História Before You Knew Me - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias McFly
Personagens Danny Jones, Dougie Poynter, Harry Judd, Personagens Originais, Tom Fletcher
Exibições 14
Palavras 2.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas.


Novo capítulo. Espero que gostem. Não esqueça de favoritar a fic e de comentar.


Beijos

Capítulo 12 - Piano


Fanfic / Fanfiction Before You Knew Me - Capítulo 12 - Piano

Andrew, Harry e Dougie se olharam e encararam Felipa e Joanne que estavam boquiabertas bem na frente dos três. Felipa encarava Harry furiosamente. Joanne aproximou da filha.

— Anda Harry. Gritou Joanne. — Responde a sua tia.

Harry engoliu seco. Andrew aproximou do filho e colocou as mãos no ombro dele dando total força. Felipa encarou Andrew confusa. Harry encarou a tia e a avó.

— Primeiro eu quero dizer que a minha sexualidade só diz respeito a mim. Disse Harry que encarou Felipa e Joanne. — Segundo hoje eu consegui compreender porque a senhora vovó sempre me chamou de bastardinho.

Andrew e Dougie se olharam e encaram Harry.

— Eu escutei a senhora me chamar de bastardinho a minha vida inteira. Disse Harry que continuou. — Eu vivia me perguntando o porquê minha avó me tratava desse jeito. Minha mãe dizia que era brincadeira sua vó, mas não era eu sentia e ficava muito triste com essas palavras saindo da sua boca. Precisou minha mãe morrer para eu descobrir o porquê que a senhora me chamava de bastardinho. Eu sou filho do marido da sua outra filha. Provavelmente você sempre soube da historia.

— Você contou para o Harry? Indagou Felipa encarando Andrew. — Você disse que não iria falar nada.

— Eu não disse nada. Disse Andrew firmemente. — Harry é meu filho de sangue e ponto final. Andrew encarou Joanne. — Como a senhora ousou a chamar meu filho de bastardo? A senhora fez o meu filho sofrer. O chamou de bastardo sendo que ele nunca foi. A Ellen era uma mulher incrível. Não merecia o jeito como à senhora a tratava.

— Desde quando te dou liberdade de falar assim comigo? Indagou Joanne.

— Desde que a senhora ajudou cada vez mais na decadência da minha família. Disse Harry. — Eu estava lá quando vi você negar o pedido de empréstimo que minha mãe tinha feito para você. E também estava lá quando vi você ajudando algumas famílias a moverem o processo contra minha mãe e a mim.

Felipa e Andrew olharam boquiabertos para Joanne. Dougie levantou e aproximou de Harry. Os quatro olharam para a senhora que não sabia onde enfiar a cara. Felipa aproximou de sua mãe.

— É verdade o que o Harry disse? Indagou Felipa.

— Responde Joanne. Gritou Andrew.

Joanne assustou. Harry encarou a tia e o pai presentes na sala. Dougie encarou o namorado.

 

 

POV’s HARRY

Minha tia estava bastante boquiaberta. Meu tio/pai estava mais boquiaberto ainda. Todos estavam encarando a minha avó que nunca gostou de mim. Ela sempre deixou claro para mim desde que me lembro por gente. Se não fossem o amor e respeito que tinha dos meus tios e dos meus irmãos eu teria surtado.

— Liguem para o advogado da minha mãe. Ele vai confirmar que essa daí ajudou a afundar cada vez mais eu e minha mãe em dividas.

— Seu pai matou mais de trezentas pessoas. Gritou Joanne. — Ele e sua família eram um grupo de aberrações. Em nome do senhor e você se tornou uma aberração como eles.

Aproximei da minha avó e bati na cara dela.

— Não fala da minha família. Limpe sua boca antes de falar em Deus e antes de pensar em chamar a minha família e a mim de aberrações.

— Vocês viram? Indagou Joanne desesperada. — Ele me bateu e vocês não fazem nada?

— A senhora mereceu. Disse Dougie. — Se ele não fizesse era eu que faria.

Olhei para Dougie que segurou na minha mão. Tia Felipa e meu tio/pai olharam para Dougie e para mim. Joanne estava boquiaberta e totalmente desesperada.

— Vem Harry. Disse Dougie. — Você dorme na minha casa. Eu não quero que meu namorado fique sobre o mesmo teto que essa monstra.

— Vamos.

Dougie foi saindo e fui indo com ele. Não me lembro de nada. Não escutei nada, simplesmente saímos pela porta.  Encostei na parede e Dougie me abraçou. Ele alisou meu rosto e me encarou dentro dos meus olhos.

— Sua avó é uma monstra. Disse Dougie que me encarou. — Ela mereceu aquele tapa. Vamos combinar uma coisa?

— Eu sei que ela é. Só eu sei o quanto minha mãe sofreu na mão dela. Suspirei. — O que você quer combinar meu lindo?

— Vamos combinar de sermos verdadeiros um com o outro sempre. Disse Dougie. — Sei que nos conhecemos há pouco tempo, mas temos algo que nos uniu e creio que tivemos um amor a primeira vista. Eu como seu namorado sempre vou estar ao seu lado para te proteger e te fazer feliz.

— Combinado meu lindo.

Aproximei de Dougie e o beijei. Nos beijamos apaixonadamente encostado na parede. A porta abriu e escutamos um passo. Dougie e eu paramos o beijo e olhamos, era meu tio/pai.

— Harry sua avó já foi para o quarto dela dormir, meu filho. Disse Andrew que me encarou. — Você quer dormir aqui em casa ou na casa do Dougie?

— Na casa do Dougie.

— Ótimo. Disse Andrew que sorriu de leve. — Eu acho melhor você ficar lá. Não se preocupe com nada Harry. Agora você devia ter dito a mim e a Felipa tudo o que sua avó aprontou para cima da sua mãe e de você. Harry somos uma família e como seu pai nunca vou deixar nada de ruim acontecer com você. Eu sempre te protegi e sempre vou continuar a te proteger meu filho.

— Eu também. Disse Dougie. — Sempre vou proteger você Harry.

— Bom meninos. Disse Andrew. — Boa noite. Bons sonhos e nos encontramos amanhã.

Tio Andrew, quer dizer, meu pai abaixou e beijou minha testa com ternura. Ele alisou meu cabelo e alisou o cabelo de Dougie. Ele foi indo em direção ao carro dizendo que iria buscar Jazzie, Kate e Babá. Meu pai entrou no carro e saiu dirigindo pela rua. Dougie e eu atravessamos o jardim e entramos na casa dele. Samantha estava ao telefone e sorriu para nós dois. Subimos direto para o quarto de Dougie.

 

 

 

POV’s TOM

Tínhamos acabado de chegar em casa. Minha mãe e o noivo estavam na sala conversando sobre trabalho. Giovanna e eu fomos para cozinha preparar alguns sanduíches. A doidinha preparava um suco para tomarmos com os sanduíches que eu preparava.

— Bom já que tecnicamente você admitiu ter transado com o Danny. Disse Giovanna que sorriu. — Me conta como foi.

— Você é foda Giovanna.

— Eu foda? Indagou Giovanna com um leve sorriso. — Eu sou uma flor Thomas. Agora desembucha antes que eu mesma vá atrás do Danny e exija a verdade da boca dele.

— Pelo amor de Deus, Giovanna. Nem ouse.

— Então vai contar? Indagou Giovanna.

— Sim. Suspirei. — Foi nossa primeira vez. Ele me comeu e depois eu comi ele e fim.

— Vocês foram versáteis? Indagou Giovanna com um enorme sorriso.

— Sim. Corei e fechei os sanduíches. — Foi um pouco dolorido, mas o prazer é inigualável. E quando foi a minha vez de sentir aquele bundão dele eu me entreguei ao clímax. Hoje foi o melhor dia da minha vida, Giovanna e pude perceber que estou apaixonado pelo Danny.

— Vocês merecem ser felizes. Disse Giovanna que me olhou com ternura e logo ela abriu um sorriso. — Eu fico orgulhosa que vocês tenham ficado. E estejam se descobrindo juntos. Você e o Danny são especiais para mim.

Aproximei de Giovanna e a abracei. Entreguei o sanduíche dela e ela me deu um copo de suco. Sentamos e começamos a comer e a conversar sobre o tudo. Uma coisa era inegável, Giovanna era minha melhor amiga.

 

 

 

POV’s DANNY

Ethan já estava dormindo no seu berço. Coloquei os chinelos e desci as escadas, cheguei à cozinha e vi minha mãe terminando de tirar o último bolo do forno.  Sentei na cadeira e senti a mão da minha mãe cutucar meu ombro.

— Danny leva o lixo para fora. Pediu minha mãe que continuou. — Hoje é o dia do seu pai chegar mais tarde. Eu estou tão atarefada com essa cesta para a família do seu amigo que esqueci de levar.

— Eu levo mãe.

Aproximei da lata de lixo, tirei a sacola e amarrei. Peguei a chaves e fui saindo pelo fundo e aproximando da enorme caçamba de lixo da rua. Joguei a sacola dentro da lixeira. Olhei para o lado e vi algo que me assustou absurdamente. Meu pai, saindo do carro da nossa vizinha e despedindo dela com um enorme beijo na boca. Andei para trás e corri para dentro de casa. Assim que cheguei respirei fundo e minha mãe me encarou preocupada.

— Que foi meu filho?

— Nada mãe. Eu vou subir e dormir. Quero ficar perto do meu filho.

Saí da cozinha, subi as escadas, entrei no meu quarto, tranquei a porta e deitei na minha cama. Eu não estava acreditando no que eu tinha acabado de ver. Meu pai, traindo a minha mãe com a nossa vizinha. Me cobri e encarei Ethan dormindo no berço dele.

 

 

 

POV’s DOUGIE

Tranquei a porta. Harry tinha sentado na minha cama. Caminhei e sentei ao lado dele. Deu para escutar quando Jazzie chegou do grande dia que teve com Kate. Escutei minha mãe colocando minha irmãzinha na cama. Escutei o barulho da porta sendo fechada. Pelas frestas da porta vi as luzes do corredor apagar e a porta do quarto da minha mãe fechar.

Harry tinha levantado e estava próximo a janela observando a casa de seus tios. Ele suspirou e me encarou. Levantei da cama, aproximei dele e o abracei pela cintura. Nos olhamos.

— Eu sinto muita falta dos meus irmãos. Disse Harry. — Toda vez que dormia e fechava os olhos lembrava da explosão onde eles e meu pai morreram. A primeira vez que dormir tranquilo sem lembrar da explosão foi aquele dia ao seu lado. Você me transmite calma e sossego Dougie.

Sorri e alisei o rosto dele.

— Desde que conheci você meu mundo mudou. Suspirei. — Tive medo, tive calafrios, tive sentimentos que jamais pensei ter sentindo antes. Acredita se eu disse que nosso primeiro beijo foi o meu primeiro beijo na vida?

— É sério? Indagou Harry.

— Sim. Eu sempre fui muito tímido meu lindo. A timidez só ficou pior também quando meu pai faleceu. E só conseguir parar de ser tímido quando entrei naquela casa com a minha irmã e vi você. Falar com você me deixou mais leve e solto e nosso beijo, foi bem legal e especial.

Harry colocou as mãos na minha nuca. Ele alisou e abriu um leve sorriso.

— Quero ser seu Dougie.

— Eu também quero ser seu Harry.

Harry levantou minha blusa e tirou ela. Desabotoei a camisa dele. Seu corpo moreno reluzia uma luz bonita que me fazia hipnotizar. Harry desabotoou minha calça e eu a dele. Estávamos somente de cueca. Aproximei da boca dele e o beijei. Era um beijo inocente, mas apaixonado. Sentir a boca dele com a minha era a melhor coisa que sentia na vida.

Andamos até minha cama. Beijávamos cada vez mais. Harry me deitou com cuidado na cama. Ele alisou meu rosto em seguida desceu beijando pelo meu queixo, pescoço, meu peito e meu abdômen. Ele me encarou com aqueles olhos fofos e tirou rapidamente minha cueca. Sentei na cama e abaixei a cueca dele também.

Harry deitou sobre meu corpo. Nossos membros se tocaram e logo era visível a excitação de nos dois.  Nossas línguas se uniram em um único ato, brigar por um espaço dentro da boca do outro.

— Nunca transei antes.

— Eu já. Disse Harry. — Só que foi com uma garota. E sei um pouco o que tenho que fazer.

— Vai doer?

— Prometo fazer com todo carinho que você merece. Disse Harry que logo indagou. — Você tem algum tipo de gel KY?

— Não. Eu tenho é camisinha. E algo mais parecido com gel eu tenho é condicionador.

Harry sorriu.

— A camisinha já serve.

Peguei a caixa de camisinha lacrada e coloquei sobre o lençol da minha cama. Harry pegou uma camisinha. Ele me deitou na cama e rapidamente desceu beijando pelo meu abdômen. Harry segurou meu membro e em seguida senti sua boca o chupar.

Era uma delicia. Eu sentia a boca me chupar e todo o prazer vinha vindo. Gemia baixo e sentia cada vez mais excitação com a boca dele em meu membro. A língua de Harry passava por todo meu membro e o sentir inchar. Harry sorriu e aproximou da minha boca e me deu leves beijinhos.

Abri a camisinha e alisei o membro de Harry. Coloquei a camisinha no membro daquele moreno que me deixava cada vez mais vibrado no seu olhar. Ele me deitou de lado e alisou as minhas costas com muito carinho. Ele abriu a minha perna e senti a ponta de seu membro bem na entrada. Harry alisou minhas costas e com muita delicadeza foi introduzindo seu membro aos poucos dentro de mim.

Sentir o membro de Harry me fez delirar. Era uma coisa que jamais tinha sentindo. Ele começou o movimento e ia metendo. Nossos corpos ficaram suados e gemias baixo para não incomodar ninguém. Ele meteu mais rápido. Harry pegou no meu membro e começou a me punhetar enquanto sentia cada vez o membro dele. O membro dele inchou e rapidamente soltamos um gemido juntos com nossas bocas coladas de lado. Sorrimos um para o outro e enchemos de beijinhos.

Harry tirou o membro dele, tirou a camisinha. Começamos a rolar na cama e a nos beijar. Nossos membros ainda estavam duros e nossos beijos ficavam cada vez mais intensos. Joguei Harry na cama, desci até seu membro e coloquei na minha boca, era minha vez de experimentar. Comecei a chupar intensamente até sentir um liquido quente saindo do membro dele. Harry me puxou e desceu rapidamente ao meu membro onde ele começou a chupar e acabei gozando na boca dele.

Puxei Harry para perto de mim. Estávamos suados, ofegantes, sentindo o prazer ainda saindo pelo nosso corpo nu. Aproximei de Harry e o beijei. Obviamente senti um pouco de nojo de nossos gozo está passando um para a boca do outro através do beijo, mas o prazer era tanto e Harry era tão fofo e lindo que valia a pena.

Harry levantou pegou minha mão e fomos para o meu banheiro. Abri o registro do chuveiro e entramos juntos. Cuspimos no ralo o gozo que nos restou, bocejamos e voltamos a nos beijar debaixo d’água.

— Já que estamos sendo sinceros um com o outro, tem uma coisa que eu queria te dizer. Disse Harry que alisou meu rosto.

— O que foi?

— Eu sempre sonhei em ter uma banda. Disse Harry. — Eu toco bateria. Tentei entrar para uma banda uma vez quando fiz audição em uma gravadora.

— Ai Meu Deus. Suspirei e encarei Harry. — Eu sempre gostei de música. Toco baixo, guitarra, contra baixo e violão. A ultima vez que viajei com meu pai foi também para fazer audição para uma banda na gravadora Republic Universal.

— Não brinca. Disse Harry. — Foi no mês de março do ano passado?

— Foi sim.

— Foi a época que fiz o meu teste Dougie. Disse Harry que me abraçou pela cintura. — Estávamos próximos um do outro.

— Não pode ser. Eu lembro que estavam fazendo teste de bateristas e eu vi um baterista tocando nossa ele foi incrível. A produtora disse que ele tocou uma música original que ele escreveu chamada...

— Please, Please!

Olhei assustado para Harry. Era ele o baterista misterioso que fiquei pensando durante alguns meses.

— Ela disse que você foi o único baterista que tocou uma original. Eu escutei e achei incrível. Fiquei pensando em você durante meses. E hoje eu estou namorando você. Esse mundo é pequeno.

— É mesmo. Disse Harry que alisou meu rosto. — O que você acha de tentarmos montar uma banda?


Notas Finais


OMG! OMG! OMG!

O que acharam do capítulo?

Beijos


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