História Behind the Scenes - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Big Bang Theory
Personagens Personagens Originais
Tags Jim, Jim Parsons, Majim, Mayim, Mayim Bialik, Shamy
Exibições 98
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amores lindos! Cap antecipado de MaJim!!!
Só peço duas coisas pra vocês:
Leiam esse capítulo com muita atenção mesmo
E leiam as notas finais porque é importante.

Capítulo 8 - The riddle.


" Eu estava em minha mesa arrumando a papelada que estava jogada sob ela. Casos e mais casos um por cima do outro, porém nenhum solucionado. Guardei todos os papéis exceto um. Aquele caso era talvez o que eu mais passei tempo tentando desvendar. Peguei o envelope amarelo e abri novamente lendo todas as coisas anotadas.

' Homem caucasiano, em média de 35 anos, cabelos castanhos.
Crimes cometidos: Fraude, falsidade ideológica, suposto assassino em série.'

Aquele homem. Aquele homem era o que tirava meu sono todos os dias. Era ele quem eu procurava descobrir quem era e sempre acabava em um beco sem saída.
Joguei a ficha na mesa e bufei de raiva.

- Uau você realmente ainda esta nesse caso? - Peter ri atrás de mim enquanto segurava uma xícara de café.

- Não enche Peter. -Eu falo me sentando com raiva na minha cadeira.

- Ei cara! Relaxa... só estava brincando.

- Ultimamente eu não estou com muito humor para isso. -Eu digo enquanto esfrego meu rosto e fecho os olhos tentando achar alguma brecha que aquele possível assassino tenha deixado.

- Cara você tem que parar se se afligir com esse caso. Precisamos admitir que o cara é muito bom... Até agora não deixou nada que pudesse revelar a identidade dele. -Ele fala se sentando em frente da minha mesa.

- Eu sei. E isso que mais me irrita. Como um golpista consegue supostamente matar o parceiro por dinheiro e sai sem deixar pistas? -Eu digo olhando a ficha novamente.

- Ele falsifica identidades, talvez ele tenha mudado de aparência John.

- É. Talvez. -Digo ainda concentrado na ficha.

- Sabe do que você precisa? -Ele fala ficando em silêncio até eu encara - lo.

- Férias. E umas gatinhas. Quem sabe ir para uma praia! -Ele diz colocando a xícara sob minha mesa.

Eu rio daquilo largando a ficha novamente e ele diz:

- É sério.

- Eu não posso tirar férias Peter. Tem um possível assassino que provavelmente está enganando mais uma pessoa por aí e ele está solto. -Eu digo cruzando as mãos sob minha mesa e me arcando para encara - lo.

- Você ainda vai pirar tentando achar esse cara. -Ele diz pegando a xícara e se levantando.

- Eu vou pega- lo. -Eu digo cruzando os braços por cima da cadeira e me arcando para trás.

- Até lá você precisa de muito café. Vou trazer um para você. -Eu diz me mostrando a xícara e saindo da sala.

- É... muito café mesmo. -Eu digo pegando a ficha mais uma vez.

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Não sei exatamente quando comecei a ter esses pensamentos. Você não nasce um assassino. Ninguém nasce.
Mas um dia você se cansa de todos a sua volta se darem tão bem e você sempre viver na merda.
Eu não planejava matar ninguém, pelo contrário. Talvez essa fosse a última coisa que eu pensasse.
Mas agora eu estava ali, com sangue nas mãos e vendo o corpo dele jogado no chão sangrando.

"Droga" -Pensei comigo.

Tenho que organizar meus pensamentos. Qual era o plano mesmo? Esfreguei minha testa com o dorço da minha mão. Me livrar da arma óbvio.
Peguei a faca e levei até atrás do meu quintal. Joguei no pequeno buraco que eu havia feito e coloquei o pequeno pé de rosas na qual eu plantei por cima da faca.
Entrei na casa e lavei minhas mãos. O corpo dele ainda estava na porcaria da sala e eu precisava me livrar dele rapidamente. Caminhei até a cozinha e peguei luvas de látex e as vesti. Peguei o saco preto no qual eu já havia separado e levei até a sala.
Peguei o corpo dele do chão e envolvi com o saco preto. O corpo dele era pesado, por isso tive uma certa dificuldade. Arrastei o corpo dele até a saída dos fundos e de lá tomando cuidado para que ninguém visse coloquei o corpo dele no porta malas do meu Volvo.
Fechei a mala e voltei para a sala. A cena do crime ainda estava muito evidente com todo o sangue e cacos espalhados pelo chão.
Fui até minha lavanderia e preparei todo o material para limpar a sala: sacos, um balde com água e produto de limpeza e vários panos. Comecei todo o processo ajuntando os cacos espalhados e colocando em um saco. Depois comecei a limpar todo os sangue com o produto perfumado. O cheiro de sangue era muito forte na sala e eu precisava me livrar daquele "ar" de morte da minha sala com piso de madeira. Não queria viver em um ambiente que tivesse qualquer resquício daquele idiota.
Depois de limpar tudo ainda apliquei um pouco de aerossol com perfume para me livrar daquele cheiro que predominava.
Joguei todos os panos sujos no saco juntos com os cacos e coloquei no meu porta - malas. Entrei novamente e subi as escadas indo até o chuveiro. Tomei meu banho e me livrei das minhas roupas colocando - as em outro saco no qual também coloquei no porta - malas.
E aí dirigi até o oeste de Boston. Lá eu tinha meu lugar secreto. Talvez me achasse maluco por ter um necrotério escondido. Mas eu não ligava.
Dirigi até lá com tranquilidade, afinal eu não queria ser parado por um policial. Depois de meia hora cheguei lá. Era um lugar no meio de uma floresta. Escondido por alguns abusos que cobriam a porta no chão que ficava cadeado. Abri a tranca e carreguei o corpo até a pequena porta. Não fiz questão de cuidar com o corpo, simplismente jogando para baixo, fazendo um barulho de osso se quebrando.

"Foda - se. Ele está morto já." Pensei comigo.

Desci as escadas e puxei o corpo dele até a sala principal. Coloquei ele em cima da mesa de aço e fui até meu balcão. Abri a segunda gaveta e lá peguei o formol e minhas luvas de látex. Com calma tirei o saco preto que envolvia o corpo dele. Comecei desinfectando o corpo dele, e retirando o sangue. Depois tirei toda a rigidez do corpo massageando os músculos. Então fiz uma incisão de 8 cm entre os ombros puxando a artéria carotida na qual injetei o líquido para embalsamar. Depois de 3 horas de processo fiz as suturas e o vesti com um smoking branco. Eu adorava branco. Para falar a verdade eu mesmo usaria aquilo.

"Durma em paz meu amor." Sussurei rindo e colocando ele dentro da gaveta salada com uma tampa de cimento.
Observei as fotos de cada túmulo com os nomes escritos.
Todos iluididos por mim. Eles me tornaram ricos por um tempo,mas quando o dinheiro acabou tive que iludir outro otario para matar.
Agora esse já era o terceiro. Eu estava me arriscando demais com tudo aquilo por isso resolvi achar alguém que me mantesse rico por um bom tempo.
Peguei a foto que tinha no meu bolso e coloquei no túmulo dele. Dei uma última olhada e voltei para o meu carro pegando os últimos sacos e guardando em um baú cadeado no meu esconderijo.
Voltei para meu carro e sentei no banco pensando em qual cirurgia para mudar a aparência que eu faria. Depois decidir só precisaria trocar meus documentos.
Peguei o mapa em meu porta luvas e decidi qual cidade eu iria. Marquei de vermelho em cima do lugar perfeito.

"Los Angeles"

Era para lá que eu iria. Mas antes de tudo voltei para casa. Entrei pelos fundos e olhei o relógio: 3 da manhã.
Peguei meu celular e disquei:

"911 o que posso te ajudar?"

"Oi... Eu preciso de ajuda... Meu parceiro sumiu o dia todo e ainda não apareceu... Eu já liguei para ele, mas ninguém atende..."

Enquanto ela dizia os processos no qual eu já sabia de cor, andei até o cofre e peguei aquele papel. Sorri ao ler:

TESTAMENTO PARTICULAR.

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"Não faz sentido." -Pensei me jogando em minha cama.

Depois de um dia inteiro ainda não tinha avançado em nada naquele caso. Todos queriam discordar de mim, mas eu sabia que todos aqueles assassinatos estavam interligados de alguma forma eu só não sabia qual.
Fui até meu escritório e sentei em minha mesa. Cheia de arquivos. Fui até meu quadro branco e preguei as fotos de todos que haviam sumido.

'Tom Davis. 37 anos. Fortuna de 800 mil dólares. Companheiro: Paul Sams"

Tom desapareceu em 3 de Abril na Flórida. Paul o companheiro dele fez uma ligação informando o desaparecimento. Foram feitas todas as investigações, e não foi comprovado a relação de Paul com o desaparecimento. O testamento deixava tudo para ele. Paul "sumiu" logo após o dinheiro entrar na conta dele e ele sacar. Nunca mais foi visto desde então.

Olhei o quadro novamente.

'Ben Williams. 39 anos. Fortuna de 1 milhão e meio de dólares. Companheiro: Robert Smith.'

Ben sumiu dia 23 de julho em Ohio. E da mesma forma que Tom ele desapareceu e foi registrado queixa. Robert o companheiro dele exatamente como Paul desapareceu após ficar com o dinheiro dele.

'Jake Connor. 38 anos. Fortuna de 2 milhões de dólares. Companheiro: Sam Stevens.'

Jake sumiu em 14 de outubro em Massachusetts. E mais uma vez o companheiro dele registrou queixa da mesma forma. Novamente quando ele recebeu o dinheiro nunca mais foi visto.

Eu sabia que aqueles casos não eram mera conhecidencia. Algo estava relacionado e eu iria descobrir o que era.
Analisei as fotos de cada um dos parceiros que sumiram com o dinheiro. De alguma forma eles eram muito semelhantes...
Talvez se...

'Não é possível!' -Gritei pegando a foto e correndo para o celular fazer uma ligação.

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Demorou algum tempo até me recuperar da cirurgia plástica. Obviamente eu tinha que ficar diferente, afinal a polícia estranharia o sumisso do parceiro de um cara desaparecido. Ainda mais logo após pegar todo o dinheiro dele.
Ao chegar em Los Angeles eu aluguei um apartamento assim que cheguei.
Aquela cidade era totalmente contra mão dos lugares onde eu costumava ir. Mas eu tinha um objetivo, além de que eu não estava lá por qualquer um. Ele me deixaria rico de uma forma que eu não precisaria mais matar ninguém por dinheiro.
Cheguei no apartamento que já vinha com os móveis, pronto para morar. Sentei no sofá e comecei a planejar todos os passos de como eu iria engana - lo. Ele seria apenas meu passe para chegar no dinheiro. Mas eu não podia apenas começar um relacionamento do nada com ele. Eu só sabia que precisava de uma forma de fazer ele se apaixonar por mim.
A muito tempo eu já havia pesquisado sobre ele. Não era tão famoso, e talvez não tivesse tanto dinheiro. Ainda.
Eu ajudaria ele a subir e depois de ser conhecido ele iria cair feito peixe mordendo o anzol. Eu sabia onde ele saia para caminhar e os lugares que frequentava. Resolvi naquela noite ir ao mesmo bar que ele costumava, quem sabe eu desse sorte.
Caminhei por Los Angeles e fui até o bar Black Eye. Me sentei no bar e pedi um wisky 30 anos com gelo. Por ironia do destino ele apareceu lá. Acompanhado de uma moça loira, eles se sentaram em uma das mesas. Ele estava com uma jaqueta de couro e calças jeans. Eles conversavam algo que eu não entendia e davam algumas risadas. Depois de algumas horas eles foram saindo do bar.
Paguei minha conta rapidamente e segui eles. Eu sabia onde ele morava, mas eu precisava me aproximar daquela moça para ela me apresenta - lo, pois daria muito menos na vista quais eram minhas intenções.
Não demorou muito para eu descobrir onde era a casa dela. Depois de ter certeza de onde ela vivia, voltei para meu apartamento. Agora a segunda parte do plano era conhecer conhecer a rotina dela.

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- John eu espero que seja muito importante para me chamar na sua casa a essa hora. -Peter fala enquanto eu saio de frente da porta liberando para ele passar.

- É sim cara, só entra. Me acompanha até o escritório. -Eu digo apontando para a porta.

Caminhamos até meu escritório e ele observa todos os papéis e fotos sobre aquele caso.

-Uau você realmente está obcecado com esse caso. -Ele diz ainda olhando toda minha sala.

-Um pouco. -Eu digo colocando as fotos em cima da minha escrivaninha uma ao lado da outra.

- O que é isso? -Ele diz tocando algumas das fotos.

- Você já vai entender. -Eu digo colocando a última foto na mesa.

- Tá... Quem são esses? -Ele pergunta confuso.

- Bem... o primeiro é Paul Sams. Ele era o companheiro de Tom Davis que desapareceu 3 de Abril na Flórida.
O segundo é  Robert Smith. Ele era o companheiro de Ben Williams que desapareceu em 23 de julho em Ohio.
O terceiro é Sam Stevens que era o companheiro de Jake Connor que desapareceu em 14 de outubro em Massachusetts.

-Ok... -Ele diz ainda sem entender.

-Você deve estar sem entender nada. Vou te explicar. Todos esses caras que desapareceram são ricos. Eles possuem fortunas. Conhecidentemente todos eles antes de desaparecer fizeram um testamento deixando tudo para seus companheiros. E exatamente uma semana após pegarem o dinheiro, cada um deles, Paul, Robert e Sam, sumiram com o dinheiro e nunca mais foram vistos. Isso parece o que?

-Golpistas. -Ele diz sem hesitar.

-Exatamente. Porém você pode pensar: Tá mas o que eles tem a ver com o caso do golpista solto por aí? Eu vou te explicar.
Se você olhar no mapa, vai ver que o primeiro caso aconteceu na Flórida. Depois subindo mais para cima em Ohio. E um pouco mais para a direita em Massachusetts. Os golpistas não agiram muito longe um dos outros. Aí que vem a última carta: olhe para o rosto de cada um. Vê alguma coisa?

- Não... -Ele diz tentando ver algo.

-Aqui. -Falo circulando o queixo da pessoa em uma das fotos. Os três tem o mesmo sinal no rosto. A fisionomia é totalmente diferente, mas o mesmo sinal.

- Então.... -Ele diz um pouco chocado.

- São todos a mesma pessoa Peter.

- Paul, Robert e Sam... Eles são o mesmo cara. -Ele diz ainda boquiaberto.

- Exatamente. E eu descobri que Sam fez faculdade em Boston quando ainda estava em Massachusetts. Faculdade de produtor de arte. E para que lugar produtores de arte vão?

- Los Angeles... -Ele diz me encarando.

- Acho que estamos mais próximos do nosso golpista. -Falo jogando as fotos em cima da mesa.

- Mas como vamos acha - lo? Há milhões de produtores em Hollywood.

- Só precisamos de mais uma brecha. -Eu digo coçando o queixo.
-E eu vou achar.

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Passou algum tempo desde que eu havia me mudado.
Já tinha toda a rotina no meu alvo traçada e consegui fazer amizade com a amiga dele.
Aquela noite eu sairia para um encontro com ela e ele no Black Eye.
Fiz minha barba e arrumei meu cabelo.
Quando estava perto das 7 da noite  coloquei uma camisa de estampa xadrez e uma calça jeans. Peguei meu carro e dirigi até a casa dela.
10 minutos depois eu estava lá.

- Finalmente. -Ela diz abrindo a porta do carro e sentando no banco do caroneiro.
-Você vai adorar conhece - lo.

-Tenho certeza que sim. -Eu digo sorrindo.

Dirigi até o bar. No caminho ela ficava me falando detalhes sobre ele, dizendo os gostos e alguns problemas pessoais que ele tinha. Como se eu não soubesse de tudo aquilo. Apenas fingi interesse e me mantive como se não soubesse de nada. Chegamos ao bar e estacionei em uma das vagas. Ela saiu primeiro e eu logo em seguida.
Ao entrar ela pergunta:

-Vamos pegar aquela mesa? -Ela diz apontando para a mesa do fundo.

Assenti com q cabeça e nos sentamos. O garçom chega e pergunta:

- O que querem beber?

- Vinho branco por favor. -Ela diz.

- Eu quero um shot de Tequila e uma Cuba Libre. -Eu digo.

- Já trago o pedido de vocês. -O garçom se retira.

Ficamos conversando um pouco e de cara avistei ele entrando pela porta do bar. Camisa xadrez azul e calça jeans. Ela acena para ele e ele se aproxima da mesa.

-Oi... -Ele diz tímido.

- Oi querido! - Ela diz levantando e beijando no rosto.
-Esse é meu amigo do qual eu te falei. -Ela olha pra mim sorrindo.

Me levanto e estendo a mão.

-Muito prazer. -Eu digo sorrindo.

-O prazer é meu. -Ele sorri de volta.

Ele se sentou exatamente de frente para mim. Começamos a conversar um pouco tímidos de inicio e aos poucos percebi ele se soltando.
Ali em minha frente eu estava "conhecendo" meu passe livre.
É engraçado que me veio a mente a frase que minha mãe costumava me dizer:

"Nada é o que parece."

Realmente eu não era nada do que ele pensava que fosse. Talvez ninguém realmente soubesse quem eu era.

Ou soubesse?"

--Continua--


Notas Finais


Amores! Okay eu sei que não teve nada de Majim. Não eu não fumei capim. Calma.
Para quem não entendeu o capítulo não tem problema. Eu sei que foi bem aleatório, mas eu prometo que tem um objetivo. Não desistam dessa fic só pq a escritora é meia maluca. Quem já leu os livros do Nicholas Sparks vai entender o que eu estou tentando fazer. Mas prometo que tudo vai fazer sentido conforme for passando os capítulos. E sim ainda é uma fanfic MaJim kkkkkk não se preocupem.
Comentem o que vocês acham que tem a ver esse capítulo com o restante da fanfic.

P.S: Pra quem ainda não viu eu fiz uma one shot Shamy. Esse é o link: https://spiritfanfics.com/historia/the-chemistry-of-love-6672412

P.S.S: A minha amiga maravilhosa também fez uma one shot Shamy super recomendo vcs lerem: https://spiritfanfics.com/historia/one-in-witch-the-past-is-reveales-6677988

P.S.S: não esqueçam de comentar o que acharam! Críticas são bem vindas :)

P.S.S.S: Próximo capítulo volta tudo "ao normal"

Não esqueçam: "Nada é o que parece".
Comentem!!


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