História Begin Again - Capítulo 87


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Aiden, Alan Deaton, Allison Argent, Araya Calavera, Benfeitor, Bobby Finstock, Breaden, Brett Talbot, Chris Argent, Claudia Stilinski, Cora Hale, Danny Mahealani, Decaulion, Derek Hale, Dr. Valack, Erica Reyes, Ethan, Gerard Argent, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jennifer Blake, Jordan Parrish, Kate Argent, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Teenwolf
Exibições 195
Palavras 2.609
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 87 - We Gonna Save Mason


Fanfic / Fanfiction Begin Again - Capítulo 87 - We Gonna Save Mason

–Vamos seguir o Parrish? – eu pergunto entrando no carro, no banco de trás.

                –Sim. – meu tio responde ligando o carro.

                –Como isso é possível? Aquele cara viveu topo… Séculos atrás! – eu não consigo me controlar, é como se ansiedade em estar nessa situação estivesse tomando conta dos meus nervos. – É impossível! Existe alguma forma disso existir!

                –Por que você está fazendo tantas perguntas? – Gerard parece impaciente.

                –Porque estamos falando da minha vida, cidade, amigos e quer mesmo ouvir mais? – eu me inclino para frente.

                –Você é uma hibrida, quer mesmo explicações lógicas? – meu tio diz e acelera o carro, e eu reviro os olhos. – Você sabia, não é? – ele pergunta ao Gerard, minha atenção se divide em ver o Parrish correndo a frente do carro e ouvir a conversa dos dois.

                –Eu não tinha certeza, mas suspeitava. Embora, faz sentido que a pique de Marie-Jeanne seria reforjada em algo que poderia parecer inócuo como uma bengala. – eu encaro a bengala que ele está na mão, aquilo é o que pode matar a Besta.

                –Isso é o que vai matar a Besta? – eu pergunto descrente das palavras do Gerard.

                –Com certeza.                 

                –Soa impossível… – eu murmuro para o meu tio. – Como vamos conseguir chegar àquela coisa?

                –Parrish. – Gerard responde.

                –É possível matar a Besta, sem matar o Mason, certo? – não recebo nenhuma resposta. – Vocês dois, me diga que podemos salvar Mason.

                –Helene, muitas coisas se envolvem…

                –Não importa! Eu fiz uma promessa, eu salvaria Mason… E eu vou cumprir minha promessa! – eu seguro o ombros dos dois. – E vocês vão achar um jeito de eu cumprir.

Alguns minutos depois, Parrish para de correr e meu tio para o carro. Eu desço primeiro que os dois, o vento frio e úmido pinica meu rosto, e eu fecho mais a jaqueta evitando o contato.

                –Eu o perdi. – Parrish olha para mim e depois para frente.

                –Se Sebastien ainda não sabe que estamos com a pique, ele saberá. – meu tio parando ao meu lado.

                –Se ela já não sabe.  – eu resmungo. – O que fazemos? – eu olho para meu tio e cruzo os braços.

                –Nós paramos de persegui-lo e o fazemos vir até nós. – Gerard diz olhando para a pique.

                –Isso não me soa seguro… – eu olho para ele, e ele sorri. – Ou bom.

Enquanto os três estão a alguns metros de mim falando alguma coisa, eu tento falar com a Malia. Mas, o telefone dela só dá na caixa postal.

–Vamos lá! Malia responda. – eu disco o numero dela novamente, e então tudo na minha cabeça para, um grito sufocado, dolorido, eu disco o numero dela novamente, e então tudo na minha cabeça para, um grito sufocado, dolorido,agudo, em seguida minha garganta começa a arder, é como se os cortes estivessem se abrindo. Torna um pouco mais difícil a respiração pela boca, dói e sufoca, eu começo a tossir forçando o ar a entrar, mas o resultado é sangue, e mais sangue saindo pela minha boca. –Jordan… – eu consigo balbuciar.

Parrish para a conversa com os dois, e se vira para mim. Ele corre a tempo de evitar minha queda contra o chão. O sangue escorre pela minha boca e ele me pega no colo.

                –Lene, o que está acontecendo? – meu tio pergunta preocupado.

                –Lydia. – minha ligação com ela, está cada dia mais forte.  – É algo com ela. – eu murmuro, eu não sei o que é, mas tenho uma ideia de onde ela está. – Eu vou precisar do carro.

                –Você não vai dirigir sozinha. – Parrish fala como se eu estivesse maluca.

                –Sim, eu vou. – eu pulo do colo dele. – Vocês vão para os túneis, eu vou atrás do resto do bando.

Eu entro no hospital, e antes mesmo de perguntar sobre a Lydia, o cara da recepção faz o numero quatro com a mão, me indicando onde ela está. Eu vou pela escada evitando a espera do elevador, passo pelo corredor, e ao chegar no andar vejo o Liam sentado em uma das cadeiras, a cabeça baixa, as mãos cruzadas.

                –Liam… – minha voz sai com dificuldade.

                –Lene? – ele se levanta e corre até mim, me abraçando, eu o aperto no abraço, de certa forma é o que eu realmente preciso. Eu respiro fundo me afastando dele, sem nem mesmo querer isso.  – Como você sabia?

                –Eu não sabia, mas o hospital é sempre um bom chute. – eu murmuro e me sento. – Como ela está?

                –Não sei, Scott e Stiles estão com ela. – ele dá de ombros. – O que é isso? – Ele passa a mão no meu pescoço. – Está vermelho, como se estivesse cicatrizando.

                –É a Lyds. – eu explico. – Os machucados dela, viram os meus.

                –A conexão. – ele deduz.

                –A conexão. – eu confirmo. Scott vem caminhando de cabeça baixa pelo corredor, e parece surpreso ao me ver. Eu me levanto quando ele está mais próximo. – Como ela está? – minha preocupação é palpável.

                –O que é isso? – ele passa os dedos no mesmo lugar que Liam encostou.

                –A conexão com a Lydia, está mais forte. – eu explico. – Quando ela se machucou aconteceu o mesmo comigo. – eu ponho a mão sobre o lugar. – Como ela está?

                –Ela vai ficar bem, mas não consegue falar direito. – ele me responde, mas sua atenção está atrás de mim.

                –Então acabou, não é? – ouço o Liam, e me viro para olhar para ele. Scott não responde, e eu também não. Liam solta o ar decepcionado, mas sei que não é com a gente, e sim com toda a situação. – Não há nada a fazer para salvá-lo.

O celular do Scott vibra, e ele me olha, parece algo importante.

                –Pode ficar com ele? – ele me pergunta.

                –Claro. – eu me sento ao lado do Liam. Eu faço um carinho no rosto do Liam, e ele me olha como uma criança que acabou de descobrir que o Papai Noel não existe. – Não fique assim. – eu peço. – Mantenha sua esperança, eu preciso que você faça isso. Promete. – ele faz uma linha reta nos lábios, ele faz isso quando está confuso ou contrariado. – Liam, eu estou te pedindo, promete?

                –Eu prometo. – ele finalmente fala.

                –Meu garoto. – eu digo me esticando para lhe dar um beijo em sua bochecha. 

                –Levantem-se. – Scott diz se aproximando de novo.    

                –O que? – eu pergunto confusa.

                –Por quê? – Liam pergunta no mesmo tom que eu.

                –Porque eu tive uma ideia. – Scott responde esperançoso. – E porque isso ainda não acabou.

Ele sai andando e eu e Liam o seguimos. Eu empurro de leve o Liam com o ombro.

                –E mais uma vez, o Super Scott McCall põe a sua capa e convoca seu bando, disposto a salvar sua cidade Beacon Hills. – eu brinco e Liam ri.

                –Engraçadinha. – Scott diz me olhando por cima do ombro.

                –Pelo menos eu fiz vocês dois rirem. – eu dou de ombros.

Eu e Liam entramos no quarto da Lydia, ela me olha surpresa e eu sorrio.

                –Oi Lyds. – eu digo me aproximando dela.

                –Vo… – ela tenta falar. – Mac… Machu…– ela se esforça demais.

                –Sim, eu também me machuquei. – eu passo a mão nos cabelos dela. – Foi o jeito que descobri que você estava aqui. – eu sorrio. – O meu não dói como o seu. Não se preocupe. – eu olho para o Liam, que está rindo para nós. – Vamos te tirar daqui. – eu aviso. – Liam, me ajude a levantar ela.

Ele assente, e nós apoiamos as mãos nas costas dela, a levantando com o máximo de delicadeza que conseguimos. Minha tia, Scott e Stiles entram na sala. Stiles me olha, e eu sorrio para ele, é uma forma de avisar que estou bem.

                –Lydia, isso terá que ficar só entre nós, pois posso ser demitida por isso. – minha tia avisa.

                –É uma injeção de cortisona. Vai curar a inflamação. – Scott explica.

Lydia assente, e estende a mão livre, já que a outra segura minha mão. Já tomei essa injeção, e ela dói para um excelentíssimo senhor caralho.

                –Aí não. – minha tia diz e puxa o curativo do pescoço dela.

                –Essa não, eu preciso ir. – Stiles diz e eu reviro os olhos.

                –Não! – eu o impeço, e todos me olham surpresos. – Você fica e segura à mão dela. – ele me olha, parece estar em discussão mental se vai ou se fica. – Vai logo, garoto! Segura a mão dela.

                –Ok. Eu não vou, mas posso acabar desmaiando.  – ele diz caminhando até o lado da minha tia e segurando a mão da Lydia.

                –Ok, vamos lá. – minha tia diz segurando o pescoço da Lyds. – Lydia isso vai doer muito.

Antes da minha tia aplicar a injeção, Liam cai no chão, eu olho para ele e reviro os olhos. Scott vai até o Liam, e minha tia aplica a injeção na Lyds, e pelo gemido que ela solta, isso deve estar doendo muito.

Eu ajudo Lyds a descer do elevador, e Stiles se apressa.

                –Vou buscar a Malia. – ele avisa. – Avisem quando me encontrarem o Parrish.

                –Espere. – Scott diz e entre algo embrulhado em um papel marrom para o Stiles.

                –O que é? – Stiles pergunta.

                –Estou trabalhando nisso há um tempo. Entregue à Malia. – Scott explica.

                –É o plano B? – Stiles pergunta, no seu melhor tom questionador.

                –Era o plano A. – Scott responde.

                –O plano A nunca funciona. – Stiles e eu falamos ao mesmo tempo.

                –Esse vai funcionar. – Scott responde com firmeza.

                –Beleza. – Stiles assente e corre para fora do hospital.

                Entramos nos túneis, e eu tento identificar o cheiro do Parrish, mas não estou sendo muito eficaz com isso. Eu ouço alguns barulhos estranhos, e um pequeno e não agradável medo passa por minha cabeça.  

                –Scott. – Lydia diz e nós paramos de andar.

                –Ouviu isso? – Liam pergunta assustado.

                –Eu ouvi. – Lyds responde com um medo visível.

                –Ruiva, poupe sua voz. – eu falo com ela. O barulho se torna um pouco mais alto. – É eletricidade. – eu finalmente consigo identificar o barulho.

Liam me olha confuso e depois olha para o chão, e pensa em algo.

                –Lydia, saia da água! – ele dá um leve empurrão na Lydia, a tirando da água.

Ele faz isso a tempo do choque alcançar nós três, eu caio no chão, sentindo uma dor nos braços, pernas e coluna. Eu olho para cima a ponto de ver o Theo segurando a Lydia.

                –Theo… – eu digo tentando me levantar, mas não consigo.

                –Desculpe, Lydia. – ele diz segurando ela pelos ombros.

Ele empurra ela na direção de um buraco, eu me arrasto com pressa  e seguro o braço da Lyds antes dela cair, Scott segura meu tornozelo.

                –Eu te peguei. – eu digo ofegante. Sinto alguém tocar minha costela e então furar a mesma. Eu olho para o lado e vejo o Theo. – Sua vadia. – eu murmuro entre dentes.

                –Desculpe, amor. – ele se abaixa perto do meu ouvido. – Está sentindo? – Eu começo a sentir meus membros pararem de funcionar, paralisando, começa pelos dedos dos pés. – É veneno de Kanima. Deixa rolar babe. Desprenda-se.

                –Lyds… – eu murmuro assustada.

                –Desprenda-se de tudo. – ele diz entre dentes.

                –Desculpa. – eu choramingo para Lydia, antes das minhas mãos paralisarem e eu soltar ela.

Ela grita enquanto cai, e Theo me vira de barriga para cima.

                –Agora, todo o seu corpo combina com seu coração. – ele me sela. – É mesmo, eu já ia me esquecendo. Você não tem um. – ele sai andando.

                –Ele está mentindo. – ouço a voz do Deucalion e me assusto. – Você tem um coração. – ele me segura pela cintura e me põe em pé, de frente com ele. – Um coração puro.

                –Obrigada. – eu digo confusa, e olho para o Scott. – Então, ele é o aliado? O que você me disse na noite que planejamos o plano A?

                –Você está certa. – Scott diz se levantando.

                –Precisa de ajuda? – Liam diz me segurando pela cintura e me apoiando nele. –Está passando?

                –Sim. – eu respondo, e ele assente. – Vamos? Temos que achar a Lyds. – Caminhamos pela mesma direção que o Theo foi, Deucalion a nossa frente. Theo está caído no chão. – Parece que alguém apanhou. – eu comento com o Liam.

                –Você mentiu o para mim. – Theo diz olhando para o Deucalion, e depois para o Scott. – Você e o Scott. – Deucalion se abaixa perto dele. Eu paro na frente do rosto do Theo. – Lene? – ele parece realmente magoado comigo.                

                –Sim, eu também menti para você. – eu sorrio e passo a mão no rosto dele. – Eu sinto muito, do fundo do meu coração… – eu digo e então abro a boca como se me lembrasse de algo, e então bato o dedo na minha testa. – Claro, estou mentindo de novo… Eu não sinto muito, eu não tenho um coração. Foi mal. – eu reviro os olhos e levanto.

                –Vocês todos mentiram. – Theo diz revoltado.

                –Exato, Theo. – Deucalion tira os óculos. – O tempo todo. – ele fecha os olhos por alguns segundos e quando volta a abrir eles, as córneas dele estão normais.

                –A vadia pode ver. – eu murmuro um pouco chocada.

                –Nunca funcionaria. – Theo diz, e eu me perco, não tenho ideia do que eles estão falando.

                –Podia ter funcionado. – Deucalion responde. – Com as garras de Belasko.

                –Nome maneiro. – eu comento.

                –Eu sei. – Deucalion diz antes de quebrar o pescoço do Theo.

                –Você quebrou meu pescoço. – Theo diz com dor e nervoso.

                –Boa sorte com isso. – o deboche na voz do Deucalion é palpável. – Há um portão de acesso que leva ao subnível. Acharemos a Lydia lá. – ele explica.

                –E o Mason? – Liam pergunta.

                –Ainda podemos salvar seu amigo. – Deucalion responde confiante.

                –O que estamos esperando para ir? – eu pergunto irônica e caminho até o Scott.

Nós viramos as costas para continuar andando, mas o barulho de tiros nos assusta e nos faz parar. Eu me viro e vejo Deucalion escorregando até o chão, o tiro acertou nele. Eu olho para meu tio, o tiro veio da arma na mão do Gerard, afinal quem deixa uma arma na mão desse velho maluco.

                –Hoje não é meu dia. – Deucalion balbucia.

                –Que rude. – eu comento a atitude do meu tio.

                –Que aliança surpreendente, Scott. – Gerard diz, ainda com a arma apontada para nós. – Você e Deucalion? Há quanto tempo vem planejando essa pequena traição?

O que esse cara quer dizer? Desde quando devemos alguma coisa para ele?

                –O mesmo tempo que eu e ele planejávamos essa. – meu tio diz entrando na frente do Gerard, e joga a bengala para o Scott.

                –Agora as coisas estão ficando interessantes. – eu comento.

                –O que está fazendo? – Gerard é quem está perdido agora.

                –Quando te trouxe de volta eu sabia que não tratava de salvar vidas… Mas, de perpetuar a sua. – Tio Chris parece finalmente ter voltado a sua realidade.

                –Esse é o meu tio. – eu digo orgulhosa quando meu tio aponta uma arma na direção do Gerard.

                –Scott, vá. – ele diz, mas Scott e eu não temos certeza que devemos ir. – Vão! – meu tio diz mais firme.

                –Vamos. – eu puxo Scott e Liam comigo. – Agora.

Eu passo por um dos corredores, e vejo meu arco em uma das esquinas. Eu sorrio, meu tio planejou isso. Eu pego meu arco e o tiro de dentro da pequena mochila, a penduro e encaixo a flecha no local certo.

                –Scott. – Liam diz e nós paramos de andar. – Eu farei isso. – ele diz olhando para a bengala.

                –Liam… – Scott tenta dizer algo, mas duvido que exista algo a ser dito agora.

                –Deve ser eu. – Liam insiste. Ele me olha buscando apoio e eu dou de ombros. – Se fizer eu me aproximar o suficiente, eu farei.

Liam tenta segurar a bengala, mas Scott a troca de mão a afastando dele. Liam me olha, ele realmente quer que o apóie.

                –Desculpe, mas não vamos deixar seu melhor amigo morrer. – eu digo autoritária. – Vamos salvar ele.

                –Como? – Liam me questiona.

                –Vamos descobrir. – eu retruco com firmeza. – Vamos salvar o Mason.

 

 



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