História Behind The Cameras (Camren G!p) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Dinah Jane, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Normani Kordei
Visualizações 198
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Behind The Cameras (Camren G!p) - Capítulo 1 - Prólogo


Manhattan, Nova York - Estados Unidos 7h30min
 


A vida é como uma câmera.
Foque no que é importante,
capture bons momentos,
desenvolva a vida a partir de negativos.
E se as coisas derem errado, tire outra foto.



Lauren Jauregui's Point of view. 

Manhattan estava de congelar nesses últimos dias, as manhas de inverno sempre foram as mais difíceis. E nem mesmo o inverno congelante fazia com que as ruas de Manhattan parassem. Carros e pessoas de um lado para o outro, era algo tipico e comum em Nova York. Era até possível ouvir as buzinas do lado de fora do estabelecimento onde eu me encontrava. Essa movimentação só demonstrava o quão agitado seria aquela manha, tarde e noite. Desviei meu olhar da janela e olhei para baixo, aspirei profundamente à fumaça que saia do recipiente com o líquido quente, sentindo aquele adorável cheirinho de café pela manha.

O lugar era aconchegante, as pessoas encontravam-se distribuídas pelas mesas do estabelecimento, entretidas umas com as outras, aposto que se começasse a nevar elas nem iriam perceber. Ao contrario de mim, que só sabia observava tudo e todos ao meu redor.

Tomei o último gole de meu café, e me direcionei até a saída da cafeteria. O choque térmico fez com que eu me arrepiar da cabeça aos pés, ajeitei meu cachecol em busca de mais calor, enquanto olhava pelas ruas encobertadas pela grossa e fria camada de neve. Logo adiante, avistei um táxi se aproximando, chamei sua atenção o fazendo parar, abri a porta do passageiro sentindo o ar quente bater contra meu rosto, lhe desejei um bom dia enquanto me ajeitava no banco de trás.

- Bom dia senhorita, para onde deseja ir? - Perguntou-me, apenas lhe dei o endereço.

Com o carro já em movimento, ouvi o toque de meu celular, quando vi de quem se tratava não pensei duas vezes antes de desligar. Essa chamada só podia significar uma coisa, eu estava atrasada, novamente, para variar. Olhei para cima tendo a visão de um céu nublado, provavelmente nevaria mais tarde, não seria nada fácil encontrar um táxi vazio em uma nevasca em Manhattan. Em minha frente a esquerda se encontra o senhor já de idade dirigindo calmamente, digo calmamente pois o transito aqui era de dar nos nervos, e hoje, como quase todos os dias, o transito estava bem lento. Mas esse senhor, estava mais que acostumado com o ritmo de Manhattan.

Depois de mais algumas instruções que passei ao senhor sobre o endereço, nós finalmente chegamos ao belo prédio arranha céu. Paguei o senhor, lhe agradecendo educadamente, sai de dentro do táxi e fui em direção a grande porta de vidro. Caminhei para dentro do saguão do prédio e...

- Está atrasada. - Eu já esperava por isso.

- Sinto munto. - Respondi brevemente.

- Não Lauren, você não sente. Nós já tivemos essa mesma conversa tantas vezes, e você parece nunca me escutar.

- Não gaste seu tempo comigo, eu... - Me cortou. 

- Eu não posso ficar tolerando esses seus atrasos, a muitas pessoas que gostariam de estar em seu lugar, então não perca essa oportunidade que eu lhe concedi de mão beijada, além do mais, não estou afim de ouvir um sermão de sua mãe por eu ter te demitido. - Ele realmente estava bravo.

Eu detestava vê-lo assim.

- O transito estava muito lento hoje. - Isso não era uma desculpa, era a mais pura verdade.

- E quando é que não está? - Fui em direção ao elevador sendo acompanhada por ele. - Acode mais cedo, você sobe que o movimento nas ruas é quase nulo. Tenho certeza que com o salário que eu lhe pago da para comprar um bom despertador, se preferir use o seu celular mesmo, eu não me importo, só não quero ouvir mais desculpas. - Apertei o botão e me virei em sua direção.

Meu pai, mas conhecido como Michael, Michael Jauregui, não era um homem tipicamente estressado, ele sempre foi um homem compreensivo e pacifico, mas desde que nos mudamos para Manhattan, a mais ou menos uns trés anos atrás, de lá pra cá ele anda se estressando mais com o trabalho. Não irei julga-lo, eu não estava tão atrás, o trabalho era cansativo, seis dias por semana não era para qualquer um. E por mais que eu amasse fazer o que faço hoje, mesmo não parecendo, tenho que admitir que as coisas estavam começando a desandar. O desanimo que eu estava começando a sentir em minha vida estava se tornando um tanto prejudicial a minha carreira quanto a está empresa. 

Talvez um bom psicólogo pode-se resolver.

- Não irá se repetir novamente . - Tentei passar um tanto de confiança para ele em minhas palavras, mas tanto ele quanto eu, sabíamos que aquilo não seria verdade.

- Lauren, eu estou falando serio, eu já andei recebendo muitas reclamações, as pessoas pagam muito bem pelos nossos serviços, e a última coisa que eu desejo que eles pensem é que possuímos funcionários incompetentes, esses atrasos estão começando a prejudicar na reputação dessa empresa. - Eu sei que ele estava certo, mas estava começando a se tornar irritante ouvir isso dele tantas vezes, e o pior era saber que ele estava certo todas as vezes. -  Tente criar um pouco de juízo dentro dessa cabaça oca.  - Na verdade, a única rasão pela qual eu consigo pensar dele não ter me mandado para rua até agora, é por eu ser sua filha, e é claro, se minha mãe não pegasse tanto no pé dele para me manter nesta emprego.  - Apenas se esforce mais, e esteja em minha sala em duas horas. - Bufei. - Estarei esperando por você. - Disse virando as costas para mim. - Sá mais uma coisa... - Virou em minha direção novamente. - Tente não se atrase dessa vez. 

Eu apenas assenti, o que mais eu poderia fazer? Ele manteve o olhar sobre mim por um breve momento para logo virando as costas novamente. Me virei em direção ao elevador que já se encontrava aberto, entrei e apertei o botão do 10° andar vendo as portas se fecharam em minha frente.

Eu odeia as segundas-feiras.
 


Notas Finais


E então? gostaram?
Eu ainda estou trabalhando em um meio de me expressar com mais facilmente nessa história, mas como essa é a minha primeira fic, eu ainda estou um pouco receosa, então peguem leve comigo, haha
Obrigada a todos os leitores. <3


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