História Behind The Secrets - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Ryan Butler
Visualizações 3.997
Palavras 3.277
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Preste muita atenção em cada palavra, para não se perder depois lol. Boa leitura.

Capítulo 9 - Kiss and Tell


- Até quando você acha que isso irá durar? - Aumentou o volume da tevê e me ajudou a desfazer a mesa. - Digo, porque ele não vai ficar preso à uma garota por muito tempo. - Ela estava certa. Por mais que eu tenha evitado pensar sobre isso, era um assunto em aberto, que me deixava uma grande dúvida, se ele teria coragem de ficar com outras garotas, como disse hoje, ou se terá alguns minutos de consciência pesada, o que eu acho bem difícil.

- Não sei. Estamos evitando falar sobre isso, porque seria como se eu ou ele quisséssemos parar logo, mas está sendo bom. - Peguei uma barra de chocolate e dividi com ela, sentando-me no sofá. - Ele tem seu jeito estranho, mas não é tão assim quanto parece. - Sorri e meu celular tocou.

Adriele pegou-o que estava do outro lado do sofá e deu na minha mão.

 

- Oi mãe.

- Está em casa filha?

- Sim, por que?

- Hoje eu estou de plantão, e só voltarei para casa meia noite.

- Nossa! E o Paul?

- Ele já foi embora. Se não quiser ficar sozinha, ele passa um tempo aí.

- Eu até gosto de ficar sozinha mãe, sem problemas.

- Tudo bem. Qualquer coisa, você me liga. Beijos.

- Beijo.

 

- Ela só volta pra casa meia noite. - Falei sorridente e gritei animada. - Isso é ótimo. - Adriele riu da minha empolgação sem entender muito bem o que eu queria dizer.

- E o que você pretende fazer? - Permaneceu sentada, ainda rindo. - Já sei, vai chamar o Jason para vir aqui. - Estalou um dedo no outro como se fosse uma boa ideia.

- Cala a boca Adriele. - Ela riu e permaneci séria, andando de um lado para o outro na sala. - Eu não vou chamá-lo para vir aqui. Acho que ele vai para algum clube. - Apesar de tê-la mandado ficar quieta, não deixava de ser uma ideia em aberto. No caso, não para ele vir aqui, mas sim, para irmos à uma boate ou qualquer outro lugar divertido. Porém... tudo está acontecendo tão estranhamente, que não sei se ele está com outra garota.

Mesmo não sentindo nada por ele, é difícil entender que o que nós temos não é nada, já que ele acha que pode continuar ficando com outras garotas. Isso é nojento. Preciso tomar alguma providência.

- Acho que eu vou falar com ele sobre isso... - Pensei alto, enquanto batia forte com os pés no chão.

- Falar o que? - Ela disse confusa, sem saber ao que eu me referia.

- Quero resolver isso. Estamos em uma situação desconfortável, e confusa. Preciso falar logo com ele. - Subi as escadas correndo e entrei no meu quarto. Peguei meu notebook e levei-o até a sala, sentando-me ao seu lado no sofá.

- O que você vai fazer? - Passou todos os canais, procurando algo interessante.

- Tentar me distrair. Não posso ligar para o Jason agora, porque ele irá pensar que eu estou correndo atrás. - Falei despreocupada, e entrei nas minhas redes sociais. 

- Deixe de ser idiota. Ligue para ele e diga o que tem que dizer. - Entregou meu celular nas mãos, esperando que eu ligasse.

O que eu iria falar? Não é nada especial ou urgente, mas eu queria esclarecer isso. Ou paramos de ficar, ou continuamos, mas direito, o que eu acho impossível, tanto da minha parte, quando da dele. Seria mais fácil parar de uma vez com isso, e cada um aproveitar livremente outras pessoas.

- Jay?

- Ei Babe.

- Tudo bem? 

- Sempre, e com você?

- Também. Podemos nos ver ainda hoje? Quero falar com você.

- Sim. Sobre?

- Nada demais. Onde nos vemos? 

- Apareça por aqui mais tarde, porque agora estou saindo com os meus amigos. Pode ser?

- Sim. Quando eu for, te aviso.

- Okay. 

 

- Eu vou passar na casa dele mais tarde. - Falei sorridente, antes de pensar sobre o que acabada de dizer.

- Ele não está lá agora? - Falou olhando-me.

- Não. Está por aí com os amigos. - Apoiei com a cabeça no encosto do sofá, pensando no que iria falar para ele. Não quero que ele pense que estou mexida com isso, porque eu realmente não estou, mas sinto um carinho por ele. 

- Na hora que você for, me deixa em casa? - Rapidamente assenti e voltei a pensar no mesmo de antes.

Passamos a tarde ouvindo músicas, tirando fotos, conversando sobre coisas do nosso interesse e comendo doces. Nada melhor para um começo de semana. Enquanto fui para o banho, Adriele aproveitou para terminar as lições de amanhã, e dar uma estudada para química.

- Será que ele já chegou em casa? - Falei enquanto secava meu cabelo no banheiro com a porta entreaberta.

- Ligue para ele. Eu acho que sim. - Falou quase gritando, devido o volume da música e o barulho do secador.

- Eu não. Vai parecer que eu estou correndo atrás dele. - Dei os omros para mim mesma em frente ao espelho e desliguei o secador, guardando-o debaixo da pia.

Penteei os cabelos deixando pouco endulado, já que ele é assim e vesti uma blusa de manga 3/4 cinza escura, com a costura quase na região os ombros, deixando aparecer meu top preto.

Vesti um shorts não muito curtom mas bem escuro e sapatilha. Passei um batom vermelho e mais nada no rosto. Não gosto de exagerar durante a tarde.

- Você é besta Mellanie? Liga logo pra ele. - Falou risonha, como se estivesse me insultando indiretamente.  - Só para avisar que você está indo lá. - Guardou seus cadernos na bolsa e deitou-se na minha cama para descansar.

Bati com as unhas na tela de trás do celular pensando se deveria ligar mesmo para ele. Sem muito controle dos meus dedos, apertei para chamá-lo e esperei que atendesse. Deu caixa postal, e resolvi não ligar novamente.

 

''Eu não deu tempo de atender. Já estou em casa, pode vir''. - Jason

 

''Tá.'' - Mellanie

 

- Ele já está em casa. Vamos? - Guardei meu celular no bolso e saí do quarto. Adriele fechou a porta e desceu as escadas atrás de mim.

- O que você vai falar pra ele? - Falou ao entrar no carro, fivelando o cinto de segurança para colocá-lo.

- Não sei... - Passei as mãos no cabelo, colocando-os para o lado esquerdo. - Assim, eu sei mas, não consigo formular na minha cabeça o que irei falar exatamente. - Dei a partida e saímos de casa.

- Entendo. Só não fale besteiras, do tipo... você sabe. Pense antes de falar, por favor. - Assim que terminou de falar, riu como se eu tivesse entendido o que ela disse. Tenho a terrível mania de falar muitas coisas sem pensar, mas isso acontece quando eu estou irritada, o que está longe de ser o caso.

Diferente do Jason e da Alice, a Adriele mora há 10 minutos de casa. Deixei-a em frente ao portão e fui para a casa dele. Passei o caminho todo pensamento literalmente no que dizer, porque, de alguma maneira, eu tenho que dar uma explicação óbvia, mas não muito entregue a ele, por querer saber se o que temos ou tínhamos, acabou ou está para acabar. Sinceramente, eu não quero que isso acabe tão cedo. Estou começando a gostar mais da companhia dele, mas nada que um outro garoto não o substutia. Tudo bem... isso soou estranho. Estacionei em frente à casa da Alice para disfarçar e o carro dela não estava lá. Toquei a campainha e o portão foi aberto instantâneamente. Passei pelo pequeno jardim, pela segunda vez, e subi os degraus até a porta principal.

Jason abriu-a, e vestia calça jeans um tanto degradê, boné preto para trás e uma blusa normal, para variar, preta. Deixava todas as tatuagens de seu braço à mostra novamente.

- Entre. - Abriu mais a porta para que eu entrasse, e deu-me um selinho antes que pudesse dizer algo. - O que você quer falar comigo? - Juntou as mãos para baixo, deixando em cima do zíper de sua calça.

- Quero esclarecer isso. - Gesticulei para que ele entendesse que eu estava falando sobre 'nós'. - Para você, nós não temos nada? Estamos ficando ou o que? - Coloquei o cabelo para trás da orelha e olhei-o nos olhos, esperando sua resposta.

- Bem... nós estamos ficando, não? - Ele disse com uma ponta de dúvida, o que me deixou um tanto mais confusa do que eu já estava. - Se é isso que você quer saber, eu não estou com nenhuma outra garota, porque eu realmente estou gostando de te conhecer melhor. - Falou com a voz firme, como se tivesse certeza do que estava dizendo. Estávamos próximos um do outro, mas nada que dois passos à frente me fizessem beijá-lo.

- É, parcialmente sim. É bom saber que você está se divertindo. - Falei pouco envergonhada, por não saber o que dizer. Eu esperava que ele falasse qualquer coisa, menos isso. - A questão é, nós não somos amigos... quero dizer, não somos tão próximos um do outro. - Ele deu os ombros enquanto eu falava, e assentiu lentamente, como se estivesse processando tudo o que eu dizia.

- Sei disso... isso é porque... bem, eu nunca tive uma amizade bem próxima com uma garota. - Ele disse ainda sério. - Sempre fui mais focado em diversão, do que uma amizade. - Jason parecia estar sendo sincero enquanto falava, o que me tranquilizou, mas ao mesmo tempo, ainda me deixou com uma pulga atrás da orelha. Se ele disse isso, é porque não quer nada além de diversão comigo.

- Ou seja? Você prefere continuar assim? Sem um mal conhecer o outro? - Falei tranquila, ao colocar as mãos no bolso de trás do shorts.

- Não! Se você me ajudar, podemos nos tornar amigos. - Falou ao abrir um sorriso discreto. - Então? - Virou pouco sua cabeça para o lado, olhando-me pelo canto dos olhos com um ar amigável.

Assenti ao piscar duro e ele esticou suas mãos, para que eu me aproximasse. É estranho porque, não conversamos de uma maneira normal, muito menos despreocupados. Todo o tempo, parece que ele fala como se controlasse suas palavras, apreensivo sobre dizer algo que não deveria. Talvez seja apenas mais uma teoria absurda que tenho em mente.

Ele segurou minhas mãos apenas com os dedos, ainda ficando em minha frente e sorriu ao puxar-me para um abraço. Ele não é tão insensível quanto parece. Correspondi ao seu abraço, que era nada mais do que muito confortante, e afastei-me.

- Era só isso. Agora eu preciso ir. - Soltei suas mãos em diração à porta, mas ele ficou em minha frente, impedindo-me de sair.

- Fique aqui para conversar comigo, amiga. - Falou rindo, o que automaticamente me fez rir. - Do que você está rindo? - Falou ainda brincalhão, o que me fez continuar rindo.

- Quanta ironia. Não quero atrapalhar. Nos vemos amanhã. - Pisquei para ele, que segurou minha mão e senti meu corpo formigar. 

Parei por um segundo sem saber o que fazer, e ele deu um passo à frente, inclinando sua cabeça, beijando-me nos lábios. Ele sempre deixa suas mãos descansando em minha cintura, mas de alguma maneira, ele as colocou em meu pescoço, demonstrando estar envolvido. Fiz o mesmo, e sem pensar, atravessei seu cabelo com os dedos, tirando seu boné e segurando-o com as mãos, já que estiquei meus braços dando a volta em seu pescoço. Ele me conduziu para frente, apoiando-me na parede, e continuou a beijar-me cada vez com mais tentação. Ele virava sua cabeça lentamente, tornando tudo ainda melhor. Jason passou a beijar-me na ponta dos lábios, como se estivesse parando aos poucos, e logo contornou minha boca com a sua língua, e mordi-a. Notei um sorriso formar-se em seu rosto, e voltamos a nos beijar. Uma de suas pernas estava dobrada, para que ele se ajeitasse exatamente em minha frente. Apesar que, não sou tão menor do que ele.

- Podemos sair hoje? - Apoiou com a mão direita ao meu lado, na parede e tirou o celular do bolso, esperando minha resposta.

- Onde? - Falei olhando para ele, que rolou os olhos para cima, e apontou para a escada, como se quisesse indicar seu quarto. - Engraçado você. - Ele riu e colocou as mãos novamente no bolso. - Duvido que consiga passar mais de dois dias comigo... Seu prazo está para terminar. - Falei ao quase tocá-lo nos lábios, que roubou-me um selinho.

- É simples. Se você conseguir me conquistar, fico com você para sempre. - Falou tranquilo, o que me deixou um tanto assustada, por não esperar ouvir isso dele. Sua frase soou como um choque para mim. - Até agora, nenhuma das garotas que eu peguei conseguiu. - Sorriu para mim, que sorri de volta sem saber o que dizer.

- Não deveria ser ao contrário? - Falei rápido, antes que me arrependesse do que disse. Para ele, deve ter soado como uma indireta, de que eu estaria a fim dele, o que obviamente não é verdade.

- Eu sou um conquistador. Isso não é difícil para mim. - Zombou de si mesmo, ao arquear uma das sobrancelhas, tentando parecer sexy.

- Como você é convencido. - Desviei o olhar dele, que sorriu e deu-me um selinho.

- Só fui sincero. - Pegou seu boné das minhas mãos e colocou-o de volta na cabeça. - Já está anoitecendo e... o que acha de irmos à praia? Só para caminhar mesmo. - Falou enquanto foi até a cozinha.

- Vamos. - Sentei-me no maior sofá, e fique mexendo no celular enquanto ele não voltava. - Você não se... não se sente muito solitário nesta casa enorme? - Falei olhando para ele, que voltava com uma garrafa d'água nas mãos.

- Sim, mas a empregada está todos os dias por aqui, e os meus amigos que vieram para a Califórnia comigo, também veem aqui quase todos os dias. - Falou descontraído e deu a garrafa na minha mão. Tomei um gole e ele foi até a mesa em frente à tevê. Pegou a chaves de seu carro e seus óculos escuros.

- Podemos ir? - Olhou-me parado, ainda de pé.

- Sim. Você quer ir na Ocean? É a mais próxima daqui. - Ele assentiu rapidamente. - Vou com o meu carro e nos encontramos lá. - Pisquei para ele, e fui até a porta, abrindo-a.

- Vamos com o meu carro, e depois você volta aqui. - Passou por mim e trancou a porta da casa.

- Não. Ou você vai comigo, no meu carro, ou cada um com o seu. - Falei autoritária, para que ele percebesse que não manda em nada.

- Não. - Falou parando em minha frente, com os braços cruzados.

- Então eu vou para casa. - Caminhei até meu carro, e assim que entrei, desci as janelas. 

- Caralho. - Resmungou e entrou no meu carro, se rendendo à minha condição. Esse garoto é bem orgulhoso.

- Tão simples. - Coloquei os cintos de segurança e ele fez o mesmo. Sai de lá com a velocidade disparada e ele parecia estar bravo o caminho todo. 

- Isso não está certo. - Falou sério, como se estivesse inconformado em ter se rendido a mim. - Eu nunca me rendi à uma garota. - Ele parecia inconformado, com algo tão banal como isso. 

- Pare de ser tonto. - Falei ao estacionar em frente à pista de caminhada. - Você fala como se tivesse feito algo errado. - Desci do carro e ele permaneceu com a mesma cara de irritado de antes.

- Se você veio aqui para ficar com essa cara de quem merda, nós vamos embora. - Falei olhando para ele, que revirou os olhos impaciente. 

- Não se esqueça que você não manda em nada Mellanie. - Falou irritado, ainda com os braços cruzados. 

- Eu nunca disse que mandava. - Olhei-o desafiando-o, que permaneceu sério. 

Deixei-o sozinho e fui caminhar na beira do mar. Já estava anoitecendo, e a praia estava literalmente vazia. Olhei para trás disfarçadamente, e notei que ele caminhava lentamente, bem longe de mim. Ele é muito orgulhoso, e mandão. Isso não funciona comigo. O sol já havia desaparecido, e estávamos literalmente sozinho caminhando pela areia. 

- Por que você se faz de tão difícil? - Abraçou-me por trás, o que me fez dar um pulo de susto. Cruzou os braços em volta da minha cintura e apoiou com a cabeça em meu ombro direito.

- Não tenho culpa se você está acostumado a pegar vadias. - Coloquei minhas mãos sob as dele, e logo soltei-o, que continuou me abraçando. Se alguém nos visse neste exato momento, diria que somos um casal apaixonado. O que está longe de ser verdade. 

- É, eu estou mesmo. Quem sabe isso pode mudar. - Falou ainda abraçado comigo, ao dar-me um beijo no rosto. 

- Por que você é assim? - Virei-me de frente para ele, e paramos de andar, ficando um na frente do outro.

- Assim como? - Ele parecia não ter entendido minha pergunta, e ajeitou seu relógio no braço esquerdo.

- Bem quieto, quase não expressa suas opiniões, não puxa muita conversa. - Falei olhando nos olhos dele.

- Um dia, quem sabe, você entenderá. - Falou pausadamente, o que me deixou bem curiosa. Se ele é assim, tem um motivo óbvio? Que confuso.

- Huh... - Resmunguei insatisfeita, por querer saber o que ele quis dizer com isso. Jason colou seu corpo no meu, apoiando com suas mãos no fim das minhas costas. Seu toque forte fez com que eu automaticamente fechasse os olhos, tocando minha testa na dele, que beijou a ponta dos meus lábios, e inclinou-me pouco, para que eu me apoiasse em suas mãos. Se ele fosse um centímetro mais à frente, cairíamos no chão. Ri da situação, e ele riu também, mesmo sem entender.

- Do que está rindo? - Parou o beijo para esperar minha resposta, que dei-lhe um selinho.

- Nada Jay. - Passei os dedos em seu maxilar, que estava completamente contraído, o que o deixava ainda mais sexy, se é que isso ainda é possível. - Você está se superando. - Sorri e dobrei os braços em volta de seu pescoço, tocando sua nuca com as mãos, arranhando-o só com a intenção de provocá-lo. 

- Você acha? - Falou com sua voz baixa, próximo ao meu ouvido. Assenti lentamente e ele passou novamente uma das mãos em minha cintura, mas desta vez, por debaixo da blusa, erguendo-a um pouco. 

- Para quem não passa mais de 48 horas com a mesma garota, 4 dias é bastante, não? - Falei ainda acariciando sua nuca, e notei que ele fechava os olhos aos poucos, como se não estivesse controlando. 

Ele beijou-me nos lábios e mordeu minha língua, como se estivesse insistindo em mais um beijo. 

- Posso te fazer uma pergunta indelicada? - Olhei-o, esperando sua reação. 

 

           SPOILER

- Você é incrível. - Respondeu minha pergunta minutos depois, como se tivesse pensado em como me dizer isso.

- Incrível, como? - Forcei a barra, para que ele tentasse explicar o que disse. 

- Surpreendente. - Falou ao fechar os olhos vagarosamente. 

- Eu causo esse efeito nas pessoas. - Falei brincalhona para ver sua reação, que abriu um enorme sorriso e deu-me um selinho. 


Notas Finais


Quero opiniões okay <3


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