História Bela Confusão - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Hunter_Life

Postado
Categorias Amor Doce
Visualizações 84
Palavras 2.396
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - 02


Fanfic / Fanfiction Bela Confusão - Capítulo 2 - 02

[ FLASHBACK ON ]

Conseguimos chegar a tempo para o almoço, minha mãe surtaria se não tivéssemos conseguido.

A mesa já estava a postos, como sempre todos os pratos tradicionais da data estavam à mesa.

Tínhamos Peru assado acompanhado de purê de batata, Stuffing, para quem não conhece o stuffing é uma mistura de pão picadinho com temperos diversos e umedecido normalmente com algum caldo podemos escolher entre legumes ou de frango. Gravy um molho para colocar por cima do peru. Para quem não gosta do Gravy temos também o molho de cranberry, adocicado e azedinho, pra comer com o peru.

Alguns legumes e verduras como couve-de-bruxelas, brócolis, squash (da família da abóbora), cenouras e espinafre, tudo para todos os gostos.

As sobremesas minha parte favorita, tínhamos tortas de abóbora, tortas de batata doce, tortas de nozes pecãs e tortas de maçã ( favorita minha e de Serena). Para quem não é muito fã de tortas (se é que existe alguém) temos também Biscuits, um pãozinho esfarelado, muito gostoso. Ou dinner rolls, que são pães fofinhos, lembrando um brioche. A mesa estava farta como sempre.

– Seu danado poderia ter me dito que a nossa Serena era a sua namorada “misteriosa” – Serena me olhou com uma cara de “como assim Castiel?” – Mas todos nós sempre soubemos que vocês dois terminariam juntos. Era inevitável!

– Pois é mãe, acho que estávamos predestinados a ficar juntos. – Abraço Serena pela cintura e beijo sua cabeça, ela olha pra mim tentando segurar o riso e felizmente consegue.

– Venha aqui e me abrace minha menina, você se tornou uma mulher tão linda. Castiel é muito sortudo por ter você Sê.

– FEIOSA! – Miguel segura Serena pela metade do corpo e a gira, como sempre fazia quando éramos mais novos.

– Você está me deixando tonta Mi. – Ela diz rindo.

– Que tal soltar minha namorada agora Miguel? – Miguel para de girar e seguro Serena pela cintura “estou vendo tudo girando” ela diz rindo.

– Namorada? – Miguel parece decepcionado e interessado ao mesmo tempo. – Nunca imaginei vocês dois juntos. – diz com malícia.

– Engraçado você é a primeira pessoa que diz isso pra gente. Geralmente dizem exatamente ao contrário que fomos feitos um para o outro. – Diz Serena me abraçando de volta – Agora vamos comer, porque isso parece estar divino.

– Coloque as malas de vocês no seu antigo quarto Castiel.

– Mas onde Serena dormirá?

– Não seja bobo Castiel, sei como são esses namoros de hoje em dia. E se eu quero meu netinho logo tenho que fazer a minha parte.

– Mãe – A repreendo e Serena ri e dou um beliscão na sua cintura.

– Aaaii – Ela bate no meu peito e seguro suas mãos a trazendo para mais perto. Aos poucos paramos os dois de rir.

– Por favor, vocês não vão começar a se pegar né? – Miguel diz incomodado.

– Agora vá pegar as nossas malas – ela começa a andar e para olhando para mim e piscando

– Escravo.

– Palhacinha.

– Vocês dois não combinam juntos. – Diz Miguel serio com os braços cruzados.

– Não pedimos sua opinião Miguel, agora se me der licença preciso pegar as minhas malas e da minha namorada. – Eu e Miguel nunca nos demos bem, simplesmente nos suportamos na frente dos outros e o conhecendo como conheço ele tentará algo com Serena apenas para me atingir.

[... NA MESA DE JANTAR ...]

– Senhor Deus, obrigado por todas as graças que o Senhor nos concedeu. Nós somos gratos pela vida de todos os familiares e amigos que estão aqui neste dia, e por aqueles que não podem estar.

“Obrigado pela dádiva que é acordar a cada novo dia. Obrigado, Senhor, por nós mostrar a fé e a preciosidade da vida através do olhar de todos aqueles que amamos. Obrigada pela natureza que nos nutre e pela luz de cada novo amanhã.

Obrigado por cada refeição que o Senhor coloca em nossa mesa, obrigado por nos dar um teto e um lar seguro para nos abrigarmos e para repousar os nossos corpos cansados, e obrigado pelo nosso trabalho, pela nossa saúde, pelo nosso amor e união.

Obrigado, Deus, por estar sempre presente em nossas vidas, olhando e rogando por nós, nos guiando e nos protegendo.

Obrigado, Senhor, por todas as graças que nos concede e por nos conceder a sua benção, hoje e sempre.”

– Amém – dizemos todos em uníssono. Meus pais se beijaram, assim como meus tios e até mesmos meus avós. Todos ficaram olhando para nós e percebi o que queriam. Seguro o rosto de Serena e lhe dou um selinho rápido.

– Ah fala sério Castiel! Chama isso de beijo? – Miguel zomba.

– Até eu faço melhor. – Meu avô fala entrando na “brincadeira”.

– Isso é constrangedor – Serena sussurrou quando segurei sua nuca fazendo carinho na mesma. Aproximei nossas bocas acabando com a distância entre elas. O primeiro contato foi estranho, mas seus lábios eram deliciosamente macios. Seguro os cabelos de sua nuca com força, mas não o suficiente para machucá-la. Serena segura meu rosto entre suas delicadas mãos e aranha meu pescoço, um raspar de garganta nos faz nos separar rapidamente confusos e corados.

– Está quente aqui, vou ... eu… vou pegar um refresco – me levanto da mesa e vou ao banheiro lavar meu rosto e pescoço com água bem gelada.

[ FLASHBACK OFF ]

– Eu sei, mas isso não pode acontecer novamente irá acabar estragando nossa amizade.

– Sim, aquele beijo foi apenas para minha família acreditar em nosso namoro. E é normal querer continuar, você é linda.

– Então você me acha linda? – rindo Serena se vira pra parede. Levo minha mão para acariciar seus cabelos, mas puxo a mão antes de tocá-la.

... NO OUTRO DIA ...

Acordo sozinho na cama. Tomo meu banho e escovo os dentes, coloco uma calça social preta e uma camisa também social branca, arregaço as mangas até os cotovelos e descarto a gravata. Como tenho de estar sempre bem vestido e alinhado no serviço os ternos e roupas sociais fazem meu estilo. Resolvo deixar o cabelo bagunçado mesmo.

Todos estão tomando seu café da manhã, passo os olhos pela enorme mesa recheada e não avisto Serena nem Miguel.

– Onde está Miguel? Ainda não acordou? – Pergunto para ninguém específico.

– Ele e Serena saíram agora a pouco. Ela queria saber se ainda tínhamos o “forte” – pego meu café e me levanto indo para o quintal dos fundos. O ‘’forte’’ é uma casa enorme que ficava em uma grossa árvore no centro do quintal. Papai, eu e Miguel construímos quando éramos crianças e ainda nos dávamos bem.

Subo a escada e entro na casa e a cena que se desenrola me deixa irritado e enciumado. Serena e Miguel estão sentados no tapete encostados na parede, o que me deixa enciumado (mesmo não devendo estar porque não somos namorados de verdade) é a aproximação dos dois. Eu sabia que Miguel faria algo, só não imaginava que ele fosse baixo o suficiente para dar em cima da minha namorada. Ainda mais sendo Serena, que ele viu crescer. Não imaginei que ele seria capaz de fazer isso com ela. Porque se ele conseguir o que quer Serena é quem sairá mais machucada.

– Vai ficar aí parado ou vai entrar Castiel? – Diz Miguel e só para me irritar Miguel abraça Serena pela cintura e ela se aconchega no seu abraço.

– Não… eu… Eu – dou as costas e saio andando para o lago que corria atrás da casa. Me sento lá e vou jogando pedrinhas no lago.

– Você não devia ter saído daquele jeito. – Serena se sentou ao meu lado começando a jogar pedras também – Ficou parecendo que você estava com ciúmes. – bufo alto e me levanto para conseguir jogar as pedras mais longe.

– Eu sou seu namorado, era pra estar com ciúmes mesmo – Sussurro – Ele só está querendo me irritar.

– Irritar? Ele não fez nada que não costumássemos fazer quando menores.

– Só que antes, você era uma criança e não era minha namorada. – jogo a pedra com força e ela dá uma risadinha.

– Pelo amor de Deus Cassy é só o Mi.

– O problema é esse mesmo. Ele não te olha apenas como uma amiga que não vê a muito tempo.

– E como você sabe disso?

– Por que eu tam… – merda o que eu estou fazendo? Tiro minha camisa e me jogo no lago.

– Isso Castiel, faz o que você faz de melhor foge. – ela se joga no lago e nada atrás de mim parando a minha frente – Mas dessa vez você não irá fugir. Fala Castiel, como você sabe disso?

– Eu conheço esse olhar Serena , eu fiquei a vida toda vendo babacas te olhando assim. – soco a água. Olho seu vestido branco colado ao corpo. Seus seios estão totalmente a mostra, minha vontade é de segura-los e lamber, chupar, mordiscar.

Caralho o que está acontecendo comigo?!

– Do mesmo jeito que você está me olhando agora? – Sua pergunta me pega de surpresa. Não era para eu ter esses pensamentos com Serena. Ficamos nos olhando e vamos aproximando nossos rostos devagar. Encosto nossas testas e nossa respiração se mistura. Sua boca está tão próxima é só abaixar um pouquinho e posso sentir seu sabor novamente. Seguro sua nuca e olhamos um para o outro. Seus olhos estão assustados, mas demostram um desejo latente assim como eu. Faço o contorno de seus lábios e beijo o canto de sua boca demoradamente.

Saio do lago e me deito cobrindo meu rosto com o braço direito. Isso é tão estranho a dois dias Serena era apenas Serena, minha amiga irritante que sempre tirava sarro dá minha cara. Agora, agora não consigo ficar perto dela sem querer beijá-la e sentir ciúmes de qualquer um que a toque. Sinto seus dedos fazerem o contorno de minha boca do mesmo jeito que fiz no lago, aperto os olhos e os punhos com força.

– Não podemos fazer isso. – suas pequenas mãos seguram meu rosto e seus lábios encostam nos meus, mas tem algo estranho. Abro os olhos e Debrah minha prima está sorrindo para mim, me levanto procurando Serena e a mesma está olhando para nós com os olhos esbugalhados e as mãos sobre a boca. Empurro Debrah delicadamente e corro atrás de Serena que está correndo para dentro de casa. Debrah me segura pelo pulso, mas o puxo com força.

– SERENA? – Grito seu nome, mas ela não me ouve.

Serena entra correndo dentro de casa e entro logo atrás dela. Sei que estamos molhando a casa e mamãe ficará irada. Subo as escadas correndo atrás dela e meus tios nos olham assustados.

Consigo segurar a porta antes que ela a feche em minha cara.

– Aquilo não foi o que…

– Deus! Castiel você não tem que me dar explicação de nada.

– Mas eu quero. – Seguro seu rosto e tiro os fios bagunçados de seu rosto – Debrah não é nada para mim você sabe.

– Não pareceu quando você estava a beijando.

– Eu não a beijei.

– Não seja cínico Castiel, eu sei o que vi . – Ela me acusa cutucando meu peito. Seguro suas mãos e a puxo para perto. Ela tenta se soltar.

– Mas eu não queria corresponder a ela.

– Seu mentiroso. – grita em meu rosto ainda se debatendo.

– Eu só correspondi porque achei que fosse você Serena. – ela para de se mexer me olha confusa – era você quem eu queria beijar, era suas pequenas e delicadas mãos que eu queria em meu rosto – beijo cada uma de suas mãos – Era seu cabelo que eu queria segurar com força – seguro os cabelos de sua nuca – era seu perfume que eu queria sentir – aproximo meu nariz de seu pescoço sentindo seu delicioso perfume. Olho para sua boca e depois em seus olhos – é a sua boca que eu quero sobre a minha.

[ SERENA ON ]

Suas palavras fazem meu corpo inteiro entrar em estado de alerta, sei que estamos indo para um caminho sem volta. Mas não tem nada que eu queira mais nesse momento que sentir seus lábios sobre os meus novamente. Olho para seus lábios tão perto dos meus, tão convidativos e mordo meu lábio inferior.

Percebo que assim como eu ele tenta lutar contra seu desejo, mas é vencido pelo próprio desejo soltando um palavrão antes de colar sua boca na minha com voracidade.

Seu braço forte enlaça minha cintura me puxando com força, colando nossos corpos sem cortar nosso beijo gostoso e selvagem. Dominada pelo desejo arfo agarrando seu pescoço e me "penduro" nele esfregando meu corpo no seu.

Sem afastar a sua boca da minha Castiel me encurrala contra a parede prendendo-me com seu corpo. Afunda o rosto em meu pescoço beijando, lambendo, mordiscando e novamente arfo excitada.

– Você está me deixando louco, Serena. – diz rouco para atacar minha boca novamente.

Tento impedir que o beijo aconteça, mas é impossível. Eu quero tanto isso que desisto de lutar e me entrego o beijando com tamanha devoção e desejo.

Meu coração bate tão rápido que tenho medo de que por um instante ele possa ouvir.

Eu quero ser dele, com uma intensidade absurda, como jamais quis um homem na minha vida. Mas eu não posso, seria trocar algo certo que é a nossa amizade por uns amassos que nem sei se irá dar em algo.

– Castiel para.... – tento, mas minha voz sai tão abafada e ofegante que não convence nem a mim mesma –.... Não podemos fazer isso.

– Não podemos, mas queremos.... – é o que me diz com a voz rouca de desejo.

Sua língua se enterra novamente em minha boca ao mesmo tempo que esfrega sua ereção em mim me mostrando seu desejo, deixando-me cada vez mais perdida. E tudo piora ou melhora já não sei mais, quando sua mão escorrega por debaixo do vestido e aperta minha bunda, sua mão escorrega um pouco mais e seus dedos tocam minha calcinha que está tão molhada que sinto vergonha, o que parece excita-lo ainda mais, pois solta um gemido rouco que nasce em sua boca e morre na minha, quando então ele me carrega para a cama, deitando-me de costas se acomodando sobre mim.

Abraço seus quadris com minhas pernas esfregando minha calcinha lambuzada na sua ereção coberta pela calça, ansiosa, quase desesperada para sentir sua pele nua contra a minha arranco sua camisa e levo minhas mãos até o cinto, mas sem que eu espere ele simplesmente se afasta me deixando na cama trêmula de desejo.

– Não posso fazer isso – ele declara respirando pesadamente enquanto coloca a camisa. – Isso está indo muito rápido nos vamos acabar estragando tudo. – ele se aproxima da cama e acaricia meu rosto, mas recua rapidamente. – eu não posso nem tocar em você agora.


Notas Finais




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