulheres que lá trabalhavam. - Desculpe o incômodo. Que bom que percebeu. não é mesmo? - Porém, me pediram para lhe ligar e lhe avisar que você deve estar aqui  às 12:00 para conhecer o novo integrante do grupo. Aish! Novo integrante? Como assim? Respiro fundo antes que eu pudesse responder.

- Novo integrante? Como assim me avisam só agora? Antes que ela pudesse me responder eu dei continuidade. - Mas tudo bem, eu irei. Bufo. - Tchau. Desligo a chamada antes mesmo que ela se despedisse.

Com os meus planos arruinados, me levanto da cama, indo me aprontar, já que haviam me ligados míseros 30 minutos antes do horário combinado. Alguns, ou talvez muitos minutos depois, lá estava eu pronto, coberto por cachecóis e luvas, já que o frio lá fora exaláva-se fortemente.

Entro em meu carro e sigo o meu caminho, porém algo chamou minha atenção, um homem, sentado na calçada com uma feição de dor. Preocupado, estaciono o meu carro centímetros longe do mesmo e desço me aproximando cada vez mais dele. Quando chego em seu lado por completo, me abaixo e vou logo perguntando o que havia acontecido para o deixar no estado que estava.

- Err... Oi! H...Hm o que houve com você? Respiro fundo, tentando disfarçar o meu nervosismo  por estar ao seu lado, por que cá entre nós, ele era muito bonito, perdoa-me Deus a dizer isso. - Você me parece h...hum, me parece mal, precisa de ajuda? Sorrio para ele, esperando uma resposta convincente.

Ah! Estou bem, A...ahn, não inteiramente. Sorri fofamente. - Err... Eu estava indo para um compromisso quando um carro bateu no meu. Direciona sua cabeça para o carro, fazendo-me olhar o mesmo. - Ele fugiu, deveria estar com medo de arcar com as consequências. Riu tímido. - Mas isso não me preocupa, já que não ocorreu nada com o meu carro, apenas torci meu punho. Esticou seu braço para a minha direção, mostrando-me sua situação. Um aperto me invadiu fazendo-me jogar logo as palavras.

- Oh céus! Quer que eu te leve para um hospital? Arregalei meus olhos. Seu punho está inchado! Me ajoelhei imediatamente em sua frente. Ele apenas sorriu me direcionando as palavras.

- Não se incomode! Não está tão ruim a ponto de irmos para o hospital. Riu novamente. - Não precisa se preocupar comigo. Sorriu olhando fixadamente em meus olhos, constrangendo-me um pouco. 

Algo no meu coração dizia-me para ajudá-lo, eu queria ajudá-lo! Mesmo o conhecendo a pouco tempo, algo me dizia que ele já fazia parte de mim, eu o queria perto de mim.

- Aish! Então venha para minha casa, irei te ajudar a amenizar sua dor. Antes que ele pudesse dizer algo dei continuidade. - Não ouse negar! Disse rindo, e ele apenas concordou.

- Tu...tudo bem! Eu irei. Sorriu em minha direção. Muito obrigado, ahn... Rapidamente o corto continuando o que ele tentava dizer.

- Suga! Sorri para ele.

- Suga! Isso... Muito obrigado Suga! Riu abafado. - Hoseok, prazer. Me esticou sua mão boa, me cumprimentando.

Levantei-me esticando a mão para o ajudar a levantar, andando em direção ao meu carro sendo seguido pelo mesmo. Eu particularmente não estava me importando mais com a reunião da gravadora, eu apenas queria estar ao lado de Hoseok, de alguma forma, eu ansiava por isso.

Dei partida em meu carro, o caminho até minha casa foi em total silêncio. Porém, em alguns minutos, nós já estávamos em frente do meu portão. Parei o carro para que pudéssemos descer. Assim que descemos o direcionei para a entrada, entramos em silêncio, mas logo falei algo o quebrando.

- Tcharan! Essa é a minha casa. Suga, não seja idiota, ah! Já foi, já foi. - Sente-se ali, irei trazer algo para amenizar sua dor. Comecei a tirar os meus casacos, já que por estar dentro de casa estava me causando um calor imenso. - Aliás, se quiser, pode tirar os seus casacos também, creio que esteja com calor. Sorri ao ver ele tirar os mesmos.  - Já volto. Sorri e saí a procura de algo que eu pudesse fazer a sua dor parar.

Depois de muito tempo procurando, acabei encontrando uma Bolsa Térmica. Fui correndo para a cozinha ajeita-la, e em poucos minutos ela já estava pronta.

Voltei para a sala, e Hoseok estava sentado observando o local, então, fui até o seu lado e me sentei o assustando.

- Suga? h...hum, você toca? Direcionou os olhos para o meu piano.

- Ah, sim! Toco sim. Sorri entregando a bolsa térmica. - Coloque isso em seu punho, vai fazer com que desinche. Me ajeitei no sofá, o ajudando.

Horas se passaram, e eu e Hoseok conversávamos como se fossemos melhores amigos há anos, não irei mentir, mas eu estava adorando cada minuto ao seu lado. Porém, a face de Hoseok tomou uma feição triste, e eu ansiava em saber o porque.

- Hoseok, por que está assim?  Desfiz o meu sorriso. - Se entristeceu do nada...

- Suga, me perdoe, eu não quero. Abaixou sua cabeça. - Mas eu tenho que ir. NÃO! Ele não podia ir!

- Não! Você não pode ir! Levantei sua cabeça. - Eu te quero aqui, e comigo... Me aproximei.

A cada segundo que se passava nossos rostos estavam mais próximos, até que eu finalmente o beijei. Ondas invadiram o meu corpo, como se eu a minha necessidade de ter Hoseok estava sendo saciada, pedi passagem com a línga e Hoseok cedeu sem questionar. Ele queria, não menos do que eu, não mais do que eu, nós nos desejávamos na mesma intensidade. 

Mas eu não estava satisfeito, eu queria Hoseok inteiramente para mim, ele me pertencia, e eu pertencia a ele. Sem mais delongas fui o deitando no sofá, passando a mão por debaixo de sua camisa. Nos separamos por falta de ar, e eu o olhei, pedindo permissão para o que eu queria fazer, ele sabia o que eu queria, ele também queria! 

Hoseok apenas assentiu com a cabeça, e logo entendendo seu recado, já fui tirando sua blusa, distribuindo beijos molhados por todo o seu abdômen, até chegar ao cós de sua calça, abrindo a mesma sem nenhuma paciência. Abaixei sua calça junto de sua cueca, vendo seu membro saltar para fora. Peguei o mesmo fazendo movimentos de vai e vem com a mão, passando minha língua sobre sua glande, o ouvindo gemer, pedindo para eu o possuí-lo lá, naquele sofá, naquela sala.

- O...OH SUGA! Gemeu. - Eu quero você, eu te quero agora! Ele queria a mim e eu queria a ele.

Aos seus pedidos, me levantei e tirei minha roupa o mais rápido que eu podia, me ajoelhei e o virei de costas, me posicionando em sua entrada, então, o penetrei com calma.

Ambos gememos de satisfação, eu estocava com força, e nossos corpos já estavam exaustos, o cheiro de sexo já exalava aquele lugar. Até que eu me desfiz em Hoseok.

Me deitei exausto, e Hoseok deitou-se em meu peito, me fazendo soltar algumas palavras.

-Hoseok, vo...você não pode ir. Nesse momento, meus olhos já se fechavam, e Hoseok interrompeu.

- Eu... Eu tenho que ir. Suspirou. - Mas antes que o dia termine, quero que saiba que eu pertenço inteiramente e eternamente a você, meu amor! Me beijou. - Eu te amo! 

- Eu também te amo, Hoseok! Meus olhos pesaram-se e eu adormeci.

[...]

Abro os meus olhos com uma arduidade em tanto, fazendo com que os mesmos fossem invadidos inteiramente pelos raios de sol que entravam pelo pequeno vão da cortina. Logo que percebo a ausência de Hosoek, me sento na cama, sentindo meus pés entrarem em contato com o singelo chão gelado, me causando arrepios, tudo estava se passando em minha mente como um flashback. Me levanto, pensando imediatamente em me enfurnar dentro do meu banheiro e passar uma eternidade debaixo da água quente, já que o frio que estava fazendo lá fora estava me causando inúmeros arrepios sobre o meu corpo.

Porém, antes mesmo que eu pudesse realizar um dos meus desejos, o som estrondoso de meu celular invadiu o meu quarto, fazendo com que o barulho do mesmo ecoasse estrondosamente. Bufo em reprovação, e pego o aparelho em mãos, visualizando a tela para ver quem era o indivíduo que estrava prestes a acabar com a minha alegria. Vejo que era a gravadora na qual eu havia entrado a pouco tempo. BigHit. Penso em ignora-la, mas atendo, já que eu acabara de ser aceito, não poderia passar uma má impressão logo início. 

- Ahn... Alô? Digo sem ter mais algo concreto para falar. - O que faz vocês me ligarem tão cedo assim? Digo, sem termos combinado algo? Respiro fundo, tentando passar educadamente o quanto eu estava irritado com a ligação hereditária.

- Ah, Suga! Disse umas das mulheres que lá trabalhavam. - Desculpe o incômodo. Que bom que percebeu. não é mesmo? - Porém, me pediram para lhe ligar e lhe avisar que você deve estar aqui  às 12:00 para conhecer o novo integrante do grupo. Aish! Novo integrante? Como assim? Respiro fundo antes que eu pudesse responder.

- Novo integrante? Como assim me avisam só agora? Antes que ela pudesse me responder eu dei continuidade. - Mas tudo bem, eu irei. Bufo. - Tchau. Desligo a chamada antes mesmo que ela se despedisse.

Com os meus planos arruinados, me levanto da cama, indo me aprontar, já que haviam me ligados míseros 30 minutos antes do horário combinado. Alguns, ou talvez muitos minutos depois, lá estava eu pronto, coberto por cachecóis e luvas, já que o frio lá fora exaláva-se fortemente.

Entro em meu carro e sigo o meu caminho, porém algo chamou minha atenção, várias carros estavam parados, e uma multidão de pessoas estavam paradas no meio da rua. Mas antes que eu pudesse descer de meu carro para saciar minha curiosidade, recebo outra ligação. E sem mais delongas, eu atendo.

- Alô? Falo sem ânimo nenhum. Já estou chegando. Estava nada, não estava nem no meio do caminho.

- Ah, Suga. Pediram para lhe avisar que não precisa mais vir. Hoseok, o novo integrante, acabou de perder a vida em um acidente. Sentimos muito pelo o ocorrido. Porém, não precisa mais vir. O celular escorregou de minhas mãos. NÃO!

Não! Isso não! Hoseok? Isso é impossível! Abri a porta do meu carro e saí de lá correndo em direção a multidão de pessoas. Vendo imediatamente Hoseok no chão, encharcado com seu sangue. NÃO! HOSEOK! Agora eu havia entendido o porque dele não poder ficar. HOSEOK ESTAVA MORTO! Não, mil vezes não! 

Senti o impacto dos meus joelhos no chão, e lágrimas agora tomavam conta do meu rosto. 

Eu te amo desde que te conheci, mas não me permiti sentir isso verdadeiramente, eu estava sempre um passo a frente, tomando decisões pra me livrar do medo, só que hoje, pelo que aprendi com você, cada escolha foi diferente e a minha vida mudou completamente. Eu aprendi, que quando se faz isso vive-se inteiramente, e que não importa se você tem 5 minutos ou 50 anos. 

Hoseok, eu te amo! Mas antes que o dia termine, quero que saiba que eu pertenço inteiramente e eternamente a você, meu amor!

 

{ FIM }

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, apesar do final ser meio bad. Amo vocês! Até a próxima. <3


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