História Behind The Secrets - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Ryan Butler
Visualizações 3.737
Palavras 3.548
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura porque esse tá fofinho.

Capítulo 23 - I love you


- Por que você disse isso? Eu sei sim. - Falei intrigada.

- Porque é óbvio. Vocês mal convivem um com o outro, e já estão praticamente namorando. - Falou ao chamar o garçom.

- Isso é mentira. Nos conhecemos muito bem. - Desviei o olhar dela. - Como é esse tal de Justin?

- Ah, ele é lindo. Alto, cabelos castanho claro, mais puxado para um loiro. Não sei, ele é lindo. - Arqueei as sobrancelhas enquanto ela falava, e passei a pensar no Justin. É claro que não tem nada a ver com ele, quero dizer, mesmo se ela o visse sem as lentes e com uma roupa normal, é notável que ele é ele.

         ...

A cada dia estou mais ansiosa para ir ao Havaí com a minha sala. Não especificamente porque irei com eles, mas sim, porque passarei oito dias fora, com os meus amigos e... O Justin. Ainda estamos na mesma situação de antes, e eu quase não fui à casa dele durante a semana, já que estavamos em semana de provas e preciso me dar bem em tudo.

Ontem fez um mês que... Eu e ele estamos ficando. Confesso que, tanto eu quanto ele, não esperávamos conseguir isso sem qualquer esforço. Não comentei nada com ele, porque não queria parecer estar forçando a barra. Já até tirei a ideia da cabeça de namorá-lo. É triste, mas percebi que ele não quer isso. Perdi-me nos pensamentos, ao ouvir meu celular tocar.

 

- Ei babe.

- Oi Jay.

- Estou chegando aí. Preciso te levar a um lugar urgente.

- Alguma praia?

- Não, boba. Você tem três minutos.

- Ok. Beijo

Como ele me avisa que eu tenho três minutos para me arrumar, e já estará chegando aqui? A sorte é que como acabei de tomar banho, só vou vestir uma blusa mais solta no corpo, e pentear novamente os cabelos. 

Deixei a porta do quarto aberta, e passei um gloss sem cor, apenas para dar um brilho nos lábios. Quem sabe assim, ele não reclama. Guardei meu celular no bolso, e saí do quarto às pressas.

- Mãe? - Falei andando pela casa. - Eu vou sair com o Jason, mas eu já volto, tá? - Falei indo até o quarto dela, que estava assistindo tevê, enquanto o Paul conversava com alguém ao celular.

- Juízo filha. - Disse a mesma frase de sempre. - Se puder, não demore. - Apenas assenti e desci as escadas correndo. Abri a porta principal, e sua moto estava parada em frente a garagem. Onde vamos? Pensei ao olhar para ele, que estava com os capacetes nas mãos, uma regata preta, deixando todas as suas tatuagens dos braços à mostra, e uma calça jeans da mesma cor. Seu cabelo estava arrumado em um topete baixo, e ele usava um relógio de ouro, e uma corrente.

- Você está sem batom vermelho? - Disse ainda olhando-me de longe. - Não pode ser. Você é a Mellanie? - Falou risonho, e fui até ele. 

- Você reclama tanto, que eu preferi não passar. - Falei esnobe, e abri os braços para que ele me abraçasse, que quase me carregou no colo e deu-me um beijo no rosto. 

- Antes que você pergunte, acho que não iremos demorar. - Falou ao entregar o capacete na minha mão. 

- E onde nós vamos mesmo? - Sorri esperando sua resposta, que deu-me um rápido selinho.

- É bem perto daqui. Logo você verá. - Subi na moto antes que ele e levantei os pés, para que ele pudesse subir, e eu não tocasse a perna no escapamento. Detesto quando ele não me conta onde vamos. Se não é alguma praia ou restaurante, também não é um clube ou a casa dele... Onde é? 

Assim que passamos pela Avenida, chegamos ao Golden Gate e ele estacionou sua moto ao lado da enorme ponte, onde havia uma grande trilha, toda aberta. Eu amo passar por aqui à noite, porque sempre está tudo iluminado, como agora. Soa como algo tão romântico.

Ele desceu da moto e me ajudou. Guardou os capacetes, e ainda sem dizer nada, ficou olhando os movimentos dos carros, que não eram tantos, já que está tarde.

- O que viemos fazer aqui? - Falei ansiosa, olhando ao redor. Ele apenas pegou na minha mão, e andamos pouco pela trilha, parando quase no meio. A iluminação estava realmente linda. 

- É... como começar. - Falou olhando para o lado, e parecia apreensivo. Ele engolia seco a cada segundo, e estalava os dedos, demonstrando nervosismo. - Primeiro, eu sei exatamente o que estou fazendo. - Apenas assenti, sem entender muito bem o que ele quis dizer com isso. 

- Você está bem? - Falei olhando para ele, que segurou minha cintura, puxando-me para um longo e intenso beijo. Era notável que ele não estava tão confortável quanto deveria. Não sei exatamente onde ele queria chegar com tudo isso, mas tentei ajudá-lo a sentir-se mais tranquilo. Dei-lhe varios beijos nos lábios, até que se acalmasse por completo, o que não demorou muito. 

- Eu pensei muito, muito mesmo em tudo, mas eu percebi que... Quanto mais eu pensava, menos isso progredia. Todas as minhas indecisões me deixaram apenas uma resposta, você. Sei que isso pode parecer estranho vindo de mim, mas eu... - Parou no meio da frase, e coçou sua nuca, aparentemente ainda nervoso, e pegou nas minhas mãos. - Eu tenho absoluta certeza do que eu quero. - Não queria interrompê-lo, mas queria que ele soubesse, ue pode demorar o que to precisar, porque não deve estar sendo fácil para ele. 

- Relaxe, e diga o que está pensando. - Falei ao sorrir de lado, e ele assentiu suspirando.

- Eu nunca senti algo como isso... Tão forte o quanto eu sinto por você. Eu acho que, o que mais me atraiu em você, foi que mesmo tendo esse seu jeito implicante, você se importa com o Justin, não apenas com a imagem do Jason. Você se interessa em saber como eu estou, e não pergunta apenas por obrigação. Eu sinto como se você não pensasse apenas na minha aparência, ou no meu jeito de agir e pensar. Você não faz ideia do quanto tem me ajudado a descobrir coisas jamais sentidas antes, em apenas um momento de carinho. Isso soa gay, mas quando eu te beijo, sinto como se apenas existisse nós dois no mundo, como se ninguém pudesse nos interromper, ou dizer que não dará certo. - Ele falava pausadamente, para não se perder nas palavras. - Como agora. - Olhou ao redor, e estávamos à sos. - Eu demorei para enxergar, mas eu realmente te amo, amo muito, muito mais do que eu poderia imaginar que sentiria um dia por alguma garota. Aliás, você não é uma simples garota. Eu te vejo, quase como uma mulher. Às vezes, você é tão madura, que eu desconfio o que se passa na sua cabeça. Você é a minha garota. Sei que posso não ser tão bom nisso quanto você esperava, mas... O que eu mais quero, é ficar com você. De verdade Mel. - Lambeu os lábios e abaixou a cabeça suspirando. - Eu sempre penso que nada acontece por acaso, e ninguém entra na nossa vida à toa. Se estamos aqui hoje, é porque temos uma história para continuar, já que está no início. Se você entrou na minha vida tão de repente, foi para me ajudar a tomar jeito na vida, e ser feliz com você... Eu disse que te amo, e não tenho vergonha disso, porque é a mais pura verdade, e eu jamais diria isso à alguém em vão. E eu tive a completa certeza de que o que eu sinto por você é tão forte e verdadeiro, quando eu pensei em desistir de tudo o que você desgosta, para começarmos juntos, só você e eu. - Falou quase soletrando o ‘você e eu'. Já posso dizer que estou em um completo choque. Eu estava sem reação e, não fazia ideia do que dizer, se é que eu já tinha que dizer algo. Meus olhos ainda brilhavam, só de olhá-lo todo sorridente e nervoso. - Eu tenho certeza que dará certo. Você aceita namoraria comigo, babe? - Abriu um enorme sorriso, esperando minha resposta.

- Eu... estou realmente surpresa de ouvir tudo isso de você, de repente. - Foi a única coisa que consegui dizer, depois de tudo o que ele disse. - É claro que eu aceito. - Sorrimos um para o outro, ao mesmo tempo e ele me abraçou o mais forte que conseguiu. Envolvi minhas mãos em sua nuca, puxando-o para um beijo, que cedeu e voltou a me abraçar forte. Eu estava muito mais do que perplexa. Como ele pôde me dizer tudo isso tão de repente? Por incrível que pareça, eu não estou confusa, indecisa ou preocupada. Não me sentia tão bem há um bom tempo. Nos abraçamos pela terceira vez, e ele não parava de sorrir.

- Eu queria te dizer algo, mas eu não consigo. - Falei ainda olhando para ele, e nos sentamos em um banco, não muito perto do rio. 

- Não precisa. - Falou ainda sorridente, e passou seu braço direito em volta das minhas costas, apoiando com a sua mão na minha cintura. O que me deixava ainda mais surpresa, é que ele não parava de sorrir, nem por um segundo. 

- Estou te achando tão alegre. - Falei olhando para ele, que deu-me um selinho. - Gosto disso. 

- Eu estou mesmo. Fazia um bom tempo que eu não me sentia assim. - Falou ao dar os ombros, e pegou na minha mão direita. 

- Assim, como? - Virei-me mais de frente para ele, que brincou com os meus dedos, ainda de mãos dadas.

- Bem, com alguém por perto. - Falou sincero. - Agora que você já sabe quem eu sou e gosta de mim, podemos ir à diante. - Lambeu os lábios e passou as mãos no cabelo.

- Eu não gosto. - Falei rápido, e percebi que ele engoliu seco. - Eu amo você Jay. Faz tempo que eu amo. - Foi a primeira vez que eu disse que o amo, desde quando começamos a nos envolver. O que faz um mês. Sua reação foi de alívio, e ele deu-me vários selinhos, pausando a cada um. Estava me sentindo tranquila, aliviada e bem, por estar aqui com ele, por estarmos finalmente namorado, por ouvir da boca dele que, me ama de verdade e... Isso é muito mais do que incrivel. 

- Odeio ter que confessar isso, mas eu demorei demais para te dizer tudo isso. -Falou  tentando desviar seu olhar do meu, e passei minha mão em volta de seu pescoço, tocando nossas cabeças. 

- Por que? - Falei ainda sem olhá-lo.

- Eu estava inconformado. Quero dizer, confuso. Não sabia exatamente o que estava sentindo, e foi tão de repente. - Olhamos para a ponte, que continuava toda iluminada e com pouco movimento

 - Desde quando você sente isso? - Olhei para ele, e cruzei as pernas.

- Quer mesmo saber? - Riu.

- Claro. - Respondi rápido. 

- Desde o dia em que fomos para aquela praia, e depois você foi na minha casa... eu continuava na dúvida, mas aí, eu percebi que era você que eu queria. Tentei esquecer isso, mas foi impossível. - Apoiei com a cabeça em seu ombro, inclinando-me em seu corpo, que me tocou lentamente. 

- Sério? Eu tinha certeza de que você nunca se importou comigo. - Apertei sua mão forte. - Sabe, desde o começo. 

- O que? - Afastou-se rapidamente. - Eu sempre me importei com você, e muito. - Falou empolgado, e abriu os braços para que eu o abraçasse. Assim fiz, e ele colocou as mãos em meu rosto, beijando-me novamente nos lábios, cada vez com mais calma. - Vamos para um lugar mais vazio?

- Onde você quer ir? - Questionei olhando para ele, que beijou-me novamente. 

- Qualquer lugar, que só estejamos eu e você. - Falou em um tom suave, e levantou-se, pegando nas minha mãos. Saímos de lá abraçados e fomos até a moto dele. Subi primeiro e coloquei o capacete, esperando-o fazer o mesmo. - Para onde você quer ir, babe? - Falou olhado-me todo torto. 

- Qualquer lugar. - Abracei-o em volta da cintura, e ele assentiu sem resposta. Atravessamos a ponte em alta velocidade e senti os fios do meu cabelo se esvoaçarem ao vento, enquanto ele acelerava cada vez mais. Entramos em uma rua aparentemente deserta, e ele parou com a moto no fim da rua, que era sem saída. Parecia perigoso, mas ao mesmo tempo, eu não estava apreensiva com isso. 

             

    Jason P.O.V

Eu quis levá-la para o Golden Gate, porque eu realmente gosto daquele lugar, principalmente à noite, por estar todo iluminado, e eu tinha certeza que ela iria amar. Eu só não imaginei que ficaria tão aflito com tudo isso. Eu sou Justin Bieber, isso não poderia ter ficado tão explícito.

Nunca me conformarei da maneira como fiquei nervoso há pouco. Isso nunca, jamais, em qualquer situação havia acontecido antes. Não fazia ideia de que tudo isso era tão importante para mim. A Mellanie é muito importante para mim, muito mais do que eu imaginei. Ensaiei mais de vinte vezes para mim mesmo, sobre como iria dizer tudo a ela, sem gaguejar, ou desistir, ou ter certeza do que eu queria. Nunca havia me sentido tão tranquilo, após expressar tudo o que eu sinto, e saber que é recíproco. Dizer que eu a amo muito, não estava nos meus planos, mas as palavras apenas saíram, como se a minha consciência tivesse deixado escapar. A melhor parte, foi ouví-la dizer que também me ama. Como eu queria que ela soubesse de tudo... Pelo menos, o mais rápido possível. 

Entramos em uma rua sem saída, completamente vazia, e aparentemente perigosa, mas eu já vim aqui várias vezes, e sei que não tem problema algum. Por isso, quero tranquilizá-la.

 

               Mellanie P.O.V 

- Parece perigoso. - Falei ao descer devagar.

- Fica tranquila. - Guardou os capacetes e sorriu. - Parece, mas aqui é bem tranquilo. 

- Tem certeza? - Estiquei meus braços em volta da sua cabeça, e ele afirmou ao dar-me um selinho. Ele colou seu corpo no meu, e beijou-me nos lábios, conduzindo-me a dar passos para trás, encostando em uma parede, se não me engano. Não estava preocupada com o lugar em que estávamos, porque apesar de tudo, eu confio nele. Se disse que não é perigoso, não tenho porquê ficar insegura. Continuamos nos beijando nos lábios, e ele apertava minha cintura, com pressão em suas mãos. Acelerei o beijo, tornando mais provocante e tentador. 

- Podemos dizer aos outros que estamos juntos? - Falou entre o beijo.

- Por que não? - Sorri e voltei a beijá-lo, que passou as mãos nos fios do meu cabelo, acariciando meu rosto com o polegar.

- Finalmente. - Ri, e ele me puxou para um forte abraço. Às vezes, é tão diferente, a maneira como ele me abraça a todo tempo, como se necessitasse do meu abraço, assim como eu preciso do dele. Após um demorado abraço, olhei-o nos olhos, que estava sem as lentes. Permaneci olhando-o fixamente nos olhos, que desviou o olhar para baixo, olhando as minhas pernas. 

- O que acha de irmos para a minha casa? - Sorriu de lado, com um ar de malícia, e mordi o próprio lábio.

- Outro dia eu vou. - Não quero que ele pense que, só porque estamos namorando, iremos dormir um na casa do outro todos os dias. Não é assim que funciona.

- Por que não hoje? - Falou ainda acariciando meu rosto. 

- Vamos com calma. - Falei ao dar-lhe um selinho. - Quero duas condições para a nossa relação.

- Quais? - Escondeu as mãos para trás, me esperando dizer. 

- Não iremos transar todos os dias, só porque estamos namorando, entendeu? - Ele segurou a risada e assentiu. - Segundo. Se você realmente quer namorar comigo, deve saber que namoro é algo sério, e tem que ser respeitado. Não quero você dando em cima de outras garotas. - Falei séria, para que ele não pensasse que estou levando isso na brincadeira. - De acordo?

- Sim Mellanie, de acordo. - Assentiu e sorriu. - Eu sei de tudo isso que você disse. Não sou tão desandado quanto parece.

- Não é? - Falei duvidosa, e ele balançou a cabeça para os lados.

- Eu sou... - Confessou rindo. - Mas eu posso mudar.

- Está disposto a mudar? Sério? - Inclinei uma das pernas, encostando-a na parede.

- Por você, sim. - Falou calmo e veio com o rosto para a frente, dando-me um rápido beijo nos lábios. Sorri para ele, e mordi seu lábio debaixo, que mostrou a língua, tentando me beijar novamente. Tentei hesitar por provocação, e ele pressionou seu corpo contra o meu, cada vez com mais força. Sentia as batidas do meu coração se acelerando a cada segundo, e eu sentia uma enorme vontade de tirar sua camisa aqui mesmo, já que não há ninguém. Desci minhas mãos até o zíper de sua calça, e desabotoei a mesma. Notei que ele sorriu discreto com a voz baixa e abri todo o seu zíper, ainda beijando-o nos lábios, sem ao menos abrir os olhos. Senti ele se arrepiar por completo, e passei as mãos por dentro da sua calça, ainda por cima da cueca, em um ato de estímulo. Ele mordeu seu próprio lábio com força, e apertei seu membro, ainda que por cima da cueca, com uma das mãos, massageando-o devagar. 

- Nossa, por que você está tão aéreo? - Falei em uma completa ironia, e ele sorriu ainda mordendo o próprio lábio, com os olhos fechados.

- Vamos para a minha casa agora Mel, vamos. - Falou em meio a um sussurro.

- Não vou para a sua casa. - Falei quase tocando nossos lábios. 

- Então não... - apertei-o com força, e ele gemeu tentando dizer algo. - Não faça isso.

- Você quer que eu pare? - Falei ao dar-lhe um selinho, que apoiou com a cabeça na parede, deixando seu rosto tocando meu ombro direito. 

- Não. - Permaneceu sussurrando, e suspirou. - Pelo amor de Deus Mellanie, vamos. - Insistiu. Eu estava amando aquilo. Pensei seriamente em ir para a casa dele, mas a minha mãe iria implicar de novo, eu acho. Talvez... ele possa dormir escondido na minha casa. Seria um tanto arriscado.

- E se... você for para a minha casa? - Falei ainda massageando-o, que parecia não conseguir pensar em nada.

- Mas e... e a sua mãe? - Segurou minha mão, para que pudesse se concentrar na conversa, e  olhou-me nos olhos.

- Ela não precisa saber que você estará lá. Ela sai muito cedo de casa. - Sorri para ele. - Que tal? 

- Preciso ir com o meu carro então, porque eu deixo sempre meu material, e as roupas lá.

- Tudo bem. Passamos na sua casa, você pega o seu material e vamos para a minha. - Fechei o zíper de sua calça, e ele estava levemente excitado. Fiz o mesmo com o botão, e ele permaneceu olhando-me, sem dizer nada. - Você quer?

- Se é proibido, é claro que eu quero. - Falou em um tom reptante. - Mas tem que ser agora. - Assenti, e ele beijou-me nos lábios.

Subi em sua moto e colocamos os capacetes. Rapidamente saímos daquela rua sinistra, e ele disparou muito mais rápido do que antes, rumo a sua casa. E eu que pensei que seria impossível ele correr mais do que naquele momento. Ele se superou. Como ele correu tão rápido, chegamos em sua casa, cerca de cinco minutos, o que já pode ser considerado um recorde.

Ele estacionou em sua garagem, e assim que descemos da moto, Justin deu a chave de sua bmw nas minhas mãos, e ligou novamente os alarmes da casa.

- Não precisa pegar nada? - Falei ao entrar no carro dele, e me ajeitar no banco do passageiro.

- Não. - Entrou e tirou seu celular do bolso. - Tenho várias trocas de roupa aqui, meu material, coisas do dia a dia. Sou um cara preparado.

- Nossa, que preparado. - Falei rindo. - Não corra com o carro! - Ele riu e assentiu como se fosse me obedecer. Decidi ligar para a minha mãe, só para saber se o Paul ainda está lá, ou se ela vai passar a noite fora - o que eu espero que aconteça, ou se já está descansando.

 

SPOILER

- Como você está na minha casa, será tudo do meu jeito. - Olhei-o nos olhos, que afirmou com a cabeça.

- Como você quiser. - Falou ao piscar com o olho direito. Ele não deve ter notado o que disse, então me aproveitei da situação, e empurrei-o para trás, fazendo-o ficar quase deitado na cama, apoiando com a cabeça nos dois travesseiros.

- Quero fazer uma brincadeira. - Falei ainda olhando para ele, e beijei-o nos lábios, que tentou pegar no meu corpo, mas logo me afastei.


Notas Finais


Eu li as perguntas de vocês, e assim que responder todas coloco o link aqui okay? Amando os comentários! Beijos.


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