História Behind The Secrets - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Ryan Butler
Visualizações 3.670
Palavras 3.128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - No new talks


- Para. - Falei olhando para ele. - Eu preciso de uma blusa pelo menos. 

- Abre o meu closet, e pode escolher. - Apontou para o mesmo. 

- Espera.... meu deus. - Olhei para ele e para a cama. 

- O que? - Seguiu-me.

- A camisinha. Você lembra se usamos? - Falei enquanto escolhia uma das milhares de blusas dele. Eram todas de cores diferentes, moletons diferentes e nada preto. Onde estão as roupas de sempre dele? 

- É... eu acho que não. - Ele coçou o couro cabeludo pensativo. - Relaxa.

- Era só o que me faltava. - Falei aflita, e peguei uma blusa vermelha, vestindo-a, que ficou no comprimento pouco abaixo da minha virilha. 

- Não vai acontecer nada. - Colocou as mãos em meus ombros, massageando-me. - Você já tinha transado sem? - Assenti e passei as mãos no rosto pensativa. - Então.

- Você fala em uma calma, como se não fosse nada demais. - Voltei até a cama e peguei meu celular. 

- O máximo que pode acontecer, é você engravidar. - Falou risonho e dei um tapa forte no braço dele. - Já falei para você relaxar.

- Idiota. - Desbloqueei a tela, e havia mais de trinta chamadas perdidas da minha mãe, cinco da Alice e duas da Adriele. Esqueci completamente da Alice e da minha mãe... como eu vou voltar para casa, assim? 

Pensei em ligar para ela, mas não sei se falou com a Alice, porque talvez eu falo o que não devo e pioro tudo... 

- Vamos tomar café Babe. - Abriu a porta do quarto e me esperou. Fui até ele enquanto ligava para a dona Anne. 

 

- Mãe? Você me ligou?

- ONDE VOCÊ ESTÁ MELLANIE?

- Na casa da Alice... aconteceu alguma coisa?

- Na hora em que eu chegar em casa, quero você lá. Precisamos conversar sério. 

- Que horas?

- 15h. Não estou para brincadeiras.

- Tá mãe. 

 

- Ela está muito brava? - Assenti e fiz careta ao bloquear a tela do celular.

- Digamos que... vou ouvir um monte hoje. - Revirei os olhos e fomos até a mesa da copa. 

Nos sentamos um de frente para o outro, e ele deixou seu celular ao lado do meu.

- Por que você tem dois quartos? São seus? - Falei enquanto colocava o suco no meu copo.

- O que nós dormimos é o meu. O outro é apenas do Jason. - Falou como se fossem pessoas diferentes.

- E qual é a diferença? - Falei sem entender.

- Você entendeu. - Sorriu. - As garotas que aparecem por aqui acham que aquele é o meu quarto. 

- Posso me sentir exclusiva? - Ri. 

- Por que não? - Encostou na cadeira.

- Quantas já vieram aqui? - Falei duvidosa.

- Por que você insiste em ficar me perguntando essas coisas? - Falou sério.

- Porque eu quero saber. Não é óbvio?! - Não foi uma pergunta retórica, e ele deve ter entendido. 

- Mas não são assuntos legais de se comentar. Você gostaria que eu perguntasse sobre seus últimos namorados ou qualquer garoto que você pegou? - Falou rápido.

- Isso não é um problema. Eu não sou iguai a você, que pega todo mundo e tenta esquecer.

- Eu nunca disse que tento esquecer. - Retrucou. - Só que as vezes eu acho desnecessário lembrar. - Terminou seu lanche.

- Você vai me responder, ou não? - Cruzei as pernas na cadeira, arrumando a blusa larga.

- Eu não sei quantas já vieram aqui. Não trago muitas garotas para a minha casa. - Suspirei quando ele disse, por achar que ele não tinha transado com tantas, o quanto eu imaginava. - Preferimos ir ao motel.

- AH - Murmurei irritada. - E você queria me levar para lá ontem. - Falei brava, e ele começou a rir.

- Mas eu não levei. - Falou impaciente.

- Só porque eu não quis. - Desviei o olhar dele.

- Por isso mesmo. Você não entende? - Arqueou a sobrancelha esquerda e olhou-me. - Eu vou para o motel com elas, porque elas não se importam, e eu também não. É apenas sexo. - Eu entendi o que ele quis dizer, mas isso não esconde o fato de que ele queria fazer o mesmo comigo. Não está certo.

- Eu... entendi. Só não gostei. - Franzi a testa. - É nojento você transar com várias garotas, praticamente em dias seguidos. - Peguei meu celular e mandei um sms para a Alice, explicando o que aconteceu. 

- Não é nojento. São mulheres, bonitas e boas. - Falou sorridente.

- Muitas de uma vez, é sim. - Insisti.

- Se for assim, também é nojento pensar que você deu para outro garoto. - Falou tentando me provocar.

- Você não pensa no que diz, não é possível.

- Eu só falei a verdade. - Deu os ombros.

- Chega desse assunto Jay. - Encarei-o por um segundo, e voltei meu olhar para a tela do celular.

- Agora você não quer mais falar sobre isso? - Levantou-se, colocando o celular no bolso.

- Não.

- Por que? - Levantei-me e ele parou em minha frente, que encostei na bancada da copa.

- Porque eu não quero. - Falei irritada. Eu não tinha problemas com esse assunto, mas não é nada legal ele dizer tudo numa boa, como se eu fosse só mais uma. Confesso que me irritei com isso. 

- Você é melhor do que todas elas juntas. - Tirou o celular da minha mão e colocou-o na bancada, para que eu prestasse atenção nele. 

- Mentiroso. - Mordi o próprio lábio.

- Não é mentira. - Deu-me um selinho, e mordeu a ponta dos meus lábios.

- É sim. - Parei o beijo e olhei-o nos olhos, que sorriu e tentou me beijar. Escondi os lábios com os dentes e ele pressionou suas mãos em minha cintura.

- Boba. - Fiz bico com os lábios dobrados e ele aproveitou para me beijar. Deslizei a mão esquerda em suas costas e senti pequenos arranhões, quase invisíveis.

- Fui eu que fiz isso? - Fiz com que ele virasse de costas, e a mesma estava toda arranhada. Senti-me mal por isso.

- Sim. - Ele deu os ombros e entrelaçou seus dedos nos meus. - Foi a prova de que você é explêndida. 

- Você acha? - Olhei-o curiosa, que afirmou com a cabeça e desceu suas mãos em minhas pernas.

- Sim. - Falou rápido e deu-me um beijo no rosto. Fechei os olhos por míseros segundos, e todas as cenas da nossa noite de ontem me vieram à cabeça. Foi como se tudo não tivesse passado de uma lembrança, e da maneira como eu pensava, parecia que ele estava tocando todo o meu corpo novamente. Senti um calafrio instantâneo, o que me fez abrir os olhos e ver que era apenas uma lembrança. 

Ele foi bem diferente do que eu imaginava. Pensei que, ele não daria a mínima, com relação a aproveitar o momento, mas ele se saiu muito bem nisso. Foi como se... gostássemos um do outro. No começo, eu estava um pouco apreensiva sobre como tudo ocorreria, mas ele me tranquilizou de uma maneira, que me fez esquecer disso e deixar tudo acontecer como deveria. Senti algo forte por ele, quando me disse que realmente gostava de mim. Eu gosto tanto dele, mas não o amo como... um amor verdadeiro. Eu tenho um enorme carinho por ele, mas não creio que seja um amor. Talvez, eu esteja tentando esconder isso para mim mesma, o que até o momento, tem sido a melhor opção.

- Tudo bem se... eu continuar te chamando de Jay? - Olhei-o, e grudei minhas pernas entre as duas.

- Você já perguntou isso... eu gosto de Justin, mas Jay soa mais sexy na sua voz. -  Falou quase tocando nossos lábios, e desviou seu rosto do meu, beijando meu pescoço.

- Precisamos pegar as roupas que estão no chão do seu quarto, e você tem que me levar para casa. - Falei acariciando seu rosto com o polegar.

- As roupas... não vai agora! Que horas sua mãe chegará em casa? - Disse indo até a escada.

- Daqui uma hora. Ainda tenho que vestir uma roupa descente e pensar no que ela vai dizer. - Subi as escadas atrás dele.

- Vamos arrumar isso, ai eu te levo. - Entrou no quarto e todas as trocas de nossas roupas estava jogadas no chão. Ele riu da situação e passou a pegar todas as peças de sua roupa, e da minha. Levou-as até o cesto de roupas sujas e ajudei-o. Deitei em sua cama por estar cansada, e ele deitou-se ao meu lado. Olhamos para o teto e ficamos em um completo e estranho silêncio.

- Huh. O Ryan te achou linda. - Falou como se não quisesse dizer isso. 

- O que mais? - Continuei olhando para cima, e ele ajeitou-se ao meu lado, cruzando nossos braços como um só. 

- Você é simpática e... - Falou em um fio de voz, e não consegui entendê-lo. - Incrível.

- Você disse a ele que eu o acho muito gato? - Olhei para ele, que negou com a cabeça sorrindo.

- Nunca. - Falou sem expressão alguma. - Ele esqueceu de dizer que você é chata. - Olhou-me ainda deitado e deu um sorriso de lado.

- Não sou. - Retruquei.

- Sim. Você é. Por isso eu gosto de você. - Sorriu novamente.

- Por eu ser chata? 

- Você acabou de assumir que é. - Ele riu e me fez cócegas na barriga, fazendo com que eu encolhesse na cama. - Sabia que se falasse isso, você confessaria. 

- Você é broxante. - Falei ao revirar os olhos.

- O que? Eu não sou. - Falou surpreso e me abraçou com força na região do busto. - Retire o que disse. 

- Quer que eu minta? - Gargalhei da reação dele, que continuou me abraçando forte, quase me esmagando em seus braços.

Justin passou a me fazer cócegas ainda nas costelas e na barriga, o que me causou um terrível ataque de riso. Estava perdendo completamente o fôlego e não conseguia ao menos pedir para que ele parasse.

- Ja... Jay... - Falei tentando pedir para que ele parasse, que passou a rir de mim ficando sentado na cama. - Justin! - Gritei ainda rindo. Ele fingia não me ouvir e continuou a me fazer cócegas, cada vez mais rápido. Passou as mãos em minhas pernas, com a ponta dos dedos para que eu continuasse rindo e causando-me arrepios. - Você é chato. - Falei no único segundo em que ele parou com as cócegas para me ouvir, e logo voltou. Eu tentava afastá-lo, segurando suas mãos, o que não deu em nada, porque ele é bem forte. - Mas que... - Suspirei à procura do fôlego. - Caralho. - Ele passou a rir sem parar. A risada dele é tão sincera e não exagerada. Olhei em seus olhos, que parou com as mãos na minha barriga e olhou-me também. - Chega. - Suspirei fundo, falando com a voz carregada. 

- Eu não sou broxante. - Falou sério, e ameaçou fazer-me cócegas novamente. Empurrei suas mãos em auto-defesa, e ele riu. Franzi a testa, para que ele parasse com isso.

Ele deu-me um beijo nos lábios, quase que de ponta-cabeça e puxou minhas pernas para que ficassem em cima das dele. Passou as mãos pelas mesmas e ficou olhando-me.

- Você contou à alguém que estamos ficando? - Olhou-me ainda sentado, e passou a mexer em meu cabelo.

- Não estamos ficando. - Falei olhando para ele.

- Claro que estamos. - Justin falou com a voz firme e deu os ombros.

- Não estamos não. - Falei insistindo que não temos nada demais um com o outro. Eu não estava errada. Nós realmente não temos nada, eu acho.

- O que nós temos então? - Sorriu e continuou a mexer em meus cabelos, acariciando-me.

- Isso é você que tem que saber. - Desviei o olhar do dele, e peguei meu celular.

- Como você é chata. - Suspirou. 

- Você já disse isso.

- Vou falar para todo mundo que você deu pra mim sem compromisso algum. - Falou sacana.

- Cale a boca. - Dei um tapa no rosto dele. 

- Sabia que isso dói? - Falou massageando seu maxilar. 

- Comece a pensar antes de falar então. - Sentei-me de frente para ele e cruzei as pernas. Ele apenas revirou os olhos e não moveu um passo.

Apertei suas bochechas e dei um beijo nas mesmas. Ele permaneceu sério e passei a dar-lhe beijo no canto da boca.

- Preciso ir para casa. - Falei ao me lembrar do horário. - Mas antes... quero uma foto com você. - Arrumei seu cabelo em um topete, igual ele faz e peguei meu celular.

- Agora não. Eu estou sem as lentes. - Falou ao me abraçar por trás, que apoiei com a cabeça na curvatura de seu pescoço. Ignorei o que ele disse, e virei a câmera para nós. Ele beijou o canto da minha boca com os olhos fechados e apoiei com a mão escondendo sua orelha e parte de seu cabelo, olhando para a foto. 

- O que achou? - Falei ao mostrar para ele. 

- Gostei. Passe para mim depois. - Levantou-se e foi até o closet. Vestiu uma blusa preta e colocou um boné na cabeça para trás. Levantei-me e olhei-o, que riu. - Vai sair assim na rua? 

- Não tem outro jeito. - Ri. - Eu corro para o carro, e depois corro para casa. - Falei ao pegar minha bolsa. 

- Não quero que os outros te vejam assim. - Falou ao passar por mim. 

- Para de frescura. - Desci as escadas e peguei meu salto. Parecia uma mendiga, que só estava com uma blusa larga demais, descalça e com o cabelo todo solto. Fomos até a garagem e ele entrou na bmw preta. Sentei-me no banco do passageiro e encolhi as pernas, ficando quase deitada. Justin colocou os óculos escuros de sempre e ligou o carro.

- Qual o problema se alguém te ver sem lentes? - Olhei para ele, que lambeu os lábios.

- Essa é uma boa pergunta. Tudo envolve o meu trabalho. - Falou sério. 

- Com o que você trabalha? - Falei rápido para que ele respondesse logo.

- Nada muito fora da lei. Eu não trabalho aqui. - Falou tranquilo, esperando que eu parasse com as perguntas. Por que ele não me explica logo o que faz aqui e por que esconde tantas coisas? Se ele não trabalha aqui, por que está morando aqui então? Não faz sentido.

- Onde você trabalha? 

- No momento, estou ficando em casa. Mas nós trabalhamos em Santa Mônica, e principalmente em Moscou. - Parou no semáforo e pegou seu celular.

- Nós, quem?

- Eu, o Ryan e o besta do Greg.

- Então, por que vocês estão em San Francisco? 

- Por que você quer saber? - Falou frio.

- Por que eu não iria querer saber? - Retruquei olhando para ele. 

- Porque ninguém sabe. - Falou como se fosse óbvio. - Você já sabe demais.

- Demais? Grande merda saber que você usa uma identidade falsa e lentes. - Falei esnobe e revirei os olhos.

- Você acha pouco? - Estacionou em frente a minha casa. Peguei a chaves dentro da bolsa, e olhei-o, que tentou dar-me um selinho, e afastei-me antes.

- Huh. - Resmunguei sem saber o que dizer. - Talvez sim, mas talvez não. - Desci do carro e entrei correndo em casa, para que ninguém me visse assim. Que vergonha! Fechei a porta da sala e ele logo foi embora. Espero que ninguém tenha me visto entrar em casa com esta roupa.

Não consigo entender, como ele pode mudar de humor tão rápido. É realmente um distúrbio bipolar. 

Tranquei a porta da sala e levei meu salto até o meu closet. Guardei-o e peguei um chinelo qualquer. Tirei sua lusa e deixei-a em cima da minha cama. Tem o cheirinho dele tão forte... Dobrei-a debaixo do meu travesseiro e vesti um shorts e uma blusa azul piscina. Liguei meu notebook e guardei as coisas que estavam na minha pequena bolsa. Antes que pudesse entrar em minhas redes sociais, ouvi o barulho da minha mãe estacionando o carro. Rapidamente chamei a Adriele e ela não estava online. Queria tanto contá-la tudo o que aconteceu, antes de qualquer outra pessoa saber... 

- Mellanie. Onde você está? - Gritou lá debaixo.

- Aqui no quarto mãe. - Falei sem interesse algum.

- Venha aqui agora. - Assim que ela terminou a frase, deixei um recado para a Dri.

 - Huh - Resmunguei alto, para que ela percebesse.

 

"Me responda assim que puder. Eu dormi na casa do Jay e nós transamos". - Mellanie.

 

Saí do quarto e desci as escadas rapidamente. Se ela me chamou tão irritada, provavelmente irá discutir comigo sobre ontem e procurar argumentos para se irritar e me deixar ainda mais irritada. Espero que ela não tenha nem ideia do que aconteceu.

- Como você teve a audácia de passar a noite fora? Você está de castigo. - Falou ao pendurar sua bolsa na cadeira da copa. Quem ainda fala audácia nesse mundo?

- Eu estava na casa da Alice. Te deixei um bilhete. - Falei desinteressada no que ela dizia.

- Mentira. - Retrucou.

- Não é mentira mãe, eu estava lá. - Falei olhando para ela.

- Você gosta de tentar me fazer de boba, não? - Falou completamente sarcástica. 

- Você me chamou aqui para brigar, sério? 

- VOCÊ DORMIU NA CASA DAQUELE MERDA QUE TE FEZ TRAIR O LUY! - Gritou de uma maneira, que parecia querer me bater de raiva.

 

SPOILER

- Esse não é o meu filho. - Falou sarcástico. - Como assim, só seis?

- Já disse que não há nada naquele colégio que possa me interessar. - Falei ao voltar para o quarto.

- Acho uma boa ideia procurar outro colégio. Talvez eu esteja errado mesmo. - Acabo de perceber que o induzi a querer me mudar de colégio. A única coisa boa daquela cidade é a Mellanie.

- Ainda é cedo para tirar essas conclusões. Faz um mês que eu estou lá. - Desci as escadas com as chaves da minha moto e celular nas mãos. - Até quando serei visto como Jason? - Falei.

- Até você se aposentar. - Falou sério. - Por que acha que ninguém sabe o meu nome? 


Notas Finais


Amanhã à noite eu posto o outro, okay?! <3 Obrigada por todos os comentários, e opiniões positivas sobre a fic.


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